anuncie aqui
Notícias recentes
Policiais que impediram suicídio em Matupá receberam Moção de Aplausos da Câmara Municipal

Policiais que impediram suicídio em Matupá receberam Moção de Aplausos da Câmara Municipal

access_time16/10/2018 09:09

A Sessão da Câmara Municipal de Matupá dessa segunda-feira (15-10), foi marcada por homenagem a três

Fachin nega quebra de sigilo telefônico de Temer, mas autoriza medida para ministros Padilha e Moreira

Fachin nega quebra de sigilo telefônico de Temer, mas autoriza medida para ministros Padilha e Moreira

access_time07/06/2018 17:55

O ministro Luiz Edson Fachin, do Supremo Tribunal Federal, negou a quebra do sigilo telefônico do pr

Congonhas e mais 4 aeroportos só têm combustível para hoje, diz Infraero

Congonhas e mais 4 aeroportos só têm combustível para hoje, diz Infraero

access_time23/05/2018 16:30

Um relatório da Infraero de 11h09 aponta que os aeroportos de Congonhas, em São Paulo, e os de Palma

Álcool e cigarro continuam sendo os piores vilões
Álcool e cigarro: entre as drogas que viciam, são as maiores ameaças à saúde e ao bem-estar das pessoas (Foto: https://commons.wikimedia.org/wiki/Category:Wine_tasting#/media/File:D%C3%A9gustation_lamper.JPG)

Álcool e cigarro continuam sendo os piores vilões

Organização Mundial da Saúde mede número de anos de vida saudável que foram perdidos

access_time17/05/2018 08:04

A mais recente pesquisa sobre álcool e fumo saiu há uma semana e não deixa dúvidas: entre as drogas que viciam, os dois são as maiores ameaças à saúde e ao bem-estar das pessoas. O estudo foi divulgado pela “Addiction”, uma publicação da Society for the Study of Addiction que existe desde 1884. Os pesquisadores reuniram a informação global disponível sobre a utilização de substâncias lícitas e ilícitas e sua associação a mortes e doenças.

Em 2015, o uso abusivo do álcool alcançava 18.3% dos adultos (pelo menos um episódio de bebedeira pesada nos últimos 30 dias). Um em cada sete adultos fumava diariamente. Para as demais drogas, os percentuais eram bem mais baixos: 3.8% para maconha; 0.77% para anfetaminas; 0.37% para opioides; 0.35% para cocaína. Os Estados Unidos e o Canadá apresentaram as maiores taxas de dependência de maconha, cocaína e opiáceos, ao passo que Austrália e Nova Zelândia tinham índices mais altos de consumo de anfetaminas.

Hoje é o Dia Mundial da Hipertensão, que atinge um em cada cinco adultos, e o uso de álcool e tabaco é fator de alto risco para o desenvolvimento da doença. A Organização Mundial da Saúde (OMS) utiliza uma métrica chamada Disability-adjusted Life Year (Daly) que pode ser explicada da seguinte forma: um Daly é o equivalente a um ano de vida saudável que foi perdido.

A soma de todos os Dalys na população representa a distância entre o nível de saúde daquelas pessoas e uma situação ideal na qual elas viveriam até uma idade avançada, sem enfermidades ou incapacidades. De acordo com o estudo, álcool e fumo custaram à humanidade mais de 250 milhões de Dalys, enquanto as drogas ilícitas responderam por algumas dezenas de milhões. Em números absolutos, o problema é mais grave na Europa, mas as taxas de mortalidade são maiores em países de renda baixa ou média – onde nem sempre há dados confiáveis disponíveis.

Resumo da ópera: estamos falando de impacto no sistema de saúde, queda de produtividade e até nas consequências trágicas de dirigir embriagado. Quando se pensa no curso de toda uma vida, o excesso de bebida altera a pressão sanguínea, afeta o músculo cardíaco e aumenta o risco de desenvolver diabetes. Também enfraquece o sistema de defesa e, consequentemente, a capacidade de combater infecções, sem falar nos danos causados ao cérebro.

Sobre o cigarro, basta dizer que se trata da principal causa de morte evitável no mundo – é responsável por uma em cada dez mortes ocorridas no planeta. O Brasil tem prejuízo anual de R$ 56,9 bilhões com o tabagismo. Desse total, R$ 39,4 bi são gastos com despesas médicas e R$ 17,5 bi com custos indiretos ligados à perda de produtividade, causada por incapacitação de trabalhadores ou morte prematura. Em 2015, morreram no país 256.216 pessoas por causas relacionadas ao tabaco, 12,6% dos óbitos acima dos 35 anos.





Por: Bem Estar

Outras notícias

Comentários