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Brasil

Novo governo Bolsonaro 'bate o martelo' para criar Ministério da Cidadania, diz Onyx

Novo governo Bolsonaro 'bate o martelo' para criar Ministério da Cidadania, diz Onyx

access_time14/11/2018 10:02

O ministro que coordena a transição de governo e futuro chefe da Casa Civil, Onyx Lorenzoni, afirmou nesta quarta-feira (14) que o "martelo está batido" para a criação do "Ministério da Cidadania" no governo de Jair Bolsonaro (PSL). Em entrevista à Rádio Gaúcha, Lorenzoni explicou que a nova pasta cuidará das áreas de desenvolvimento social, direitos humanos e políticas de combate às drogas – atualmente o governo federal tem o ministério do Desenvolvimento Social e o ministério dos Direitos Humanos. Lorenzoni declarou na entrevista que parte do Ministério do Trabalho poderá ficar com a nova estrutura, mas que o modelo será analisado pelo presidente eleito Jair Bolsonaro. "O Ministério do Trabalho ficará junto com a 'produção' ou vai para um outro ministério chamado de Cidadania, que aí tem lá o Desenvolvimento Social, os Direitos Humanos", disse o ministro. "Esse martelo está batido... Ele vai cuidar dos direitos humanos, do desenvolvimento social e vai trazer a Senad [Secretaria Nacional de Políticas Sobre Drogas]... E ele vem para trabalhar com recuperação de drogados", completou. Nas discussões sobre a estrutura do novo governo, chegou a se especular a fusão das pastas de Direitos Humanos e Desenvolvimento Social sob o nome de Ministério da Família, com o senador Magno Malta (PR-ES) entre os cotados para ser ministro. A pasta do Desenvolvimento Social, por exemplo, é responsável pelo programa Bolsa Família e por outras iniciativas na área social, como os programas Progredir e Criança Feliz. Ministério do Trabalho Nesta terça (13), Bolsonaro afirmou em entrevista em Brasília que o Ministério do Trabalho manterá o "status" ministerial, reunido com outras áreas. "Vai ser ministério disso, disso e Trabalho. É igual o Ministério da Indústria e Comércio, é tudo junto, está certo? O que vale é o status", disse o presidente eleito. Questionado sobre a declaração, Lorenzoni explicou que Bolsonaro recebeu "dois desenhos" de estrutura para toda a Esplanada, o que ainda está em análise. Nos dois modelos a atual estrutura do Trabalho terá funções divididas. Segundo o ministro, a futura pasta da Cidadania pode absorver parte das funções do Ministério do Trabalho. "A parte da Secretaria de Políticas Públicas para Emprego e outras que estão conectadas a essa área podem ir para aí [Cidadania]", disse Lorenzoni. A área responsável pela concessão de cartas sindicais poderá ser deslocada para o Ministério da Justiça, cujo titular será o juiz federal Sérgio Moro. Bolsonaro ainda não tomou a decisão. "Num dos desenhos propostos, mas que ele [Bolsonaro] ainda não bateu o martelo, a concessão das cartas sindicais está prevista ir para o Ministério da Justiça, para as mãos do doutor Mouro, porque é um foco permanente de corrupção", declarou Lorenzoni. Produção Lorenzoni também comentou a possibilidade de um governo ter um ministério da "Produção", que poderá absorver parte das atuais funções do Ministério do Trabalho. Segundo ele, esse novo ministério herdaria parte das atribuições do atual Ministério da Indústria, Comércio Exterior e Serviços (MDIC). A futura pasta da Economia deverá ficar com a área de comércio exterior do MDIC. "A parte do comércio exterior iria lá para a Fazenda [Economia] e a parte do MDiC que não lida com comércio exterior ficaria com o ministério da Produção", explicou. A equipe de transição pretende apresentar os modelos de primeiro escalão a Bolsonaro nesta quarta para que ele possa avaliar as mudanças nos próximos dias. Saúde Lorenzoni reforçou que o deputado federal Luiz Mandetta (DEM-MS) é o favorito para ser o Ministro da Saúde do governo de Jair Bolsonaro. O parlamentar tem a "preferência" do presidente eleito, conforme Lorenzoni.

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Sobe para 50 o número de mortos nos dois incêndios na Califórnia

Sobe para 50 o número de mortos nos dois incêndios na Califórnia

access_time14/11/2018 10:16

As autoridades americanas informaram nesta terça-feira (13) que encontraram outros seis corpos no gigantesco incêndio que queima desde a última quinta-feira (8) o norte da Califórnia, o que aumentou o número total de mortos nos dois grandes incêndios ativos no estado para 50. O xerife do condado de Butte, Kory Honea, afirmou que ainda há pessoas desaparecidas e que pediu o apoio de 100 reservistas da Guarda Nacional dos Estados Unidos para que ajudem nas tarefas de localização de restos humanos. Até segunda-feira, o número de desaparecidos reportados pelas autoridades era de cerca de 200, mas Honea disse não poder dar um número atualizado (que não conte os que foram localizados nas últimas horas) por conta do enorme volume de trabalho causado pela situação caótica. Mais mortífero e mais destrutivo O incêndio chamado "Camp Fire", que está situado 280 km ao nordeste de San Francisco e engoliu totalmente a cidade de Paradise (de 27.000 habitantes), já é o mais mortífero da história do estado, com 48 mortos, além do mais destrutivo por ter arrasado 8.917 edifícios. Até então, o incêndio que atingiu o Griffith Park (Los Angeles), em 1933, tinha deixado 29 mortos era considerado o mais letal da história da Califórnia, de acordo com o Departamento de Bombeiros da Califórnia (Cal Fire). As outras duas vítimas morreram no outro grande incêndio que queima o sul do estado, perto de Los Angeles, o "Woolsey Fire", e cujos corpos foram achados carbonizados no veículo usado para tentar escapar das chamas. Nessa região fica os condados de Ventura - onde fica a cidade de Malibu, residência de várias estrelas de Hollywood - e de Los Angeles. Famosos tiveram que deixar suas casas e relataram a destruição causada pelas chamas. Paradise, a cidade que ficou completamente arrasada pela conflagração, se encontra aos pés da Sierra Nevada, em meio a um clima seco e ensolarado que no último meio século atraiu muitos aposentados, o que fez com que a população se triplicasse em 50 anos. Meios de comunicação locais apontaram que muitas das pessoas que permanecem desaparecidas são idosos, alguns com mobilidade reduzida, o que teria dificultado sua fuga. O incêndio começou na manhã de quinta e desde então queimou 52.600 hectares de um terreno extremamente seco. A polícia local indicou que faz mais de 200 dias que choveu pela última vez na área. Por enquanto, os bombeiros conseguiram conter apenas 35% das chamas desse incêndio. As origens dos incêndios Camp e Woolsey foram listadas como "sob investigação", mas duas prestadoras de serviço, Southern California Edison e Pacific Gas & Electric , relataram a agências reguladoras que tiveram problemas com linhas de energia ou subestações por volta do horário em que se relatou o início dos incêndios. Ajuda da Guarda Nacional As tropas da Guarda Nacional norte-americana devem chegar nesta quarta a Paradise para ajudar nas buscas por vítimas. O contingente de cerca de 100 policiais militares treinados para buscar e identificar restos humanos, reforçará as equipes de resgate lideradas por médicos legistas, unidades de cães farejadores e antropólogos forenses que já vasculham o cenário. Na noite de terça-feira, graças a diminuição dos ventos e a elevação dos níveis de umidade, equipes de bombeiros conseguiram abrir linhas de contenção ao redor de mais de um terço dos dois incêndios, reduzindo a ameaça imediata a vidas e propriedades. O secretário do Interior dos EUA, Ryan Zinke, e o governador da Califórnia, Jerry Brown, devem visitar às áreas nesta quarta-feira, depois que o presidente Donald Trump declarou as zonas áreas de desastre, acelerando a liberação de assistência federal. Veja os números do incêndio: 505,86 km² – É a extensão da área queimada pelo Camp Fire, segundo a Nasa. O número equivale a cerca de um terço do município de São Paulo ou pouco mais de toda a área de Porto Alegre. 8,9 mil – Número de construções destruídas pelo incêndio, o que torna o Camp Fire o mais destrutivo da história da Califórnia, segundo o "New York Times". 48 mortos – Número de mortos apenas no Camp Fire. Com o incêndio no sul da Califórnia, perto de Malibu, o total de pessoas que morreram nas queimadas no estado chegou a 50; 228 desaparecidos – Alto número de desaparecidos deve elevar o número de mortos nos incêndios; 27 mil habitantes – Viviam em Paradise, cidade no norte da Califórnia completamente destruída pelo incêndio.

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