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Alguns venezuelanos ficaram preocupados nesta quinta-feira por não saberem como pagarão o transporte público e a gasolina agora que o presidente Nicolás Maduro anunciou planos para cortar cinco zeros da moeda nacional, o bolívar, ao invés dos três planejados originalmente.

A chamada redenominação cambial mais agressiva é uma reação à hiperinflação da Venezuela, que segundo o Fundo Monetário Internacional (FMI) chegará a 1 milhão por cento neste ano, destruindo salários e lançando a economia já combalida do país-membro da Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) em uma espiral descendente ainda mais acentuada.

Com o anúncio feito por Maduro no final da noite de quarta-feira, as pessoas estão tentando entender se haverá dinheiro miúdo suficiente para pagar o transporte público e a gasolina - que é tão subsidiada que encher um tanque custa menos do que o equivalente a 0,01 dólar pela taxa cambial do mercado negro.

"Como pagarei o transporte? Eles me cobram 60 mil bolívares. Cinco zeros a menos, isso seria em centavos", indagou Griselda Osorio, de 55 anos, enquanto fazia compras em um mercado de Maracaibo, cidade do oeste próxima da Colômbia.

Tampouco está claro se os bancos conseguirão ajustar seus sistemas e caixas automáticos até o prazo anunciado de 20 de agosto, nem quando as novas notas chegarão à Venezuela.

O plano de Maduro sublinha a regressão de uma nação antes rica que viu sua moeda perder 99 por cento do valor só no último ano devido à crise econômica.





Por: Terra

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