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Em MT, os 27 frigoríficos estão com abates de bovinos suspensos por causa de protesto dos caminhoneiros
Gado não chega aos frigoríficos para abate (Foto: Reprodução/TV TEM)

Em MT, os 27 frigoríficos estão com abates de bovinos suspensos por causa de protesto dos caminhoneiros

Ao todo, 17 mil animais deixam de ser abatidos por dia no estado. Os prejuízos para a cadeia da pecuária de corte estão estimados em R$ 36,5 milhões por dia, diz Acrimat

access_time29/05/2018 07:11

As 27 unidades frigoríficas de Mato Grosso estão com os abates de bovinos suspensos por causa da paralisação dos caminhoneiros, de acordo com Sindicado das Indústrias de Frigoríficos do Estado (Sindifrigo). Com as rodovias bloqueadas, os animais não chegaram aos frigoríficos e a carne não chega ao consumidor.

O Sindifrigo afirma que, em média, 17 mil animais deixam de ser abatidos por dia no estado.

A Associação dos Criadores de Mato Grosso (Acrimat) explica que desde quarta-feira (23) a indústria já havia reduzido a aquisição de animais.

Desde então, cerca de 90% das indústrias não compraram bois e vacas para abates, segundo o Instituto Mato-grossense de Economia Agropecuária (Imea). Por causa disso, na sexta-feira (25) os abates foram suspensos.

A Acrimat diz que os prejuízos para a cadeia da pecuária de corte estão estimados em R$ 36,5 milhões por dia.

O cálculo considera apenas a comercialização de animais, sem contabilizar a movimentação em decorrência da venda de carne.

“Os animais não saem da propriedade, não chegam à indústria e, consequentemente não chegam aos supermercados, nem aos consumidores”, disse o diretor executivo da Acrimat, Luciano Vacari.

A entidade reconhece que a paralisação dos caminhoneiros é legítima, porém, a situação da cadeia produtiva da pecuária de corte é considerada preocupante, uma vez que a indústria não está conseguindo escoar a produção para retomar o abate.

Para tentar minimizar os impactos e assegurar aos caminhoneiros que o veículo está carregado com cargas vivas ou perecíveis, os caminhões estão sendo adesivados com um selo específico que garante a passagem direta pelos pontos de bloqueio.

Além disso, segundo representantes do movimento, o motorista que estiver com carga viva ou perecível pode procurar os líderes da manifestação em cada ponto de manifestação, apresentar a nota fiscal, que a carga será liberada.

Paralisação
A manifestação dos caminhoneiros em diversos pontos de rodovias federais e estaduais, em Mato Grosso e outros estados, teve início na segunda-feira (21).

Os profissionais autônomos e transportadoras reivindicavam a redução o valor do diesel, a extinção da cobrança de pedágio para eixos suspensos e definição da tabela fixa de frete para contratos pré-estabelecidos.

Mas, nesse domingo (27), o presidente da República, Michel Temer (MDB), anunciou medidas para atender às reivindicações dos caminhoneiros com o objetivo de pôr fim à greve. No entanto, os caminhoneiros ainda continuam protestando, porque, segundo eles, há outras reivindicações, como a redução das taxas de pedágio e melhorias nas estradas.





Por: Lidiane Moraes, G1 MT

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