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ONU/Jean-Marc Ferré António Guterres, secretário-geral da ONU

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António Guterrez dividiu a condenação da guerra entre Hamas e os israelenses e lembrou que os ataques do grupo islâmico não foram do nada: ‘Povo palestino sofre uma ocupação sufocante há 56 anos’

access_time25/10/2023 08:30

O Embaixador de Israel na ONU (Organização de Nações Unidas), Gilad Erdan, pediu nesta terça-feira, 24, a renúncia do secretário-geral do órgão, António Guterrez, após suas falas no sobre a guerra no Oriente Médio. “O discurso chocante do Secretário-Geral na reunião do Conselho de Segurança, enquanto foguetes são disparados contra todo Israel, provou conclusivamente, sem qualquer dúvida, que ele está completamente desligado da realidade na nossa região e que ele vê o massacre cometido pelos terroristas nazistas do Hamas de uma forma distorcida e imoral”, escreveu em sua conta no X (antigo Twitter). “A sua declaração de que ‘os ataques do Hamas não aconteceram no vácuo’ expressou uma compreensão pelo terrorismo e pelo assassinato. É realmente incompreensível. É verdadeiramente triste que o chefe de uma organização que surgiu após o Holocausto tenha opiniões tão horríveis. Uma tragédia!”, completou. Durante a reunião no Conselho de Segurança. Realizado nesta terça, Guterrez reforçou seu discurso pedindo um cessar-fogo, o que os Estados Unidos e Israel não concorda, alegando que vai dar tempo para o Hamas se fortalecer, alertou que a situação “situação no oriente médio está ficando mais grave a cada minuto” e dividiu a condenação entre Hamas e Israel. Ele lembrou que os ataques do Hamas “não vêm do nada: o povo palestino sofre uma ocupação sufocante há 56 anos; as suas terras são gradualmente devoradas por assentamentos”. No entanto, acrescentou que “as queixas dos palestinos não podem justificar os horríveis ataques do Hamas, tal como esses ataques não podem justificar a punição coletiva do povo palestino”.

“Devemos apelar às partes para que respeitem as suas obrigações sob o direito humanitário internacional: garantir que as suas operações militares não afetam os civis, proteger os hospitais civis, proteger as populações civis, respeitar a inviolabilidade dos estabelecimentos da ONU onde estão alojados 600 mil palestinos”, recordou. A fala de Guterrez não agradou nem o ministro das Relações Exteriores de Israel, Eli Cohen, que durante sua fala no Conselho questionou em que mundo Guterrez vivi. “Senhor secretário-geral, em que mundo você vive? Sem dúvida, não é o nosso”, disse Cohen, ao mostrar fotos dos ataques do Hamas contra civis. A guerra no Oriente Médio, que acontece desde o dia 7 de outubro, já deixou 7.191 mortos, sendo 1.400 em Israel e 5.791 em Gaza (incluindo 2.055 crianças), de acordo com as autoridades palestinas. O número de mortos inclui 2.360 crianças e os bombardeios também deixaram 16.297 pessoas feridas, informou o Ministério da Saúde do enclave palestino. Cerca de 220 reféns seguem desaparecidos, sendo um brasileiro. Como o site da Jovem Pan mostrou, duas reféns israelenses, Yocheved Lifshitz e Nurit Cooper, foram libertadas por “razões humanitárias” e após mediação do Egito e do Catar. Elas estavam detidos na Faixa de Gaza desde o dia 7 de outubro, quando o grupo atacou Israel e até a última atualização, elas já estavam em Tel Aviv.





Por: Jovem Pan

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