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Dólar fecha perto de R$ 3,55, no maior valor em quase 2 anos
Dólar é negociado acima de R$ 3,50 na volta do feriado (Foto: REUTERS/Thomas White)

Dólar fecha perto de R$ 3,55, no maior valor em quase 2 anos

Moeda dos EUA encerrou a R$ 3,5492, renovando o maior patamar desde junho de 2016; dólar turismo vai a R$ 3,70 nesta quarta-feira (2)

access_time02/05/2018 16:58

O dólar fechou em forte em alta ante o real nesta quarta-feira (2), renovando a máxima em quase dois anos, em dia de reunião do banco central norte-americano. À tarde, o órgão informou em comunicado que decidiu manter a taxa de juros nos Estados Unidos inalterada, sem alimentar apostas de que as taxas podem subir mais do que o esperado.

A moeda dos EUA subiu 1,33%, a R$ 3,5492 na venda. É a maior cotação desde o dia 2 de junho de 2016, quando o dólar terminou a sessão cotado a R$ 3,5859. Veja mais cotações.

Na máxima do dia, a moeda chegou a R$ 3,5540. No acumulado da semana, avança 2,50% e, no ano, 7,11%. Na última sessão, o dólar fechou cotado a R$ 3,5026.

Já o dólar turismo era negociado a R$ 3,70 nesta quarta-feira. Em algumas casas de câmbio, a moeda era vendida a R$ 3,90 nas compras com cartão pré-pago, com IOF incluso, apurou o G1 logo após o horário do fechamento.

Taxa de juros nos EUA
Nesta quarta-feira, os investidores se voltaram para a reunião do banco central dos Estados Unidos, o Federal Reserve (Fed), em busca de pistas sobre o ritmo futuro de aperto monetário no país.

A taxa de juros no país foi mantida, seguindo a expectativa do mercado, no intervalo entre 1,5% e 1,75%. O Fed expressou confiança de que o recente aumento da inflação para nível próximo à meta de 2% será sustentado, mantendo o curso para elevar os custos de empréstimo em junho.

"O mercado tinha criado uma gordura para qualquer eventualidade, de que poderia haver sinais de mais aumentos (dos juros nos EUA). Agora, está devolvendo um pouco, assumindo que não haverá mais três altas este ano, pelo menos por enquanto", disse à Reuters o diretor de câmbio do Banco Paulista, Tarcísio Rodrigues.

O aumento dos juros nos Estados Unidos tem potencial para atrair recursos aplicados em outras economias, sobretudo dos países emergentes.

O Fed aumentou sua taxa básica de juros na reunião de 20 e 21 de março em 0,25 ponto percentual. Atualmente, o banco central prevê outros dois aumentos dos juros este ano, embora um número crescente de autoridades monetárias veja três altas como uma possibilidade.

O rendimento dos títulos do tesouro dos Estados Unidos (Treasuries de 10 anos) estava praticamente estável, depois de ter subido mais cedo, reaproximando-se dos 3%, patamar que foi ultrapassado na semana passada em meio à percepção de que os juros nos EUA podem subir mais rapidamente do que o esperado inicialmente.

Internamente, os investidores também seguiram de olho no cenário político, com as negociações dos partidos para alianças para as eleições de outubro.

O Banco Central não anunciou qualquer intervenção no mercado de câmbio. Em junho, vencem US$ 5,650 bilhões em contratos de swap cambial tradicional - equivalentes à venda de dólares no futuro.





Por: G1

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