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Juiz Wladymir Perri afirmou que fase de produção de provas já se encerrou e não analisou pedido de soltura

access_time11/07/2023 19:01

O juiz Wladymir Perri, da 12ª Vara Criminal de Cuiabá, se negou a analisar o pedido de soltura feito pela defesa do investigador da Polícia Civil, Mario Wilson Vieira da Silva, que matou o policial militar Thiago de Souza Ruiz, 36 anos. O crime aconteceu no dia 27 de abril, por volta das 3h30, na conveniência de um posto de gasolina em Cuiabá.

A decisão é do dia 6 de julho. O magistrado realizou audiência para oitiva das testemunhas de defesa e de acusação do caso. A defesa, no entanto, apresentou um pedido de revogação da prisão preventiva de Mario, mas sequer foi analisado pelo juiz, já que a fase instrutória (produção de provas) já se encerrou.

“Nada obstante ao término da audiência, tenha comentando para que o feito permanecesse à conclusão para análise do pedido de revogação da PP, todavia, melhor refletindo, não faz qualquer sentido sua análise neste instante, quando o processo chegou a instrução ao fim, encontrando o processo apto para os memoriais”, argumentou Perri.

O homicídio aconteceu na madrugada de quinta-feira (27), em uma conveniência na frente da Praça 8 de Abril, em Cuiabá. Thiago chegou a ser levado para o Hospital Jardim Cuiabá, mas a morte foi declarada pouco depois, às 4h50 da manhã.

Mário fugiu logo após o crime, mas se entregou horas depois na sede da Delegacia Especializada em Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), em Cuiabá, onde prestou depoimento e foi autuado em flagrante pelo homicídio.

Em depoimento, ele disse não saber que Thiago era policial e, ao vê-lo armado, decidiu tomar a arma. Quando Thiago reagiu para pegar o revólver calibre 38 de volta, entraram em luta corporal e Mário decidiu atirar. Foram cinco tiros, dois pelas costas.





Por: JOÃO AGUIAR DO REPÓRTER MT

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