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Cargas de combustível e gás de cozinha passam pelos bloqueios escoltadas pela polícia em MT
Comboio de caminhões-tanque vazios passaram pelo bloqueio escoltado (Foto: PRF-MT/ Divulgação)

Cargas de combustível e gás de cozinha passam pelos bloqueios escoltadas pela polícia em MT

PRF, Exército e forças de segurança do estado atuam na escolta para que veículos com combustível e gás possam passar. Aos poucos, combustível chega a alguns postos, que restringem e racionam abastecimento.

access_time29/05/2018 09:28

As cargas de combustível e de gás de cozinha estão passando pelos bloqueios dos caminhoneiros em Mato Grosso, sob escolta da Polícia Rodoviária Federal (PRF) e do Exército. As forças de segurança do estado também atuam nesse trabalho quando são reivindicadas pelos motoristas.

Com isso, alguns postos estão conseguindo cargas de combustível, mas, segundo o Sindicato do Comércio Varejista de Derivados de Petróleo do Estado de Mato Grosso (Sindipetróleo), o abastecimento regular não foi retomado no estado.

Caminhoneiros bloqueio pelo 9º dia pelo menos 30 trechos nas rodovias federais e estaduais de Mato Grosso, nesta terça-feira.

Posto tem fila para abastecer em Sorriso (MT) (Foto: Wésllen Tecchio/ TVCA)Posto tem fila para abastecer em Sorriso (MT) (Foto: Wésllen Tecchio/ TVCA)

No entanto, nem todas as cargas estão passando, já que, segundo a PRF, os motoristas de alguns veículos aderiram ao movimento dos caminhoneiros e não solicitam apoio da polícia para cruzarem os pontos de bloqueio.

Alguns postos voltam a ter combustível em Cuiabá (Foto: Cristina Mayumi/ TVCA)Alguns postos voltam a ter combustível em Cuiabá (Foto: Cristina Mayumi/ TVCA)

Quando a quantidade de caminhões é muito grande os manifestantes demonstram resistência, de acordo com PRF, como aconteceu no final da tarde dessa segunda-feira (28), na BR-364, em Cuiabá, quando a polícia teve de escoltar um comboio de caminhões-tanque que tinha descarregado em Mato Grosso e seguia para Paulínia, no interior de São Paulo.

Único posto com combustível em Primavera do Leste (MT) tem restrição de abastecimento (Foto: Márcio Falcão/ TVCA)Único posto com combustível em Primavera do Leste (MT) tem restrição de abastecimento (Foto: Márcio Falcão/ TVCA)

Os manifestantes estão liberando desde o início da manifestação, na segunda-feira (21), veículos com cargas animais vivos, produtos perecíveis e hospitalares, além de ambulâncias, ônibus, carros de passeio e motocicletas. Os veículos de carga ficaram parados nos bloqueios.

Aos poucos, os postos de combustível estão sendo abastecidos, mas em algumas locais, inclusive na região metropolitana de Cuiabá, ainda tem filas e racionamento de abastecimento em alguns estabelecimentos. Ainda há vários postos fechados por falta combustível para a comercialização.

Em Primavera do Leste, a 910 km de Peixoto de Azevedo, por exemplo, o único posto que recebeu combustível na tarde de segunda-feira está restringindo o abastecumento. Apenas veículos em situação considerada emergencial, como os de órgãos públicos que prestam considerados essenciais, estão abastecendo.

E, em Sorriso, a 280 km de Peixoto de Azevedo, tem filas nos postos que têm combustível.

O Sindipetróleo informou que não tem o levantamento de quantos postos têm combustível no estado. As cargas que conseguem chegar até os estabelecimentos são distribuídas no comércio aleatoriamente, dificultando o monitoramento, além do que com a demanda o combustível acaba com rapidez.

Medidas já anunciadas
O protesto também continua mesmo depois do anúncio do presidente da República, Michel Temer, que fixou novas medidas para a redução no valor do diesel, em mais uma tentativa de pôr fim à paralisação dos caminhoneiros.

O governo de Mato Grosso anunciou nesta segunda-feira (28), depois de muita negociação, a redução em R$ 0,17 no litro do diesel no estado, para atender as reivindicações de alguns setores, que apoiam a paralisação dos caminhoneiros.

O empresário Gilson Baitaca, representante dos Transportadores de Cargas Mato Grosso, afirmou que o setor concordou com as medidas anunciadas pelo presidente.

No entanto, segundo o representante da categoria, os caminhoneiros têm o direito de protestar.





Por: Pollyana Araújo, G1 MT

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