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Secretários de Fazenda pedem recursos para enfrentar novo coronavírus

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GERAL

Nova York legaliza casamentos por FaceTime e outros apps de videoconferência

access_time21/04/2020 10:24

Em tempos de pandemia e determinações de isolamento social por parte de governos ao redor do mundo, planejamentos de cerimônias como casamentos foram por água abaixo. Porém, os noivos do estado de Nova York já podem pensar em retomar os planos. Isso porque o estado agora permite que cerimônias de casamento ocorram em plataformas de videoconferência, como o FaceTime. A decisão veio após uma ordem executiva determinar que casais podem formalizar sua união enquanto mantêm o distanciamento social durante a pandemia de Covid-19. A novidade foi anunciada por Andrew Cuomo, governador do estado, no último sábado (18), durante uma conferência sobre a situação da epidemia em Nova York. Segundo Cuomo, agora "não há desculpa quando a questão é se casar" citando o aplicativo de videoconferência Zoom como uma opção. Inclusive, a hastag #ZoomWeddings ("casamentos no Zoom", em tradução livre) se popularizou como uma forma de noivas e noivos manterem as datas do casamento, convidando amigos e familiares para participar remotamente. Nova York vive um drama particular durante a epidemia de Covid-19. A cidade está entre as áreas mais atingidas pela doença em todo o mundo, com mais de 130 mil casos confirmados e aproximadamente 8.900 mortes. O estado determinou que escolas e serviços não-essenciais permaneçam fechados até 15 de maio, e que todas as pessoas usem máscaras em público. Apesar da gravidade da situação, Cuomo disse que o número de hospitalizações e intubações caíram nos últimos dias, afirmando ser possível que a região tenha passado o pico da infecção.

LBV entrega doações a famílias para ajudar a conter o novo coronavírus

access_time11/04/2020 09:13

A Legião da Boa Vontade  (LBV) está intensificando suas ações em todo o país e mobilizando a sociedade e a população em geral para angariar doações em prol das famílias em situação de risco social e de insegurança alimentar para ajudá-las a evitar o contágio pelo novo coronavírus.   Até o momento, a iniciativa solidária da LBV já beneficiou centenas de famílias em mais de 50 cidades brasileiras com doações de itens de primeira necessidade. Já foram entregues mais de 33 toneladas de doações arrecadadas pela Legião da Boa Vontade, amigos e parceiros da Instituição. Foram doados alimentos não perecíveis e produtos de limpeza e de higiene impactando mais de 8.000 pessoas por essa ação emergencial.   Entre os locais beneficiados estão as cidades de Cuiabá/MT, São Paulo/SP, Curitiba/PR, Campo Grande/MS, Natal/RN, Recife/PE, Porto Alegre/RS, Belém/PA, Brasília/DF, Goiânia/GO, Salvador/BA e Rio de Janeiro/RJ (comunidades do Vidigal, Cruzada São Sebastião, Complexo do Alemão e Complexo de Manguinhos).    Nesse momento de pandemia, a Solidariedade e a União de todos são essenciais para ajudar as famílias de baixa renda a vencer esse desafio coletivo e conter o avanço do novo coronavírus. Muitas dessas famílias, além do alimento tão necessário à sobrevivência, não têm sequer itens de limpeza em suas casas. Por isso, a LBV convida todos a fazer doações para que as famílias não fiquem desamparadas.    Acesse lbv.org     Depósito bancário   Legião da Boa Vontade — CNPJ 33.915.604/0001-17   Bradesco (Agência: 0292-5 — C/C: 92830-5) Itaú (Agência: 0237 — C/C: 73700-2)  Banco do Brasil (Agência: 3344-8 — C/C: 205010-2)  Caixa Econômica Federal (Agência: 1231 – operação: 003 — C/C: 100-0)   O Centro Comunitário de Assistência Social da Legião da Boa Vontade está localizado na Rua São José Operário, s/nº, Bairro Dom Aquino - Cuiabá/MT - Tel.: (65) 3317-3808.   A Legião da Boa Vontade agradece a todos que estão colaborando!

Covid-19: barba dificulta vedação de máscaras, diz infectologista

access_time11/04/2020 09:07

Durante mais de 20 anos, o empresário e condutor ambiental Flávio Moreira Barbosa, 49 anos, via sempre, ao se olhar no espelho, a imagem de um cara barbudo. Deixava a barba crescer até a namorada começar a reclamar, para, enfim, apará-la, dizendo que não a tirava completamente por se tratar de uma promessa. A preocupação com o novo coronavírus, no entanto, fez com que Flávio abandonasse a barba antes mesmo de a promessa ser cumprida. “Comecei a cogitar tirar a barba ao ver algumas matérias jornalísticas com infectologistas dizendo que ela aumenta o risco de contaminação pela covid-19”, disse à Agência Brasil. Segundo ele, a decisão não foi imediata porque, em outras matérias jornalísticas, havia especialistas que diziam o contrário. “Via das dúvidas, optei por tirar. Afinal, é uma segurança a mais”. A decisão de Flávio foi acertada, segundo a médica Eliana Bicudo, assessora técnica da Sociedade Brasileira de Infectologia (SBI). “A gente sabe que o vírus sobrevive no cabelo e na barba. Tanto é que, entre os equipamentos de proteção individual (EPI) usados por profissionais de saúde, estão a touca e a máscara”, disse ela. Segundo Eliane, o maior problema da barba está relacionado ao uso da máscara de proteção, uma vez que dificulta a vedação no rosto. “A máscara precisa estar bem firme, vedada e ajustada ao rosto. Com barba, isso, no mínimo, fica difícil. Por esse motivo, os profissionais que lidam com a covid-19 não podem ter barba”, acrescenta. Aparentes contradições Sobre o motivo de alguns especialistas terem minimizado o risco, conforme Flávio, a infectologista explica que essas aparentes contradições ocorreram no início da pandemia, quando não se vislumbrava a necessidade de uso constante de máscara, algo que tem sido cada vez mais indicado. De acordo com Eliana, o cidadão comum até pode ter barba, mas é fundamental que tenha ciência de que ela dificulta uma vedação adequada da máscara. “Além disso, quem não tem hábito de usar mascara fica toda hora colocando a mão nela para ajustá-la ao rosto, e isso é ainda mais comum no caso de pessoas com barba. O risco é grande porque, se a mão estiver contaminada, contamina também máscara, barba, boca”, diz. De fato, o uso da máscara incomodava o Flávio, quando ainda tinha visual barbudo. “Era difícil mantê-la colada ao rosto. A todo momento, eu tinha de ajeitá-la”. A vulnerabilidade maior, segundo Eliana, é na lateral do rosto e na parte abaixo do queixo. Quando a barba é mais fina e limitada aos arredores da boca, o risco é menor, caso a máscara contorne em 360 graus os pelos. Máscaras No caso de quem está com a doença ou no dos assintomáticos, o ideal são as máscaras cirúrgicas ou a N95. A de pano é recomendada para a população, na tentativa de funcionar como mais uma barreira contra o vírus. Uma pessoa doente tem de estar atenta para trocar, tanto a máscara cirúrgica quanto a de pano, a cada duas horas, porque estudos mostram que as gotículas atravessam a máscara, quando já molhada por causa de tosses, espirros ou mesmo por causa da fala. “A gente sabe que a transmissão se faz por gotículas, que ficam no ambiente após falas, espirros ou tosse, e por contato. O vírus sobrevive por longo tempo nessas gotículas”, explica a infectologista ao destacar que não apenas os barbudos, mas todos têm de estar atentos principalmente à higienização das mãos e à distância mínima de 1 metro entre as pessoas. “Largadões” preocupados Como trabalha com turismo, Flávio está sempre conversando com pessoas, tanto de fora quanto do interior do estado. Dono da Destino Adventure - empresa localizada no município de Porto Nacional, a 64 quilômetros de Palmas, no Tocantins, que faz pacotes turísticos para regiões como Jalapão, Ilha do Bananal e algumas unidades de conservação – ele diz perceber que muitas pessoas tiveram preocupação similar à dele e acabaram deixando de adotar a barba como visual. “O povo que, a meu exemplo, anda muito no mato tende a ser mais largadão e costuma deixar a barba crescer. No entanto, na medida em que o vírus foi avançando, vi cada vez menos pessoas com esse visual. No nosso grupo de whatsApp, pelo menos dez deles já tiraram a barba por precaução”, conta  o condutor ambiental. Flávio diz que não foi fácil a mudança de visual. “Foram mais de 20 anos usando barba. Já fazia parte do meu rosto. Realmente, a preocupação falou mais alto porque é uma doença assustadora. Por mais álcool em gel que a gente passe, continuamos vulneráveis. Foi uma decisão difícil, porém necessária”, disse ele após a reportagem informá-lo de que os especialistas consultados pela Agência Brasil chancelavam sua decisão. “Claro que agora, ao olhar no espelho, acho estranho. Pareço outra pessoa. Mas o lado bom é que, além de menos vulnerável à doença, pareço agora mais novo”.

Profissionais do sexo recorrem à web com queda de até 80% na clientela por quarentena

access_time04/04/2020 08:07

Profissionais do sexo estão recorrendo à internet para "compensar" a queda no movimento durante a quarentena para conter o avanço do novo coronavírus. Shows ao vivo, vídeos ou pacotes de fotos eróticas ajudam a manter a renda e, claro, saciar a luxúria de um público isolado por medo da Covid-19. Entre as acompanhantes de Campinas (SP) que seguem oferecendo seus serviços na crise, algumas relatam queda de até 80% na clientela. Há, no entanto, quem opte por se resguardar e evitar o contato tão próximo com medo da doença. Entre as que migraram do mercado do sexo real para o virtual está Beatriz, uma jovem de 20 anos que se diz "novata no ramo" e que viu uma oportunidade em um momento que muito setores estão fechando portas. "Com a crise do coronavírus, tive a certeza de que a pornografia digital iria aumentar muito", diz. A acompanhante relata que com a nova atividade, precisa entre três a quatro videochamadas de 10 minutos cada para obter o mesmo valor que receberia em um programa de uma hora: cerca de R$ 150. "Isso fora o mercado de camgirls", conta. Segundo a jovem, o efeito Covid-19 pode ter mudado os rumos da carreira no mundo da prostituição, e já pensa em focar mais nos atendimentos virtuais do que reais no futuro. Entre os serviços oferecidos na internet estão pacotes de fotos e vídeos, além das videochamadas. "Tem muitas garotas que fazem pacotes de vídeos ou fotos de sexo explícito, tem alguns de nudes, como o pessoal costuma chamar, além de muito fetichismo", explica. "Quanto mais exótico for e se expor, mais retorno vai ter", afirma Beatriz. Beatriz é acompanhante em Campinas (SP) e tem apostado no mundo virtual com a quarentena Foco no virtual Uma acompanhante de 33 anos, que anuncia seus serviços em um site de garotas de programa de luxo, conta que assim como Beatriz, vê potencial nos atendimentos virtuais. "Estou pesquisando sobre vender vídeos fora do Brasil", conta. Há cinco anos no mercado do sexo, realidade que escolheu após ser demitida do antigo emprego, ela conta que não realizou nenhum atendimento presencial na primeira semana da quarentena, mas que alguns clientes já voltaram nesta semana. "Eu fazia uns dois, às vezes três programas por dia. Na primeira semana não fiz nenhum. Agora deu uma melhorada, cliente uma vez por dia", relata. Por telefone, ela conta que cobra R$ 300 a hora por seus serviços - "um valor convencional em Campinas", diz -, e que consegue arrecadar o mesmo com três vídeos por aplicativo de mensagens. Queda de 80% O isolamento social da população pegou em cheio parte da clientela de uma acompanhante de 30 anos, que anuncia em sites de garotas de luxo de cidade. Ela conta que teve uma queda de 80% no movimento nas duas primeiras semanas de quarentena. Sobre os 20% restantes, diz que são os mais corajosos ou menos preocupados em tempos de coronavírus. "Ainda tem os jovens, aqueles que não estão no grupo de risco, não são casados e nem moram com idosos", ressalta. Ela conta que também costuma cobrar R$ 300 a hora por programa presencial, e que consegue o mesmo valor com dois shows no mundo virtual. Sem atender Uma acompanhante de 29 anos disse que optou por deixar os atendimentos de lado durante a pandemia. E olha que ela está em "isolamento duplo". Como trabalha no que chama de "emprego convencional", já estava em casa por conta do comércio estar fechado. "Estou sem trabalhar, não pode haver contato. Não está sendo bom", completa.

Dos infectados com o novo coronavírus em MT, maioria é mulher; idade média dos pacientes é de 43 anos

access_time03/04/2020 16:55

A maioria dos infectados com o novo coronavírus em Mato Grosso é mulher, segundo o último boletim divulgado pela Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT), nessa quinta-feira (2). Dos 41 casos confirmados, 54% são do sexo feminino. A média de idade das pessoas diagnosticadas com a doença é 43 anos. No entanto, tem uma criança de 5 anos com Covid-19 e outra com idade entre 6 e 18 e outras seis com 19 a 35. Dos casos confirmados, 25 são em Cuiabá, cinco em Rondonópolis, quatro em Várzea Grande, três em Sinop, dois em Tangará da Serra, um em Nova Monte Verde e um em Lucas do Rio Verde. Destes, nove estão internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI), quatro em isolamento na enfermaria e um na enfermaria. A primeira morte foi confirmada nesta sexta (3), em Lucas do Rio Verde. O paciente tinha 54 anos, era hipertenso e diabético e passou quatro dias internado. Além disso, 28 casos são da faixa etária de 36 a 55 anos, que é considerado população jovem. Desses 41, nove já foram curados. Rondonópolis é único município de Mato Grosso caracterizado como transmissão local, quando é possível identificar a origem de transmissão da pessoa infectada. Cuiabá, Várzea Grande e Nova Monte Verde são caracterizados como transmissão comunitária, quando não se sabe a origem e, por isso, a disseminação é mais rápida. O curso de geografia de Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) fez, com base em dados registrados até o dia 28 de março, um mapeamento dos bairros que possuem mais casos em Cuiabá e entre eles estão: Florais, Morada do Ouro, Jardim Itália, Santa Cruz, Jardim Vitória, Morada da Serra, Duque de Caxias, Quilombo, Santa Rosa, Bandeirantes, Jardim Leblon e Boa Esperança.

Nos 70 anos da LBV, campanha pela educação mobiliza a sociedade brasileira

access_time25/03/2020 19:36

A Legião da Boa Vontade (LBV) deu início à sua tradicional iniciativa de mobilização social em prol da educação. A campanha Criança Nota 10 — Proteger a infância é acreditar no futuro! entregará, até o mês de março, mais de 15 mil kits de material escolar a crianças, adolescentes e jovens atendidos pela Instituição e por organizações parceiras em 67 cidades do Brasil. A campanha tem como objetivos principais auxiliar as famílias que não dispõem de recursos financeiros para a compra dos artigos escolares e motivar meninas e meninos, a frequentar as salas de aula e a dar prosseguimento aos estudos. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a evasão escolar abrange, sobretudo, jovens que têm entre 15 e 17 anos de idade. Os dados indicam que, em 2018, 11,8% dos jovens nessa faixa etária estavam fora da escola, número equivalente a 1,1 milhão de pessoas. Constantemente preocupada com a educação, a LBV mobiliza, há várias décadas, a sociedade para ajudar a garantir esse direito, tão importante e necessário a crianças, adolescentes e jovens. Para tanto, conta com a contribuição de seus colaboradores, voluntários, amigos e parceiros, bem como com o suporte imprescindível dos meios de comunicação na divulgação dessa ação solidária. Os referidos kits são compostos de mochila, cadernos, lápis, régua, canetas, estojo, entre outros itens. Cabe destacar que as capas dos cadernos contêm as ilustrações ganhadoras da edição 2019 do Concurso Nacional de Desenhos da Legião da Boa Vontade, edição essa que teve como foco o tema “A LBV em minha vida”, em homenagem à Instituição por seus 70 anos de existência, ao longo dos quais vem promovendo, ininterruptamente, a Caridade Completa, ou seja, a do corpo e da Alma. As doações para a campanha Criança Nota 10 — Proteger a infância é acreditar no futuro! podem ser feitas pelo site www.lbv.org ou pelo telefone 0800 055 50 99. Para outras informações sobre essa meritória iniciativa, basta acessar as páginas oficiais da LBV no Facebook, no Instagram e no Youtube, por meio do endereço LBVBrasil.

Facebook e Instagram reduzem qualidade de vídeo na América Latina

access_time24/03/2020 00:30

O Facebook vai reduzir qualidade de streaming de vídeo em sua plataforma e no Instagram na América Latina, replicando medidas adotadas para as atividades da empresa na Europa. A medida vem para reduzir congestionamento de dados em uma região que está começando a sentir os efeitos da pandemia de Covid-19. No domingo, o Facebook acompanhou medidas tomadas por Netflix, YouTube, Amazon e Walt Disney no sentido de reduzir congestionamento de dados da internet na Europa uma vez que milhões de pessoas estão com recomendação para não saírem de casa ou em regime de trabalho remoto. "Para ajudar a aliviar as redes neste período de alta demanda devido à pandemia de Covid-19, vamos reduzir temporariamente a resolução em bits dos vídeos no Facebook e Instagram na América Latina", afirmou o Facebook em comunicado. "Queremos garantir que as pessoas possam permanecer conectadas... e continuaremos trabalhando com nossos parceiros para administrar qualquer limitação de transmissão de dados", acrescentou a empresa. A plataforma de streaming GloboPlay anunciou que a transmissão de vídeos em 4K e em alta definição será temporariamente suspensa a partir desta segunda-feira. Questionada sobre planos sobre redução da qualidade do streaming no Brasil, como adotado na Europa, a Netflix afirmou que "vai continuar a trabalhar com os provedores de internet e governos de todo mundo e que vai aplicar estas mudanças em outras regiões, se necessário".

Indústria pornô amplia audiência com isolamento devido ao coronavírus

access_time23/03/2020 07:01

Além de cursos online e aulas no Instagram, os brasileiros estão ocupando o seu tempo de quarentena em sites pornôs. A prova disso é que os canais estão registrando um aumento no número de acessos e assinaturas. O número de visitas do Sexy Hot aumentou 31% no período de 14 a 19 de março, se comparado aos dias 7 e 12 do mesmo mês. O número de usuários também subiu 25% no período acima e a quantidade de vídeo views aumentou 15%. A plataforma decidiu disponibilizar 10 filmes nacionais e internacionais no site e nos canais por assinatura. "Queremos colaborar com a permanência das pessoas em casa, oferecendo mais opções de entretenimento e conteúdo de qualidade", explica a diretora-geral do Grupo Playboy do Brasil, Cinthia Fajardo. Mais assinaturas Nesta semana, a produtora de vídeo Brasileirinhas chegou a duplicar o número de assinaturas por dia. “Nossa média sempre foi de 300 assinaturas por dia, mas desde terça está chegando a 600”, afirmou Clayton Nunes, CEO da produtora, ao G1. Quando perguntado se pretende disponibilizar filmes gratuitos ou fazer alguma ação para este período de coronavírus, Nunes é categórico. "Sou contra pornografia gratuita, porque acho que isto é para quem tem renda. Disponibilizando gratuitamente crianças e adolescentes irão ter acesso", explica. Nunes explica que o consumo de conteúdo adulto se concentra nas horas vagas, por isso é o normal que o consumo aumente na quarentena. "Como as pessoas estão de quarentena é natural que o consumo aumente. O tempo livre causa esse comportamento", afirma. Aumento global Não é só no Brasil que as pessoas têm procurado mais esses sites. O Porn Hub, um dos mais famosos sites do entretenimento adulto do mundo, registrou um aumento global de acessos. A empresa até disponibilizou um especial de dados sobre consumo na época de coronavírus em seu site de resultados. No nível global, o número de acessos tem aumentado diariamente. Na terça-feira (17), o gráfico registrava o aumento de 11,6% em comparação a um dia médio, segundo o Porn Hub. Desde o dia 12 de março, o gráfico que mostra os acessos no Brasil também aumentam. Na última terça, o tráfego no site era 13,1% maior que um dia normal.

MT tem o 1º caso de coronavírus confirmado pela Secretaria de Saúde

access_time20/03/2020 08:28

Mato Grosso registrou o primeiro caso confirmado de coronavírus. A confirmação ocorreu na noite desta quinta-feira (19.03), após o Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) testar nova análise de um dos casos localizados em Cuiabá. No dia 16 de março, o paciente testou positivo para o Covid-19 em exame realizado por um laboratório particular, porém, uma nova amostra foi coletada e analisada pelo Lacen, que confirmou o diagnóstico. No momento, o diagnosticado apresenta quadro estável de saúde e encontra-se em isolamento domiciliar. As recomendações seguirão o protocolo já estabelecido desde o início do monitoramento do paciente. O secretário estadual de saúde, Gilberto Figueiredo, disse que, em reação ao paciente, não haverá grandes mudanças. Ele continuará em isolamento e deverá seguir todas as recomendações médicas. Nesta quinta-feira (19), a SES divulgou a notificação de 59 casos suspeitos de coronavírus em Mato Grosso. Até o momento, as equipes de vigilância monitoraram um total de 87 ocorrências no estado, sendo que 11 casos foram descartadas e 17 foram excluídas por não preencheram critérios de definição de caso para COVID-19. Recomendações Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca do novo coronavírus. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde. O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo coronavírus. Entre as medidas estão: Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool; Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas; Evitar contato próximo com pessoas doentes. Ficar em casa quando estiver doente; Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo; Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência. Profissionais de saúde devem utilizar medidas de precaução padrão, de contato e de gotículas (máscara cirúrgica, luvas, avental não estéril e óculos de proteção).

Site pornô dobra assinaturas em meio a pandemia de coronavírus

access_time19/03/2020 10:34

Enquanto inúmeros setores tentam reduzir gastos e danos causados pela pandemia do novo coronavírus, há quem esteja se beneficiando com situação. Segundo informações de Ricardo Feltrin, o site da Brasileirinhas, maior produtora de filmes pornôs do Brasil, dobrou o número de assinaturas habituas desde segunda-feira (16). Na semana passada houve uma média de 312 novas assinaturas. Na segunda (16) e na terça (17) esse número passou para mais de 600. Já na quarta (18), até 12h, o site da Brasileirinhas já tinha recebido 295 novos assinantes. Mas não é apenas no Brasil que a indústria pornô ganhou destaque. Na Itália, o site Pornhub liberou acesso ao conteúdo premium para todos os italianos. O país é um dos mais afetados pelo novo coronavírus.