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O diretor da Empreendi, Roberto Martins, disse que foram executados 55% das obras do Shopping Sinop,

Equipe de judô de Peixoto conquista 18 medalhas em campeonato em Itaúba

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A equipe de judô do município de Peixoto de Azevedo participou de campeonato que aconteceu na cidade

Hemocentros se unem em campanha no Dia Nacional do Doador de Sangue

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No Dia Nacional do Doador de Sangue, comemorado nesta quarta-feira (25), hemocentros do Distrito Fed

ARTIGOS

Cordões de girassol são usados para identificar autistas que precisam de auxílio em MT

access_time18/06/2021 15:53

A Associação de Amigos do Autista de Mato Grosso (AMA) adquiriram os cordões de identificação internacional para serem usados por pais de autistas, caso necessitem de auxílio em algum local. Um deles, o de girassol, já é reconhecido internacionalmente e aceito em portos e aeroportos. O outro é com o desenho de um quebra-cabeça, símbolo do autismo. O cordão de girassol foi criado em 2016 na Europa. A intenção é de que ao identificar uma pessoa com o cordão de Girassol ou de quebra-cabeça, as equipes de atendimento de supermercados, lojas, consultórios, entre outros, priorizem a assistência a esse cliente e seus acompanhantes. Isso permite evitar ou amenizar situações de alto estresse em filas e atrasos, tornando a experiência destas pessoas, principalmente quando crianças, mais tranquilas. "Autismo é uma deficiência que não tem cara. Você não consegue identificar a pessoa, como faria com um cadeirante ou um deficiente visual. Esse cordão ajuda as famílias a ter dignidade ao precisar utilizar um serviço de atendimento prioritário, ou quando a criança tem uma crise em um espaço público", explica Helena Glaziela Barbiero Amaral, presidente da AMA. Ela complementa explicando que a identificação deve ser feita pelas carteiras do autista ou da associação, mas o cordão torna mais prático o reconhecimento de quem precisa deste cuidado. A Associação compra os cordões de uma fábrica de São Paulo e vende para os familiares de autistas, ou faz doações no caso de famílias carentes. Para isso, os familiares devem entrar em contato pelas redes sociais da Ama.

Como funciona a tradução médica?

access_time09/03/2021 18:47

Traduzir terminologias médicas pode ser complicado e requer uma combinação especial de fluência no idioma, conhecimento médico e uma certa experiência em tradução. Você está procurando por uma agência de tradução para ajudá-lo a lidar com traduções difíceis de terminologias médicas específicas ou em qualquer tipo de tradução médica em geral? Aqui estão algumas coisas que você deve fazer e ficar de olho antes de fechar negócio com uma empresa. Quando você precisa traduzir nomenclaturas médicas para montar um site, ou para testes médicos, licenças governamentais, comerciais, rótulos farmacêuticos, manuais de dispositivos médicos entre uma infinidade de coisas. Geralmente, é mais fácil procurar por empresas de tradução médica já famosas no mercado.  Isso porque nesses casos mais complexos, vale a pena trabalhar com tradutores profissionais experientes e agências de tradução, ainda mais se tratando de  alguns serviços importantes. Em primeiro lugar, especialistas em tradução qualificados podem trabalhar a fundo em um projeto. Eles costumam trazer em seu currículo anos de treinamento e fornecem traduções de alta qualidade sem erros. Os tradutores não especializados na área, ou que não estão tão familiarizados com a área médica podem se atrapalhar com os dados de tradução e confundir as terminologias médicas. Não importa o quão bem intencionados eles estejam. Isso pode acontecer simplesmente por falta de familiaridade com o assunto. O que pode lhe custar muito dinheiro, seja para você ou para sua empresa. Uma agência de tradução profissional o ajudará a evitar esses problemas. Em segundo lugar, além de serem tradutores sólidos na área, as pessoas que trabalham no campo da tradução médica, também precisam ter um conhecimento profundo sobre o setor de saúde e as tecnologias médicas. Um detalhe para você tomar é que você deve estar intimamente familiarizado com as diferentes burocracias que surgem inevitavelmente quando entram em um mercado estrangeiro. Quando você deseja comercializar seus produtos de saúde no exterior, você precisa lidar com órgãos reguladores estrangeiros. E também tem que lidar com vários parceiros locais e internacionais e clientes em potencial. Consequentemente, a empresa de tradução também precisa saber dessas informações.  Então procure por referências sobre a empresa de tradução que você está querendo fechar negócio e pesquise também por trabalhos realizados anteriormente para outras empresas ou pessoas.  Um exemplo de agência confiável, com anos de experiência no ramo de tradução é a Protranslate. Uma das maneiras mais diretas de garantir que você está trabalhando com um serviço de tradução que sabe realmente como traduzir terminologias médicas de alto nível, é pedir por essas referências de antigos serviços realizados,  conversar com clientes anteriores e examinar o histórico da empresa de tradução.  Isso é particularmente verdade absoluta para o mundo da tradução, onde geralmente as empresas já mostram seus trabalhos antigos antes mesmo de serem solicitados. Certifique-se sempre de que os responsáveis pela tradução dos seus documentos médicos conheçam o uso das palavras da área tanto no idioma de origem quanto no idioma de destino. Especialmente  palavras que são usadas de maneiras diferentes na comunidade médica. Essas palavras podem ter expressões ou conotações variadas quando usadas de maneiras específicas. Assim você garantirá uma tradução de qualidade, com preço justo, e não correrá riscos de ter algum dano físico ou acabar jogando dinheiro fora.

Mulheres têm conquistas, mas caminho ainda é longo para igualdade

access_time08/03/2021 07:25

Ser mulher é enfrentar um desafio diferente todos os dias. É superar barreiras, muitas vezes, invisíveis. Apesar de serem a maioria da população brasileira (51,8%, segundo o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística - IBGE), elas ainda enfrentam cenários desiguais, seja na divisão das tarefas domésticas ou nos ganhos no mercado de trabalho. Muitas vezes, elas assumem tripla jornada. Saem para trabalhar, cuidam da casa, dos filhos. Em vários lares, elas são arrimo e sustentam sozinhas suas famílias. Segundo dados do Instituto de Pesquisa Econômica e Aplicada (Ipea), em 2018, 45% dos domicílios brasileiros eram comandados por mulheres. Mas, apesar de liderarem casas e assumirem as contas, as mulheres ainda têm de lidar com a discriminação. Estudo do Programa das Nações Unidas para o Desenvolvimento (Pnud) mostra que 90% da população mundial ainda tem algum tipo de preconceito na questão da igualdade de gênero em áreas como política, economia, educação e violência doméstica. Segundo o estudo, que analisou dados de 75 países, cerca de metade da população considera que os homens são melhores líderes políticos do que as mulheres, e mais de 40% acham que os homens são melhores diretores de empresas. Além disso, 28% dos consultados consideram justificado que um homem bata na sua esposa. Apesar da longa jornada enfrentada por elas ao longo da história, os números mostram que ainda há muito a caminhar. Marco histórico Considerado marco histórico na luta das mulheres por mais oportunidades e reconhecimento, o 8 de março foi instituído como Dia Internacional da Mulher, pela Organização das Nações Unidas (ONU), em 1975. Muitos historiadores relacionam a data a um incêndio ocorrido, em 1911, em Nova York, no qual 125 mulheres morreram em uma fábrica têxtil. A partir daí, protestos sobre as más condições enfrentadas pelas mulheres trabalhadoras começaram a ganhar espaço. Mais de um século depois, as mulheres seguem na luta por igualdade de direitos. Para a juíza Martha Halfeld, primeira mulher a ocupar a presidência do Tribunal de Apelações da Organização das Nações Unidas, não há mais espaço para a ideia de “concessão masculina”. Tudo o que as mulheres conseguiram, ao longo da história, foi com base em muito trabalho, dedicação e suor. Na visão da juíza, o 8 de março deve ir muito além de flores ou presentes. "Oferecer a rosa, pode ser visto como: eu te concedo uma assistência. Eu, homem, te concedo aquilo. Hoje, não existe mais espaço para eu concedo. Não, nós conquistamos. E nós conquistamos com muito trabalho um espaço de perfeita igualdade em termos intelectuais, pelo menos. Temos tanta capacidade intelectual quanto qualquer homem”, afirma Halfeld que permanece na presidência da Corte até janeiro de 2022 e segue na ONU até 2023. Livro como arma Para conquistar um espaço na academia e na literatura, a mineira Conceição Evaristo sabe o quanto teve de lutar. Sua primeira arma foi o livro, que a acompanhou desde a infância pobre vivida em Belo Horizonte. "Eu não tinha muita coisa em termos materiais. Brinquedo era uma coisa rara, passear era uma coisa muito rara, viajar muito menos. Então, o livro vem preenchendo um vazio. A escola onde estudei os meus primeiros anos primários tinha uma biblioteca muito boa. Desde menina, eu sempre gostei de leitura.”, conta. Segunda de nove irmãos, a escritora foi criada pela mãe e por uma tia. Conceição, que trabalhou como empregada doméstica e lavadeira, foi a primeira da família a conseguir um diploma universitário. Depois da graduação, veio o mestrado, o doutorado e as aulas em universidades públicas. Em paralelo aos estudos, ela se dedicava a outra paixão: a escrita. Seus  contos e poemas foram publicados na Série Caderno Negros, na década de 1990, e seu primeiro livro, o romance Ponciá Vicêncio, foi publicado em 2003. Em 2019, foi a homenageada do Prêmio Jabuti, um dos mais importantes da literatura brasileira. "Foi preciso um prêmio me legitimar. Enquanto eu não ganhei o Jabuti, as pessoas não acreditaram que estavam diante de uma escritora negra”, afirma. Reconhecida como uma das escritoras brasileiras mais importantes da atualidade, Conceição conta que as barreiras que teve de enfrentar por toda sua vida foram o combustível para suas obras. "A minha escrita é profundamente contaminada pela minha condição de mulher negra. Quando eu me ponho a criar uma ficção, eu não me desvencilho daquilo que eu sou. As minhas experiências pessoais, as minhas subjetividades, o lugar social que eu pertenço, isso vai vazar na minha escrita de alguma forma.” Para ela, o 8 de março é uma data para ser celebrada, mas também um momento de reflexão e de vigília constante. "Todas as mulheres precisam ficar alertas àquilo que é do nosso direito, àquilo que nós temos de reivindicar sempre porque nada, nada nos é oferecido, tudo é uma conquista”, conclui.

Universidades federais têm até dezembro para adotar diploma digital

access_time01/03/2021 10:13

As 69 universidades federais e as 41 instituições da rede federal de educação profissional e tecnológica do país terão até 31 de dezembro de 2021 para passar a emitir diplomas digitais. O prazo consta da Portaria n° 117/2021 do Ministério da Educação (MEC), publicada nesta segunda-feira (1) no Diário Oficial da União. A versão digital do diploma universitário foi anunciada em 2019 e regulamentada em dezembro passado. A expectativa do MEC é de que o documento reduza a burocracia no processo de geração e emissão de diplomas e ajude a impedir fraudes e falsificações. O tempo de emissão do documento também será menor, deve passar de 90 para 15 dias. O certificado digital deve beneficiar 8 milhões de estudantes. No Brasil as primeiras instituições a adotar esse formato foram a Universidade Federal da Paraíba e a Universidade Federal do Rio Grande do Norte.

Conheça os programas que utilizam as notas do Enem

access_time21/01/2021 08:59

O Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) poderá ser usado para acessar o ensino superior por meio de programas federais como o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) e o Programa Universidade para Todos (ProUni). As notas, tanto da versão impressa quanto da versão digital do Enem 2020, serão divulgadas no dia 29 de março.  O Sisu seleciona estudantes para vagas em instituições públicas de ensino superior. Para concorrer, os candidatos não podem ter tirado zero na prova de redação. O Sisu geralmente tem duas edições no ano. A primeira delas ocorre em janeiro. Neste ano, por causa da pandemia do novo coronavírus, o programa será adiado. Ainda não foi divulgada a data de realização do processo seletivo. As próprias universidades públicas também estão cumprindo calendários diversos. Muitas instituições suspenderam as aulas para evitar a propagação do vírus, o que levou ao adiamento da conclusão dos semestres de 2020. De acordo com o painel de monitoramento do Ministério da Educação, pelo menos em nove instituições federais, o ano letivo de 2020 se estende para 2021.  Já o ProUni seleciona estudantes para bolsas de estudos em instituições privadas de ensino superior. As bolsas podem ser integrais, de 100% da mensalidade, ou parciais, de 50%. Para concorrer às bolsas integrais, o estudante deve comprovar renda familiar bruta mensal, por pessoa, de até 1,5 salário mínimo. Para as bolsas parciais, a renda familiar bruta mensal deve ser de até três salários mínimos por pessoa. É preciso também não ter zerado a redação do Enem e ter obtido, no mínimo, 450 pontos na média das notas das provas.  A primeira edição do ProUni deste ano, para que não ocorresse atraso na seleção, usou as notas do Enem 2019. Ainda não foram divulgadas as informações da próxima edição.  A nota pode também ser usada para obter financiamento pelo Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), que oferece financiamento a condições mais atrativas que as disponíveis no mercado. Além dos processos seletivos conduzidos pelo governo federal, as instituições de ensino públicas e privadas têm liberdade para usar as notas em processos seletivos próprios. Os candidatos podem checar nas instituições onde têm interesse em estudar quais são os critérios adotados.  Instituições de ensino estrangeiras também utilizam as notas do Enem em processos seletivos. Atualmente, o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) tem convênio com 51 instituições de ensino em Portugal. Cada instituição define as regras e os pesos para uso das notas. A lista das instituições está disponível no portal do Inep.  Por causa do adiamento do exame, que estava inicialmente marcado para outubro e novembro de 2020, algumas instituições de ensino optaram por realizar apenas processos seletivos próprios para que os calendários do ano letivo não fossem impactados. Esse é o caso, por exemplo, da Universidade Federal de Mato Grosso do Sul e da Universidade Estadual de Campinas (Unicamp), que anunciaram que não utilizarão o exame devido à incompatibilidade das datas. No caso da Unicamp, a instituição iniciará o semestre em 15 de março, antes da divulgação dos resultados, no dia 29.  Enem 2020  O Enem começou a ser aplicado no último domingo (17) e segue no próximo dia 24. No primeiro dia de aplicação, o exame teve uma abstenção recorde de 51,5%. Do total de 5.523.029 inscritos para a versão impressa do Enem, 2.842.332 faltaram às provas. Nesta edição, o Enem terá uma versão impressa e uma digital, realizada de forma piloto para 96 mil candidatos, nos dias 31 de janeiro e 7 de fevereiro. As medidas de segurança adotadas em relação à pandemia do novo coronavírus serão as mesmas tanto no Enem impresso quanto no digital. Haverá, por exemplo, um número reduzido de estudantes por sala, para garantir o distanciamento entre os participantes. Durante todo o tempo de realização da prova, os candidatos estarão obrigados a usar máscaras de proteção da forma correta, tapando o nariz e a boca, sob pena de serem eliminados do exame. Além disso, o álcool em gel estará disponível em todos os locais de aplicação. Os candidatos que tiverem sintomas de covid-19 e de outras doenças infectocontagiosas não devem comparecer aos locais de prova. Devem comunicar o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) pela Página do Participante. Esses candidatos terão direito à reaplicação, nos dias 23 e 24 de fevereiro.  

Papa: homossexuais devem ser protegidos por leis de união civil

access_time22/10/2020 10:23

O papa Francisco afirmou, em um filme lançado nessa quarta-feira (21), que os homossexuais devem ser protegidos pelas leis de união civil, em uma das linguagens mais claras já usadas pelo pontífice sobre os direitos dos gays. "Os homossexuais têm o direito de ter uma família. Eles são filhos de Deus e têm direito a uma família. Ninguém deveria ser descartado ou se sentir infeliz por isso", diz o papa no documentário Francesco, do diretor indicado ao Oscar Evgeny Afineevsky. “O que temos que criar é uma lei da união civil. Dessa forma, eles são legalmente cobertos. Eu defendi isso”, acrescentou. O papa pareceu estar se referindo à época em que era arcebispo de Buenos Aires e se opunha à legislação para aprovar casamentos de pessoas do mesmo sexo, mas apoiava algum tipo de proteção legal para os direitos dos casais homossexuais. O biógrafo papal Austen Ivereigh disse à Reuters que os comentários do papa no filme foram as palavras mais claras que o pontífice usou sobre o assunto desde sua eleição em 2013. Francisco, que no início de seu papado disse a famosa frase "Quem sou eu para julgar?" quando questionado sobre homossexuais que tentavam viver uma vida cristã, falou em uma parte do filme sobre Andrea Rubera, um gay que adotou três filhos com seu parceiro. Rubera contou no filme que foi a uma missa matinal, que o papa celebrou no Vaticano, e lhe entregou uma carta explicando sua situação. Ele disse ao papa que ele e seu parceiro queriam criar os filhos como católicos em sua paróquia local, mas não queriam causar nenhum trauma para eles. Não ficou claro em que país eles vivem. Rubera informou que o papa telefonou para ele vários dias depois, dizendo que tinha achado a carta "linda" e pedindo ao casal que apresentasse seus filhos à paróquia, mas que estivesse pronto para a oposição. “Sua mensagem e seus conselhos foram muito úteis porque fizemos exatamente o que ele nos disse. É o terceiro ano que as crianças estão no caminho espiritual na paróquia”, afirma Rubera no filme. "Ele não mencionou qual era sua opinião sobre minha família, então acho que ele está seguindo a doutrina nesse ponto, mas a atitude em relação às pessoas mudou muito", acrescentou. A Igreja Católica ensina que as tendências homossexuais não são pecaminosas, mas os atos homossexuais são, e afirma que os homossexuais devem ser tratados com dignidade.

Contran suspende prazos para processos de habilitação; entenda

access_time20/10/2020 09:54

Apesar do Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT) já ter retomado a aplicação das provas práticas para a obtenção da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e mudança de categoria, os candidatos não precisam ter pressa em realizar o exame. Isso porque a portaria n° 195 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran) suspendeu, por tempo indeterminado, o prazo para os processos de habilitação. O prazo indeterminado vale tanto para os processos que já estão ativos no Detran-MT desde o dia 20 de março deste ano como também para os processos de habilitação que ainda serão abertos. Com isso, o candidato não precisa ficar preocupado em perder o processo que já está em andamento. Entretanto, o diretor de Habilitação do Detran-MT, Alessandro de Andrade, ressalta que os processos para habilitação anteriores ao dia 20 de março de 2020 precisam ser reativados junto ao Detran ou órgãos de trânsito, pois estes sim estão com o prazo vencido.   Retorno das provas No último dia 15 de outubro o Detran-MT retomou a aplicação das provas práticas de direção em Cuiabá, Várzea Grande, Sinop, Barra do Garças e Rondonópolis. Serão atendidos cerca de 400 candidatos até o final deste mês nos respectivos municípios com aplicação de exames para categoria A (moto), B (carro) e mudança de categoria. Em Cuiabá, as provas serão realizadas nas segundas, quartas e sextas-feiras. Várzea Grande, as provas serão todas as terças e quintas-feiras na pista de teste na sede do Detran-MT, em Cuiabá. A banca volante do Detran-MT estará em visita, esta semana, aos municípios que estabeleceram a capacitação de servidores examinadores para acompanhar a aplicação da prova prática de direção. Os demais municípios serão atendidos a partir do mês de novembro, após a conclusão da implementação das bancas fixas no interior.   Prevenção à Covid-19 Para realização dos exames práticos com maior segurança, o Detran-MT publicou no dia 13 de outubro uma portaria que normatiza, em caráter temporário, a aplicação dos exames práticos de habilitação de condutores durante a pandemia do novo coronavírus.    Entre as medidas gerais estão: uso obrigatório de máscaras por todos os profissionais credenciados, candidatos/condutores e examinadores; disponibilização, por parte dos Centro de Formação de Condutores, de álcool em gel com concentração mínima de 70%, ou produto similar específico para assepsia do candidato e do instrutor. Também está proibida a presença de acompanhantes ou terceiros no local de prova, inclusive de candidatos não agendados. Ao finalizar o exame, o candidato deverá deixar o local de prova imediatamente. O diretor de Habilitação do Detran-MT, Alessandro de Andrade, explica que a retomada das provas práticas será feita de forma cuidadosa e gradual.  “Ainda estamos em época de pandemia, por isso, a realização dos exames deverá respeitar as normativas de segurança estabelecida em portaria pelo Detran tanto pelos candidatos quanto pelas autoescolas e examinadores”, falou. As provas práticas de direção estavam suspensas desde março deste ano, quando houve o agravamento do contágio do novo coronavírus em Mato Grosso. A época, o Detran-MT acatou todos os decretos do Governo do Estado, bem como as determinações do Ministério da Saúde na prevenção a proliferação do vírus, suspendendo, temporariamente, os testes práticos para a obtenção da primeira habilitação no Estado. A intenção é que até março de 2021 o Detran atenda toda a demanda represada de exames práticos em todo Estado.

Caso Gugu: novo documento põe fogo na disputa pela herança milionária do apresentador

access_time28/09/2020 08:41

O sonho de uma vida nos Estados Unidos. Um lugar longe dos holofotes para os três filhos adolescentes estudarem, sem preocupações. Esse era o plano de Gugu Liberato até a sua morte, em novembro de 2019, num acidente dentro de casa, em Orlando, na Flórida. Os filhos de Gugu se mudaram com a mãe, Rose Miriam, para lá em julho de 2015. Em 2016 Rose Miriam entrou com pedido de Green Card - o visto de residência permanente - para ela e os filhos. Existem várias maneiras de se obter o Green Card. Uma delas é investir uma quantia nos Estados Unidos. Pelas regras de 2016, essa quantia era de US$ 500 mil. Uma das exigências do governo americano é comprovar a procedência do dinheiro. Gugu fez uma doação nesse valor para Rose, tudo documentado. E é aí que começa o novo capítulo dessa história. No processo para o pedido de Green Card está uma declaração de Gugu às autoridades de imigração americanas. O documento, em inglês, passou por uma tradução juramentada, registrada em cartório, a pedido da defesa de Rose. A declaração foi assinada por Augusto Liberato. E nela Gugu diz que tinha uma fortuna de mais de R$ 200 milhões. E a tradução segue dizendo: "tenho uma companheira de muitos anos, Rose Mirian Souza Di Matteo, que é mãe de nossos três filhos: João, Marina e Sofia". O texto diz também: “presenteei US$ 555 mil da minha conta para uso pessoal da minha companheira”. No fim ele diz: “declaro que o que acima exposto é verdadeiro e correto, tanto quanto é do meu conhecimento, sob pena de perjúrio”. Essa semana, a defesa de Rose Mirian, apresentou a tradução do documento à Justiça brasileira que analisa o processo de reconhecimento de união estável movido por Rose. O Fantástico acompanha a história desde o início. O que está em jogo é a fortuna deixada por Gugu. Depois da morte do apresentador, a família se reuniu para a leitura do testamento. Nele, Gugu dividiu sua fortuna assim: 75% para os três filhos e o restante para os cinco sobrinhos. Rose Miriam não é citada no testamento. Desde então, ela luta na Justiça para provar que tinha uma união estável com Gugu, o que daria direito a ela à metade do patrimônio que ele construiu enquanto estiveram juntos. 

A falta de confiança no presidente

access_time22/06/2020 10:59

A FALTA DE CONFIANÇA NO PRESIDENTE             O brasileiro não gosta de política e não confia em suas instituições. Isso é muito ruim para a democracia.             Existe hoje um mal-estar institucional. A elite política não goza da confiança dos cidadãos o que incentiva os cidadãos a buscarem lideranças messiânicas como uma válvula de escape. Nosso sistema não tem sido capaz de gerar uma adesão cívica, como chama a atenção o Professor Marco Aurélio Nogueira. Assim nasceu o mandato de Bolsonaro.             Confiança é uma palavra chave. É o sentimento de segurança, convicção ou expectativa que se tem de que um indivíduo, grupo ou instituição atue da maneira esperada, em uma dada situação. A confiança é uma espera baseada em probabilidade positiva de que a outra parte cumpra o que prometeu, ou o que é a sua finalidade.             Na vida econômica a existência de confiança é decisiva. Não houvesse confiança não haveria moeda, cujo valor depende somente da confiança nela depositada. A decisão entre reinvestir ou distribuir lucros depende também da confiança que se tenha no retorno ampliado dos investimentos. No caso de investimentos estrangeiros diretos (IDE), estes dependem da confiança que se tenha nos fatores políticos econômicos, geográficos e culturais de um país, especialmente na estabilidade das regras do jogo.             Mas é no campo da política onde é mais crítica a questão da confiança, já que é ela que cria e destroem os líderes. Nesse âmbito a situação do Brasil é crítica.             Recente pesquisa (XP investimentos, jan.2020), no início deste ano, apontou os níveis de confiança nas instituições. Entre as melhores classificadas ficaram Forças Armadas 63%; Igreja Católica 55%; Igrejas Evangélicas 40%. A confiança na Presidência da República foi de 37%, mas está caindo aceleradamente; Senado 15%; Câmara dos Deputados 11% e Partidos Políticos 6%. Percebe-se o desprestígio indiscutível das instituições políticas.             Nosso presidente não tem gozado da confiança necessária para governar. Pesquisa recente do mesma fonte, mostrou a queda na avaliação do Governo. São apenas 28% os que o consideram bom e ótimo, contra 42% que o consideram ruim ou péssimo – os piores números da série história. Ao mesmo tempo tem melhorado a imagem do Congresso e dos governadores. Estivéssemos em regime parlamentarista, um voto de desconfiança já teria derrubado o gabinete, sem crise, na maior normalidade.             Falta ao Governo, base congressual, resultado da sua desastrada tentativa de montar sustentação com as bancadas temáticas e não com os partidos políticos. Hoje, diante da possibilidade de impeachement, o Presidente tenta reverter a situação com a fidelização do Centrão, em troca de cargos, prática que esconjurava durante as eleições. Isso tem diminuído ainda mais a confiança da opinião pública.             Outro segmento com o qual esperava governar era o militar. Embora haja uma militarização do governo, existem indícios de que, institucionalmente, as Forças Armadas começam a temer que o desgaste do governo possa contaminar a sua liderança moral e o seu prestígio. Bolsonaro parece tê-las no varejo, mas não no atacado.              Sem confiança e sem adesão cívica não se consegue governar. Bolsonaro já se encontra em modo de impeachement. A espera de Color foi a chegada a 7% de popularidade; Dilma 8%. Com relação ao nosso atual presidente, deixado à sua própria sorte, com o roteiro diário de malfeitos, insensibilidades e imprudências, seu tempo logo se esgotará.             Como Yuval Harari explicitou em recente artigo na revista Times, hoje a humanidade enfrenta uma crise aguda, não apenas devido ao coronavírus, mas também devido à falta de confiança entre os seres humanos. Para derrotar uma epidemia, as pessoas precisam confiar em especialistas científicos, os cidadãos precisam confiar nas autoridades públicas e os países precisam confiar uns nos outros. No caso brasileiro, essa realidade global combinada com o estilo Bolsonaro de governar, cria uma situação insustentável.             Nessa situação, sem dúvida alguma, o Brasil não conseguirá sair de suas crises com a baixa confiança na liderança do atual presidente.

O caminhar do desmatamento na Amazônia no ano de 2020

access_time16/06/2020 09:51

A secretaria do Meio Ambiente do Estado de Mato Grosso, por meio de suas redes sociais, informou que para este ano de 2020, será antecipado o período proibitivo de queimadas, o qual começará no dia 01 de julho e se estenderá até 30 de setembro. Lembrando que no ano de 2019 o período começou no dia 15 de julho e se estendeu até o dia 15 de setembro daquele ano, desta forma, ficará proibido o uso de fogo em áreas rurais para limpeza e manejo durante esses meses, levando em consideração o risco de incêndios florestais de grandes proporções.  Dentro do Estado de Mato Grosso, os órgãos ambientais responsáveis pela fiscalização, são: ICmBio, IBAMA, SEMA, Policia Ambiental e os Bombeiros, e agora por meio de um decreto chamado, Decreto de Garantia da Lei e da Ordem, temporário do Governo federal, o Estado contará com o reforço das Forças armadas e a Polícia Federal que irão participar das Fiscalizações. O INPE -  INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS, divulgou no dia último 09 de junho de 2020, a taxa consolidada de desmatamento por corte raso de 2019 dos seguintes Estados: Mato Grosso com 16,80%, Pará com 41,19%, Amazonas com 14,16 % e Rondônia com 12,41 %, que corresponde a 84,56% de todo desmatamento na Amazônia Legal Brasileira. Me preocupa o que tenho visto nos noticiários nos últimos dias, uma vez que as queimadas no biôma amazônico em geral, vem tomando uma proporção tamanha, passando longe de respeitar a certa taxa de desmatamento existente. Meus caros, vocês já pararam para analisar que essas notícias, elas acabam recaindo e afetando a imagem do produtor rural brasileiro, da agricultura brasileira? Quando na verdade, quem está fazendo o desmatamento são os chamados grupos, conhecidos como a “TURMA DO DESMATAMENTO”, os quais não chegam nem perto da agricultura moderna e tecnológica que o Brasil faz e vem sendo usada para alimentar os brasileiros e o mundo. A imagem que se faz lá fora (exterior), se constrói a partir dessas informações do desmatamento da Amazônia, e é utilizada obviamente na disputa comercial que existem entre os agricultores estrangeiros e brasileiros, e nessa linha de raciocínio podemos enxergar que o problema ambiental por si só já preocupa, se tornando angustiante, porque ele pode possa vir afetar os negócios comerciais da agricultura brasileira. Posto isto, é de se esperar que, quando superando o pesadelo da pandemia, o Brasil entrará em um novo pesadelo que será superar o desmatamento da Amazônia Legal causado pelo ano de 2020.