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ARTIGOS

A falta de confiança no presidente

access_time22/06/2020 10:59

A FALTA DE CONFIANÇA NO PRESIDENTE             O brasileiro não gosta de política e não confia em suas instituições. Isso é muito ruim para a democracia.             Existe hoje um mal-estar institucional. A elite política não goza da confiança dos cidadãos o que incentiva os cidadãos a buscarem lideranças messiânicas como uma válvula de escape. Nosso sistema não tem sido capaz de gerar uma adesão cívica, como chama a atenção o Professor Marco Aurélio Nogueira. Assim nasceu o mandato de Bolsonaro.             Confiança é uma palavra chave. É o sentimento de segurança, convicção ou expectativa que se tem de que um indivíduo, grupo ou instituição atue da maneira esperada, em uma dada situação. A confiança é uma espera baseada em probabilidade positiva de que a outra parte cumpra o que prometeu, ou o que é a sua finalidade.             Na vida econômica a existência de confiança é decisiva. Não houvesse confiança não haveria moeda, cujo valor depende somente da confiança nela depositada. A decisão entre reinvestir ou distribuir lucros depende também da confiança que se tenha no retorno ampliado dos investimentos. No caso de investimentos estrangeiros diretos (IDE), estes dependem da confiança que se tenha nos fatores políticos econômicos, geográficos e culturais de um país, especialmente na estabilidade das regras do jogo.             Mas é no campo da política onde é mais crítica a questão da confiança, já que é ela que cria e destroem os líderes. Nesse âmbito a situação do Brasil é crítica.             Recente pesquisa (XP investimentos, jan.2020), no início deste ano, apontou os níveis de confiança nas instituições. Entre as melhores classificadas ficaram Forças Armadas 63%; Igreja Católica 55%; Igrejas Evangélicas 40%. A confiança na Presidência da República foi de 37%, mas está caindo aceleradamente; Senado 15%; Câmara dos Deputados 11% e Partidos Políticos 6%. Percebe-se o desprestígio indiscutível das instituições políticas.             Nosso presidente não tem gozado da confiança necessária para governar. Pesquisa recente do mesma fonte, mostrou a queda na avaliação do Governo. São apenas 28% os que o consideram bom e ótimo, contra 42% que o consideram ruim ou péssimo – os piores números da série história. Ao mesmo tempo tem melhorado a imagem do Congresso e dos governadores. Estivéssemos em regime parlamentarista, um voto de desconfiança já teria derrubado o gabinete, sem crise, na maior normalidade.             Falta ao Governo, base congressual, resultado da sua desastrada tentativa de montar sustentação com as bancadas temáticas e não com os partidos políticos. Hoje, diante da possibilidade de impeachement, o Presidente tenta reverter a situação com a fidelização do Centrão, em troca de cargos, prática que esconjurava durante as eleições. Isso tem diminuído ainda mais a confiança da opinião pública.             Outro segmento com o qual esperava governar era o militar. Embora haja uma militarização do governo, existem indícios de que, institucionalmente, as Forças Armadas começam a temer que o desgaste do governo possa contaminar a sua liderança moral e o seu prestígio. Bolsonaro parece tê-las no varejo, mas não no atacado.              Sem confiança e sem adesão cívica não se consegue governar. Bolsonaro já se encontra em modo de impeachement. A espera de Color foi a chegada a 7% de popularidade; Dilma 8%. Com relação ao nosso atual presidente, deixado à sua própria sorte, com o roteiro diário de malfeitos, insensibilidades e imprudências, seu tempo logo se esgotará.             Como Yuval Harari explicitou em recente artigo na revista Times, hoje a humanidade enfrenta uma crise aguda, não apenas devido ao coronavírus, mas também devido à falta de confiança entre os seres humanos. Para derrotar uma epidemia, as pessoas precisam confiar em especialistas científicos, os cidadãos precisam confiar nas autoridades públicas e os países precisam confiar uns nos outros. No caso brasileiro, essa realidade global combinada com o estilo Bolsonaro de governar, cria uma situação insustentável.             Nessa situação, sem dúvida alguma, o Brasil não conseguirá sair de suas crises com a baixa confiança na liderança do atual presidente.

O caminhar do desmatamento na Amazônia no ano de 2020

access_time16/06/2020 09:51

A secretaria do Meio Ambiente do Estado de Mato Grosso, por meio de suas redes sociais, informou que para este ano de 2020, será antecipado o período proibitivo de queimadas, o qual começará no dia 01 de julho e se estenderá até 30 de setembro. Lembrando que no ano de 2019 o período começou no dia 15 de julho e se estendeu até o dia 15 de setembro daquele ano, desta forma, ficará proibido o uso de fogo em áreas rurais para limpeza e manejo durante esses meses, levando em consideração o risco de incêndios florestais de grandes proporções.  Dentro do Estado de Mato Grosso, os órgãos ambientais responsáveis pela fiscalização, são: ICmBio, IBAMA, SEMA, Policia Ambiental e os Bombeiros, e agora por meio de um decreto chamado, Decreto de Garantia da Lei e da Ordem, temporário do Governo federal, o Estado contará com o reforço das Forças armadas e a Polícia Federal que irão participar das Fiscalizações. O INPE -  INSTITUTO NACIONAL DE PESQUISAS ESPACIAIS, divulgou no dia último 09 de junho de 2020, a taxa consolidada de desmatamento por corte raso de 2019 dos seguintes Estados: Mato Grosso com 16,80%, Pará com 41,19%, Amazonas com 14,16 % e Rondônia com 12,41 %, que corresponde a 84,56% de todo desmatamento na Amazônia Legal Brasileira. Me preocupa o que tenho visto nos noticiários nos últimos dias, uma vez que as queimadas no biôma amazônico em geral, vem tomando uma proporção tamanha, passando longe de respeitar a certa taxa de desmatamento existente. Meus caros, vocês já pararam para analisar que essas notícias, elas acabam recaindo e afetando a imagem do produtor rural brasileiro, da agricultura brasileira? Quando na verdade, quem está fazendo o desmatamento são os chamados grupos, conhecidos como a “TURMA DO DESMATAMENTO”, os quais não chegam nem perto da agricultura moderna e tecnológica que o Brasil faz e vem sendo usada para alimentar os brasileiros e o mundo. A imagem que se faz lá fora (exterior), se constrói a partir dessas informações do desmatamento da Amazônia, e é utilizada obviamente na disputa comercial que existem entre os agricultores estrangeiros e brasileiros, e nessa linha de raciocínio podemos enxergar que o problema ambiental por si só já preocupa, se tornando angustiante, porque ele pode possa vir afetar os negócios comerciais da agricultura brasileira. Posto isto, é de se esperar que, quando superando o pesadelo da pandemia, o Brasil entrará em um novo pesadelo que será superar o desmatamento da Amazônia Legal causado pelo ano de 2020.