anuncie aqui 596-81
Notícias recentes
Tio que estuprou e matou sobrinha é indiciado por homicídio, ocultação de cadáver e estupro

Tio que estuprou e matou sobrinha é indiciado por homicídio, ocultação de cadáver e estupro

access_time28/09/2023 15:29

O delegado Getúlio Daniel indiciou José Marcos da Silva Lima, 29 anos, pelos crimes de homicídio qua

Modelo mato-grossense vence Miss Plus Size Brasil no Rio de Janeiro

Modelo mato-grossense vence Miss Plus Size Brasil no Rio de Janeiro

access_time21/11/2023 14:04

Eliana Paula, de 42 anos, natural de Cuiabá, venceu o Miss Plus Size Brasil, no Rio de Janeiro, no ú

Líbia recupera mil corpos em cidade inundada após tempestades; 10 mil estão desaparecidos

Líbia recupera mil corpos em cidade inundada após tempestades; 10 mil estão desaparecidos

access_time12/09/2023 09:18

Mil corpos foram recuperados na cidade de Derna, no leste da Líbia, após uma tempestade atingir o pa

Polícia: grupo ostentava nas redes e gastava R$ 15 mil em noitada
O delegado Pablo Carneiro, ao centro da mesa, responsável pela investigação da Operação Gênesis
Foto por: Angélica Callejas/MidiaNews

Polícia: grupo ostentava nas redes e gastava R$ 15 mil em noitada

Bandidos foram presos em Cuiabá e aplicaram mais de R$ 1 milhão em golpes em todo o País

access_time07/03/2023 12:15

O delegado Pablo Carneiro, responsável pela investigação que desarticulou uma quadrilha mato-grossense que cometia crimes virtuais em todo país, afirmou que os criminosos ostentavam uma vida de luxo nas redes sociais.

Segundo ele, as investigações mostraram que um único dia um dos membros da quadrilha gastou R$ 15 mil em uma noite num boliche de Cuiabá.

“Eles costumam ostentar muito nas redes sociais, então, a gente tem vários vídeos deles gastando. Um dos alvos que foi preso relata que em apenas uma noite gastou R$ 15 mil em um boliche da cidade. Eles costumam manter essa vida de ostentação”, disse o delegado.

A segunda fase da Operação Gênesis foi deflagrada na manhã desta terça-feira (7) pela Polícia Civil. Até o momento foram cumpridos na Grande Cuiabá e Cáceres 36 dos 54 mandados de prisão preventiva expedidos.

Conforme a investigação, o grupo criminoso atuava há pelo menos dois anos e fez vítimas em 13 estados do País. Eles chegaram a subtrair mais de R$ 1 milhão das vítimas. Após isso, ainda realizaram a lavagem do dinheiro para esconder a origem ilícita.

“A gente sabe que esse valor é muito maior. R$ 1 milhão foi só o que a gente conseguiu definir das vítimas e, em cima desse valor definido, solicitamos o bloqueio nas contas de todos esses suspeitos”, explicou Carneiro.

Modus operandi
De acordo com o delegado, a quadrilha cometia os crimes virtuais considerados mais “simples”, como o golpe do perfil falso em aplicativos de venda, no qual os criminosos se passam por um parente e contatam a vítima pedindo dinheiro.

O outro modus operandi é o golpe do falso intermediador de vendas, no qual eles ofertam um produto em uma plataforma digital, e após a vítima realizar o pagamento, eles desaparecem.

“A gente percebe que esse grupo pratica os mais simples e com maiores incidências. Eles saem disparando várias ligações por dia, são centenas de ligações, e ficam na tentativa e erro. Os golpes identificados variam de 3 mil a 300 mil reais”, completou.





Por: ANGÉLICA CALLEJAS DA REDAÇÃO DO MIDIA NEWS

Outras notícias

Comentários