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Empresária foi condenada a pagar indenização de R$ 200 mil para Zampieri uma semana antes do crime
A empresária Maria Angélica Caixeta Gontijo presa nesta quarta-feira (20), pelo assassinato do advogado
Foto por: Repórter MT

Empresária foi condenada a pagar indenização de R$ 200 mil para Zampieri uma semana antes do crime

Ex-defensor de Maria Angélica, Roberto Zampieri foi difamado após sua algoz romper negócio de fazenda que havia negociado

access_time21/12/2023 11:33

Mandante do assassinado do advogado Roberto Zampieri, em Cuiabá, a empresária Maria Angélica Caixeta Gontijo foi condenada ao pagamento de uma indenização de R$ 200 mil ao jurista, pelos crimes de injúria, calúnia e difamação. Ela foi presa nesta quarta-feira (20) e hoje passa por oitiva na Polícia Civil de Minas Gerais.

A condenação contra a mulher foi proferida no dia 29 de novembro, pela juíza Alanna do Carmo Sankio, da Vara única de Ribeirão Cascalheira, onde Maria Angélica disputava a propriedade de uma fazenda.

De acordo a queixa-crime, Zampieri atuou como advogado da empresária em 2020 em uma ação - onde ela representava seus pais - em casos relacionados à Fazenda Lago Azul, hoje conhecida como Fazenda Mineira, em Ribeirão Cascalheira.

Durante os trabalhos, o jurista fechou um acordo, com aval dos proprietários - pais da empresária - entretanto, Maria Angélica teria voltado atrás e passado a acusar Zampieri de "trair seus interesses e de falsificar assinaturas".

"Nesse momento, convém ressaltar que em tais trechos a Querelada, mediante seu patrono, passou a argumentar que o Querelante/ Roberto – traiu seus interesses no âmbito profissional, que o Querelante/Evelci falsificou sua assinatura, obteve sua falsa anuência, e que se trata de estelionatário", diz a ação movida pelo advogado.

A partir daí, Maria Angélica declarou "guerra" a Roberto Zampieri e a Evelci Rossi, que adquiriu a fazenda e venceu o processo. A queixa-crime aponta diversas ofensas e acusações feitas por Maria Angélica contra o advogado. Entre elas, de que Zampieri estaria envolvido em venda de sentenças e outras fraudes.

"Ainda, se já não bastasse tais alegações, a Querelada, com intuito de fazer valer tais arguições entendeu por registrar boletins de ocorrência justificando que os Querelantes estão ameaçando a mesma, todavia INEXISTE A PRÁTICA DE TAIS COMPORTAMENTOS POR ESTES, incorrendo tais atos em novo crime."

Na ação, foram comprovadas as inverdades alegadas pela empresária. Assim, a juíza deferiu o pedido de indenização no valor de R$ 200 mil, em 29 de novembro.

"Defiro o pleito. Promova-se a citação do acusado no endereço indicado pelo Ministério Público", sintetizou.

Apenas seis dias depois, em 5 de dezembro, Zampieri foi morto por um pistoleiro, diante de seu escritório, no bairro Bosque da Saúde. O homem fez uma emboscada por mais de uma hora e, assim que Zampieri entrou em seu carro, uma Fiat Toro, foi executado com pelo menos 9 tiros.

Prisões
O pistoleiro Antônio Gomes da Silva foi preso na manhã de quarta-feira (20), na cidade de Santa Luzia, região metropolitana de Belo Horizonte (MG). Além dele, a mandante do crime, Maria Angélica, também foi detida.

As prisões foram realizadas por agentes da Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa de Cuiabá, com apoio da Polícia Civil de Minas Gerais. 

A mulher estava com uma pistola 9mm, do mesmo calibre que o utilizado no homicídio do advogado.

As prisões da dupla foram decretadas pelo juiz João Bosco Soares da Silva, do Núcleo de Inquéritos Policiais da Comarca de Cuiabá, com base nas investigações conduzidas pela equipe da DHPP de Cuiabá.





Por: DAFFINY DELGADO DO REPÓRTERMT

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