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Brasil

Cerca de 11 mi estão em análise para receber auxílio de R$ 600

Cerca de 11 mi estão em análise para receber auxílio de R$ 600

access_time01/06/2020 16:51

A Caixa Econômica Federal divulgou nesta segunda-feira (1º) que cerca de 11 milhões de brasileiros ainda estão em processo de análise ou reanálise para receber o auxílio emergencial de R$ 600.  "Assim que a Dataprev terminar a análise e o benefício for validado pelo Ministério da Cidadania, nós receberemos as informações dos novos elegíveis e vamos pagar a primeira parcela", afirmou o presidente do banco estatal, Pedro Guimarães. De acordo com a Caixa, foram contabilizados 106,8 milhões de cadastros para o recebimento do benefício, dos quais 42,2 milhões foram considerados inelegíveis. Entre eles, há 5,3 milhões em reanálise. Outros 5,6 milhões estão no primeiro processo de avalição. "Mais de metade da população brasileira se cadastrou para o recebimento desse benefício. 59 milhões já foram aprovados e temos 10,9 milhões em análise", pontuou Guimarães. Segundo dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística), o Pais conta com cerca de 211 milhões de habitantes. Para quem recebeu a primeira parcela do auxílio nos últimos dias, Guimarães disse que haverá um "espaçamento" para os próximos pagamentos. "Quem recebeu a primeira há 10 dias, deve receber a segunda nas próximas semanas", garantiu. O benefício de ajuda do governo federal foi liberado para trabalhadores informais, desempregados, microempreendedores individuais, intermitentes e toda população de baixa renda. Saques Ao comentar sobre a quantidade de saques no final de semana, a Caixa revela que já foram realizadas 499 mil transações para a retirada de R$ 324,3 milhões por nascidos no mês de janeiro. Houve ainda nos últimos dois dias 735,5 mil movimentações dos recursos d auxílio emergencial pelo aplicativo do Caixa Tem, que permite comprar apenas com o uso do aparelho celular. “Significa que o aplicativo já realiza um número maior de saques do que aqueles em que você precisa comparecer nas agências ou nas lotéricas”, destaca Guimarães. Para o presidente da Caixa, os números comprovam a eficiência do sistema adotado pelo banco. “Isso vai na direção de reduzir a necessidade das pessoas de irem às agências. E vai na direção do que queremos, de acelerar o pagamento, reduzindo qualquer aglomeração”, comemora ele.

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Mundo

OMS diz que América do Sul ainda não atingiu pico da epidemia

OMS diz que América do Sul ainda não atingiu pico da epidemia

access_time01/06/2020 16:42

“Eu certamente caracterizaria hoje as Américas Central e do Sul como as zonas de intensa transmissão desse vírus nesse momento. Eu não acredito que tenhamos atingido o pico da transmissão e nesse momento não tenho como prever quando atingiremos”, afirmou Michael Ryan, diretor-executivo do programa de emergências da OMS, durante conferência de imprensa em Genebra. O Brasil é citado por Ryan, juntamente com Colômbia, Chile, Peru, Haiti, Argentina, e Bolívia, como os países que registraram maior crescimento no número de casos nos últimos dias, e também entre os cinco países que reportaram o maior número de novas infecções nas últimas 24 horas. O Brasil teve 16.409 casos no domingo, segundo dados do Ministério da Saúde. Mas, na sexta-feira e no sábado, bateu dois recordes seguidos de registros, com 26.928 e 33.274, respectivamente. No total, o país alcançou 514.849 casos —segundo no mundo— e 29.314 mortes, ultrapassando nos últimos dias Espanha e França e chegando a quarto lugar no mundo em óbitos. “Há algumas semanas o mundo estava extremamente preocupado com o que iria acontecer no Sudeste Asiático e na África, e lá a situação ainda é difícil, mas estável. Claramente a situação em vários países da América do Sul está muito longe da estabilidade. Tem havido um aumento rápido dos casos e os sistema de saúde tem vivido um aumento da pressão”, afirmou. Ryan não fala especificamente no Brasil. Afirma, no entanto, que há respostas variadas para a epidemia na região, alguns bons exemplos, outros nem tanto. “Tivemos respostas diferentes em diferentes países na região. Vemos ótimos bons exemplos de governos que adotaram uma estratégia ampla, de toda sociedade, dirigida pela ciência. Em outras situações, vemos a ausência e fraqueza nisso”, analisou. Apesar de ser um dos países onde a epidemia ainda cresce aceleradamente, o Brasil começou, em diversos Estados, a abrir empresas e afrouxar as regras de isolamento. Um dos primeiros a colocar em prática um processo elogiado de fim da quarentena, o Rio Grande do Sul viu o número de casos saltar 44% em uma semana, de 6.470 para 9.332. No Distrito Federal, que também abriu a maior parte do setor de serviços, o aumento foi de 31,4% no mesmo período. Em todo o Brasil, na última semana, o número de casos confirmados cresceu 37,3%.

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