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Publicação que contou com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) revelou que o Estado foi o mais afetado pela doença no país

access_time11/04/2023 08:22

De acordo com um estudo epidemiológico publicado na revista The Lancet Microbe, o Ceará é o estado mais atingido pela febre chikungunya na última década, com mais de 77.418 casos casos confirmados. Além disso, o número de mortes causadas pela doença foi superior ao da dengue no mesmo período. A arbovirose registrou 1,3 óbito por mil casos diagnosticados, enquanto a taxa de mortalidade da dengue é de 1,1 a cada mil casos. Em entrevista a reportagem, a infectologista do Hospital São Luís, Raquel Muarrek, explicou que os resultados mostram que a dinâmica de dispersão da doença é diferente da observada no caso dos vírus da dengue e da zika. No caso, surtos explosivos são causados em locais com baixa exposição prévia ao vírus: “Todas as doenças que dependem de mosquito têm um surto a cada um ou dois anos. É o mais comum. A gente tem um período de calmaria e um retorno dos casos mais graves, pela presença de pessoas que não tem a sua defesa, são mais suscetíveis, e a perda dos cuidados, quando você volta a ter o surto novamente”.

O estudo, que contou com o apoio da Fundação de Amparo à Pesquisa do Estado de São Paulo (Fapesp) revelou que, entre março de 2013 e junho de 2022, o país enfrentou sete ondas epidêmicas com mais de 253 mil casos confirmados por laboratórios em 3,3 mil municípios. No Ceará, os municípios que mais sofreram nas duas primeiras ondas foram os que menos somaram casos na terceira, como explicou Shirlene Telmos, pesquisadora do Laboratório Central de Saúde Pública do Ceará e da Unicamp: “Naqueles locais em que havia uma quantidade maior de explosões do chikungunya, elas ficavam imunes. Quando vinha uma outra onda, outra localidade que não tinha tido antes passava a ser a localidade atingida pelas infecções do chikungunya. O que caracteriza estas ondas serem em locais diferentes ou no mesmo Estado, são pessoas que não foram imunes em ondas passadas”. O mapeamento também apontou fatores de risco envolvidos nas infecções sintomáticas, que são mais prevalentes em mulheres. Já as mortes são mais frequentes em crianças e idosos que possuem o sistema imune menos fortalecido.





Por: Jovem Pan

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