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Confederação orienta seus funcionários a evitarem ‘palavras ofensivas’, como ‘mãe’, ‘pai’ e ‘pessoas’
Manual de boas maneiras tem 92 páginas e está em vigor | Foto: Reprodução/Shutterstock

Confederação orienta seus funcionários a evitarem ‘palavras ofensivas’, como ‘mãe’, ‘pai’ e ‘pessoas’

Manual censura ainda termos considerados 'sexistas' e 'racistas'

access_time22/03/2023 11:05

Oxfam, confederação internacional de enfrentamento da pobreza composta de 19 organizações e mais de 3 mil parceiros, lançou um “manual de linguagem inclusiva”. Divulgado nesta semana, o documento lista uma série de “palavras ofensivas” que devem ser evitadas pelos funcionários.

O texto censura “pai” e “mãe”, por exemplo. Isso porque pessoas trans não binárias que adotam filhos podem se sentir discriminadas. Além disso, o guia veta o uso dos termos “LGBT” e “LGBTQIX” sem o símbolo de adição (+), sob o risco de membros da comunidade se sentirem excluídos. Também as orientações de gênero “homossexualidade”, “gay” e “lésbica” têm de cair em desuso, visto que já estão “obsoletas”. O correto é sempre LGBT+.

Contra o sexismo, o manual defende ainda a abolição da expressão “higiene feminina”. A justificativa: o termo sugere que a menstruação é suja. Ainda segundo o manual, dizer “pessoas” é machista porque tem a ver “com homens”.

Também a cartilha pede o fim do uso de termos “colonialistas” que supostamente reforçam preconceitos contra “povos originários”. As palavras proibidas são “sede” (o local onde fica uma instituição) e “viagem de campo”.

“Este guia apoia as pessoas que precisam trabalhar e se comunicar na língua inglesa como parte do legado colonial”, diz o manual. “Reconhecemos que o domínio do inglês é uma das questões-chave que devem ser abordadas para descolonizar nossas formas de trabalhar e transferir o poder.”

Adiante, a Oxfam afirma que reconhece a “supremacia anglo-saxônica do setor como parte de sua colonialidade”, e que pretende desconstruir essa imagem.

Os funcionários da Oxfam são instruídos a falar “apoiam”, porque há deficientes físicos que não conseguem ficar em pé.





Por: Cristyan Costa da Revista Oeste

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