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Roberto Indech, analista da Rico Investimentos e colunista da Gazeta do Povo diz acreditar que o mercado dá sinais de "não aguentar mais o intervencionismo" do PT

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"A Bolsa teve o maior giro do ano nesta quarta-feira (3), com alta de 2,04%, chegando a 83.273 pontos. Já o dólar caiu mais 1%, ficando na casa de R$ 3,90, reprisando o movimento de baixa que marcou a também a terça-feira (2). Sinais de que o mercado financeiro escolheu um lado nesta tumultuada eleição no Brasil, explica Roberto Indech, analista da Rico Investimentos e colunista da Gazeta do Povo (assista a análise).

"O lado, neste caso, é o do candidato do PSL Jair Bolsonaro, que também nesta quarta-feira apareceu liderando com certa folga a corrida pelo Palácio do Planalto segundo a última rodada de pesquisas do Ibope – 35% contra 23% do petista Fernando Haddad. 

"“Isso ficou evidente depois do resultado da pesquisa Ibope [segunda-feira, 1º]. Está sendo dado [pelo mercado] o benefício da dúvida ao candidato Jair Bolsonaro. Diferentemente daquilo que se via quando o Fernando Haddad aparecia subindo nas pesquisas”, afirmou Indech, durante participação no programa Última Análise, comandado pela jornalista Cristina Graeml nesta Gazeta do Povo. 

Para o mercado, a aposta é que analistas e investidores escolheram ver Bolsonaro como reformista e liberal, muito em razão de seu economista, Paulo Guedes, que tem uma agenda à direita para o país. “Ações de empresas estatais são mais sensíveis a esses movimentos anti-PT. Se você for ver, as ações do Banco do Brasil subiram mais de 9%. Eletrobras 8,6%. Isso não é normal na Bolsa de Valores”, reforça o analista. “O mercado parece não aguentar mais esse intervencionismo todo, principalmente da era Dilma {2001 a 2016] das estatais”, completa Indech."





Por: Gazeta do Povo

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