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Funcionário de loja no centro de Paris retira tapumes de madeira usadas para proteger as vitrines nos protestos de sábado Foto: ERIC FEFERBERG / AFP

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No sábado, presidente americano havia tuitado mais uma vez sobre protestos dos coletes amarelos

access_time10/12/2018 00:35

O ministro francês das Relações Exteriores, Jean-Yves Le Drian, pediu a Donald Trump, neste domingo, que não interfira na política interna da França, após uma série de tuítes do presidente americano sobre os protestos dos chamados coletes amarelos no país.

—  Digo a Donald Trump, e o presidente da República [Emmanuel Macron] lhe diz também: não tomamos partido nos debates americanos, deixem-nos viver nossa vida como nação —  declarou Le Drian em entrevista a uma rede de televisão.

No sábado, Trump havia aproveitado os novos protestos na França para reafirmar sua oposição ao Acordo de Paris sobre o clima. “O Acordo de Paris não está funcionando tão bem para Paris. Protestos e tumultos por toda França. As pessoas não querem pagar grandes quantias de dinheiro, grande parte para países do Terceiro Mundo (que têm governos questionáveis) para proteger o meio ambiente. Cantam ‘Queremos Trump!’. Amo a França", escreveu.

Em um tuíte seguinte, Trump disse: "Dia e noite muito triste em Paris. Talvez seja a hora de pôr fim ao ridículo e caro Acordo de Paris e devolver o dinheiro às pessoas em forma de impostos mais baixos? Os EUA saíram na frente nisso e são o único país grande onde as emissões caíram no ano passado".

O ministro Le Drian corrigiu o presidente americano, dizendo que os "coletes amarelos não estavam protestando em inglês". Segundo ele, as imagens de pessoas gritando "Queremos Trump" às quais o americano se referiu foram feitas durante uma visita do ocupante da Casa Branca a Londres, meses atrás, e não em Paris. Ele também afirmou que, segundo pesquisas, a maioria dos americanos discorda da decisão de Trump de deixar o Acordo de Paris.

Foi a segunda vez que o presidente americano usou as manifestações para atacar Macron e o Acordo de Paris, do qual seu governo se retirou. O acordo, negociado na capital francesa, prevê metas voluntárias de cada país signatário para reduzir a emissão de gases relacionados às mudanças climáticas.

A motivação inicial dos coletes amarelos foi o aumento do chamado imposto carbono, criado por Macron no ano passado para desencorajar o uso do diesel, que é mais barato do que a gasolina, mas mais poluente. Depois, os manifestantes passaram a pedir o aumento do salário mínimo e a volta do imposto sobre fortunas, que foi derrubado por Macron, o que lhe valeu o apelido de "presidente dos ricos". Os coletes amarelos usados pelos manifestantes fazem parte do kit obrigatório para os motoristas.

Na terça-feira, o primeiro-ministro Édouard Philippe havia anunciado a suspensão por seis meses do aumento planejado para janeiro de 2019 do imposto carbono. No dia seguinte, o aumento foi cancelado por tempo indefinido.





Por: AFP

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