Banner Outras
Notícias recentes
Faça o CADASTUR na Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Mineração e Turismo de Peixoto de Azevedo

Faça o CADASTUR na Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Mineração e Turismo de Peixoto de Azevedo

access_time12/06/2019 08:58

A Secretaria Municipal de Meio Ambiente, Mineração e Turismo de Peixoto de Azevedo está realizando o

Tribunal de Justiça fecha fóruns e comarcas em MT por um mês por causa do coronavírus

Tribunal de Justiça fecha fóruns e comarcas em MT por um mês por causa do coronavírus

access_time18/03/2020 22:34

O Tribunal de Justiça de Mato Grosso (TJMT) determinou, nesta quarta-feira (18) o fechamento dos fór

Deputados aprovam, em 1ª votação, projeto que obriga uso de máscara para moradores em MT

Deputados aprovam, em 1ª votação, projeto que obriga uso de máscara para moradores em MT

access_time21/04/2020 10:59

Os deputados estaduais de Mato Grosso aprovaram em primeira votação, no final da tarde desta segunda

Copom deve manter Selic em 6,5% ao ano, aposta mercado
O Comitê de Política Monetária (Copom), do Banco Central, se reúne nesta terça e quarta-feira para definir a Selic (//iStock)

Copom deve manter Selic em 6,5% ao ano, aposta mercado

Inflação dentro do centro da meta e ações do BC para conter escalada do dólar contribuem para que não haja mudança na taxa de juros

access_time20/06/2018 08:50

O Comitê de Política Monetária (Copom) deve manter a taxa básica de juros em 6,5% na reunião que começou nesta terça-feira e segue até quarta-feira. A aposta do mercado financeiro é que o órgão do Banco Central  não faça mudanças na Selic, assim como aconteceu no último encontro de maio, quando o mercado apostava em queda de 0,25 ponto porcentual e o BC surpreendeu ao não mexer na taxa. 

A greve dos caminhoneiros, que causou desabastecimento e a elevação do preço de alguns produtos, não deve ter impacto sobre a decisão da autoridade monetária em relação à taxa de juros. Isso porque, consideram os especialistas, mesmo com o aumento de valores de alguns itens, a inflação ainda está abaixo do centro da meta, o que não justificaria um aumento de juros neste momento.

“Acredito na manutenção porque se olharmos a inflação acumulada para o período não vai ultrapassar o centro da meta, por isso não acredito em aumento da Selic. Também não há espaço para cortes, já que a atividade econômica não está crescendo conforme o esperado”, avalia o professor da Faculdade Fipecafi, George Sales.

Em seu último relatório, o banco Santander continuou prevendo a Selic em 6,5% para os próximos trimestres. “A inflação está abaixo da meta e acreditamos que seguirá assim até o fim do ano. Portanto, não haveria motivo para um aumento dos juros”, considera o economista do banco Santander Rodolfo Margato.

Esse cenário seria invertido apenas se houvesse um risco de desvalorização cambial muito forte. Algo que não está totalmente descartado, mas que perdeu força nos últimos dias com uma intervenções mais expressivas do BC e que conseguiram segurar a moeda abaixo dos 4 reais, ainda que no patamar mais elevado dos últimos dois anos.

“Nosso cenário base é de que a taxa Selic permanecerá estável em 6,5% até o fim do ano. Mas entendemos que a postura da política monetária continuará dependente da dinâmica da taxa de câmbio e, em especial, de seu impacto nos dados de inflação e expectativas de inflação, particularmente para 2019”, diz o economista-chefe do Itaú-Unibanco, Mario Mesquita, em sua última pesquisa macroeconômica.

A Associação Nacional de Executivos de Finanças, Administração e Contabilidade (Anefac) também prevê a manutenção da taxa. 

“Os juros estão historicamente baixos e não vejo, agora, razão para a taxa. A inflação está muito baixa e dentro da meta. O único motivo para um aumento dos juros seria se o câmbio acelerasse muito devido às incertezas eleitorais, mas por enquanto considero que a decisão do Copom será a de manter a Selic”, afirma o economista Sérgio Vale, da MB Associados.

Mas a expectativa é que na próxima reunião seja necessário elevar a taxa Selic. “Antevemos que na próxima reunião do Copom, o BC terá necessidade de elevar a taxa Selic, pois a colocação de que não existe relação mecânica entre juro e câmbio é um jogo de palavras, um sofisma, pois esta relação é fundamento do mercado internacional, e se não for ajustada à nossa realidade continuará sendo fator estimulante para a presença de capitais especulativos”, avalia o economista e diretor Executivo da NGO, Sidnei Moura Nehme.





Por: Gilmara Santos

Outras notícias

Comentários