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   É o primeiro resultado deste tipo a ser divulgado contra essa variante, mas especialista ressalta que a quantidade de casos estudados foi pequena. Empresas disseram nesta quinta (1º) que dados apontam que a vacina manteve eficácia mesmo depois de 6 meses da aplicação.

As empresas Pfizer e BioNTech anunciaram, nesta quinta-feira (1º), que a vacina que desenvolveram contra a Covid-19 conseguiu evitar todos os casos sintomáticos da doença causados pela variante sul-africana do coronavírus, a B.1.351. É o primeiro resultado deste tipo a ser divulgado contra essa variante.

Os dados, que ainda não foram publicados em revista científica, são parte dos resultados de eficácia da vacina após 6 meses de aplicação, anunciados nesta quinta pelas empresas. As constatações apontaram que a vacina manteve a eficácia.

A vacina foi aplicada em 46.307 voluntários nos Estados Unidos e na África do Sul nos testes de fase 3. Mais de 12 mil deles foram acompanhados nesse período após a segunda dose.

Do total de voluntários, 800 eram da África do Sul. Nessa parte dos testes, foram vistos 9 casos de Covid-19, todos no grupo placebo. Daí foi calculada a eficácia de 100% contra a variante B.1.351, que é prevalente no país, indicaram os cientistas.

Na avaliação da microbiologista Natália Pasternak, os números usados pelos cientistas para determinar a eficácia de 100% são baixos.

"Os números são pequenos para uma análise de eficácia, mas pensando que são confirmatórios de análises anteriores robustas, é um ótimo sinal de que a [vacina da] Pfizer funciona bem para a variante sul-africana", afirma Pasternak, que é presidente do Instituto Questão de Ciência.

"E lembrando que os estudos anteriores de imunogenicidade [criação de anticorpos] indicavam perda de neutralização, mas que anticorpos neutralizantes não são a única resposta imune", pontua.

Veja outros pontos do anúncio:

Foram registrados 927 casos de Covid-19 com sintomas (sintomáticos) nos dois países. Desses, 850 estavam no grupo placebo (que não recebeu a vacina) e os outros 77, no grupo que recebeu a vacina. Com esses dados, os cientistas calcularam uma eficácia de 91,3%. O percentual é ligeiramente menor do que o que havia sido visto nos estudos preliminares de eficácia da vacina, publicados em dezembro em revista científica, mas ainda é considerado alto.

Dos 927 casos da doença, 697 foram observados nos Estados Unidos. Desses 697, 647 ocorreram no grupo placebo; os outros 50 foram no grupo da vacina. Com esses dados, a eficácia calculada foi de 92,6%.

Segundo os critérios do Centro de Controle de Doenças dos Estados Unidos (CDC, na sigla em inglês), ninguém que recebeu a vacina teve um caso grave de Covid-19. Todos os 32 casos considerados graves da doença nos EUA foram no grupo placebo. Na análise do CDC, a vacina teve 100% de eficácia contra casos graves.

Por outro lado, uma análise da Food and Drug Administration (FDA, na sigla em inglês), espécie de Anvisa americana, considerou que houve 22 casos graves de Covid nos EUA. Desses, 21 foram no grupo placebo e 1, no da vacina. Sob o critério da FDA, portanto, a vacina teve 95,3% de eficácia contra casos graves.

A eficácia foi, de forma geral, consistente entre os dados demográficos de idade, sexo, cor da pele e etnia e entre os participantes que tinham comorbidades.

Os pesquisadores analisaram as amostras em que o coronavírus foi detectado. Dos 9 casos de Covid na África do Sul, 6 foram causados pela B.1351.

Nenhuma preocupação séria de segurança foi observada nos participantes do ensaio.





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