Kurupí
Notícias recentes
Produtores rurais investem em arrendamento de terras para aumentar produção de soja

Produtores rurais investem em arrendamento de terras para aumentar produção de soja

access_time19/11/2018 09:24

Os produtores rurais de Mato Grosso aumentaram a procura de arrendamento de terras no norte do estad

Passageiro é detido ao se masturbar em ônibus ao lado de jovem

Passageiro é detido ao se masturbar em ônibus ao lado de jovem

access_time31/05/2019 09:34

Um homem foi detido nessa quinta-feira (30) ao ser flagrado se masturbando dentro de um ônibus ao la

Paula Rasch é eleita Miss Peixoto 2018

Paula Rasch é eleita Miss Peixoto 2018

access_time15/05/2018 08:34

A estudante Paula Rasch, 17 anos, foi eleita a Miss Peixoto 2018 no concurso realizado na noite de s

NEGÓCIOS

Caixa inicia na quinta pagamento do PIS para nascidos em março e abril

access_time11/02/2020 09:47

A Caixa inicia na próxima quinta-feira (13) o pagamento do Abono Salarial do Programa de Integração Social (PIS) calendário 2019/2020, para os trabalhadores nascidos nos meses de março e abril. Os beneficiários com conta individual na instituição, cadastro atualizado e movimentação, o crédito está sendo feito hoje (11). Segundo a Caixa, receberão o abono mais de 3,6 milhões de trabalhadores, totalizando R$ 2,7 bilhões em recursos injetados na economia. Os valores variam de R$ 88 a R$ 1.045, de acordo com a quantidade de dias trabalhados durante o ano base 2018. Os pagamentos são escalonados conforme o mês de nascimento do beneficiário e tiveram início em julho de 2019, com os nascidos naquele mês. O prazo final para o saque do abono salarial do calendário de pagamentos 2019/2020 é 30 de junho deste ano. O valor do benefício pode ser consultado no Aplicativo Caixa Trabalhador, no site da Caixa ou pelo Atendimento ao Cidadão, no telefone 0800 726 0207. O banco disponibilizará cerca de R$ 16,5 bilhões para mais de 21,6 milhões de beneficiários até o final do calendário. Quem tem direito Pode receber o benefício o trabalhador inscrito no PIS há pelo menos cinco anos e que tenha trabalhado formalmente por pelo menos 30 dias em 2018, com remuneração mensal média de até dois salários mínimos.Também é necessário que os dados estejam corretamente informados pelo empregador na Relação Anual de Informações Sociais (Rais), ano base 2018.

Publicada portaria que reajusta em 4,48% benefícios do INSS

access_time11/02/2020 09:45

Os benefícios pagos pelo Instituto Nacional do Seguro Social (INSS) serão reajustados, em 4,48%. A decisão é retroativa a 1° de janeiro de 2020. Com isso, a partir de 1º de fevereiro, o salário de benefício e o salário de contribuição não poderão ser inferiores a R$ 1.045,00 nem superiores a R$ 6.101,06. O reajuste atinge as pensões especiais pagas às vítimas da síndrome da talidomida, às pessoas atingidas pela hanseníase e aos benefícios de prestação continuada pagos pelo INSS correspondentes a aposentadorias, auxílio-doença e pensão por morte. Portaria A portaria que trata dos reajustes dos benefícios do INSS está publicada no Diário Oficial da União desta terça-feira (11). Ela prevê ainda que o valor da cota do salário-família por filho ou equiparado de qualquer condição, até 14 anos de idade, ou inválido de qualquer idade, a partir de 1º de janeiro de 2020, é de R$ 48,62 para o segurado com remuneração mensal não superior a R$ 1.425,56.

Copom inicia nesta terça primeira reunião de 2020

access_time04/02/2020 10:48

O Comitê de Política Monetária (Copom) do Banco Central (BC) inicia hoje (4), em Brasília, a primeira reunião de 2020 para definir a taxa básica de juros, a Selic, atualmente em 4,5% ao ano. Amanhã (5), quarta-feira, após a segunda parte da reunião, será anunciada a taxa. A maioria das instituições financeiras consultadas pelo BC prevê redução de 0,25 ponto percentual, para 4,25% ao ano, o menor nível da história, nesta reunião. No entanto, parte dos analistas acredita que a recente alta do dólar e do preço da carne pode fazer o BC manter a taxa em 4,5% ao ano e adiar a queda para os próximos meses. O Copom reúne-se a cada 45 dias. No primeiro dia do encontro são feitas apresentações técnicas sobre a evolução e as perspectivas das economias brasileira e mundial e o comportamento do mercado financeiro. No segundo dia, os membros do Copom, formado pela diretoria do BC, analisam as possibilidades e definem a Selic. O Banco Central atua diariamente por meio de operações de mercado aberto – comprando e vendendo títulos públicos federais – para manter a taxa de juros próxima ao valor definido na reunião. A Selic, que serve de referência para os demais juros da economia, é a taxa média cobrada em negociações com títulos emitidos pelo Tesouro Nacional, registradas diariamente no Sistema Especial de Liquidação e de Custódia. Ao definir a Selic, o Copom considera as alterações anteriores nos juros básicos suficientes para chegar à meta de inflação, objetivo que deve ser perseguido pelo BC. Ao reduzir os juros básicos, a tendência é diminuir os custos do crédito e incentivar a produção e o consumo. Entretanto, as taxas de juros do crédito não caem na mesma proporção da Selic. Segundo o BC, isso acontece porque a Selic é apenas uma parte do custo do crédito. Para cortar a Selic, a autoridade monetária precisa estar segura de que os preços estão sob controle e não correm risco de ficar acima da meta de inflação. Quando o Copom aumenta a Selic, a finalidade é conter a demanda aquecida, e isso causa reflexos nos preços porque os juros mais altos encarecem o crédito e estimulam a poupança. A meta de inflação, definida pelo Conselho Monetário Nacional, é 4% em 2020, 3,75% em 2021 e 3,50% em 2022, com intervalo de tolerância de 1,5 ponto percentual para cima ou para baixo. Histórico De outubro de 2012 a abril de 2013, a taxa Selic foi mantida em 7,25% ao ano e passou a ser reajustada gradualmente até alcançar 14,25% em julho de 2015. Nas reuniões seguintes, a taxa foi mantida nesse nível. Em outubro de 2016, foi iniciado um longo ciclo de cortes na Selic, quando a taxa caiu 0,25 ponto percentual, para 14% ao ano. Esse processo durou até março de 2018, quando a Selic chegou ao seu mínimo histórico, 6,5% ao ano, e depois disso foi mantida pelo Copom até julho deste ano. De lá para cá, o comitê reduziu os juros básicos três vezes, até a taxa chegar aos atuais 4,5% ao ano. *Colaborou Kelly Oliveira

Comunicado da Secretaria de Obras sobre a recuperação da ponte na Gleba ETA

access_time04/02/2020 10:39

A Secretaria Municipal de Obras de Peixoto de Azevedo, comunica que está sendo realizada na Estrada da Gleba ETA a recuperação da Ponte do Córrego da Melancia próximo ao Sangrão, por este motivo a estrada está interditada neste local. Pedimos desculpas pelo transtorno, estamos trabalhando para melhorar o trafego nesta ponte

Melhora na economia pode ser causa do avanço no mercado de trabalho

access_time31/01/2020 17:58

A melhora na economia brasileira pode ter causado o avanço de dados mais positivos no mercado de trabalho em 2019 e uma explicação seria a expectativa de quem contrata. A avaliação é da analista da Coordenação de Trabalho e Rendimento (Coren) do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), Adriana Araújo Beringuy.  Sexta-feira (31) o instituto divulgou que a taxa média de desemprego no país caiu para 11,9% em 2019, inferior à registrada em 2018, de 12,3%. Segundo Adriana, é preciso acompanhar os próximos resultados ao longo de 2020 para avaliar a sustentabilidade desse movimento que ocorreu, principalmente, no segundo semestre de 2019, quando o mercado de trabalho do Brasil registrou diferenças na comparação com o ano anterior. A primeira coisa a se observar, segundo a especialista, é o primeiro trimestre deste ano, para avaliar se a passagem vai manter o registrado no mercado de trabalho no final. “É normal a população ocupada crescer no fim de cada ano. No início do ano seguinte, vamos observar se essas pessoas serão mantidas e efetivadas, ou se vai haver o processo de dispensa intensa de trabalhadores temporários. O primeiro trimestre de cada ano é o momento da observar essa transição. Temos que aguardar o primeiro trimestre para fazer a avaliação”, disse. De acordo com a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios – Contínua, divulgada hoje pelo IBGE, houve melhoras com crescimento da população ocupada e dos contratados com carteira assinada, queda na desocupação e contratação em atividades que antes não vinham abrindo vagas, como a construção e a indústria. O panorama de melhora foi reforçado pelo comércio, que manteve equilíbrio durante o ano. Para a analista Adriana Araújo Beringuy, essas atividades mostraram uma reação na contratação de trabalhadores, alguns até por meio de assinatura da carteira de trabalho. Resultados Segundo a analista, os dados guardam análise retrospectiva que mostra o mercado de trabalho ainda bem distante dos seus melhores resultados na série da pesquisa. “Hoje temos uma taxa de desocupação de 11,9% [taxa média de 2019]. É menor do que em 2018, mas ainda bastante superior aos 6,8% de 2014”, afirmou Adriana Araújo Beringuy. A analista destacou ainda a recuperação do emprego com carteira assinada no setor privado, que depois de várias quedas mostrou crescimento de 1,1% em 2019. Também neste caso, afirmou que o nível de 2019 é inferior ao de 2014, quando o mercado de trabalho registrou os melhores resultados. Em 2019, havia 33, 219 milhõs de trabalhadores com carteira assinada no setor privado, enquanto em 2011 eram 36, 450 milhões. “Estamos em uma trajetória de recuperação. O crescimento da ocupação no ano de 2019 foi mais difundido entre as atividades e não concentrado em alojamento, alimentação e transporte, como vinha ocorrendo em anos anteriores. De fato há uma recuperação, até mesmo, na construção, um pouco na indústria, atividades de informação e comunicação e serviços administrativos, mas a gente ainda tem uma diferença bastante intensa de patamar aos valores observados há cinco anos”, observou. De acordo com a analista, a melhora de 2019 reflete a contratação de trabalhadores por diversas atividades econômica, diferente do que ocorria em 2017 e 2018, quando estava mais concentrada na alimentação, alojamento, no chamado bico e trabalho informal. Segundo Adriana, o ano passado começou com a permanência dessas atividades que ainda contratam fortemente, mas começa a se observar a volta das contratações na construção e na indústria e em outras atividades administrativas, além do comércio. “Boa parte da contratação do comércio no ano de 2019 foi através de carteira de trabalho, então, o ano de 2019 mostra diversas atividades econômicas absorvendo trabalhadores e essa absorção se reflete inclusive melhora na carteira de trabalho”, afirmou. Rendimento A média anual do rendimento em 2019 ficou em R$ 2.330 com pequena variação de 0,4% em relação a 2018. No último trimestre do ano, o rendimento real habitual ficou em R$ 2.340 e se manteve estável. Já a massa de rendimento real habitual cresceu 1,9% e alcançou R$ 216,3 bilhões entre outubro e dezembro de 2019, na comparação ao trimestre anterior. Em relação ao mesmo período de 2018, houve alta de 2,5%. Na média anual, a massa subiu 2,5% frente a 2018 atingindo R$ 21,4 bilhões. Adriana Beringuy afirmou que o rendimento médio da pesquisa ainda não mostra uma reação. Ela acrescentou que, se pelo lado da ocupação, de fato, tem mais gente trabalhando, o rendimento medido dessa população trabalhadores está relativamente estável. A explicação é o tipo de ocupação com baixos salários. “Não tem crescido. Esse não crescimento está associado ao fato de que mais pessoas trabalhando está ocorrendo, no entanto, boa parte está inserida em ocupações de baixo rendimento e baixos salários, muitas vezes na informalidade. Trabalhadores por conta própria, a maioria sem CNPJ, pequeno empregador que não tem a formalidade do seu pequeno estabelecimento. São pessoas que estão trabalhando, gerando alguma renda, mas ainda em valores que não permitem que o rendimento total da população cresça em ritmo maior”, completou. Adriana destacou ainda a queda na contribuição previdenciária. Ela considera que a queda no percentual de contribuintes, que vem caindo está associada à grande massa de trabalhadores no Brasil que não contribui, sendo boa parte os que trabalham por conta própria e os empregados sem carteira. “Se a gente compara o cenário de contribuição previdenciária de hoje ao que era em 2014, o percentual de contribuintes era muito maior. Lá naquela época de 2014, o emprego com carteira era o que mais crescia e agora nos últimos anos não é o que tem ocorrido. Há um predomínio do trabalho informal.”

Novo valor do salário mínimo começa a vigorar amanhã

access_time31/01/2020 17:57

Começa a vigorar amanhã (1º de fevereiro) o novo valor do salário mínimo. A medida provisória que fixa em R$ 1.045 o salário mínimo foi publicada no Diário Oficial da União de hoje (31). De acordo com a MP, o valor diário do salário mínimo ficará em R$ 34,83; e o valor por hora, em R$ 4,75. Estimativas divulgadas pelo governo apontam que cada R$ 1 a mais no salário mínimo resulta em um aumento de R$ 355,5 milhões nas despesas públicas. Ao todo, o reajuste do salário mínimo de R$ 1.039 para R$ 1.045 terá impacto de R$ 2,13 bilhões para o governo neste ano. Isso porque o mínimo está atrelado a 80% dos benefícios da Previdência Social, além de corrigir o Benefício de Prestação Continuada (BPC), o abono salarial e o seguro-desemprego, entre outros. Além disso, há um impacto de R$ 1,5 bilhão decorrente da elevação do valor do salário mínimo em relação ao valor original enviado no Orçamento de 2020, de R$ 1.031. Até o ano passado, a política de reajuste do salário mínimo, aprovada em lei, previa uma correção pela inflação mais a variação do Produto Interno Bruto (PIB, soma dos bens e serviços produzidos no país). Esse modelo vigorou entre 2011 e 2019. Porém, nem sempre houve aumento real nesse período porque o PIB do país, em 2015 e 2016, registrou retração, com queda de 7% nos acumulado desses dois anos. Na semana passada, o secretário especial de Fazenda do Ministério da Economia, Waldery Rodrigues, informou que o projeto de lei com a nova política de correção do salário mínimo incluirá uma mudança no período usado para definir os reajustes. Segundo ele, em vez do Índice Nacional de Preços ao Consumidor (INPC) do ano anterior fechado, de janeiro a dezembro, o governo pretende usar o índice entre dezembro do ano anterior e novembro do exercício atual para calcular o valor do mínimo para 2021. Rodrigues acrescentou que a medida tem como objetivo prevenir situações como a deste ano, em que o salário mínimo primeiramente foi reajustado para R$ 1.039 e depois aumentou para R$ 1.045, porque a alta dos preços da carne fez o INPC fechar o ano além do previsto. O sistema é semelhante ao do teto de gastos, em que o governo usa o Índice Nacional de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) de julho do ano anterior a junho do exercício atual para corrigir o limite das despesas federais para o ano seguinte. Segundo Rodrigues, a mudança terá pouco impacto prático no valor final para o salário mínimo, mas dará mais transparência aos reajustes e mais previsibilidade para o governo e para os trabalhadores.

Casos suspeitos de coronavírus sobem para 12 no Brasil

access_time31/01/2020 17:53

O Ministério da Saúde informou nesta sexta-feira (31) que o número de casos considerados suspeitos de coronavírus subiu para 12 no Brasil. Nas últimas 24 horas, houve um aumento de seis novos casos em investigação, enquanto outras três suspeitas foram completamente descartadas. Os casos suspeitos estão em cinco estados: Ceará (1), Paraná (1), Rio Grande do Sul (2), Santa Catarina (1) e São Paulo (7). Os casos suspeitos no Rio de Janeiro e Minas Gerais, que constavam no último relatório, foram descartados pelas autoridades de saúde. O balanço apresentado em coletiva de imprensa foi fechado às 12h de hoje. Em todo o mundo, já são mais de 9,9 mil pessoas infectadas pelo coronavírus, sendo que 99% dos casos confirmados estão na China. Do total de casos da doença, 1,3 mil são considerados graves. O número de mortes já passa de 200, apenas na China. De acordo com o Centro de Controle de Doenças da China, o coronavírus já foi detectado em 26 países. Ontem (30), a Organização Mundial da Saúde (OMS) declarou estado de emergência global em razão da disseminação do coronavírus. Histórico Os coronavírus são conhecidos desde meados dos anos 1960 e já estiveram associados a outros episódios de alerta internacional nos últimos anos. Em 2002, uma variante gerou um surto de síndrome respiratória aguda grave (Sars) que também teve início na China e atingiu mais de 8 mil pessoas. Em 2012, um novo coronavírus causou uma síndrome respiratória no Oriente Médio que foi chamada de Mers. A atual transmissão foi identificada em 7 de janeiro. O escritório da OMS na China buscava respostas para casos de uma pneumonia de etiologia até então desconhecida que afetava moradores na cidade de Wuhan. No dia 11 de janeiro foi apontado um mercado de frutos do mar como o local de origem da transmissão. O espaço foi fechado pelo governo chinês.

Confiança da indústria atinge maior valor desde março de 2018

access_time29/01/2020 10:46

O Índice de Confiança da Indústria, medido pela Fundação Getulio Vargas (FGV), teve alta de 1,5 ponto de dezembro de 2019 para janeiro deste ano. Com o resultado, o indicador chegou a 100,9 pontos, o maior valor desde março de 2018 (101,4 pontos). A confiança subiu em 13 dos 19 segmentos industriais pesquisados pela FGV. A alta em janeiro foi puxada pelas expectativas do empresário da indústria, medidas pelo Índice de Expectativas, que cresceram 2,8 pontos. O que mais contribuiu para essa alta da expectativa foi a avaliação sobre a evolução do ambiente de negócios nos próximos seis meses. A avaliação dos empresários sobre o momento presente, medida pelo Índice da Situação Atual, manteve-se estável de dezembro para janeiro. O Nível de Utilização da Capacidade Instalada do setor subiu 0,6 ponto percentual de dezembro para janeiro e chegou a 75,7%. Segundo a pesquisadora da FGV Renata de Mello Franco, o ânimo dos empresários tende a melhorar no primeiro semestre, mas a sustentação dessa confiança depende da evolução da demanda interna.

MT recebe R$ 36,8 milhões de banco alemão por acordo de preservação ambiental

access_time24/01/2020 16:24

Mato Grosso recebeu 8 milhões de euros - o equivalente a R$ 36,8 milhões -, do Banco Alemão de Desenvolvimento (KfW) -, por meio do Programa REM, projeto que premia países e estados pioneiros no combate ao desmatamento na Amazônia. O dinheiro foi depositado na conta do Fundo Brasileiro da Biodiversidade (Funbio), responsável por gerenciar os valores. O estado ainda deve receber do Reino Unido a segunda parte do dinheiro, no valor de 10 milhões de libras (R$ 54,6 milhões), em março, por meio do Departamento Britânico para Energia e Estratégia Industrial (BEIS). De acordo com o governo do estado, para garantir o recebimento da segunda parcela, Mato Grosso não poderia ultrapassar o limite de 1788 km quadrados de área desmatada. O Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que determina a taxa anual de desmatamento consolidada pelo Projeto de Monitoramento do Desmatamento na Amazônia Legal por Satélite (PRODES), apontou que Mato Grosso totalizou 1.490 km quadrados de área desmatada de agosto de 2017 a julho de 2018. Os recursos serão investidos no fortalecimento da produção sustentável. A confirmação do depósito do segundo desembolso foi feita durante a 25ª edição da Conferência da ONU sobre o Clima (COP25). A repartição dos recursos destinados pelos dois governos europeus prevê o fortalecimento institucional por meio de investimentos em ações já realizadas por Mato Grosso para combater o desmatamento e enfrentar as mudanças climáticas. Em 2019, o programa REM Mato Grosso investiu na aquisição da Plataforma de Monitoramento da Cobertura Vegetal, que utiliza imagens da constelação Planet para monitoramento diário e de alta resolução espacial de todo Estado. O sistema detecta o início do desmatamento a partir de um hectare e envia alertas semanais dos indícios de desmatamento. A plataforma é utilizada pela Sema, Corpo de Bombeiros Militar, Batalhão de Polícia Militar Ambiental e demais órgãos parceiros. O monitoramento permite ação rápida dos órgãos ambientais e forças de segurança para cessar o desmatamento, além de permitir a autuação remota de 100% dos casos de desmatamento ilegal. Todas essas ações estão previstas na terceira fase do Plano de Ação para Prevenção Controle do Desmatamento e Incêndios Florestais no Estado de Mato Grosso (PPCDIF/MT). O REM segue os princípios e critérios da Convenção-Quadro das Nações Unidas sobre Mudanças Climáticas (UNFCCC, na sigla em inglês), na qual não ocorre transferência de créditos de carbono. Sendo assim, o Estado é premiado por reduzir suas emissões, mas sem afetar a contabilidade de carbono florestal do país, sem comprometer o cumprimento das metas (NDC’s) estabelecidas no Acordo de Paris, ratificado pelo congresso nacional em 2015. O contrato do REM Mato Grosso prevê recursos na ordem de 44 milhões de euros do governo da Alemanha por meio do Banco Alemão de Desenvolvimento (KfW), e o governo do Reino Unido, por meio do Departamento Britânico para Energia e Estratégia Industrial (BEIS). A totalidade do recurso só será liberado se o estado se mantiver o desmatamento abaixo do limite, chamado de gatilho de performance, que é de 1.788 km quadrados por ano. A primeira parcela dos recursos foi liberada em dezembro de 2018. Os desembolsos serão realizados anualmente conforme a estratégia de pagamento por resultado. O Funbio é o gestor financeiro e operacional da iniciativa. Os recursos do Programa estão distribuídos da seguinte maneira: 60% para os subprogramas de agricultura familiar, povos e comunidades tradicionais na Amazônia, Cerrado e Pantanal; territórios indígenas; e produção sustentável, inovação e mercados. Os demais 40% são destinados ao fortalecimento institucional de entidades governamentais do estado e na aplicação e desenvolvimento de políticas públicas estruturantes.

Legumes e milho registram alta de até 40% nos primeiros dias de janeiro em MT

access_time24/01/2020 16:15

Após períodos consecutivos de estagnação nos preços, o setor de hortifrúti começa a dar sinal de que pode voltar a pesar no bolso do consumidor neste início de ano. De acordo com levantamento realizado pela Secretaria de Estado de Agricultura Familiar (Seaf), o maxixe, a vagem, o milho verde e o milho de pipoca tiveram alta no custo direto ao mercado atacadista nesta semana. A vagem e o milho de pipoca foram os grandes puxadores da alta de preços no período analisado. O legume figura com alta de 40%, subindo de R$ 50 para R$ 70 a caixa com 12kg. Já o milho de pipoca, denominado milho amarelo, passou de R$ 38 para R$ 52 a saca com 50kg, representando uma alta de 37% em apenas uma semana. O maxixe e o milho verde, esse muito usado na culinária na fabricação de pamonha, bolos e curau, aumentaram 20%. Os dois na semana passada custavam R$ 50. Já nesta semana passou a valer R$ 70 a caixa com 16kg de maxixe, e 45kg de milho verde. Segundo o engenheiro agrônomo da Seaf, Luiz Henrique Carvalho, variação da oferta e dos preços de verduras, legumes e frutas é sazonal. Redução Em contrapartida, foi registrado queda nos preços do quiabo, do abacate e da uva niagara. Todos eles tiveram os valores reduzidos em 20% no período de cotação. A caixa de 7kg de uva custava R$ 60 há sete dias, e hoje está sendo vendida a R$ 48. Já o abacate era vendido a R$ 100 a caixa com 18kg, passando a custar R$ 80. Por último o quiabo está ao preço de R$ 40 a caixa com 14kg. Na semana passada essa mesma quantidade era de R$ 50. Cotação A cotação de preços dos principais produtos da agricultura familiar é realizada semanalmente, toda terça-feira, a partir das 5 horas, por técnicos da Seaf, Empresa Mato-grossense de Pesquisa, Assistência e Extensão Rural (Empaer) e Prefeitura de Cuiabá. A pesquisa de preço leva em conta o preço mínimo, mais comum, e o preço máximo dos produtos encontrados nas barracas em três horários distintos durante o período matutino.