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Confiança e estilo ofensivo: o que mudou no Cruzeiro entre as semifinais da Copa do Brasil
Infoesporte

Confiança e estilo ofensivo: o que mudou no Cruzeiro entre as semifinais da Copa do Brasil

Contratação de Rogério Ceni, que substituiu Mano Menezes, faz equipe cruzeirense mudar astral e chegar confiante para o jogo de volta contra o Internacional, no Beira-Rio

access_time03/09/2019 08:52

Com outro astral e mais confiante. É desta forma que o Cruzeiro chega para o jogo de volta da semifinal da Copa do Brasil, contra o Internacional, nesta quarta-feira, às 21h30 (de Brasília), no Beira-Rio, em Porto Alegre. A mudança teve início justamente após a Raposa perder o confronto de ida, no Mineirão, por 1 a 0, no dia 7 de agosto. Depois da partida, ainda no Mineirão, a diretoria cruzeirense comunicou a saída do técnico Mano Menezes.

Alguns dias depois, o Cruzeiro anunciou a contratação de Rogério Ceni, que estava no Fortaleza. Em pouco tempo, o novo comandante promoveu mudanças significativas na forma de jogar, e as consequências foram positivas.

O GloboEsporte.com lista alguns aspectos importantes que fazem o torcedor cruzeirense confiar numa reação, já que o Cruzeiro precisa vencer o Internacional por dois gols de diferença, para se classificar para mais uma decisão de Copa do Brasil - a terceira consecutiva. Triunfo cruzeirense leva a disputa da vaga para os pênaltis.

Estilo ofensivo
Nada de esperar e jogar em cima do erro do adversário. A chegada de Rogério Ceni trouxe ao Cruzeiro uma postura ofensiva. Isso, levando-se em conta todos os cuidados defensivos, casa bem com a necessidade que o time tem de vencer o Internacional no Beira-Rio. Desde que assumiu a equipe, Ceni tem treinado muito a saída de bola em velocidade do setor defensivo, toques rápidos entre os jogadores e apostado nas finalizações, que aumentaram muito sob a batuta do ex-goleiro.

Atacantes na rede!
Antes mesmo da chegada de Rogério Ceni, no empate em 2 a 2 com o Avaí, em Florianópolis, quando o Cruzeiro foi comandado por Ricardo Resende, treinador da equipe sub-20, os atacantes cruzeirenses fizeram as pazes com o gol. O jejum do setor ofensivo durava oito partidas. Contra o Avaí, Pedro Rocha e Sassá fizeram os gols. Já com Ceni, o time balançou as redes em todos os jogos, e os atacantes também marcaram presença em dois dos três jogos, ambos com Fred, que fez um na vitória de 2 a 0 sobre o então líder do Campeonato Brasileiro, o Santos, e um no empate em 1 a 1 com o CSA, em Maceió. Thiago Neves marcou contra o Santos.

Resgate das referências
Peças principais do time, que não vinham bem sob o comando de Mano Menezes, voltaram a se destacar com Rogério Ceni. São os casos do meia Thiago Neves e do atacante Fred. O camisa 9 acabou com um jejum de 16 partidas sem marcar gol e deixou sua marca em dois jogos, sendo que foi titular apenas contra o CSA. Já TN10, que não fazia gol havia seis jogos, marcou diante do Santos e retomou a confiança para liderar a equipe cruzeirense.

Jovens valores
Está certo que alguns casos foram por força maior, como os zagueiros Fabricio Bruno e Cacá, que ganharam oportunidades por causa das condições físicas de Dedé e Léo, mas os jovens também ganharam espaço com Rogério Ceni.

Fabricio Bruno fez dupla titular com Dedé na partida contra o Santos. No segundo tempo, Dedé deu lugar a Cacá. Contra o CSA, com "o Mito" vetado, os dois jovens zagueiros atuaram juntos desde o início. Diante do Vasco, ainda sem Léo, Fabricio Bruno e Dedé voltaram a jogar juntos. Quem também tem ganhado chances é o meia David, que foi titular nos três jogos sob o comando de Ceni. A característica de velocidade do jogador é um ponto que agrada ao treinador. Além dele, o jovem Mauricio, de 18 anos, entrou contra o Vasco e fez o gol da vitória da Raposa.

Fááááááábio!
Se o camisa 1 já tinha a confiança do torcedor e da comissão técnica, ela ainda passou a ser maior pelo pênalti - mais um - defendido por Fábio na vitória de 1 a 0 sobre o Vasco, no domingo, no Mineirão. Quando o jogo estava empatado em 0 a 0, Yago Pikachu cobrou a penalidade, que ele mesmo sofreu, e o goleiro cruzeirense fez grande defesa. Vale lembrar que o bom retrospecto de Fábio em penalidades é trunfo cruzeirense, caso o time vença o Internacional por um gol de diferença e leve a disputa da vaga para os pênaltis.





Por: Diogo Finelli — de Belo Horizonte

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