19/04/2017 às 20:41      Fonte:Do G1 MT     (183) Vizualizações
Sobe para 11 o número de participantes do 'Jogo da Baleia Azul' em MT, diz PM
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Segundo a polícia, participantes tem entre 16 e 18 anos e procuraram ajuda após palestras em escolas. Na semana passada, uma adolescente de 16 anos foi encontrada morta depois de ser incentivada pelo jogo


Subiu para 11 o número de participantes do ‘Jogo da Baleia Azul’ em Mato Grosso, segundo a Polícia Militar. Os novos jogadores foram identificados durante um trabalho de conscientização de pais e alunos em escolas de municípios vizinhos de Vila Rica, a 1.276 km de Cuiabá, onde uma adolescente de 16 anos teria morrido em um dos desafios do jogo.


Segundo o tenente-coronel Joel Outo, somente nesta quarta-feira (19) cinco novos casos foram relatados à PM. O ciclo de palestra nos municípios se encerra na próxima quinta-feira (20). A suspeita é que o número de jogadores identificados aumente.


Os novos participantes têm entre 16 e 18 anos. De acordo com a polícia, eles procuraram ajuda após as palestras. O objetivo doas palestras da polícia é conscientizar os adolescentes de que a prática não é perigosa.


“Damos um tempo depois da explanação para que eles possam falar e nos procurar”, afirmou Rafael Braga, que é policial e um dos palestrantes.


Nos relatos, os adolescentes afirmaram que tiveram acesso ao jogo por curiosidade e pediram ajuda depois de avançar nos desafios. O game tem 50 etapas. O último seria o suicídio. Um adolescente relatou que participaria de um encontro durante a madrugada com outros participantes.


Os participantes do jogo identificados, segundo a PM, possuem cicatrizes profundas nos braços e nas pernas. Em um dos casos, uma mãe procurou os policiais dizendo que suspeitava que a filha estivesse cumprindo os desafios propostos pelo game. A adolescente dela está com uma cicatriz na perna em formato de estrela.


No celular da adolescente, a polícia encontrou uma mensagem sugerindo que ela fizesse a marca como um dos desafios do jogo. De acordo com a PM, vídeos de suicídios são compartilhados como pelos membros no grupo.


Uma das sugestões da polícia é que os pais ou responsáveis controlem o acesso dos filhos à internet e monitorem as mensagens trocadas na rede.

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