Camara Peixoto
Notícias recentes
Futuro do acordo de paz na Colômbia terá reflexos no Brasil, diz relatório

Futuro do acordo de paz na Colômbia terá reflexos no Brasil, diz relatório

access_time26/05/2018 19:41

Um novo relatório sobre o acordo de paz entre governo da Colômbia e as Forças Armadas Revolucionária

Presidente da OAB-MT se licencia do cargo por 30 dias após ser preso suspeito de agredir a mulher

Presidente da OAB-MT se licencia do cargo por 30 dias após ser preso suspeito de agredir a mulher

access_time01/06/2020 10:41

O presidente da Ordem dos Advogados do Brasil em Mato Grosso (OAB-MT), Leonardo Campos, de 41 anos,

Bruna Marquezine revela distúrbio de imagem; entenda o problema

Bruna Marquezine revela distúrbio de imagem; entenda o problema

access_time07/09/2018 08:38

Bruna Marquezine usou o Instagram para desabafar sobre alguns problemas de saúde que enfrentou recen

Mercado financeiro aumenta projeção da inflação para 2,05%
© Marcello Casal Jr./Agência Brasil

Mercado financeiro aumenta projeção da inflação para 2,05%

Previsão para a cotação do dólar oficial permanece em R$ 5,25

access_time28/09/2020 08:38

A previsão do mercado financeiro para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA - a inflação oficial do país) deste ano subiu de 1,99% para 2,05%. A estimativa está no boletim Focus de hoje (28), publicação divulgada todas as semanas pelo Banco Central (BC), em Brasília,  com a projeção para os principais indicadores econômicos.

Para 2021, a estimativa de inflação foi mantida em 3,01%. A previsão para 2022 e 2023 também não teve alteração: 3,50% e 3,25%, respectivamente.

O cálculo para 2020 está abaixo do piso da meta de inflação que deve ser perseguida pelo Banco Central. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Ou seja, o limite inferior é 2,5% e o superior, 5,5%.

Para 2021, a meta é 3,75%, para 2022, 3,50%, e para 2023, 3,25%, com intervalo de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo em cada ano.

Selic
Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, estabelecida atualmente em 2% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom).

Para o mercado financeiro, a expectativa é que a Selic encerre 2020 em 2% ao ano. Para o fim de 2021, a expectativa é que a taxa básica chegue a 2,5% ao ano. Para o fim de 2022, a previsão é 4,5% ao ano e para o final de 2023, 5,50% ao ano.

Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Entretanto, os bancos consideram outros fatores na hora de definir os juros cobrados dos consumidores, como risco de inadimplência, lucro e despesas administrativas.

Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros o objetivo é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança.

Produto Interno Bruto
As instituições financeiras consultadas pelo BC ajustaram a projeção para a queda da economia brasileira este ano de 5,05% para 5,04%. Para o próximo ano, a expectativa para Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – é de crescimento de 3,50%, a mesma previsão há 18 semanas consecutivas. Em 2022 e 2023, o mercado financeiro continua projetando expansão do PIB em 2,50%.

Dólar
A previsão para a cotação do dólar permanece em R$ 5,25, ao final deste ano. Para o fim de 2021, a expectativa é que a moeda americana fique em R$ 5.





Por: Andreia Verdélio – Repórter da Agência Brasil - Brasília

Outras notícias

Comentários