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A terceirizada não estaria mantendo o estoque de remédios, além de ter apresentado diversas irregularidades quanto aos protocolos de internações

access_time19/04/2021 09:47

Pelo menos cinco vagas de Unidade de Terapia Intensiva (UTIs) exclusivas para pacientes covid-19 no Hospital Regional de Peixoto de Azevedo estão bloqueadas para uso por falta de medicamentos. As UTIs são administradas pela Cure Tratamentos em Saúde Ltda, contratada para prestar os serviços através do Consórcio Intermunicipal de Saúde Vale do Peixoto. A terceirizada não estaria mantendo o estoque de remédios, além de ter apresentado diversas irregularidades quanto aos protocolos de internações.

A notificação recomendatória com pedido de urgência para suspensão do uso das UTIs é do promotor de Justiça Marcelo Monovanni Beato, com base em vistorias realizadas pelo Escritório Regional de Saúde. Ele instaurou um inquérito civil após identificar a ineficiência da gestão da Cure Tratamentos em Saúde em relação aos equipamentos necessários na unidade, fornecimento de medicamentos e ausência de controle e cuidado quanto ao uso de equipamentos de proteção individual dos profissionais que trabalham no local.

O promotor de Justiça notificou o prefeito de Terra Nova do Norte Pascoal Alberton, presidente do Consórcio Intermunicipal de Saúde Vale do Peixoto, que administra o Hospital para que suspenda os pagamentos a empresa e instaure processos administrativos. Ele ainda recomenda que seja feita a imediata suspensão do uso dos dez leitos de UTI no hospital, não permitindo que novos pacientes sejam regulados para a unidade, além do remanejamento dos pacientes a outros leitos devidamente habilitados.

Segundo o promotor os problemas nas UTIs começaram há pouco tempo. “Recentes. Não havia UTI aqui antes, foram instaladas há, no máximo, 8 meses, e não vinham tendo muita demanda. Mas em razão do aumento dos últimos 2 meses, os problemas se acentuaram e a empresa não demonstra capacidade para resolver”.

Vistorias
Na primeira quinzena deste mês, entre os dias 1 e 13 de abril, foram realizadas diversas vistorias na UTI do hospital, conforme relatório técnico do Escritório Regional de Saúde. A unidade hospitalar é administrada pelo Consórcio Intermunicipal de Saúde Vale do Peixoto e os recursos que garantem o funcionamento são repassados pela Secretaria de Estado de Saúde, por meio do programa de cofinanciamento estadual de custeio mensal de leitos de UTI exclusivos covid-19.

Nas primeiras vistorias, entre 1 e 5 de abril, as equipes técnicas do Estado confirmaram a superlotação das UTIs, sendo que no local são 10 leitos disponíveis, mas haviam 15 pacientes covid intubados. “Informado que estão com dificuldade para aquisição de medicamento para sedação dos pacientes, antibióticos entre outros, porém não nos foi apresentado relação de medicamento disponível, mesmo sendo solicitado por algumas vezes, nem protocolo de uso racional de medicamentos ou padronização dos mesmos”. 

Segundo o relatório, por diversas vezes a empresa solicita medicações emprestadas de outros municípios e também não estavam sendo realizados exames de rotina para pacientes em UTI, como raio-x. Além de ser identificada a presença de profissionais sem uso da paramentação adequada. “Desta forma fica inviável manter os leitos disponíveis para regulação sem a garantia do tratamento e cuidado adequado ao paciente”, relataram as equipes técnicas. 

No dia 7 de abril o Ministério Público realizou uma reunião com a empresa e representantes do Consórcio do Escritório Regional, onde ficou definido que a Cure Tratamentos em Saúde solucionaria os problemas. “Acontece que, vencido o referido prazo, em vez de caminhar a resolução, ocorreu um significativo agravamento do quadro, com o risco concreto à vida dos pacientes internados em razão da falta de medicamentos e insumos. Beira-se, em essência, um colapso pela manifesta falta de gestão e planejamento da contratada no que toca aos seus estoques”, destacou o promotor.

Lista de espera por UTI
Conforme dados da Secretaria de Estado de Saúde, divulgados no sábado (17.04), pelo menos 52 pessoas com covid-19 esperam por uma vaga na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em Mato Grosso. A taxa de ocupação é de 96,61%. Já a UTI pediatrica é de 60%. O documento aponta ainda que foram registradas 34 mortes por covid em 24 horas, e o total de mortes chega a 9.031 desde o início da pandemia.

UTIs são bloqueadas por falta de medicamentos e irregularidades na prestação de serviçosUTIs são bloqueadas por falta de medicamentos e irregularidades na prestação de serviçosUTIs são bloqueadas por falta de medicamentos e irregularidades na prestação de serviços





Por: JULIA MUNHOZ DO CAPITAL NOTICIA

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