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Invasão no garimpo clandestino de Aripuanã — Foto: TV Centro América/Reprodução

DNPM determina fim de exploração em garimpo ilegal invadido há cerca de 2 meses

Há aproximadamente 500 pessoas no garimpo clandestino em uma fazenda em Aripuanã. Medida foi tomada após reunião entre autoridades e órgãos públicos

access_time12/11/2018 12:59

O Departamento Nacional de Produção Mineral (DNPM) determinou a paralisação das atividades no garimpo clandestino de Aripuanã, a 976 km de Cuiabá. A medida foi tomada após uma reunião na semana passada entre órgãos e autoridades na cidade.

Há dois meses aproximadamente mil pessoas ocupavam a área, localizada em uma área particular em uma fazenda. A notícia de que tem ouro no local se espalhou rapidamente por meio de fotos divulgadas em aplicativos de celulares e redes sociais.

O local chegou a ser chamado de a 'Nova Serra Pelada'.

Segundo o superintendente do DNPM em Mato Grosso, Serafim Carvalho Melo, atualmente, aproximadamente 500 pessoas estão no garimpo ilegal. Pouco ouro foi encontrado no local e provocou a saída de muitos 'aventureiros'.

Na semana passada o órgão classificou a invasão no, como uma 'violenta agressão ambiental'.

Participaram da reunião representantes da Polícia Federal, Polícia Militar, Ministério Público, membros da Cooperativa dos Produtores de Diamantes de Juína (Coooprodil), a Cooperativa de Garimpeiros de Aripuanã (COOGAR), garimpeiros e moradores.

"Ficou acordado a saída imediata dos garimpeiros. Se houver alguma operação, os materiais e maquinários serão apreendidos. O responsável pela invasão não foi identificado",
 — Serafim Carvalho Melo.

O DNPM já havia comentado que as pessoas que estão ocupando a área não têm autorização do órgão para qualquer tipo de extração mineral.

O órgão também alerta que toda e qualquer atividade de extração mineral no país sem autorização é caraterizada como usurpação do patrimônio mineral da União, uma atividade ilegal à luz da legislação mineral brasileira.

A invasão foi comunicada à Secretaria de Meio Ambiente e Ministério Público Federal (MPF).





Por: Por G1 MT

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