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NEGÓCIOS

Procon-MT aponta produtos que não podem ser exigidos nas listas de materiais escolares

access_time16/01/2020 14:32

Com o período de volta às aulas, muitas escolas exigem materiais escolares que não são necessários para os alunos durante o ano letivo. O Procon-MT explicou que nem tudo que é descrito na lista de materiais deve ser comprado. O coordenador de fiscalização do Procon, Ivo Vinícius Firmo , explicou que a lei proíbe que as escolas cobrem dos alunos itens de uso coletivo. “ Não pode cobrar materiais que o professor vai utilizar para ministrar a aula, como por exemplo o pincel que usa no quadro, grampeador, tinta para impressora. Tudo isso é vedado [pela lei]”, disse. Ivo disse ainda que muitas escolas já chegaram a pedir na lista de materiais produtos de limpeza, o que também é proibido, conforme a legislação. Pais devem pesquisar preços em várias lojas — Foto: TVCA/Reprodução Segundo o Procon-MT, ao montar a lista do que vai ser usado pelos alunos durante o ano, as escolas também não podem determinar a marca do produto e nem indicar a loja para a compra do material. A orientação para os pais é pesquisar e comparar os preços. A manicure Vanila Amorim está percorrendo livrarias para tentar encontrar os 15 itens solicitados na lista escolar do filho de 10 anos. “Sempre pesquiso para ver o que está mais em conta. Olho a qualidade e vejo o que posso comprar”, contou. Lojas criam promoções para atrair clientes — Foto: TVCA/Reprodução Para atrair os clientes nesse período, as lojas criam promoções com descontos e prazos estendidos. “Temos promoções nas formas de pagamento. No dinheiro é 10% à vista e no crédito a gente parcela. Está tendo alguns reajustes, mas os preços estão semelhantes aos do ano passado”, explicou a gerente de uma papelaria, Mayrara Marques Galvão. Em outras papelarias, além de prazos e descontos, o cliente ainda pode mandar a lista e receber o material em casa. “Oferecemos 15% de desconto, à vista, com a lista de material, seis vezes no cartão sem juros e para aqueles clientes que não têm tempo de vir até a loja mandamos entregar a mercadoria em casa”, disse o gerente Carlos Roberto Rodrigues Caldeira.

EUA e China redefinem relação comercial com "Fase 1" de acordo

access_time15/01/2020 21:37

Os Estados Unidos e a China anunciaram nesta quarta-feira um acordo comercial inicial que irá reduzir algumas tarifas e aumentar as compras chinesas de bens e serviços dos EUA, aliviando um conflito de 18 meses entre as duas maiores economias do mundo. Pequim e Washington classificaram a “Fase 1” do acordo como um passo importante depois de meses de negociações pontuadas por retaliações em tarifas que atingiram as cadeias de suprimentos e alimentaram temores de uma desaceleração maior na economia global. “Juntos, estamos corrigindo os erros do passado e entregando um futuro de justiça e segurança econômicas para trabalhadores, agricultores e famílias norte-americanos”, disse o presidente dos EUA, Donald Trump, ao anunciar o acordo na Casa Branca ao lado do vice-premiê chinês, Liu He, e outras autoridades. A peça central do acordo é uma promessa da China de comprar pelo menos mais 200 bilhões de dólares em produtos agrícolas e outros bens e serviços dos EUA ao longo de dois anos, sobre uma base de 186 bilhões de dólares de compras em 2017. O acordo incluirá 50 bilhões de dólares em pedidos adicionais de produtos agrícolas dos EUA, afirmou Trump, acrescentando estar confiante de que os agricultores norte-americanos seriam capazes de atender à demanda maior. Ele também disse que a China comprará de 40 bilhões a 50 bilhões de dólares em serviços adicionais dos EUA, 75 bilhões de dólares a mais em produtos manufaturados e 50 bilhões de dólares a mais em suprimentos de energia. Autoridades de ambos os países anunciaram o acordo como uma nova era para as relações sino-americanas, mas ele não aborda muitas das diferenças estruturais que levaram o governo Trump a iniciar a guerra comercial. Entre as diferenças está a prática de longa data de Pequim de apoiar empresas estatais e inundar os mercados internacionais com produtos de baixo preço. Trump, que adotou uma política “Estados Unidos Primeiro” visando reequilibrar o comércio global em favor de empresas e trabalhadores dos EUA, disse que a China prometeu ações para enfrentar o problema de produtos pirateados ou falsificados e que o acordo incluía forte proteção aos direitos de propriedade intelectual. Mais cedo, o principal assessor econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, disse à Fox News que o acordo adicionaria 0,5 ponto percentual ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA em 2020 e 2021. Mas alguns analistas expressaram ceticismo de que o acordo colocará o comércio entre EUA e China numa nova trajetória. “Acho improvável uma mudança radical nos gastos chineses. Tenho baixas expectativas sobre o cumprimento das metas estabelecidas”, disse Jim Paulsen, estrategista-chefe de investimentos do Leuthold Group em Mineápolis. “Mas acredito que toda a negociação foi um avanço tanto para os EUA quanto para a China.” A “Fase 1” do acordo, alcançada em dezembro, cancelou as tarifas planejadas dos EUA sobre celulares, brinquedos e laptops fabricados na China e reduziu pela metade, para 7,5%, a tarifa sobre cerca de 120 bilhões de dólares em outros produtos chineses, incluindo televisores, fones de ouvido bluetooth e calçados. Mas manterá tarifas de 25% em uma gama de 250 bilhões de dólares em bens e componentes industriais chineses usados pelos fabricantes dos EUA. Trump, que tem tratado a “Fase 1” do acordo como um pilar de sua campanha de reeleição em 2020, disse que concordaria em remover as tarifas remanescentes assim que os dois lados negociarem uma “Fase 2”. Ele acrescentou que essas negociações começarão em breve. Ele também disse que visitará a China em um futuro não muito distante.

Mega-Sena, concurso nº 2.224: ninguém acerta as seis dezenas e prêmio vai a R$ 27 milhões

access_time15/01/2020 21:27

Ninguém acertou as seis dezenas do concurso 2.224 da Mega-Sena, realizado na noite desta quarta (15) em São Paulo (SP). O prêmio acumulou. Veja as dezenas sorteadas: 16 - 23 - 32 - 50 - 52 - 58. A quina teve 28 apostas ganhadoras; cada uma ganhará R$ 78.328,49. Já a quadra teve 2.283 apostas ganhadoras; cada uma receberá R$ 1.372,37. O próximo concurso será no sábado (18). O prêmio é estimado em R$ 27 milhões. Para apostar na Mega-Sena A aposta custa R$ 4,50 e pode ser feita até as 18h (de Mato Grosso) do dia do sorteio, em qualquer lotérica do país ou pela internet. Probabilidades A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e do tipo de aposta realizada. Para a aposta simples, com apenas seis dezenas, com preço de R$ 4,50, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa. Já para uma aposta com 15 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 22.522,50, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 10.003, ainda segundo a Caixa.

Mercado financeiro reduz estimativa de inflação este ano para 3,58%

access_time13/01/2020 11:08

As instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) reduziram a estimativa para a inflação este ano. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA – a inflação oficial do país) caiu de 3,60% para 3,58%. A informação consta no boletim Focus, pesquisa semanal do Banco Central (BC) que traz as projeções de instituições para os principais indicadores econômicos. Para 2021, a estimativa de inflação se mantém em 3,75%. A previsão para os anos seguintes também não teve alterações: 3,50% em 2022 e 2023. A projeção para 2020 está abaixo do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é de 4% em 2020, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Selic Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente definida em 4,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). De acordo com as instituições financeiras, a Selic deve se manter em 4,5% ao ano até o fim de 2020. A manutenção da Selic, como prevê o mercado financeiro, indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação. Para 2021, a expectativa é que a taxa básica suba para 6,25%. E para 2022 e 2023, as instituições estimam que a Selic termine os dois períodos em 6,5% ao ano. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Atividade econômica A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – se mantém em 2,30% para 2020. As estimativas das instituições financeiras para os anos seguintes, 2021, 2022 e 2023 também continuam em 2,50%. A previsão do mercado financeiro para a cotação do dólar está em R$ 4,04 para o fim deste ano e R$ 4,00 para 2021.

Safra brasileira cresce mais de 6% e bate recorde em 2019, diz IBGE

access_time08/01/2020 09:22

A safra agrícola brasileira bateu recorde em 2019 e alcançou 241,5 milhões de toneladas, um crescimento de 6,6% na comparação com 2018, informou o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE) nesta quarta-feira (8). Segundo o IBGE, o recorde anterior foi em 2017, quando foram produzidas 238,4 milhões de toneladas. A estimativa da área colhida para 2019 foi de 63,2 milhões de hectares, apresentando crescimento de 3,7% frente à área colhida em 2018, (+ 2,3 milhões de hectares). O arroz, o milho e a soja representaram 92,8% da estimativa da produção e responderam por 87,0% da área colhida. Em relação a 2018, houve acréscimo de 7,0% na área do milho, de 2,6% na área da soja e de 41,9% para a área do algodão herbáceo e redução de 9,3% na área de arroz. Quanto à produção, ocorreram quedas de 3,7% para a soja e de 12,6% para o arroz e acréscimos de 23,6% para o milho e de 39,8% para o algodão herbáceo. Regionalmente, o volume da produção de cereais, leguminosas e oleaginosas apresentou a seguinte distribuição: Centro-Oeste, 111,5 milhões de toneladas (46,2%); Sul, 77,2 milhões de toneladas (32,0%); Sudeste, 23,7 milhões de toneladas (9,8%); Nordeste, 19,2 milhões de toneladas (7,9%) Norte, 9,8 milhões de toneladas (4,1%). Todas as regiões, apresentaram aumento na produção, de acordo com instituto. Mato Grosso lidera como maior produtor nacional de grãos, com uma participação de 28,0%, seguido pelo Paraná (14,9%), Rio Grande do Sul (14,3%), Goiás (10,0%), Mato Grosso do Sul (7,9%) e Minas Gerais (6,0%), que, somados, representaram 81,1% do total nacional. O IBGE leva em conta o que foi produzido durante os 12 meses do ano. Diferentemente da Companhia Nacional de Abastecimento, que considera o calendário de safra, que começa em julho e termina junho do ano seguinte. Previsão é de novo recorde em 2020 Para a safra 2020, a produção de cereais, leguminosas e oleaginosas aponta para um novo recorde, de 243,2 milhões de toneladas, 0,7% acima da safra de 2019. As estimativas iniciais apontam uma redução de 7,2% na produção do milho e um crescimento de 7,8% na produção da soja. Levando em conta os cinco produtos de maior importância para a próxima safra, apenas o milho 2ª safra apresentou estimativa de produção menor que em 2019, de 10,4%. Apresentam variação positiva o algodão herbáceo (2,7%), o feijão 1ª safra (3,3%), o arroz (0,9%), o milho 1ª safra (1,8%) e a soja (7,8%). As estimativas das produções de soja (122,4 milhões de toneladas) e algodão (7,1 milhões de toneladas) são recordes da série histórica do IBGE.

Bolsonaro nega que tributará energia solar, mas ressalta que decisão é da Aneel

access_time06/01/2020 07:38

O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste domingo que não pretende tributar a geração de energia solar, proposta que vem sendo estudada pela Agência Nacional de Energia Elétrica (Aneel). Em vídeo publicado nas redes sociais, Bolsonaro ressaltou, no entanto, que a decisão é da autarquia reguladora do setor elétrico, que é autônoma. — A intenção do governo é não taxar. Que fique bem claro que quem decide essa questão é a Aneel, Agência Nacional de Energia Elétrica. É uma agência autônoma, os seus integrantes têm mandato, eu não tenho qualquer ingerência sobre eles — afirmou. A proposta da agência é alterar as regras sobre a energia que o consumidor gera a mais e joga na rede da distribuidora. Pela regra atual, a energia produzida a mais é devolvida pela empresa de distribuição ao consumidor praticamente sem custo. Com isso, o cliente pode consumir quando não está gerando sua eletricidade. A partir da mudança proposta, o consumidor passará a pagar pelo uso da rede da distribuidora e também pelos encargos cobrados na conta de luz. No vídeo, o presidente disse, ainda, que ninguém do governo vai discutir o assunto, mas que se depender dele, a decisão é de não taxação. — A decisão é deles (Aneel) e deixo claro que nós do governo não discutiremos mais esse assunto. A taxação da energia solar no que depender do presidente Jair Bolsonaro e dos seus ministros é não — disse. A ideia é que cobrança seja feita em cima da energia que ele receber de volta do sistema da distribuidora. Esses valores hoje acabam sendo pagos por quem não tem sistemas de geração distribuída. A Aneel vem defendendo a mudança sob o argumento de que os custos dos incentivos para quem gera a própria energia acabam sendo pagos depois pelos demais consumidores. Em outubro do ano passado, o presidente já havia se colocado contra a proposta de tributar energia solar. Na ocasião, Bolsonaro afirmou que “taxar o sol é um deboche” e que gostaria de estimular o consumo. A mudança é defendida pelas distribuidoras de energia elétrica e divide especialistas.

Matrículas para rede estadual de educação começam via web na terça-feira

access_time06/01/2020 07:35

O período de matrículas web nas unidades educacionais da rede estadual de Mato Grosso para alunos novos começa na próxima terça-feira (7). As matrículas web, bem como o cadastro de usuário, devem ser feitas no site da Seduc. De 9 a 13 de janeiro serão as matrículas para as unidades escolares que iniciarão o ano letivo em 10 de fevereiro de 2020; e de 03 a 09 de março, para as escolas que iniciarão o ano letivo em 23 de março de 2020. O processo de matrícula web ocorrerá, exclusivamente, nas unidades escolares que terão as matrículas solicitadas pela internet. Confira aqui a relação das escolas que terão matrículas web. Entende-se por alunos novos, aqueles que não constam na unidade escolar no término do ano letivo de 2019, como os que ingressarão na educação infantil, ensino fundamental e médio, os transferidos de qualquer rede de ensino, bem como os alunos que apresentam situação de desistente e abandono no sistema SigEduca, módulo Gestão Educacional (GED). Cadastro do Usuário Antes de solicitar a matrícula web é preciso fazer o cadastro do usuário no site. O cadastro é a primeira fase do processo para as matrículas web de alunos novos nas escolas estaduais. Ao fazer o cadastro, o sistema gerará o login e a senha de acesso do usuário, que deverá ser usado para fazer a matrícula. O cadastro para matrículas nas creches poderá ser feito até o dia 07 de janeiro de 2020. Para as unidades escolares que iniciarão o ano letivo em 10 de fevereiro de 2020, o cadastro para matrículas poderá ser feito até 13 de janeiro e para as unidades que iniciarão o ano letivo em 23 de março o cadastro será até 09 de março. A 2ª fase do processo compreende dois momentos simultâneos que é a solicitação de matrícula web, sendo que, ao confirmar a solicitação, o sistema emitirá uma ficha com as informações cadastradas. A segunda fase é a confirmação da solicitação de matrícula web, que será na unidade escolar, com data e horário de atendimento constante na ficha de solicitação. A matrícula só será efetivada quando validada pela unidade escolar. O horário de atendimento para confirmação da matrícula nas escolas que atendem nos três turnos será das 7h às 19h e nas que atendem dois turnos será das 7h às 18h30. O aluno maior de idade ou o pai e responsável pelo aluno menor de idade deverá comparecer na unidade escolar de opção para confirmação da matrícula, munido dos documentos exigidos na portaria. Renovação da Matrícula A renovação de matrícula é a confirmação da continuidade dos alunos integrantes da escola para o ano letivo de 2020 e deverá ser efetivada na unidade escolar pelos pais ou responsáveis pelo aluno menor de idade ou pelo aluno maior de idade. Nas unidades que iniciarão o ano letivo em 10 de fevereiro a confirmação da matrícula foi realizada no período de 09 a 20 de dezembro. Já nas escolas que iniciarão o ano letivo no dia 23 de março de 2020, o período de rematrícula será entre 10 de janeiro e 01 de fevereiro de 2020.

Motorista e animais morrem após caminhão carregado de gado tombar em MT

access_time06/01/2020 07:33

Um motorista e vários bois morreram após um caminhão carregado de gado tombar em uma curva da Serra de Deciolância, na MT-480 em Tangará da Serra, a 242 km de Cuiabá, nesse sábado (4). De acordo com o Corpo de Bombeiros, Thiago Vanci Alves de Paula, de 30 anos, perdeu tombou logo no início da Serra. Testemunhas relataram que o condutor perdeu o freio do veículo no início da curva. O motorista ficou preso na cabine do caminhão e morreu antes de ser socorrido. Alguns bois que eram transportados no caminhão ficaram agonizando e também morreram no local do acidente. A Serra de Deciolância é conhecida pelas curvas fechadas e por ser bastante inclinada. O caminhão ficou destruído. As causas do acidente devem ser investigadas.

Limite de juros para cheque especial começa a valer hoje

access_time06/01/2020 07:19

Modalidade de crédito com taxas que quadruplicam uma dívida em 12 meses, o cheque especial terá juros limitados a partir de hoje (6). Os bancos não poderão cobrar taxas superiores a 8% ao mês, o equivalente a 151,8% ao ano. A limitação dos juros do cheque especial foi decidida pelo Conselho Monetário Nacional (CMN) no fim de novembro. Os juros do cheque especial encerraram novembro em 12,4% ao mês, o que equivale a 306,6% ao ano. Ao divulgar a medida, o Banco Central (BC) explicou que o teto de juros pretende tornar o cheque especial mais eficiente e menos regressivo (menos prejudicial para a população mais pobre). Para a autoridade monetária, as mudanças no cheque especial corrigirão falhas de mercado nessa modalidade de crédito. Conforme o BC, a regulamentação de linhas emergenciais de crédito existe tanto em economias avançadas como em outros países emergentes. Segundo a autoridade monetária, o sistema antigo do cheque especial, com taxas livres, não favorecia a competição entre os bancos. Isso porque a modalidade é pouco sensível aos juros, sem mudar o comportamento dos clientes mesmo quando as taxas cobradas sobem. Tarifa Para financiar em parte a queda dos juros do cheque especial, o CMN autorizou as instituições financeiras a cobrar, a partir de 1º de junho, tarifa de quem tem limite do cheque especial maior que R$ 500 por mês. Equivalente a 0,25% do limite que exceder R$ 500, a tarifa será descontada do valor devido em juros do cheque especial. Cada cliente terá, a princípio, um limite pré-aprovado de R$ 500 por mês para o cheque especial sem pagar tarifa. Se o cliente pedir mais que esse limite, a tarifa incidirá sobre o valor excedente. O CMN determinou que os bancos comuniquem a cobrança ao cliente com 30 dias de antecedência.

Mercado financeiro eleva estimativa de inflação para 3,86% este ano

access_time16/12/2019 08:24

Instituições financeiras consultadas pelo Banco Central (BC) aumentaram a estimativa de inflação e crescimento da economia este ano. A projeção para o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA – a inflação oficial do país) subiu de 3,84% para 3,86%. A informação consta do boletim Focus, pesquisa semanal do BC que traz as projeções de instituições para os principais indicadores econômicos. Essa foi a sexta elevação consecutiva. Para 2020, a estimativa de inflação se mantém há sete semanas em 3,60%. A previsão para os anos seguintes também não teve alterações: 3,75% em 2021, e 3,50% em 2022. As projeções para 2019 e 2020 estão abaixo do centro da meta de inflação que deve ser perseguida pelo BC. A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é 4,25% em 2019, 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Selic Para alcançar a meta de inflação, o Banco Central usa como principal instrumento a taxa básica de juros, a Selic, atualmente definida em 4,5% ao ano pelo Comitê de Política Monetária (Copom). De acordo com as instituições financeiras, no fim de 2020, a expectativa é que a taxa básica também esteja em 4,5% ao ano. Para 2021, as instituições estimam que a Selic encerre o período em 6,13% ao ano. A estimativa anterior era 6,15% ao ano. Para o final de 2022, a previsão segue em 6,5% o ano. Quando o Copom reduz a Selic, a tendência é que o crédito fique mais barato, com incentivo à produção e ao consumo, reduzindo o controle da inflação e estimulando a atividade econômica. Quando o Copom aumenta a taxa básica de juros, o objetivo é conter a demanda aquecida e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. A manutenção da Selic indica que o Copom considera as alterações anteriores suficientes para chegar à meta de inflação. Atividade econômica A projeção para a expansão do Produto Interno Bruto (PIB) – a soma de todos os bens e serviços produzidos no país – subiu de 1,10% para 1,12%, neste ano. As estimativas das instituições financeiras para 2020 variaram de 2,24% para 2,25%. Para os anos seguintes, não houve alteração em relação à pesquisa anterior: 2,50% em 2021 e 2022. Dólar a R$ 4,15 A projeção para a cotação do dólar permanece em R$ 4,15 no fim de 2019, e em R$ 4,10 no encerramento de 2020.