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Dólar abre em queda após intervenção maior do BC

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Na véspera, moeda dos EUA fechou em queda de 1,4%, a R$ 3,6886 na venda, após intervenção mais forte do Banco Central

access_time22/05/2018 09:03

O dólar abriu em queda nesta terça-feira (22), após ter interrompido na véspera a sequência de seis altas seguidas. O movimento está alinhado com o cenário externo e reflete ainda a atuação mais firme do Banco Central no mercado de câmbio desde a véspera.

Às 9h21, a moeda dos EUA caía 0,75%, a R$ 3,6611 na venda. Na mínima do dia, chegou a R$ 3,6546. Na véspera, o dólar fechou em queda de 1,4%, a R$ 3,6886, após o Banco Central aumentar a oferta da moeda americana no mercado.

Nos seis pregões anteriores, o dólar havia subido e acumulado valorização de mais de 5%, chegando próximo do patamar de R$ 3,80.

Nas últimas semanas, a moeda dos EUA disparou em relação a outras, com os investidores apostando que a taxa de juros nos Estados Unidos terá que subir mais vezes este ano para conter a inflação. Com taxas mais altas, o país se tornaria mais atraente para investimentos aplicados atualmente em outros mercados, como o Brasil, motivando assim uma migração de recursos para os Estados Unidos. Esse movimento traz uma tendência de alta do dólar em relação às demais moedas.

Com a disparada do dólar, o Banco Central decidiu triplicar a oferta de contratos de "swap cambial", que correspondem à venda de dólar no mercado futuro.

Nesta sessão, será realizado leilão de até 4.225 swaps cambiais tradicionais, equivalentes à venda futura de dólares, para rolagem do vencimento de junho. Também ofertará até 15 mil novos swaps, segundo dia de oferta reforçada. Até semana passada, o BC vinha ofertando 5 mil contratos nos leilões de swap tradicional, realizados diariamente.

A partir de agora, o valor ofertado passará de US$ 250 milhões para US$ 750 milhões. A expectativa é que, com a mudança, o montante negociado até o fim de maio passe de cerca de US$ 3 bilhões para US$ 6,5 bilhões.

Os swaps são contratos para troca de riscos: o BC oferece um contrato de venda de dólares, mas não entrega a moeda. No vencimento desses contratos, o investidor se compromete a pagar uma taxa de juros sobre o valor deles e recebe do BC a variação do dólar no mesmo período.

Esses instrumentos servem para dar "proteção" contra variações bruscas no câmbio aos agentes que têm dívida em moeda estrangeira. Isso evita que tenham que comprar moeda no mercado à vista para se protegerem.

Apesar da atuação mais firme do BC, a trajetória de alta da moeda norte-americana não foi alterada, avaliaram especialistas ouvidos pela Reuters. Isso não só por causa da perspectiva de mais juros nos Estados Unidos, como também diante dos desafios domésticos, com eleições bastante indefinidas à frente.





Por: G1

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