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NEGÓCIOS

Governo adia pagamento do IPVA de veículos com finais de placa 4, 5, 6 e 7 para maio e junho

access_time03/04/2020 17:00

A Secretaria de Fazenda (Sefaz) adiou para maio o pagamento do Imposto sobre Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) dos veículos com finais de placa 4 e 5, que venceria em 31 de março. Já os veículos com finais de placa 6 e 7, que deveria ter o IPVA pago até 30 de abril, foi adiado para junho. Os parcelamentos já realizados nos meses anteriores e pendentes de pagamento, incluindo aqueles realizados no âmbito da Procuradoria Geral do Estado (PGE), também foram prorrogados. Dessa forma, as parcelas referentes aos meses março e abril serão cobradas em maio e junho, respectivamente, e as demais nos meses subsequentes. Para imprimir o documento de arrecadação (boletos) com as novas datas de vencimento, o contribuinte precisa acessar o Sistema IPVA , informar o chassi ou renavan do veículo e escolher a forma de pagamento, à vista ou parcelado em até 6 vezes. Nos casos dos parcelamentos já realizados e impressos, será necessário acessar novamente o sistema para fazer a reimpressão dos boletos. Caso o contribuinte tenha dificuldade ou encontre alguma inconsistência na hora de gerar e imprimir os boletos, a Sefaz orienta que entre em contato pelos canais de atendimento virtuais informando todos os dados necessários como placa do veículo, chassi ou renavan. O contato deve ser feito pelo Sefaz para Você , disponível no site da secretaria, ou pelo e-mail da Agência Fazendária do domicílio tributário do contribuinte. A prorrogação do vencimento do IPVA é uma das medidas adotas pelo governo estadual em atenção aos cidadãos mato-grossenses e como forma de contribuir neste momento de dificuldade pela qual o estado, país e mundo passam, por conta da pandemia do coronavírus.

Carreata pede volta do funcionamento do comércio em Cuiabá

access_time28/03/2020 08:24

Cerca de 200 veículos, segundo a organização do evento, fizeram uma manifestação na noite dessa sexta-feira (27) pedindo a reabertura do comércio em Cuiabá, fechado por determinação do prefeito Emanuel Pinheiro (MDB) como forma de conter a pandemia de coronavírus. A Avenida Fernando Correa, uma das mais movimentadas de Cuiabá, ficou parada por alguns minutos. No grupo estavam empresários, comerciantes, motoristas de aplicativos e profissionais liberais. Alguns veículos que não participavam do ato ficaram presos em meio a manifestação porque passavam no local naquele momento. O ato pede a suspensão de medidas de quarentena, contrariando recomendações das autoridades da área de saúde no Brasil e no mundo. O grupo partiu do Jardim das Américas e encerrou o ato na Praça 8 de Abril. Um pouco antes da manifestação começar, Rafael Yonecubo, presidente da Direita-MT, afirmou que havia sido notificado pelo Ministério Público para suspender o ato. Porém, como já haviam muitas pessoas no local, não foi possível. A Polícia Militar atuou para garantir a ordem.

EUA fecham acordo de US$ 2 tri para aliviar economia na crise

access_time25/03/2020 07:28

Nos Estados Unidos, senadores dos partidos Republicano e Democrata e a Casa Branca chegaram na madrugada desta quarta-feira (25) a um acordo sobre um plano federal de estímulos de US$ 2 trilhões para aliviar as consequências da pandemia do coronavírus sobre a economia do país. O pacote deverá auxiliar trabalhadores, empresas e o sistema de saúde. "Por fim, temos um acordo", afirmou o líder da maioria republicana no Senado, Mitch McConnell, antes de citar um "nível de investimentos de tempos de guerra". O valor equivale a aproximadamente R$ 10,2 trilhões, o que representa um montante maior do que o Produto Interno Bruto (PIB) do Brasil em valores correntes, que em 2019 totalizou R$ 7,3 trilhões. O acordo, porém, ainda precisa ser afinado e detalhado. O pacote de estímulo poderá ser o mais amplo da história moderna americana. O texto do acordo só deve ser disponibilizado mais tarde nesta quarta-feira. Senado e Casa dos Representantes precisam aprovar a legislação antes de enviá-la à sanção do presidente Donald Trump. O líder democrata no Senado, Chuck Schumer, chamou a medida de "maior pacote de resgate na histórica norte-americana", descrevendo-a como o "Plano Marshall" para hospitais e necessidades médicas, em referência ao programa financiado pelos EUA que ajudou a reconstruir a Europa após a Segunda Guerra Mundial. O que está previsto O pacote prevê remuneração direta à maioria dos americanos, ampliação de benefícios de seguro-desemprego, dinheiro para estados e um programa para pequenas empresas poderem remunerar funcionários que precisam ficar em casa para conter o contágio do coronavírus no país. Entre outras provisões, segundo a agência Reuters, o plano deve incluir: US$ 500 bilhões para fundo voltado a ajudar indústrias afetadas com empréstimos e uma quantia similar para pagamentos diretos de até US$ 3 mil para milhões de famílias dos EUA US$ 350 bilhões para empréstimos a pequenas empresas e 250 bilhões para auxílio-desemprego US$ 100 bilhõespara hospitais e sistemas de saúde, junto com dinheiro adicional para outras necessidades ligadas a saúde US$ 150 bilhões para ajuda a governos locais e estatais para combaterem o surto Negociações A maratona de negociações envolveu senadores republicanos e democratas e a equipe do presidente Donald Trump. O pacote quase não saiu porque legisladores democratas insistiram numa proteção mais ampla de trabalhadores e apontaram que um novo fundo de US$ 500 bilhões para auxiliar empresas em dificuldades devido à crise havia sido ignorado. Os democratas chegaram a barrar o acordo duas vezes, pedindo mais concessões. Os democratas desejavam uma supervisão maior dos empréstimos para as grandes empresas, além do pagamento de salários para os funcionários demitidos e mais recursos para os hospitais. Covid-19 nos EUA Desde o primeiro caso nos Estados Unidos em janeiro, o novo coronavírus matou 796 pessoas, segundo um balanço da Universidade Johns Hopkins. Mais de 55.000 pessoas foram infectadas no país. Para evitar contágios que poderiam provocar o colapso dos hospitais, 100 milhões de pessoas, quase um terço da população, receberam determinações para permanecer em suas casas, provocando a suspensão de aulas, o fechamento de milhares de estabelecimentos comerciais e a demissões de milhões de trabalhadores. Três congressistas foram diagnosticados com a COVID-19 e pelo menos 10 estão em quarentena, impedidos de votar.

Restaurantes veem em delivery forma de continuar funcionando

access_time22/03/2020 06:40

Com o fechamento do comércio ou restrição ao funcionamento dos estabelecimentos comerciais em algumas cidades do país devido à pandemia do novo coronavírus, a opção para bares e restaurantes manterem pelo menos parte das operações é a entrega de comida (delivery). No Distrito Federal, empresários do ramo de bares e restaurantes negociaram com o governo local a permissão para o funcionamento dos estabelecimentos para a entrega de comida em domicílio. Na última quinta-feira (19), o governador do DF, Ibaneis Rocha, determinou o fechamento de estabelecimentos comerciais, de qualquer natureza, inclusive bares, restaurantes e lojas de conveniências, mas manteve as operações de delivery. “A gente conseguiu colocar no decreto [o funcionamento do delivery de bares e restaurantes] até porque boa parte da população precisa desse serviço”, disse o presidente do Sindicato de Hotéis, Restaurantes, Bares e Similares de Brasília (Sindhobar-DF), Jael Antônio da Silva. Segundo ele, houve uma redução das equipes dos restaurantes uma vez que não podem ficar abertos ao público. Silva informou que a convenção coletiva de trabalho foi antecipada para que empregados do setor entrem de férias, com pagamento parcelado ou 30 dias depois. “É uma garantia para empresário e empregados para tentar mantê-los com emprego e tentando evitar desembolso pelos empresários. A medida será válida mesmo para quem ainda não tem direito a férias”, afirmou. De acordo com Silva, a estimativa é que o DF reúna cerca de 2,5 mil restaurantes que fazem entrega de comida por meio de aplicativos. Cuidados para receber O aplicativo iFood criou a opção de ‘Entrega sem Contato’ que pode ser escolhida no momento de realização do pedido. Para que isso aconteça, os pagamentos deverão ser efetuados online, pelo app. Na sequência, o entregador responsável pela rota será avisado e terá acesso às orientações enviadas pelo cliente para que possa concluir a entrega sem interação. O chat entre entregadores e consumidores, já disponível anteriormente, pode ser utilizado ainda como ferramenta para combinar detalhes das entregas, passando a permitir o envio de fotos para facilitar a comunicação. Pelo Uber Eats, nas instruções de entrega, o consumidor pode colocar a observação de que quer que a comida fique na porta ou na portaria, por exemplo. No caso da Rappi e da 99Food, é possível fazer a observação pelo chat. Com pagamento feito pelo aplicativo e com essa observação, não será necessário manusear a máquina de pagamento e ter contato com o entregador. A Associação Brasileira de Bares e Restaurantes (Abrasel) orienta os estabelecimentos comerciais a oferecer o pagamento on line sempre que possível. Caso o pagamento seja em dinheiro, o troco deve ser colocado dentro de um saquinho. E as maquininhas podem ser envelopadas com filme plástico a cada uso. No site da Abrasel, há um guia com informações sobre os cuidados para os restaurantes e entregadores. Fundo para entregadores A iFood informou que criou um fundo solidário no valor de R$ 1 milhão para pagar entregadores que comprovem estar com Covid-19. O entregador receberá do fundo um valor baseado na média dos seus repasses nos últimos 30 dias, proporcional aos 14 dias de quarentena. A 99Food passou a fornecer kits de prevenção (máscaras e álcool em gel) e orientações para entregas sem contato e também criou um fundo de suporte de US$ 10 milhões. A Uber Eats adotou medida semelhante, oferecendo auxílio de 14 dias para entregadores diagnosticados com Covid-19. São Paulo Apesar de a prefeitura da capital paulista ter mantido a autorização para funcionamento de restaurantes e lanchonetes neste fim de semana, o movimento nos estabelecimentos da região central caiu visivelmente. Para manterem as portas abertas, os estabelecimentos tinham que atender novas exigências, como disponibilizar álcool em gel para higienização dos clientes e garantir um espaço de ao menos um metro entre as mesas. Localizado no centro de São Paulo, o restaurante de inspiração vietnamita Bia Hoi seguiu as determinações da prefeitura. Porém, segundo a proprietária, Dani Borges, o movimento presencial caiu 95% na última semana. As entregas, que equivalem a cerca de 20% do fluxo, também diminuíram para a metade de antes da epidemia. “Essa semana eu já estou com a equipe reduzida a um terço. Os empregados estão tirando folgas e banco de horas. E, agora, eu estou estudando, com o contador e com o setor de pessoal, que medidas a gente pode adotar a partir da semana que vem”, disse Dani, na última sexta-feira (20), sobre as incertezas quanto ao futuro do empreendimento. Nesse sábado (21), o governo de São Paulo decretou quarentena para todos os serviços não essenciais no estado a partir da próxima terça-feira (24) por causa do coronavírus. A medida terá validade de 15 dias e poderá ser prorrogada. Apoio dos clientes Para tentar contornar a crise, o restaurante está apostando na venda de créditos antecipados. O cliente paga um preço agora e tem direito a consumir um valor mais generoso ao retirar a refeição em maio ou junho, quando a proprietária espera que a situação tenha voltado ao normal. A ideia é baseada em uma experiência semelhante promovida por um aplicativo em São Francisco, nos Estados Unidos, para dar apoio a empreendimentos em dificuldades. “Nós temos uma clientela bem fiel. A gente colocou essa campanha no final da tarde de quinta-feira e temos recebido bastante contatos desde então”, diz. A situação é um pouco melhor na rede de franquias Mr. Fit. Segundo a proprietária, Camila Miglhorini, os pedidos de entrega, que representam 50% no faturamento das 134 lojas espalhadas pelo país ficou estável na primeira semana de restrições ao comércio e serviços. “A gente acredita que nós próximos dias vai ter um aumento, porque as pessoas vão estar trabalhando de casa, elas não vão ter tempo de ficar cozinhando”, estima sobre o crescimento que, acredita, pode chegar a 40%. Investimento em segurança Com o objetivo de atrair clientes, Camila explica que a franquia tem investido em ações para que os consumidores se sintam seguros, como a entrega sem contato físico, disponível em alguns aplicativos. “O cliente vai pagar online e o entregador vai combinar o local para deixar”, diz sobre o funcionamento do serviço. Além disso, há um trabalho para divulgar as medidas que a rede está tomando para garantir a segurança dos pedidos em tempos de pandemia. “A gente está trabalhando muito isso nas mídias para mostrar para o cliente que a gente está cuidando da comida dele, que ele não vai ser infectado”, enfatiza. Rio de Janeiro Bares e restaurantes de Botafogo ficam vazios na hora do almoço, no Rio de Janeiro. - Tomaz Silva/Agência Brasil Na capital fluminense, o governo estadual transformou em determinação a recomendação de atender com apenas 30% da capacidade de mesas, em um decreto publicado na noite de quinta-feira. A restrição vale para bares, restaurantes e lanchonetes. O decreto permite que os serviços de delivery e os pedidos de comida para viagem funcionem normalmente. O presidente do Sindicato de Bares e Restaurantes do Município do Rio de Janeiro, Fernando Blower, conta que muitos empresários decidiram fechar totalmente os estabelecimentos, por avaliarem que o funcionamento nesses termos não paga os custos de operação. "O delivery não é a solução do problema, é um paliativo. As únicas empresas que conseguem se manter são aquelas que já nasceram exclusivamente para delivery", afirma Blower, que pede apoio governamental aos empresários e trabalhadores do setor para evitar falências e fechamento de postos de trabalho.

Agências de cooperativa de crédito suspendem atendimento ao público e fecham temporariamente

access_time21/03/2020 13:52

A cooperativa de crédito Sicredi decidiu suspender os atendimentos ao público nas agências de Mato Grosso como forma de prevenção à pandemia do novo coronavírus. A medida passa a valer a partir de segunda-feira (23) e segue por tempo indeterminado. As Assembleias de Núcleo do Sicoob União que seriam realizadas entre este mês até o dia 13 de abril, em municípios de Mato Grosso, também foram suspensas devido à pandemia da Covid-19. As medidas visam diminuir a velocidade de propagação da doença e têm como base as orientações do Ministério da Saúde, da Organização Mundial da Saúde (OMS) e das demais autoridade locais de saúde pública. De acordo com o Sicredi, a orientação é que os associados usem os meios eletrônicos (internet banking e aplicativo) para a realização das operações sem necessidade de ir às agências. “O Sicredi reforça que está ao lado de seus associados, colaboradores e das comunidades no enfrentamento da pandemia do novo coronavírus e segue fazendo a sua parte para manter a atividade econômica, sempre tendo como prioridade a saúde, a segurança e o bem-estar de todos”, disse em comunicado. Incidência do estado Na tarde dessa sexta-feira (20), a Secretaria Estadual de Saúde (SES) divulgou a notificação de 73 casos suspeitos de coronavírus em 23 municípios de Mato Grosso. Outros dois casos, registrado em Cuiabá e Várzea Grande foram confirmados.

Hidroxicloroquina: EUA testam remédio para malária no tratamento do coronavírus

access_time19/03/2020 21:38

O governo dos EUA anunciou nesta quarta-feira (19) que está testando medicamentos já existentes para tratar o novo coronavírus (COVID-19). O presidente Donald Trump disse, em entrevista coletiva, que há resultados encorajadores com a cloroquina (hidroxicloroquina), remédio usado para malária. Trump informou que orientou a Administração de Alimentos e Medicamentos (FDA, na sigla em inglês) a avançar nesse caso. No momento, há um teste conduzido pela Universidade de Minnesota com 1.500 pessoas para verificar a eficácia da cloriquina contra a COVID-19. O medicamento para malária também está sendo testado em outros países, como China, Austrália e França. Ele foi elogiado no começo desta semana pelo executivo-chefe da Tesla, Elon Musk, que se recuperou da malária depois de usá-lo em 2000. Além de ter um efeito antiviral direto, a hidroxicloroquina — nome completo do composto — suprime a produção e liberação de proteínas envolvidas nas complicações inflamatórias de várias doenças virais. "Estamos tentando alavancar a ciência para ver se podemos fazer algo além de minimizar os contatos", disse o doutor Jakub Tolar, reitor da Escola de Medicina da Universidade de Minnesota e vice-presidente de questões clínicas. "Os resultados são prováveis em semanas, não meses". Há também outros testes em execução com os medicamentos Remdesivir, administrado contra o ebola, e a losartana, para pressão arterial. Ainda não há confirmação científica da segurança desses químicos contra a nova doença. A maioria das pessoas infectadas com o novo coronavírus só desenvolve sintomas leves semelhantes aos da gripe, mas cerca de 20% pode ter manifestações mais graves que podem levar a uma pneumonia, exigindo hospitalização. De acordo com os últimos dados da OMS (Organização Mundial da Saúde), há 207.855 casos confirmados e 8.648 mortes pela nova doença em 166 países e territórios. Com informações da Reuters e Estadão Conteúdo

País tem sete mortes pelo COVID-19

access_time19/03/2020 21:32

A Secretaria Estadual de Saúde de São Paulo registrou nesta quinta-feira (19) o quinto caso confirmado de morte relacionada ao novo coronavírus no estado. Ao todo, são sete mortes no Brasil de pacientes com a COVID-19. O novo óbito registrado é um homem de 77 anos, com histórico prévio de problemas de saúde. Segundo o governo estadual, são 286 casos confirmados no estado de São Paulo. Outros 7.669 casos são considerados suspeitos.  Veja quem foram as vítimas: 1 - São Paulo (SP) Vítima: Homem de 62 anos, com doenças crônicas, sem histórico de viagem. Morreu dia 16, após ter ficado internado desde o dia 14 na UTI de um serviço privado. 2 - São Paulo (SP) Vítima: Homem de 65 anos, atendido em hospital privado de São Paulo.   3 - São Paulo (SP) Vítima: Homem de 85 anos, atendido em hospital privado de São Paulo. 4 - Jundiaí (SP) Vítima: Homem de 81 anos, atendido em hospital privado de São Paulo. 5 - Miguel Pereira (RJ) Vítima: Mulher de 63 anos, diabética e hipertensa. Apresentou sintomas no dia 15 e deu entrada em uma unidade de saúde de Miguel Pereira no dia 16. Ela teve contato com paciente confirmado que viajou ao exterior. 6 - Niterói (RJ) Vítima: Homem, 69 anos, diabético e hipertenso. O homem apresentou os primeiros sintomas, como febre, tosse e mialgia, no último dia 11. Ele teve contato com caso confirmado que viajou para o exterior.  7 - São Paulo (SP) Vítima: Homem, 77 anos, com histórico prévio de problemas de saúde. Panorama De acordo com os números divulgados pelo Ministério da Saúde na tarde desta quinta (19), são 621 casos confirmados no Brasil. São Paulo concentra o maior número de casos, seguido pelo Rio de Janeiro, com 65 registros. Em todo o mundo são 207.855 casos confirmados do novo coronavírus, com um total de 8.648 mortes, segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS). O país com o maior número de casos é a China, com 81.174 casos, seguido pela Itália (35.713 casos), pelo Irã (17.361) e pela Espanha (13.716).

"Situação é grave, mas medo é um pouco exagerado", diz médica

access_time19/03/2020 10:23

A médica infectologista Zamara Brandão, que atua na rede pública em Cuiabá e no Hospital Santa Rosa, afirmou ver certo “exagero” no medo criado pelas pessoas em relação a pandemia do Covid-19 (novo coronavírus). Segundo ela, se todos adotarem as medidas de prevenção, como a lavagem das mãos com água e sabão, constantemente, a doença pode ser controlada rapidamente. “Apesar de ser uma doença grave, contagiosa, o medo que as pessoas criaram é um pouco exagerado. O coronavírus morre fácil se a gente fizer a higienização das mãos com água e sabão, álcool em gel. A limpeza de casa com água sanitária. Enfim, se a gente tomar os cuidados, a gente controla essa crise”, afirmou na reportagem. Mato Grosso já possui dois casos confirmados do novo coronavírus, um em Cuiabá e outro em Rondonópolis. A Secretaria de Estado e Saúde ainda monitora outros 25 casos suspeitos. A infectologista disse que não será possível quantificar os casos em Mato Grosso, uma vez que os exames só são realizados em pacientes hospitalizados em estado grave. Ela disse acreditar, porém, que os casos no Estado não devem chegar ao "extremo" como ocorreu em outros países. “Quando o vírus chegou aqui, nós já tínhamos um conhecimento prévio do que é necessário fazer para se prevenir. Eu tenho a impressão que aqui em Mato Grosso não vai chegar ao extremo como foi na China e na Itália”, afirmou. “A gente tem que acreditar que as pessoas vão aderir às medidas de prevenção. Se eu faço as medidas de prevenção certinha, isso quer dizer que eu não vou ser infectado e, consequentemente, não serei transmissor do vírus. Se eu não transmito vírus, outras pessoas não vão entrar em contato com o vírus também”, acrescentou. Estrutura na rede pública Zamara Brandão disse ver como acertada as medidas adotadas pelas autoridades em prevenção ao vírus, principalmente na recomendação de isolamento de idosos, porque as unidades de Saúde não estão preparadas para receber um alto fluxo de pacientes. “As autoridades estão muito incisivas em tentar barrar o crescimento, porque a gente não sabe se vai ter leitos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e respiradores suficientes para todo mundo que ficar doente”, afirmou. Conforme ela, as pessoas que não tenham sintomas graves como febre alta e falta de ar, devem permanecer em casa para não transmitir o vírus. Já as pessoas que sentirem os sintomas graves devem procurar uma unidade de saúde mais próxima a sua casa, para ser avaliado por um profissional e seguir os encaminhamentos necessários. Distância dos grandes centros Para a infectologista, o fato de Mato Grosso não possuir aeroporto internacional é um fator favorável para que a transmissão no Estado seja pequena. “Você pode ver que onde espalhou primeiro o vírus foi nas localidades que veio gente de fora. O boom do vírus ocorreu depois do carnaval. Eu acho que com essas restrições que todo mundo já sabe, as pessoas não vão viajar, vão ficar mais em casa e, com isso, vai chegar menos assintomáticos aqui.  Então, vai ter menos transmissão", disse. Ela frisou, porém, que ainda não há estudos que comprovem que o vírus não sobreviva ao calor.   “Como esse coronavírus é um vírus que a gente não conhecia, que chegou para nós do Oriente, ainda não tem estudos claros do efeito da temperatura sobre ele. Mas os estudos que temos em relação a outros coronavírus é que ele sobrevive em superfície inanimadas de cinco a noves dias. É um tempo até prolongado”, completou.

Dólar bate R$ 5,20 pela primeira vez na história

access_time18/03/2020 11:18

O dólar bateu R$ 5,20 pela primeira vez na história às 8h44 desta quarta-feira (18) e renovou nova máxima recorde, com os investidores receosos sobre o impacto econômico do coronavírus e à espera da decisão de política monetária do Copom. Às 9h17, o dólar avançava 3,11%, a R$ 5,1581 na venda, enquanto o contrato mais negociado de dólar futuro disparava 2,9%, a R$ 5,157. Na máxima, logo após a abertura, a moeda norte-americana tocou R$ 5,1631 na venda, novo pico histórico. Na véspera O dólar interrompeu nesta terça-feira (17) a sequência de quatro altas consecutivas, caiu 0,88% e passou a ser negociado a R$ 5,002. A queda ocorreu um dia após a moeda norte-americana fechar a sessão acima de R$ 5 pela primeira vez desde a criação do Plano Real. Pela manhã, o dólar bateu R$ 5,08 depois que o governo do Estado de São Paulo confirmou a primeira morte por coronavírus do Brasil.

ABRAMP cria programa de auxílio para garimpeiros regularizarem atividade

access_time17/03/2020 17:27

O garimpo de metais preciosos movimenta parte importante da economia brasileira. Segundo estimativas da ABRAMP – Associação Brasileira de Metais Preciosos – o país produz cerca de 81,2 toneladas por ano. Para contribuir com o desenvolvimento desse setor, a ABRAMP criou um programa especial de apoio para que os garimpeiros possam regularizar suas áreas de extração. O objetivo é facilitar a esses trabalhadores o acesso às certidões, comprovações, relatórios e documentações para que ele possa desenvolver o seu trabalho dentro da legislação, com tranquilidade. Atualmente, para se ter um garimpo legalizado, é preciso requerer o local do garimpo através de uma PLG - Permissão de Lavra Garimpeira. A burocracia que envolve essa área é muito grande e acaba desestimulando os trabalhadores. Para a obtenção da PLG, a ABRAMP ajuda o garimpeiro em todas as etapas do processo, desde o requerimento ANM, até as licenças ambientais e Permissão de Lavra Garimpeira. Tudo de modo prático e sem que o trabalhador perca tempo ou corra o risco de não ter aprovado o seu requerimento. A Associação reforça a importância dos garimpeiros legalizarem suas áreas, principalmente em função do Brasil de hoje, no qual as áreas de garimpo estão no foco das autoridades. Entre os muitos benefícios de regularizar as atividades, está o fato de poder trabalhar com tranquilidade e segurança. Os garimpeiros interessados em conhecer mais detalhes do programa da ABRAMP, podem entrar em contato direto com a entidade através do WhatsApp (93) 99144-9711. Visite nosso site: http://www.abramp.org.br/ Curta Nossa Pagina: https://www.facebook.com/associacaoabramp/ Contato: atendimento@abramp.org.br (11) 3271-6652 / WhatsApp: (93) 99144-9711