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OCDE rebaixa de 1,4% para 0,6% projeção de alta do PIB brasileiro em 2022
Para 2023, a previsão de crescimento do PIB caiu de 2,1% para 1,2%
Foto por: PIXABAY

OCDE rebaixa de 1,4% para 0,6% projeção de alta do PIB brasileiro em 2022

Revisão aponta para a queda da demanda doméstica com inflação, guerra na Ucrânia e condições financeiras mais apertadas

access_time08/06/2022 09:57

A OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) reduziu sua projeção para o crescimento do PIB (Produto Interno Bruto) — soma de todos os bens e serviços produzidos — do Brasil neste ano, de 1,4% para 0,6%.

Para 2023, a previsão caiu de 2,1% para 1,2%. As mudanças desde as estimativas de dezembro passado foram informadas através do relatório de perspectivas econômicas da OCDE, publicado nesta quarta-feira (8).

Depois da forte recuperação vista em 2021, o crescimento econômico do Brasil deve desacelerar significativamente em 2022 até se recuperar no próximo ano, observa a OCDE. "O aumento da inflação, a guerra na Ucrânia e as condições financeiras mais apertadas corroeram o sentimento econômico e o poder de compra, o que deve afetar fortemente a demanda doméstica no primeiro semestre de 2022", prevê a organização.

A corrida presidencial ao fim do ano também adiciona incertezas ao cenário e ajuda a manter o investimento moderado até 2023, nota a OCDE. A instituição observa que a recuperação do mercado de trabalho brasileiro tem sido lenta, com a taxa de participação e de rendas reais abaixo dos níveis pré-pandemia.

Com o aumento de preços de alimentos e energia em meio à guerra da Rússia na Ucrânia, a OCDE defende programas sociais para proteger a população mais vulnerável. Além disso, o relatório afirma ser necessário esforços adicionais para melhorar o direcionamento e eficácia dos gastos públicos, "para permanecer consistente com uma gestão fiscal sólida".

Se as pressões inflacionárias persistirem, o Banco Central deve continuar elevando a taxa básica de juros, diz a organização. A instituição observa que é esperado que a taxa Selic suba dos atuais 12,75% para 13,25% ao ano na próxima reunião monetária.

"A taxa Selic deve permanecer em 13,25% até o início de 2023 e então diminuir lentamente ao longo do ano, à medida que os efeitos defasados dos aumentos recentes são finalmente sentidos", diz o texto.

Ainda, a OCDE incentiva que o Brasil continue com suas reformas "ambiciosas" para garantir sustentabilidade fiscal e evitar que taxas de pobreza subam. A organização também recomenda maior exploração das fontes de energia eólica e solar para complementar a hidrelétrica.





Por: por Agência Estado - Economia

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