Camara Peixoto
Notícias recentes
Município em MT registra denúncia de caso suspeito de varíola de macacos e entra em estado de alerta

Município em MT registra denúncia de caso suspeito de varíola de macacos e entra em estado de alerta

access_time30/05/2022 12:29

O Município de Cáceres, a 220 km de Cuiabá, registrou a denúncia de um caso suspeito de varíola de m

Hospital Regional de Peixoto de Azevedo e Alta Floresta receberão mais 20 leitos de UTI

Hospital Regional de Peixoto de Azevedo e Alta Floresta receberão mais 20 leitos de UTI

access_time04/07/2020 08:14

O Hospital Regional de Alta Floresta e Peixoto de Azevedo receberão 10 leitos cada de Unidade de Ter

Menor colégio eleitoral do país, Araguainha (MT) tem mais eleitores que moradores

Menor colégio eleitoral do país, Araguainha (MT) tem mais eleitores que moradores

access_time12/08/2020 06:25

O menor município de Mato Grosso, Araguainha, tem 1.001 eleitores aptos a votar nas eleições municip

MT tem o maior nº de candidatos 'forasteiros' ao Senado

MT tem o maior nº de candidatos 'forasteiros' ao Senado

Em todo o país, 35% dos postulantes são nascidos fora do estado que almejam governar

access_time17/09/2018 08:24

Um em cada 3 candidatos aos governos estaduais nas eleições de 2018 nasceu fora do estado que pretende administrar. Dos 199 postulantes aos executivos estaduais, 70 são "forasteiros" – 35% do total. O percentual é ligeiramente maior que o de 2014, quando o índice foi 32% (59 de 185).

O Distrito Federal é a unidade da federação com o maior número de forasteiros disputando o governo local. Dos 11 candidatos pleiteando o cargo, apenas 2 são nascidos em Brasília. Os outros são de Ceará, Minas Gerais, Paraíba, Rio de Janeiro (quatro), Sergipe e São Paulo.

Diferentemente de 2014, não há nenhum estado com apenas “forasteiros” nestas eleições.

O Tocantins, criado há exatos 30 anos, aparece na segunda posição. No estado mais jovem do país, apenas 1 dos 5 candidato ao governo é natural do estado.

Não há irregularidade alguma em um candidato se candidatar em outro estado que não o de nascimento. A única exigência é que ele tenha o estado como domicílio eleitoral.

O Código Eleitoral diz que “é domicílio eleitoral o lugar de residência ou moradia do requerente”. O TSE, porém, flexibiliza esse entendimento de forma a aceitar como domicílio eleitoral locais com os quais os candidatos (e eleitores) demonstrem vínculo político, social, afetivo, patrimonial ou de negócios.

Já houve críticas a esse entendimento e casos de políticos conhecidos que mudaram de estado para conseguir se eleger. O ex-senador José Sarney é um dos exemplos. Apesar de sua família ter criado toda uma base política no Maranhão, ele foi eleito por três vezes pelo Amapá, para onde transferiu o domicílio eleitoral após não conseguir viabilizar sua candidatura no estado natal em 1990.

O Maranhão, aliás, é o único estado do país onde todos os candidatos que disputam o governo nestas eleições são locais. São cinco candidatos de São Luís e uma de Lago da Pedra.

Entre todos os 199 candidatos a governo do país, 26 são nascidos em São Paulo, 19 no Rio de Janeiro, 14 no Paraná, 13 em Minas Gerais, 10 no Rio Grande do Sul e os demais em outros estados.

Senado
O percentual de candidatos “forasteiros” ao Senado é um pouco menor que o do Executivo: 32%. Dos 355 candidatos, 115 pleiteiam uma cadeira fora de seu estado de origem. Em nenhum estado, no entanto, todos os candidatos são locais.

Mato Grosso é o estado com o maior número de postulantes de fora: 9 dos 11. Há candidatos de GO, MS, PR, RS, SC e SP. O Distrito Federal aparece na segunda posição. Dos 20 candidatos, 16 são de fora.

Já o Ceará tem o menor percentual de candidatos não locais: só 1 dos 13 (7,7%). Em Goiás também apenas 1 dos 12 (8,3%) é de fora.

O Maranhão novamente aparece em destaque. Só 1 dos 11 candidatos é nascido em outro local (Brasília, no caso), ou seja, 9% do total.





Por: G1

Outras notícias

Comentários