anuncie aqui vermelho
Notícias recentes
Índios Yanomami denunciam risco de massacre em reserva no AM e RR e exigem saída de garimpeiros

Índios Yanomami denunciam risco de massacre em reserva no AM e RR e exigem saída de garimpeiros

access_time27/11/2019 12:47

Lideranças da Terra Indígena Yanomami, localizada nos estados de Roraima e Amazonas, divulgaram uma

Mais de 2,4 mil vagas são ofertadas pela Unemat para candidatos que fizeram o Enem

Mais de 2,4 mil vagas são ofertadas pela Unemat para candidatos que fizeram o Enem

access_time12/12/2019 09:31

A Universidade do Estado de Mato Grosso (Unemat) está oferecendo 2.420 vagas para ingresso no primei

Senado aprova obrigação de exame em 30 dias para diagnóstico de câncer

Senado aprova obrigação de exame em 30 dias para diagnóstico de câncer

access_time17/10/2019 08:33

O Senado aprovou nesta quarta-feira (16) o projeto de lei que fixa prazo de 30 dias para a realizaçã

OMS aprova uso emergencial da vacina indiana Covaxin

OMS aprova uso emergencial da vacina indiana Covaxin

Imunizante é recomendado para pessoas com mais de 18 anos e administrado em regime de duas doses, com intervalo de quatro semanas

access_time03/11/2021 09:05

A Organização Mundial da Saúde (OMS) aprovou nesta quarta-feira, 3, o uso emergencial da vacina Covaxin. Produzido pela farmacêutica indiana Bharat Biotech, o imunizante contra a Covid-19 é administrado em regime de duas doses, com intervalo de quatro semanas, em pessoas com mais de 18 anos. Segundo comunicado da entidade, análise do Grupo Técnico Consultivo apontou que a vacina “atende aos padrões da OMS para proteção contra a Covid-19, que o benefício da vacina supera em muito os riscos e a vacina pode ser usada”. Com a aprovação da Covaxin, a lista de imunizantes aprovados pela entidade de saúde chega a sete e inclui compostos da Pfizer; Moderna; Oxford/AstraZeneca; Johnson & Johnson; a CoronaVac, da Sinovac Biotech, e a Sinopharm.

A OMS informou ainda que a eficácia da vacina é de 78% após 14 dias ou mais da segunda aplicação, sendo considerada uma alternativa imunológica “extremamente adequada para países de baixa e média renda devido aos requisitos de fácil armazenamento”. No Brasil, a Covaxin chegou a ser negociada pelo governo federal para aquisição de 20 milhões de doses. No entanto, após suspeitas de irregularidades e superfaturamento, abordados pela CPI da Covid-19, as tratativas foram suspensas.





Por: Jovem Pan

Outras notícias

Comentários