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Defesa de autor e vítima confirmam que ambos se conheceram no dia do fato

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O advogado Rodrigo Pouso de Miranda declarou nesta sexta-feira (28), em entrevista a reportagem, que o policial militar Thiago de Souza Ruiz foi morto na madrugada de quinta-feira (27), porque foi confundido com bandido pelo investigador da Polícia Civil, Mário Wilson Vieira Gonçalves. Pouso é advogado da família da vítima, que morreu com cinco tiros em uma conveniência de Cuiabá.

De acordo com o jurista, os dois se conheceram naquele dia, a partir de um amigo em comum. E, pela primeira vez, sentaram em uma mesa para tomar cervejas. "Antes de sentarem, houve uma conversa inicial e o Mário disse que o Thiago seria 'um policial de bosta'. A partir daí, gerou uma desconfiança que foi apaziguada pelo Gilson, que aparece de camisa preta no vídeo", disse.

Em seguida, enquanto estavam sentados na mesa da conveniência tomando cerveja, o PM Thiago Ruiz levantou a camisa para mostrar uma cicatriz nas proximidades da coluna, que teria relação com sua atividade policial. A partir daí, o investigador Mário Wilson pega a arma do PM e começa a questionar se realmente era PM ou criminoso, o que foi considerado por Thiago Ruiz uma ofensa verbal.

"Em nossa avaliação, se trata de um investigador completamente despreparado para a função que exerce. O correto seria ter tirado a arma, se afastado e exigido a identificação do policial militar se, de fato, houvesse alguma dúvida a respeito da identidade do Thiago. Esse despreparo levou a uma morte por motivo fútil", disse.

O advogado Ricardo Monteiro, responsável pela defesa do investigador Mário Wilson, confirmou que o autor e a vítima se conheceram no dia do fato. E ainda confirmou a versão de que o investigador entendeu que estava numa situação de risco, o que motivou os disparos.

"Não havia uma relação de amizade. Sequer se conheciam. A primeira vez que viu essa pessoa na vida foi na loja de conveniência. Ele viu a arma na cintura da pessoa e, pela postura da pessoa, entendeu que aquilo não era conduta de alguém da polícia e poderia ser problema. Daí se identificou como investigador e tirou a arma. E daí ocorre o que está registrado no vídeo", revelou.





Por: RAFAEL COSTA DO REPÓRTER MT

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