Banner Outras
Notícias recentes
MPF pede que Temer e Moreira voltem para a prisão

MPF pede que Temer e Moreira voltem para a prisão

access_time01/04/2019 18:20

O Ministério Público Federal comunicou na tarde de hoje (1) que recorreu da liminar que soltou o ex-

A três dias do fim, campanha de vacinação contra a gripe ainda precisa alcançar 10,8 milhões de pessoas

A três dias do fim, campanha de vacinação contra a gripe ainda precisa alcançar 10,8 milhões de pessoas

access_time19/06/2018 13:11

A três dias do final da campanha de vacinação da gripe, 10,8 milhões de brasileiros ainda não se vac

Coreia do Norte executa responsável por reunião com EUA sobre programa nuclear, diz jornal

Coreia do Norte executa responsável por reunião com EUA sobre programa nuclear, diz jornal

access_time31/05/2019 09:27

O jornal sul-coreano “Chosun” informou nesta sexta-feira (31) que o regime da Coreia do Norte execut

Ministério vai criar comissão contra o crime organizado
O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, diz que sistema penitenciário está sob o controle de facções - Marcelo Camargo/Arquivo Agência Brasil

Ministério vai criar comissão contra o crime organizado

Para Jungmann, sistema penitenciário está sob o controle de facções

access_time20/07/2018 15:47

O ministro da Segurança Pública, Raul Jungmann, afirmou hoje (20) que será criada uma Comissão Nacional de Inteligência e Operações contra o crime organizado. O foco da comissão será o combate às facções criminosas que atuam no sistema penitenciário brasileiro.

Jungmann declarou que o controle dos grupos criminosos está tornando o Brasil refém do sistema prisional. Para o ministro, as organizações criminosas precisam ser enfrentadas porque representam hoje a maior ameaça à segurança do país.

“Hoje o sistema penitenciário brasileiro, que já é o terceiro maior do mundo, está sob o controle das facções e grupos criminosos, por isso eu estou criando a Comissão Nacional de Inteligência e Operações contra o crime organizado reunindo todos os órgãos do governo federal e do governo estadual para combater as facções criminosas, que hoje representam a maior ameaça à segurança pública dos brasileiros e brasileiras e às instituições, à sociedade e à própria democracia”, afirmou.

Além da criação da comissão, Jungmann disse que o ministério vai financiar os estados que quiserem bloqueadores de sinais de celular e tornozeleiras para evitar o encarceramento de mais jovens. O ministro citou ainda um projeto de lei que tramita no Congresso e prevê que os chefes de facções cumpram toda a pena no sistema de segurança máxima, e não apenas um ano como é hoje.

O projeto prevê ainda o fim das visitas íntimas e que as visitas familiares ou com advogados sejam monitoradas em parlatórios. “Se nós não cortarmos o fluxo de comunicação entre o grande crime que está preso e o crime que está na rua nós, na verdade, estaremos enxugando gelo”, disse.

Segundo o ministro, o Brasil tem hoje, aproximadamente, 70 facções criminosas, desde locais até internacionais, como o PCC (Primeiro Comando da Capital), que atua em 5 países da América do Sul e outras regiões. Jungmann chamou a atenção ainda para a falta de controle sobre o sistema prisional.

“O controle é deficitário, existe infelizmente corrupção, falta de pessoal, falta de controle. E nós vamos lutar contra isso, criando o conselho nacional e tomando todas as medidas necessárias para combater o crime organizado. Pode ser inclusive através do Sistema Unificado de Segurança Pública, que faz com que, pela primeira vez, União, estados, municípios e todas as polícias estejam integradas na operação, na inteligência e no combate ao crime organizado”, declarou.

A comissão nacional deverá ser composta pela Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Polícia Federal, Forças Armadas, Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), órgão do Ministério da Fazenda que monitora a questão da lavagem de dinheiro, além do Banco Central e todas as polícias militares do país.

O ministro também adiantou que nas próximas semanas o presidente Michel Temer deve editar um decreto que cria uma política nacional para presos egressos e vai disponibilizar, inicialmente, R$ 50 milhões para iniciativas que inibam a reincidência de crimes.





Por: Agência Brasil

Outras notícias

Comentários