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NEGÓCIOS

Seduc libera contratações de professores e equipes de apoio para o retorno das aulas presenciais em MT

access_time30/07/2021 10:04

A Secretaria Estadual de Educação (Seduc-MT) autorizou, nesta quinta-feira (29), as escolas estaduais a contratarem professores, técnicos e apoio administrativo para o retorno das aulas presenciais - na modalidade híbrida - no dia 3 de agosto. As vagas são para os profissionais que participaram do Processo de Atribuição Simplificado (PAS/2021). De acordo com o governo, estão previstas 4,7 mil contratações. Os profissionais serão chamados conforme a demanda de cada escola. No retorno às atividades presenciais, serão oferecidas aulas de reforço aos alunos, no contraturno. Por isso, além dos professores, serão necessários mais técnicos e equipes de apoio administrativo. A Seduc explicou que as contratações podem ser feitas nos casos em que o quadro de profissionais não tenha sido preenchido ou quando for necessária a substituição de servidores em afastamento por questões de saúde. Nos casos de professores, técnicos e apoios administrativo que estejam em teletrabalho e, por motivo de saúde não possam retornar no dia 3 de agosto, os casos serão analisados individualmente quanto à necessidade de substituição. Para a solicitação, serão necessários os seguintes dados do servidor para análise de liberação do cargo em substituição: nome, CPF, vínculo de matrícula, número do processo de autorização de teletrabalho devidamente autorizado pela NSSE e núcleo de assiduidade, além de cópia da carteira de vacina contra Covid-19. A secretária-adjunta de Gestão de Pessoas da Seduc-MT, Flávia Emanuelle de Souza Soares disse que, em relação ao concurso edital 01/2017, o chamamento está em andamento por município. O prazo termina nesta sexta-feira (30). A próxima fase é o chamamento por polo para 150 vagas.

Pelo 6º mês consecutivo, MT contrata mais que demite e encerra 1º semestre com saldo positivo na geração de emprego

access_time30/07/2021 10:02

Mato Grosso registrou a maior variação percentual positiva de vagas de emprego com carteira assinada do país, no primeiro semestre deste ano, em relação aos outros estados, segundo dados das Estatísticas Mensais do Emprego Formal, o chamado Novo Caged. A variação positiva foi de 6,74%, enquanto a média nacional foi de 3,96%. Os números foram divulgados nesta quinta-feira (29) pelo Ministério da Economia. Entre janeiro e junho, foram 225.760 contratações e 175.876 desligamentos em Mato Grosso, o que gera um saldo de 49.884 empregos. Os outros estados com maior variação relativa, ou seja, a soma entre contratações e demissões, foram Goiás (6,17%) e Santa Catarina (5,85%). O estado teve saldo positivo em todos os meses do ano. Em junho, foram criados 12.046 novos postos de trabalho com carteira assinada em junho, um aumento de 1,55% em relação ao mês anterior. No mês passado, o estado gerou 42.378 novos empregos formais e 30.332 demissões. O estado teve o maior crescimento relativo de novas vagas na comparação com os demais. Na média nacional, a variação positiva foi de 0,76%. Ao todo, foram criados 49.884 novos postos de trabalho no primeiro semestre deste ano. Conforme o levantamento, junho foi o segundo mês com maior número de contratações no mercado formal, ficando atrás apenas de janeiro, com 12.657. Veja o total abaixo: Janeiro: 12.657 Fevereiro: 11.795 Março: 4.277 Abril: 1.901 Maio: 7.208 Junho: 12.046 Os municípios mato-grossenses que concentraram a maior parte dos novos empregos foram Cuiabá (2.236), Sorriso (885) e Primavera do Leste (746). Os 12.406 postos de trabalho foram criados nos seguintes setores: 2.455 na agricultura, pecuária, produção florestal, pesca e aquicultura; 1.489 na indústria; 1.546 na construção; 3.024 no comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas; 3.535 em serviços. No país, foram 309.114 postos de trabalho em junho (1.601.001 admissões e 1.291.887 desligamentos) com carteira assinada. De janeiro a junho deste ano, o saldo positivo é de 1.536.717 empregos formais. O salário médio de admissão em todo o país, no mês de junho, foi de R$ 1.806,29, uma redução de R$ 1,59 se comparado a maio, o que representa variação negativa de 0,09%.

Revisão de 170 mil benefícios do INSS começa em agosto

access_time27/07/2021 14:32

Cerca de 170 mil segurados da Previdência Social que recebem benefícios por incapacidade temporária – o antigo auxílio-doença – devem ficar atentos para agendar nova perícia médica. Os prazos para fazer o agendamento começam a expirar em agosto. Quem não tomar a providência corre o risco de ter o pagamento suspenso. Desde 30 de junho, o Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) começou a enviar cartas para segurados que não realizam perícia médica há mais de seis meses. Quem recebe a convocação tem 30 dias, a contar da data de recebimento notificada pelos Correios, para agendar o procedimento. O INSS poderá também convocar as revisões utilizando a rede bancária, considerando o órgão pagador do benefício, quando esse tipo de notificação for disponível. Estão previstas ainda as convocações por meio eletrônico ou edital em Diário Oficial. A revisão em benefícios por incapacidade temporária segue até dezembro, quando todas as convocações já devem ter sido expedidas. As revisões serão realizadas por peritos médicos federais em horários extraordinários. Segundo o INSS, das 724 agências da Previdência que possuem serviço de perícia médica 619 estão funcionando e 2.549 peritos médicos estão com as agendas abertas para atendimento. O tempo médio entre o agendamento e a realização da perícia médica está em 39 dias. Revisão administrativa Em outra frente, o INSS leva adiante também as revisões administrativas de benefícios, que são feitas com regularidade. Na atual etapa, a previsão é que 1,7 milhão de segurados recebam a convocação para regularizar alguma pendência de documentação identificada pelo INSS. Desde setembro do ano passado, foram enviadas 732.586 cartas para revisão administrativa de benefícios com pendências documentais identificadas pelo INSS. Quem recebe o aviso de revisão administrativa tem o prazo de 60 dias para regularizar a documentação solicitada e manter o pagamento regular do benefício. O INSS incentiva que o envio de documentos seja realizado por meio do Meu INSS (site ou aplicativo), no campo Atualização de Dados de Benefício. É possível fazer a regularização também presencialmente. Para isso, o segurado deve ligar para o telefone 135 e escolher a opção Entrega de Documentos por Convocação e agendar atendimento na agência do INSS mais próxima de sua residência. O INSS alerta que, em qualquer caso, as convocações são feitas somente pelos Correios, motivo pelo qual o segurado deve sempre manter seu endereço atualizado junto à Previdência Social.

Governo desbloqueia todo o Orçamento de 2021

access_time22/07/2021 19:11

A diminuição de diversas estimativas de gastos obrigatórios criou espaço no teto federal de gastos e fez o governo desbloquear todo o Orçamento de 2021. Segundo o Relatório Bimestral de Avaliação de Receitas e Despesas, divulgado hoje (22) pelo Ministério da Economia, a equipe econômica liberou os R$ 4,522 bilhões que estavam contingenciados desde a sanção do Orçamento, em abril. A pasta mais beneficiada foi o Ministério da Educação, com R$ 1,558 bilhão liberados. Em seguida, vêm os ministérios da Economia (R$ 830,5 milhões), da Defesa (R$ 671,7 milhões) e do Desenvolvimento Regional (R$ 382,7 bilhões). Da verba que estava bloqueada, R$ 2,8 bilhões poderão ser liberados para gastos discricionários (não obrigatórios), como investimentos (obras e compras de equipamentos). O relatório também aumentou em R$ 25,44 bilhões, de R$ 99,495 bilhões para R$ 124,935 bilhões, a previsão de créditos extraordinários. Fora do teto de gastos, os créditos extraordinários estão relacionados aos gastos com o enfrentamento da pandemia de covid-19. A ampliação de R$ 25,44 bilhões está relacionada à prorrogação do auxílio emergencial por três meses. O benefício, que acabaria neste mês, foi estendido até outubro. Teto de gastos Enviado a cada dois meses ao Congresso, o Relatório de Receitas e Despesas orienta a execução do Orçamento. O documento baseia-se na previsão de parâmetros econômicos, no desempenho da arrecadação e nas estimativas de gastos para contingenciar (bloquear) ou liberar verbas. Neste relatório, o principal fator que permitiu o desbloqueio dos recursos foi a revisão para baixo, em R$ 16,826 bilhões, das despesas sujeitas ao teto de gastos. No documento anterior, divulgado no fim de maio, a previsão de gastos estava em R$ 4,522 bilhões (exatamente o valor liberado hoje) acima do limite. Os principais gastos reestimados para baixo foram o Bolsa Família (-R$ 9,496 bilhões, por causa da recriação do auxílio emergencial), as despesas com o funcionalismo (-R$ 3,022 bilhões), a redução de subsídios para o Financiamento Estudantil (-R$ 1,756 bilhão) e a redução dos demais subsídios e subvenções (-R$ 905,5 bilhões). A equipe econômica também reduziu em R$ 891 milhões a estimativas de gastos com benefícios da Previdência Social, ainda decorrente da reforma da Previdência. Com a reestimativa das despesas incluídas no teto, o governo ganhou uma folga de R$ 12,304 bilhões. Essa folga foi em parte consumida por um acórdão fechado com o Tribunal de Contas da União que determinou que os R$ 9,496 bilhões do Bolsa Família não utilizados fossem empregados no combate à pandemia de covid-19. Mesmo com a liberação dos R$ 4,522 bilhões, restou uma folga de R$ 2,807 bilhões no teto de gastos para este ano. Meta fiscal O relatório também reduziu, de R$ 187,7 bilhões (2,2% do Produto Interno Bruto, PIB) para R$ 155,4 bilhões (1,8% do PIB), a estimativa de déficit primário para este ano. O principal fator foi o crescimento da arrecadação decorrente da recuperação econômica, que fez a equipe econômica revisar para cima a estimativa de receitas em R$ 43,1 bilhões. Como os gastos obrigatórios subirão R$ 10,8 bilhões (por causa da revisão dos créditos extraordinários, compensada pela diminuição de outras despesas obrigatórias), a previsão final de déficit foi diminuída em R$ 32,3 bilhões. Essa é a diferença final entre a projeção anterior e atual do resultado fiscal em 2021. O déficit primário representa o resultado negativo das contas do governo, desconsiderando os juros da dívida pública. Para este ano, a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) estipula meta de déficit de até R$ 247,1 bilhões, com a possibilidade de abatimento da meta de até R$ 40 bilhões de gastos relacionados ao combate à pandemia. No entanto, o crescimento da economia e a inflação, que estão impulsionando as receitas do governo, darão folga significativa para o governo neste ano. Histórico Sancionado no fim de abril, o Orçamento de 2021 enfrentou uma negociação tensa. A lei orçamentária foi sancionada com R$ 19,8 bilhões vetados e R$ 9,3 bilhões contingenciados (bloqueados). Em maio, o Relatório de Avaliação de Receitas e Despesas permitiu a liberação de R$ 4,8 bilhões. Com o relatório divulgado hoje, os cerca de R$ 4,5 bilhões que ainda estavam bloqueados foram definitivamente liberados, e todos os ministérios e órgão públicos tiveram a verba recomposta. Aprovado com cerca de R$ 30 bilhões remanejados de gastos obrigatórios para emendas parlamentares, o Orçamento de 2021 foi sancionado com vetos parciais, após um acordo político, para evitar o descumprimento de regras fiscais por parte do governo.

Termina hoje prazo para pagamento da taxa de inscrição do Enem 2021

access_time19/07/2021 10:05

Termina hoje (19) o prazo para pagamento, via GRU Cobrança, da taxa de inscrição no Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) edição 2021. O valor da taxa é de R$ 85 e deve ser paga até o fim do dia. “O participante deve se atentar ao horário estabelecido pela sua instituição financeira para realização de pagamentos on-line”, alerta o Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep), responsável pela prova. A inscrição para o exame só será confirmada após a realização do pagamento da taxa de inscrição. De acordo com o instituto, 4.004.764 pessoas estão inscritas para a edição 2021 do Enem – número que corresponde às duas versões do exame (impressa e digital). Provas As provas do Enem 2021 serão aplicadas nos dias 21 e 28 de novembro – tanto a versão digital quanto a impressa. As duas versões também terão a mesma estrutura de prova: quatro cadernos de questões e a redação. Cada prova terá 45 questões de múltipla escolha, que, no caso do Enem Digital, serão apresentadas na tela do computador. Já a redação será realizada em formato impresso, nos mesmos moldes de aplicação e correção da versão em papel. Os participantes receberão folhas de rascunho nos dois dias. No primeiro dia, serão aplicadas as provas de linguagens; códigos e suas tecnologias; e ciências humanas e suas tecnologias, além da redação. A aplicação regular terá cinco horas e 30 minutos de duração. No segundo dia, as provas serão de ciências da natureza e suas tecnologias; e matemática e suas tecnologias. Nesse caso, a aplicação regular terá cinco horas de duração.

Detran-MT prorroga novamente vencimento do Licenciamento 2021

access_time19/07/2021 09:07

O Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT) prorrogou, novamente, o pagamento do Licenciamento 2021. Agora, os proprietários de veículos com placas finais 1, 2, 3 e 4 devem efetuar o pagamento da taxa até o dia 31 de agosto, e não mais até o dia 31 de julho, como estava estabelecido. Para veículos com placas finais 5, 6 e 7 a taxa vencerá em setembro, e não mais em agosto. Já as placas finais 8, 9 e 0 deverão ser pagas em outubro.  A portaria n° 457 do Detran-MT que trata sobre a nova prorrogação foi publicada no Diário Oficial que circulou na sexta-feira (16.07). O presidente do Detran-MT, Gustavo Vasconcelos, levou em consideração o Decreto Estadual nº. 1.009, de 13 de julho de 2021 que, em caráter excepcional, ajusta o calendário de vencimento do IPVA relativo ao exercício de 2021.  O prazo do calendário de vencimento do Licenciamento já havia sido prorrogado pelo Detran-MT, no início deste ano, em razão dos reflexos financeiros causados pela pandemia da Covid-19 em Mato Grosso.   Como pagar A taxa do Licenciamento Anual do veículo pode ser emitida no site do Detran-MT (www.detran.mt.gov.br) na opção “Consulte Seu Veículo”. Após o pagamento da taxa, o cidadão deve imprimir o Licenciamento, em formato de papel A4, no próprio site do Detran ou pelo aplicativo MT Cidadão. A nova versão do documento é de caráter definitivo, não sendo mais emitido no Detran-MT o licenciamento em papel moeda, o antigo “verdinho”. O documento em papel A4 possui o mesmo valor jurídico do antigo com autenticidade e segurança garantidos por meio de QR Code, que está ligado à base nacional de dados do Departamento Nacional de Trânsito (Denatran). Vale lembrar que o veículo só estará licenciado após o pagamento de todos os débitos como IPVA, Seguro DPVAT, a própria taxa de Licenciamento, além de possíveis multas. Confira a nova tabela:

Governador sanciona desconto de até 75% para quem possui débitos com Ager, Procon e Indea

access_time15/07/2021 12:43

O governador Mauro Mendes sancionou a lei que permite redução em até 75% nos juros, penalidades e multas de dívidas com o Procon, com a Agência Estadual de Regulação dos Serviços Públicos Delegados (Ager) e com o Instituto de Defesa Agropecuária (Indea). Terão direito a desconto os contribuintes com dívidas contraídas até 31 de dezembro de 2020. Até então, a redução era concedida apenas para quem tinha contraído dívidas com estes órgãos até 31 de dezembro de 2016. A assinatura ocorreu na manhã desta quinta-feira (15.07), durante reunião com os secretários de Estado Mauro Carvalho (Casa Civil), Rogério Gallo (Fazenda) e Francisco Lopes (Procuradoria Geral do Estado). A lei foi enviada pelo Executivo e aprovada pela Assembleia Legislativa. "Nós estamos fazendo isso para otimizar a regularização das pessoas físicas e jurídicas que eventualmente tenham tido alguma pendência nesses órgãos. E é esse o nosso objetivo: fazer com que o cidadão possa se regularizar e assim ficar livre para empreender, crescer, gerar emprego. Agradeço a Assembleia por ter aprovado o nosso projeto", afirmou o governador. De acordo com o secretário de Estado de Fazenda, Rogério Gallo, a lei estendeu a redução dos juros e demais penalidades para os últimos quatro anos, o que vai beneficiar boa parte dos devedores. "Essa lei ampliou um desconto robusto que vai incentivar a regularização. Ter mais empresas e pessoas com os débitos regularizados é uma vantagem para todos", ressaltou o secretário. O procurador-geral do Estado, Francisco Lopes, explicou que a Procuradoria irá fazer as adequações no sistema para que, após a quitação, a baixa da dívida ocorra de forma célere. “Essa lei mostra que o estado se preocupa com a regularização. Quitada a dívida, será dado baixa em até 48h e o contribuinte já estará com tudo regularizado em seu cadastro. Se a dívida tiver sido judicializada, comunicaremos o juízo responsável para que a baixa também seja feita”, relatou.

Vencimento do IPVA 2021 é prorrogado para agosto, setembro e outubro

access_time14/07/2021 16:19

O Governo de Mato Grosso, por meio da Secretaria de Fazenda (Sefaz) prorrogou o calendário de vencimentos do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) para os meses de agosto, setembro e outubro. Essa é a terceira vez que a cobrança do imposto estadual, referente ao ano de 2021, é postergada pelo Executivo. O calendário original, que previa o início dos vencimentos a partir de janeiro deste ano, foi prorrogado primeiramente para março e depois para o mês de julho. A alteração foi publicada no Diario Oficial desta quarta-feira (14.07), por meio do Decreto nº 1.009. Com a alteração no calendário do IPVA 2021, o vencimento das placas com finais 1, 2, 3 e 4 foram prorrogados para agosto e para as placas 5, 6 e 7 para o mês de setembro. Já as placas com finais 8, 9 e 0 tiveram a cobrança postergada para o mês de outubro. Os descontos de 5% e 3% para os pagamentos à vista foram mantidos, assim como o parcelamento em até seis vezes, desde que o vencimento da última parcela não ultrapasse o ano de referência. Além de minimizar os impactos financeiros provocados pela pandemia da Covid-19, a alteração do IPVA 2021 tem como objetivo adequar o calendário de vencimento com os prazos estabelecidos para a remissão do tributo. O benefício foi concedido para veículos dos setores de bares, restaurantes, hotéis e similares, transporte escolar, transporte turístico, motoristas de aplicativo e de motocicleta de até 160 cilindradas, cuja propriedade seja de pessoa física. O secretário de Fazenda, Rogério Gallo, explica que para conceder a remissão do IPVA foram determinados alguns prazos que coincidiram com o início do calendário de vencimento do IPVA 2021. “Com isso o lançamento do IPVA foi afetado e houve a necessidade de readequar o calendário, para evitar o recolhimento do imposto em situações em que o contribuinte tenha direito ao benefício da remissão”. A remissão do IPVA 2021 foi lançada de forma automática pela Sefaz, durante os meses de maio e junho.  Os contribuintes que se enquadram nos requisitos e que não tiveram os valores do tributo cancelados podem requerer o benefício, por meio do sistema e-Process, até o dia 31 de julho. O critérios para conceder a remissão e a documentação exigida estão no Decreto nº 934, de 06 de maio de 2021. Em relação ao pagamento do IPVA 2021, a Sefaz esclarece que se o contribuinte já tiver quitado algum valor, o saldo remanescente deverá ser pago ou reparcelado dentro das novas datas de vencimento. Nos casos de parcelamento, também é possível manter a programação inicial das parcelas que são geradas nos meses subsequentes ao mês em que o parcelamento foi realizado. É importante que o contribuinte fique atento às regras para parcelar o IPVA. Para essa forma de pagamento é determinado um o valor limite por parcela, de uma Unidade Padrão Fiscal (UPF/MT). Além disso, o parcelamento deve encerrar dentro do ano de 2021, ou seja, a última parcela deve ser quitada no mês de dezembro. DOWNLOAD  Decreto nº 1.009 - Calendário IPVA - DOE de 14.07.2021

Ipea: inflação desacelera para todas as faixas de renda em junho

access_time14/07/2021 10:48

O Indicador de Inflação por Faixa de Renda apontou desaceleração da taxa de inflação para todas as faixas de renda no mês de junho.  O estudo mostrou que, apesar da redução generalizada na comparação com maio deste ano, a inflação das famílias de renda muito baixa continua maior que a registrada na faixa de renda alta pelo terceiro mês consecutivo, com taxas de 0,62% para as famílias que recebem menos de R$ 1.650,50 e de 0,39% para os domicílios com renda maior de R$ 16.509,66. O levantamento foi divulgado hoje (14) pelo Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea). O grupo habitação, assim como no mês anterior, continuou sendo o segmento que mais contribuiu para a pressão inflacionária em junho, impactado pelo reajuste das tarifas de energia elétrica e, em menor escala, pelos aumentos do gás de botijão e do gás encanado. Segundo o Ipea, no caso da energia, a variação de 1,95%, em junho, reflete o acionamento da bandeira vermelha patamar 2, além da recomposição tarifária registrada em Curitiba. As variações do gás de botijão e do gás encanado, por sua vez, continuam influenciadas pela alta dos preços internacionais e já acumulam variações de 16% e 14,2% no ano, respectivamente. De acordo com o levantamento, o segundo grupo que mais contribuiu para a alta da inflação das famílias de renda muito baixa foi o de alimentação e bebidas. Mesmo diante da deflação apresentada em itens importantes, como cereais (-0,73%), tubérculos (-11,2%) e frutas (-2,7%), o segmento foi impactado pelas altas das carnes (1,3%), das aves e ovos (1,6%) e dos leites e derivados (2,2%). Já as famílias de alta renda foram impactadas pelo segmento de transportes, sendo que as quedas nas passagens aéreas (-5,6%) e nos transportes por aplicativo (-0,95%) não conseguiram anular os efeitos dos aumentos da gasolina (0,7%) e do etanol (2,1%. Na comparação com junho de 2020, a pesquisa mostrou que a inflação no mesmo mês de 2021 foi mais elevada para todos os segmentos de renda, sendo que a alta foi mais significativa foi para as famílias de menor renda. Segundo o Ipea, apesar da alta maior dos alimentos no domicílio em 2020, a inflação das famílias de renda mais baixa havia sido beneficiada pelas quedas dos preços da energia (-0,34%), do vestuário (-0,46%) e dos artigos de limpeza (-0,19%), ocorridas no ano passado. Já para as famílias com maior renda, a menor alta inflacionária em 2020 foi causada, principalmente, pelas deflações das passagens aéreas (-26%), dos transportes por aplicativo (-14%) e das despesas com recreação (-0,43%) “Os dados acumulados em doze meses mostram que, apesar da aceleração inflacionária generalizada para todas as faixas de renda, a taxa de inflação das famílias de renda muito baixa (9,2%) segue em patamar acima da observada na faixa de renda alta (6,5%), ainda pressionada pelas altas de 15,3% dos alimentos no domicílio, de 16,2% da energia elétrica e de 24,2% do gás de botijão no período. Já para as famílias de renda mais alta, boa parte dessa inflação acumulada vem do reajuste de 43,9% dos combustíveis no período”, informou o Ipea.

Começa obra de recuperação da ponte na BR-163 em Peixoto com investimento de R$ 2,5 milhões

access_time06/07/2021 06:25

A empresa de Fortaleza (CE), que foi contratada pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) começou, hoje, as obras de restauração e reforço estrutural da ponte sobre o Rio Peixoto de Azevedo, localizada no km 1.031 da BR-163, no limite entre os municípios de Peixoto e Matupá. As obras consistem na restauração completa da ponte, além do reforço estrutural, do pavimento, do guarda corpo e da iluminação. O empreendimento está orçado em R$ 2,5 milhões. Os serviços são necessários para melhorar a estrutura da ponte que recebe um tráfego intenso de veículos pesados. Por este trecho da BR-163 passam mais de 2 mil caminhões por dia que seguem rumo aos portos do Arco Norte, no estado do Pará. Anteriormente, o engenheiro civil e patologista de concreto da empreiteira, Pádua Rodrigues Júnior, detalhou, em entrevista, que as obras devem ser concluídas em até cinco meses. A ponte teve um recalque em uma das fundações. “Criando um desnível de 10 centímetros que não provoca situação de colapsos. Para as obras de recuperação não será necessária interdição do tráfego. Agora, após concluir isso também vamos aproveitar para fazer recuperação de asfalto. Nesta etapa, aí será necessária operação em para e siga por conta da aplicação asfáltica na pista”. O reforço estrutural da ponte também tem como objetivo adequá-la ao intenso tráfego de veículos pesados na região. Além de absorver o trânsito urbano entre as duas cidades, a ponte é essencial para a rota rumo aos portos do Arco Norte do país. Esse trecho chega a receber mais de 2 mil carretas por dia nos momentos de pico, enquanto a média diária é de 800 a mil carretas A BR-163 é a principal rodovia federal que liga o Nortão a Cuiabá e também aos portos em Miritituba e Santarém (PA) para escoamento da produção agrícola.