19/06/2017 às 07:04      Fonte: G1 MT     (29) Visualizações
MT registrou 230 casos de violência contra idosos em 2016
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MT registrou 230 casos de violência contra idosos em 2016 (Foto: SES/MT)

Cidades com maiores registros são Sinop, Juína e Guarantã do Norte. IBGE prevê população de 600 mil pessoas idosas em MT no ano de 2030

 

Mato Grosso registrou 230 denúncias de violência contra idosos ao longo do ano de 2016, segundo dados da Secretaria de Justiça e Direitos Humanos (Sejudh).

 

No mesmo ano no estado, segundo o Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan), do Ministério da Saúde, foram notificados 99 casos de violência física contra a pessoa idosa.


De acordo com a Sejudh, muitos desses casos passam pela rede pública de saúde a partir do atendimento da vítima em uma policlínica, Posto de Saúde da Família (PSF), pronto-socorro ou hospital. Esse tipo de violência é de notificação compulsória e é feita por meio da ficha de notificação e investigação individual de violência. O Dia Mundial de Conscientização da Violência Contra a Pessoa Idosa foi lembrado no dia 15 de junho.


Para Mato Grosso, segundo estimativa do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), em 2016 o número de idosos residentes no estado era aproximadamente 330 mil (10% da população). O instituto prevê que em 2030 a projeção é que o estado contará com uma população idosa de aproximadamente de 600 mil indivíduos (17% da população).


São considerados casos de violência contra o idoso aqueles de violência física, psicológica, moral, financeiro ou econômico, negligência, abandono, sexual, tráfico de pessoas, trabalho escravo, tortura, intervenção legal contra mulheres e homens em todas as idades. Os municípios com maiores registros são: Sinop, com 18,1%; em segundo lugar Juína com 12,1%; e empatados estão Guarantã do Norte e Cuiabá com 10,1% dos casos registrados.


Os tipos de violências mais frequentes são: física com 58% e, em segundo lugar, a violência psicológica com 27,7% dos registros. Entre os agressores o desconhecido aparece em primeiro lugar com 21,2%; depois o filho com 13,1% e, em terceiro, aparece o cônjuge com 8,1% dos casos.

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