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Brasil

Bolsonaro diz que vacinação contra a Covid-19 não será obrigatória

Bolsonaro diz que vacinação contra a Covid-19 não será obrigatória

access_time19/10/2020 17:56

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta segunda-feira (19) que a vacinação contra a Covid-19, doença causada pelo novo coronavírus, não será obrigatória. Bolsonaro afirmou que cabe ao Ministério da Saúde definir o Programa Nacional de Imunização e que já está decidido que a nova vacina não estará entre as obrigatórias. "Tem uma lei de 1975 que diz que cabe ao Ministério da Saúde o Programa Nacional de Imunização, ali incluídas possíveis vacinas obrigatórias. A vacina contra o Covid — como cabe ao Ministério da Saúde definir esta questão — ela não será obrigatória", disse Bolsonaro durante cerimônia no Palácio do Planalto para apresentação de pesquisa sobre um medicamento. Bolsonaro disse que qualquer vacina precisa ter comprovação científica e ser aprovada pela Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) e que não fará isso "a toque de caixa". Segundo o presidente, não se pode, por exemplo, obrigar quem já teve a doença e está imunizado a tomar a vacina. "Então, o governo federal, repito e termino, não obrigará ninguém a tomar esta vacina", afirmou. Recado a Doria Sem citar o nome do governador de São Paulo, João Doria (PSDB), Bolsonaro disse que quem está propagando que a vacina será obrigatória não está pensando na saúde ou na vida do próximo. "Quem está propagando isso aí, com toda certeza é uma pessoa que pode estar pensando em tudo, menos na saúde ou na vida do próximo", disse o presidente. Na sexta-feira (16), o governador de São Paulo disse que a vacina contra o novo coronavírus será obrigatória no estado, exceto se o cidadão tiver uma orientação médica contrária. Segundo o governador, João Doria, serão adotadas "medidas legais" em relação a quem se recusar. "Em São Paulo, a vacinação será obrigatória, exceto se o cidadão tiver uma orientação ou atestado médico de que não possa tomar a vacina. Adotaremos medidas legais se houver alguma contrariedade nesse sentido. Não é possível em uma pandemia vacinar alguns e não vacinar outros. Enquanto tivermos pessoas não vacinadas em larga escala, teremos a presença do vírus", declarou o governador. Bolsonaro também disse que a pessoa a quem se referia está "levando o terror perante a opinião pública". "Vai obrigar essa pessoa a tomar essa vacina que, inclusive, por parte desta, custa mais de US$ 10? Por outro lado, do nosso lado, custa menos de US$ 4. Não quero acusar ninguém de nada aqui, mas essa pessoa está se arvorando e levando terror perante a opinião pública", disse o presidente. Lei permite obrigatoriedade Em setembro, Bolsonaro já havia afirmado que "ninguém pode obrigar ninguém a tomar vacina". Mas lei assinada pelo próprio Bolsonaro em 6 de fevereiro admite a possibilidade de o governo estabelecer a obrigatoriedade. A lei 13.979 diz que poderá ser adotada para enfrentamento da emergência de saúde pública de importância internacional decorrente do coronavírus “a realização compulsória de vacinação e outras medidas profiláticas”. Na ocasião, a fala de Bolsonaro gerou reações entre médicos, infectologistas e constitucionalistas e na Organização Mundial de Saúde (OMS). Para eles, desestimular a vacinação é inconstitucional e pode trazer graves prejuízos ao combate à pandemia e outras doenças.

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Mundo

EUA e Reino Unido denunciam Rússia por ciberataques contra Olimpíada

EUA e Reino Unido denunciam Rússia por ciberataques contra Olimpíada

access_time19/10/2020 17:38

O Reino Unido e os Estados Unidos condenaram nesta segunda-feira (19) o que chamaram de ciberataques que teriam sido orquestrados por agentes de serviços de espionagem russos, incluindo tentativas de atingir os Jogos Olímpicos de Tóquio. Autoridades britânicas e norte-americanas afirmaram que os ataques foram conduzidos pela Unidade 74455 da agência de espionagem militar russa GRU, também conhecida como Centro Principal de Tecnologias Especiais. O Departamento de Justiça dos EUA afirmou que seis membros da unidade tiveram papéis importantes nos ataques contra alvos que variaram desde a Organização para a Proibição de Armas Químicas às eleições de 2017 na França. As acusações envolvem quatro anos de atividades entre 2015 e 2019. As autoridades dos EUA não comentaram se o momento da revelação, há poucas semanas da eleição nos Estados Unidos, foi escolhido para alertar sobre a atividade de grupos de hackers apoiados por governos estrangeiros. Já autoridades britânicas afirmaram que os hackers do GRU também conduziram operações de "ciber reconhecimento" contra os organizadores dos Jogos Olímpicos de Tóquio, que seriam realizados neste ano, mas acabaram sendo adiado para 2021 por causa da pandemia do novo coronavírus (covid-19). As autoridades britânicas se recusaram a dar mais detalhes sobre os ataques ou a afirmar se foram bem sucedidos, mas disseram que tinham como alvo os organizadores das Olimpíadas, fornecedores e patrocinadores. O secretário do Exterior do Reino Unido, Dominic Raab, afirmou que as "ações do GRU contra as Olimpíadas são cínicas e imprudentes. Condenamos elas nos termos mais fortes possíveis". O vice-diretor da polícia federal dos EUA (FBI) David Bowdich afirmou: "O FBI repetidamente tem alertado que a Rússia é um adversário altamente capaz em ciberataques e a informação revelada neste indiciamento ilustra como as atividades cibernéticas da Rússia são invasivas e destrutivas". Em dezembro de 2019, a  Rússia foi banida dos Jogos Olímpicos por quatro anos por causa de acusações de doping de seus atletas. As autoridades britânicas e norte-americanas afirmaram nesta segunda-feira (19) que os hackers russos se envolveram em outros ataques, como o que comprometeu sistemas de computadores dos Jogos de Inverno em 2018, durante a cerimônia de abertura na Coreia do Sul. Este ataque comprometeu centenas de computadores, derrubou acesso à internet e interrompeu as transmissões de mídia.