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Mais de 50 mil eleitores podem ter títulos cancelados em MT

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access_time22/02/2019 08:29

Os 50.304 eleitores que não votaram nas últimas três eleições têm até o dia 6 de maio deste ano para

PSDB não apoia Bolsonaro nem Haddad e libera diretórios para fazer a escolha que quiserem

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access_time09/10/2018 20:07

O presidente do PSDB, Geraldo Alckmin, informou nesta terça-feira (9) que o partido não apoiará Jair

Hoje (15) haverá sessão ordinária na Câmara de Vereadores de Peixoto

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access_time15/10/2018 12:58

O presidente da Câmara e os Vereadores convidam toda população, para acompanharem a sessão Ordinária

NEGÓCIOS

EUA voltam a prometer fundo de US$ 100 milhões para a Amazônia

access_time13/09/2019 15:12

O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, reforçou nesta sexta-feira (13) a intenção de criar um fundo de US$ 100 milhões (cerca de R$ 404 milhões) para a conservação da biodiversidade na Amazônia. O fundo terá um prazo de 11 anos, e será liderado pelo setor privado, de acordo com Pompeo. A promessa de criar o fundo foi anunciada em março, quando o presidente Jair Bolsonaro esteve em Washington, em uma visita a Donald Trump. O financiamento de ações de conservação é alvo de polêmicas na atual gestão. Entenda: Fundo Amazônia - Principal fonte de recursos internacionais, o Fundo Amazônia está paralisado. Ele já captou R$ 3 bilhões em doações, mas está inativo desde que o Ministério do Meio Ambiente anunciou a intenção de alterar seu funcionamento e destinar recursos para indenizar proprietários de terras. Maiores doadores, Noruega e Alemanha discordam das intenções do governo federal. Verba extra da Alemanha: em agosto, o país decidiu suspender R$ 155 milhões em financiamento de projetos para a proteção da floresta e da biodiversidade. O valor não integrava o Fundo Amazônia. Em agosto, Bolsonaro afirmou que Brasil não precisa de dinheiro da Alemanha para preservar a Amazônia. O presidente também sugeriu que a Noruega ajudasse no reflorestamento da Alemanha com a verba de R$ 132,6 milhões que não conseguiu repassar ao Brasil por causa da paralisação do Fundo Amazônia. Ainda em agosto, o G7 anunciou o envio de US$ 20 milhões. Bolsonaro também reagiu com críticas à iniciativa e chegou a exigir que o presidente francês retirasse supostos insultos antes de aceitar os recursos. Nesta sexta (13), governadores dos estados da Amazônia legal se reuniram com embaixadores de Noruega, Alemanha e Reino Unido para discutir investimentos internacionais. Fundo americano O secretário de Estado dos EUA, Mike Pompeo, fez a declaração ao lado do ministro das Relações Exteriores do Brasil, Ernesto Araújo, em um pronunciamento a jornalistas após uma reunião bilateral entre os dois em Washington na manhã desta sexta-feira (13). Fundos de outros países Em agosto, em resposta à suspensão de repasses da Alemanha para projetos de conservação, Bolsonaro afirmou que a Alemanha tentava "comprar" a Amazônia. O presidente brasileiro comentou uma entrevista que a ministra do Meio Ambiente da Alemanha, Svenja Schulze, deu a um jornal, quando anunciou que não iria mais transferir dinheiro para o Brasil. “Investir? Ela não vai comprar a Amazônia. Vai deixar de comprar a prestação a Amazônia. Pode fazer bom uso dessa grana. O Brasil não precisa disso”, declarou Bolsonaro. Poucos dias depois, Bolsonaro voltou a dizer que o país não precisava dos países Europeus. Após a Noruega suspender um repasse de R$ 132,6 milhões para o Fundo Amazônia, o brasileiro disse: "A Noruega não é aquela que mata baleia lá em cima, no Polo Norte, não? Que explora petróleo também lá? Não tem nada a dar exemplo para nós. Pega a grana e ajude a Angela Merkel a reflorestar a Alemanha". No fim do mês de agosto, houve uma reunião de cúpula do G7, grupo de grandes economias mundiais. No encontro, houve o anúncio do envio de US$ 20 milhões (cerca de R$ 81 milhões) para combater incêndios na Amazônia. Bolsonaro comentou a notícia com perguntas retóricas: "Será que alguém ajuda alguém – a não ser uma pessoa pobre – sem retorno?" Após anúncio dos EUA, Araújo fala em soberania Após a fala de Pompeo, Araújo também se dirigiu a jornalistas em Washington. Ele mencionou a maneira como outros países abordam o tema, mas sem citar nenhum específico: "Vemos ao redor do mundo algumas ideias que questionam a soberania – no caso do Brasil, é específico para a Amazônia, como se talvez nós não fossemos capazes de suportar o desafio ambiental lá, o que não é verdade. Os nossos amigos aqui nos EUA sabem que não é verdade, é preciso que estejamos juntos no esforço para criarmos desenvolvimento em conjunto, que estamos convencidos, é a única forma de proteger a floresta". Extinção do Fundo pode afetar fiscalização de desmatamento Uma eventual extinção do Fundo Amazônia pode impactar diretamente na realização de fiscalizações contra o desmatamento ilegal na floresta. O risco se dá porque as verbas que vêm do fundo financiam, por exemplo, meios de transporte especiais, como veículos 4x4 e helicópteros, que são necessários para a realização das vistorias do Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e dos Recursos Naturais Renováveis (Ibama) na região. Desde 2016 o Ibama recebe recursos do fundo para bancar o aluguel de veículos especiais em operações na Amazônia. De 2016 a 2018, pelo menos 466 missões de fiscalização do órgão foram bancadas pelo fundo. Ao todo, essas ações geraram aplicação de mais de R$ 2,5 bilhões em multas. Em abril de 2018 o Ibama assinou um contrato com o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) para receber R$ 140 milhões do fundo. A verba seria repassada ao longo de três anos: R$ 44 milhões em 2018, R$ 46 milhões em 2019 e R$ 48 milhões em 2020. Governadores negociam em paralelo O governador do Pará, Hélder Barbalho (MDB), afirmou nesta sexta que a retomada dos repasses do Fundo Amazônia deve ser anunciada "nos próximos dias". Barbalho falou com a imprensa após uma reunião em Brasília entre governadores da região Norte e embaixadores de Alemanha, Noruega e Inglaterra. Segundo Barbalho, os países que contribuem com o fundo estão finalizando as negociações com o Ministério do Meio Ambiente para anunciar a retomada.

Provas do Encceja Exterior serão aplicadas domingo em 12 países

access_time10/09/2019 10:13

As provas do Exame Nacional para Certificação de Competências de Jovens e Adultos (Encceja), para os brasileiros que moram no exterior, serão realizadas no próximo domingo, 15 de setembro. O exame será apicado em 18 cidades de 12 países: Bélgica (Bruxelas); Espanha (Barcelona e Madri); Estados Unidos (Boston, Houston, Nova Iorque e Miami); França (Paris); Guiana Francesa (Caiena); Holanda (Amsterdã); Itália (Roma); Japão (Nagoia, Hamamatsu e Tóquio); Portugal (Lisboa); Reino Unido (Londres), Suíça (Genebra) e Suriname (Paramaribo). O Encceja Exterior é uma oportunidade para quem mora fora do Brasil conseguir a certificação do ensino fundamental ou do ensino médio por não ter tido a oportunidade de concluir os estudos na idade adequada. O Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) elabora, aplica e faz a correção das provas. A aplicação do exame conta com a colaboração doMinistério das Relações Exteriores. São quatro provas objetivas, cada uma com 30 questões de múltipla escolha, e uma redação. Para a certificação do ensino fundamental, o participante é avaliado em ciências naturais; matemática; língua portuguesa, língua estrangeira moderna, artes, educação física e redação; e história e geografia. Para o ensino médio, as áreas avaliadas são ciências da natureza e suas tecnologias; matemática e suas tecnologias; linguagens e códigos e suas tecnologias e redação; e ciências humanas e suas tecnologias. Encceja PPL Para os brasileiros residentes no exterior e que estão privados de liberdade ou cumprem medidas socioeducativas, o Encceja Exterior Para Pessoas Privadas de Liberdade ( Encceja PPL) será aplicado entre 16 e 27 de setembro. Nesse caso específico, a aplicação das provas será apenas em unidades prisionais de Tóquio, no Japão. No Brasil, o Encceja PPL ocorrerá em 8 e 9 de outubro.

Quatro casos suspeitos de sarampo são diagnosticados em MT

access_time03/09/2019 09:05

De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), quatro casos suspeitos de sarampo foram registrados no estado. As notificações foram em Canarana, General Carneiro, Sorriso e Cuiabá. Entretanto, segundo a SES, no caso do morador de Cuiabá, o vírus foi contraído em Tocantins e a doença foi tratada lá. Porém, é necessário que seja feita a notificação junto ao estado para que providências possam ser tomadas. Ainda segundo a secretaria, quando um caso suspeito é identificado, é necessário que toda a família do paciente seja imunizada. Portanto, todos os conviventes devem tomar a vacina contra o sarampo. No caso das pessoas diagnosticadas com sintomas da doença, todas foram tratadas e não correm risco de morte ou transmissão.

Sistema que Ibama quer contratar já foi descartado pelo PA e comprado por R$ 6 milhões por MT com verba internacional; entenda

access_time02/09/2019 10:02

O governo federal quer contratar um sistema de monitoramento de florestas que já foi testado no Brasil. No estado do Pará, ele foi descartado com a alegação de que os sistemas já existentes atendem a demanda, enquanto em Mato Grosso ele foi comprado por R$ 6 milhões com verba internacional. O lançamento de um edital pelo Ibama para contratar alertas diários, com cobertura mínima de 3 metros e fornecidos por uma empresa privada ocorre após o governo Bolsonaro lançar críticas e colocar em dúvidas os dados públicos já disponíveis. A contratação é contestada por especialistas e ex-diretores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que afirmam que os sistemas já utilizados pelo Brasil são suficientes e têm como base satélites que fornecem imagens gratuitamente. Afirmam ainda que há falta de recursos e que o país precisa investir em fiscalização em campo. O ministro Ricardo Salles defende que a contratação de imagens diárias e de alta resolução iriam se "somar" aos sistemas já utilizados pelo Inpe. Segundo especialistas ouvidos pelo G1, as exigências técnicas do edital indicam que o único sistema de monitoramento de florestas que atende o edital é o fornecido pela empresa americana "Planet", representada no Brasil pela "Santiago & Cintra Consultoria". Este é o sistema que já foi testado pelo estado do Pará e atualmente vem sendo usado pelo Mato Grosso. Testado no Pará e no Mato Grosso O Pará contratou os serviços da Planet entre os anos 2017 e 2018, por um ano, mas o contrato não foi renovado. Segundo a Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do estado, "o contrato com a Planet prevê apenas a utilização das imagens para a visualização do território paraense, sem análise de dados". O sistema foi testado gratuitamente, mas o governo do estado decidiu não contratá-lo em definitivo, avaliando que o serviço oferecido pelo Instituto Nacional de Pesquisas Aeroespaciais (Inpe), que é gratuito, já atendia as demandas para o monitoramento de florestas. "Após analisar a qualidade dos dados gerados e avaliar o custo benefício do produto, a secretaria tomou a decisão de não realizar a compra por entender que os atuais sistemas disponibilizados pelo Inpe apresentam a qualidade e temporalidade necessárias, além de serem disponibilizados de forma gratuita pelo Instituto", informou a Secretaria de Meio Ambiente e Sustentabilidade do Pará. Já o estado do Mato Grosso acabou de começar a usar o serviço da Planet: o monitoramento iniciou neste mês de agosto. O estado também firmou contrato de um ano. Segundo a Secretaria de Meio Ambiente, até aqui, a experiência "está sendo positiva" e já ajudou a embasar ações de fiscalização. Uma operação foi realizada com base nos alertas do sistema Planet entre os dias 13 e 17 de agosto, no município de Marcelândia e, segundo a secretaria, gerou multa de R$ 7,5 milhões. As principais agências de fiscalização do estado têm acesso ao serviço, como a Polícia Militar, os comitês de combate a queimadas e os institutos de pesquisa. O sistema foi contratado pelo valor de R$ 5.980.200,00. "A plataforma foi adquirida pelo Programa REM, por meio do Fundo Brasileiro para a Biodiversidade (Funbio), com recursos da Alemanha e Reino Unido", justifica o governo do estado. O edital do Ibama O edital é um "chamamento público" para "prospecção de empresas especializadas", e não uma "licitação". Embora sejam instrumentos parecidos, o chamamento público convoca somente Organizações da Sociedade Civil (OSC), isto é, instituições privadas e sem fins lucrativos. Segundo a presidente da Comissão de Meio Ambiente da OAB-SP, Glaucia Savin, a prospecção não resulta, necessariamente, na contratação de um fornecedor. "O chamamento público existe para que o governo firme um termo de parceria com uma organização", diz. "Não posso criar condições restritivas e inviabilizar a competição", explica. E, como afirma o doutor em direito ambiental e professor da Escola de Direito do Brasil (EDB), Rodrigo Jorge Moraes, quanto maior o número de participantes, melhor. "O processo existe para ter quantidade de candidatos e o governo poder escolher, entre as propostas, a melhor, a mais vantajosa tanto do ponto de vista econômico quanto técnico", diz. Neste caso, como se trata de uma "prospecção", o edital do Ibama ainda não prevê a contratação de uma empresa. Eventuais candidatos têm 8 dias úteis, a contar do dia 21, para se apresentar. E o governo pode, depois disso, abrir uma licitação. No caso de haver somente uma candidata, a Planet, o governo pode recorrer à chamada "inexigibilidade de licitação". Se isso ocorre, o governo pode afirmar que somente um fornecedor é capaz de atender à sua demanda. A inexibilidade é prevista em lei quando é impossível promover livre competição entre os candidatos. Entretanto, Glaucia Savin explica que a inexigibilidade precisa ser bem justificada. "Na hora em que você cria situações que limitam a competição, elas têm que estar muito bem embasadas. Tem que falar: sem isso eu não consigo atingir tal e qual objetivo." Caso essa justificativa não fique clara, o edital pode ser questionado pelo Tribunal de Contas da União (TCU) ou pelo Ministério Público (MP). A pedido do G1, o TCU informou que, até o momento, não há nenhuma investigação em andamento sobre esse edital do Ibama. "O TCU só se manifesta sobre assuntos que estejam em análise. Lembramos que o Tribunal pode ser acionado a qualquer momento sobre possíveis irregularidades", afirmou, em nota. De acordo com Rodrigo Jorge Moraes, para se comprovar que há direcionamento em uma licitação, seria preciso demonstrar isso com critérios técnicos. O G1 entrou em contato com a "Santiago & Cintra Consultoria" e com o Ibama/Ministério do Meio Ambiente, mas não obteve resposta. Diferenças entre o Planet e outros satélites De acordo com especialistas em monitoramento florestal, dois aspectos técnicos do edital do Ibama indicam o serviço da Planet: A exigência de que a produção de imagens seja diária; A exigência de que a área mínima coberta seja de 3,0 metros "ou melhor". Essas são características técnicas dos satélites que monitoram desmatamento em florestas. A "resolução temporal" é o período de tempo que o satélite demora para observar uma mesma área da Terra; e a "resolução espacial" corresponde ao tamanho da área mínima que o satélite consegue observar. O sistema da Planet é o único que fornece imagens diárias e consegue visualizar distâncias a partir de 3 metros. Por outro lado, a qualidade das imagens de seus microssatélites é menor do que a dos satélites maiores e mais complexos. Os dados de desmatamento produzidos hoje no Brasil fazem uma combinação das informações de vários satélites. Veja na tabela abaixo um resumo de suas características. Marcos Reis Rosa, coordenador técnico do projeto Mapbiomas, que usa dados produzidos pela Planet em suas atividades, explica que esse sistema tem mais de 120 microssatélites espalhados na órbita da Terra, e do tamanho de uma caixa de sapato. "A vantagens do Planet são aproximação maior e imagens diárias", afirma Reis Rosa. "Se você tem imagens todo dia, a chance de ter uma imagem sem nuvem é maior", explica. As nuvens são o principal obstáculo na observação de territórios por meio de satélites, porque impedem o sensor do satélite de enxergar a superfície. Quanto mais frequentes as imagens, maior a chance de ver a mesma área sem nuvens. O diretor executivo da Agrosatélite Geotecnologia, Bernardo Rudorff, que trabalhou durante 30 anos no Inpe, concorda que a frequência maior de observação ajuda a superar o problema das nuvens. "O desmatamento acontece de forma muito rápida, por isso é interessante. Mas observar a cada 5 dias é mais do que suficiente. Não precisaríamos de imagens diárias", pondera. De acordo com a série histórica dos dados do desmatamento, os alertas gerados pelo Inpe vêm sendo confirmados, e com margem. Custo-benefício O sistema Planet é o único pago entre os satélites disponíveis. Segundo uma fonte ouvida pelo G1, no plano mais básico do serviço de monitoramento da Planet, a contratação custa de 1 a 2 dólares por km², mas esse valor varia conforme a quantidade de km² contratados. No caso do edital do Ibama, a exigência é de 1 milhão de km² e um pacote seria contratado para que o Ibama possa acessar o sistema pelo período de um ano. Considerando que a área do Mato Grosso é de 903,4 mil km² e o preço cobrado foi de R$ 5,98 milhões, é possível afirmar que a Planet cobraria do Ibama um valor próximo disso. Segundo Marcos Reis Rosa, o que precisa ser avaliado antes de se contratar um novo sistema como o da Planet é se o Ibama realmente precisa de mais precisão nas imagens para que possa produzir alertas de desmatamento e realizar estratégias de fiscalização. "Saber com mais detalhe onde está ocorrendo desmatamento não é, necessariamente, uma forma de reduzir o desmatamento", comenta. "Para atuar na fiscalização, os sistemas de satélites que temos hoje [usados pelo Inpe nos dados do Deter e do Prodes] são mais que suficientes." Reis Rosa observa que as falhas, hoje, estão nos sistemas de fiscalização, que têm poucos recursos para fazer a visita às áreas afetadas por desmatamentos e queimadas. De acordo com Bernardo Rudorff, "não adianta ficar procurando formiguinha" nas áreas desmatadas, mas "é preciso ir atrás dos grandes, dos elefantes". "Não é preciso criticar a Planet, que tem um bom sistema. Basta dizer que o trabalho realizado pelo Inpe há décadas deve ser respeitado. Claro, há sempre espaço para melhorar. Mas o que precisamos hoje é de uma inteligência territorial [de fiscalização] associada ao monitoramento de florestas", diz.

Motoristas devem ficar atentos quanto aos procedimentos para renovação da CNH

access_time02/09/2019 09:54

Os cidadãos que possuem a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) devem ficar atentos quanto ao prazo de validade e os procedimentos necessários para a confecção do novo documento. A emissão de uma nova CNH é necessária quando a anterior estiver vencida ou prestes a vencer. O documento é válido em todo território nacional por cinco anos. Para a abertura do processo de renovação da CNH, o motorista deve ir até um dos postos de atendimento do Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT), que são a sede, no Centro Político Administrativo; Ciretrans; Núcleos de Atendimento do Goiabeiras e Shopping Estação; Galeria Itália Center; unidades do Ganha Tempo; e Agências VIPs de Sinop e Sorriso. O motorista deve ter em mãos o documento de identidade, que pode ser a própria CNH, e comprovante de endereço (ambos original e cópia). Na unidade escolhida, o condutor realizará a captura de imagem, coleta biométrica e assinatura, nos locais onde há coleta digital. Nos municípios que não possuem processo de captura de imagem é necessário apresentar uma foto 3X4, além de assinatura no formulário RENACH. A taxa para renovação da CNH é de R$ 132,36, que será emitida após a abertura do processo. Para a renovação, os condutores também deverão submeter-se a exame médico. O diretor de Habilitação do Detran-MT, Alessandro de Andrade, ressalta que os condutores devem realizar os exames junto aos médicos credenciados. “São especialistas em tráfego, por isso o condutor não pode realizar o exame com outros médicos não credenciados”, enfatiza.   Segundo Andrade, no momento do processo de renovação da CNH em uma das unidades do Detran, o motorista será orientado quanto aos locais credenciados pela autarquia para a realização dos exames de saúde necessários. Atividade remunerada Quando o condutor pretende exercer atividade remunerada no transporte de pessoas ou bens (motoristas de aplicativos, táxis, motoristas de ônibus, caminhões), deve realizar um Exame de Aptidão Física e Mental e passar por uma avaliação psicológica (psicotécnico). Caso possua cursos especiais para exercer a atividade remunerada que ainda não estiverem registrados em seu prontuário no Detran-MT, o condutor também deverá apresentar o certificado para averbação. No processo de renovação, os condutores habilitados nas categorias, “C”, “D” e “E” deverão realizar o exame toxicológico preliminarmente à realização do exame médico. O exame é obrigatório, conforme a Resolução nº 583 do Conselho Nacional de Trânsito (Contran). Os condutores que não possuem o Curso de Direção Defensiva e Primeiros Socorros ou com a CNH vencida há mais de cinco anos, contados a partir da data de validade, deverão submeter-se ao Curso de Atualização para a Renovação da CNH, conforme previsto no Art. 150 do Código de Trânsito Brasileiro (CTB) e Art. 6, §3º da Resolução 168/04/Contran. Após todos os procedimentos, o condutor deverá retornar ao posto de atendimento onde o processo foi aberto para protocolizá-lo. O prazo para entrega da CNH dura em média quatro dias na capital e 15 dias no interior do Estado. “O condutor tem a opção de retirar o novo documento na sede do Detran ou solicitar a entrega pelo correio, ao custo de R$ 22, que é feito por carta registrada com assinatura do recebedor”, lembra o diretor. Novos modelos Desde o ano de 2017, o modelo impresso da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) está com o sistema QRCode, localizado no verso da habilitação, que contém todos os dados do condutor. “Esse é mais um dispositivo de segurança para o documento”, explica Andrade. Esse dispositivo de segurança permitiu uma evolução tecnológica, com o lançamento da CNH digital. “Esse é um serviço para os condutores que não querem dispor da CNH impressa. Ele pode andar com a habilitação em seu smartphone”, destaca. CNH Digital O Departamento Estadual de Trânsito de Mato Grosso (Detran-MT) lançou, em fevereiro de 2018, a Carteira Nacional de Habilitação Digital (CNH-e). O documento é a versão eletrônica da Carteira Nacional de Habilitação e tem o mesmo valor jurídico da versão impressa. Desde o lançamento até sexta-feira (30.08), 48.568 condutores de Mato Grosso tinham instalado a versão eletrônica.   O novo documento propicia maior mobilidade, praticidade e comodidade ao condutor. A versão eletrônica do documento está disponível junto com o CRLV Digital no aplicativo “Carteira Digital de Trânsito”. O aplicativo reúne os dois documentos de porte obrigatório no trânsito em um só lugar.  A nova CNH digital não tem custos. Para obtê-la o condutor deve renovar a habilitação no novo modelo, com o QRCode, e instalar o aplicativo "Carteira Digital de Trânsito" no seu celular, disponível nas lojas Play Store e App Store. Depois, realizar o cadastro de usuário no próprio aplicativo e ativar a conta através do link enviado para o e-mail cadastrado. Após esse procedimento, deve gerar a "Chave de Acesso" com 4 dígitos (PIN). Essa senha será utilizada toda vez que precisar acessar sua CNH pelo celular.

Mega-sena acumula e próximo concurso deve pagar R$ 72 milhões

access_time01/09/2019 11:12

Ninguém acertou as seis dezenas do Concurso 2184 da Mega-Sena, sorteadas neste sábado (31) à noite no Espaço Loteria Caixa, no Terminal Rodoviário do Tietê, em São Paulo. Os números sorteados foram 15-36-45-51-52-59. O prêmio para o próximo concurso está estimado em R$ 72 milhões. A quina teve 64 ganhadores que vão receber, cada um, R$ 55.232,15. Fizeram quatro pontos 5.158 apostadores que receberão o prêmio individual de R$ 979,02. O próximo concurso da Mega-Sena será na quarta-feira (4). As apostas podem ser feitas até uma hora antes do sorteio. A aposta mais barata, com seis números, custa R$ 3,50.

MT é o 8° estado brasileiro que mais cresceu entre 2018 e 2019, diz IBGE

access_time29/08/2019 09:27

Com uma população estimada em 3.484.466, Mato Grosso foi apontado como o 8° estado que mais cresceu entre 2018 e 2019, conforme os dados dos Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). A estimativa com o total de habitantes foi concluída em 1° de julho de 2019 e publicada no Diário Oficial da União desta quarta-feira (28). Em 2018, a população do estado era de 3.441.998. O aumento foi de 42.468 habitantes, o que resulta em um percentual de 1,23%. Em comparação com o último Censo realizado pelo instituto, em 2010, a população de Mato Grosso cresceu 14,7%. Em 2010, os dados apontavam a população do estado em 3.035.122. O crescimento foi de 449.344 habitantes. Ranking nacional A população brasileira foi estimada em 210,1 milhões de habitantes em 5.570 municípios. Segundo o IBGE, a população de Roraima foi a que mais cresceu no último ano, representando 5,6% do total, resultado do saldo imigratório no estado. No entanto, continua sendo o estado com o menor número de habitantes. Os 10 estados com maior percentual de crescimento entre 2018 e 2019: Roraima: 5,06% Amapá: 1,96 Amazonas: 1,57% Acre: 1,46% Goiás: 1,40% Distrito Federal: 1,36% Santa Catarina: 1,26% Mato Grosso: 1,23% Mato Grosso do Sul: 1,13% Tocantins: 1,13%

Economia brasileira cresce 0,4% no segundo trimestre, anuncia IBGE

access_time29/08/2019 09:25

O Produto Interno Bruto (PIB), que é a soma de todos os bens e serviços produzidos no país, teve um crescimento de 0,4% no segundo trimestre deste ano, na comparação com o trimestre anterior. O PIB somou R$ 1,78 trilhão no período. O dado foi divulgado hoje (29), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O PIB também apresentou altas de 1% na comparação com o segundo trimestre de 2018, de 0,7% no acumulado do ano e de 1% nos últimos 12 meses. Na comparação do segundo com o primeiro trimestre deste ano, a alta de 0,4% foi puxada, sob a ótica da produção, pelos crescimentos de 0,3% do setor de serviços e de 0,7% da indústria. A agropecuária recuou 0,4% no período. Na indústria, os principais desempenhos vieram da indústria da transformação (2%) e da construção (1,9%). As indústrias extrativas recuaram 3,8% e a atividade de eletricidade, gás, água, esgoto e gestão de resíduos caiu 0,7%. Nos serviços, houve resultados positivos nas atividades imobiliárias (0,7%), comércio (0,7%), informação e comunicação (0,5%) e outras atividades de serviços (0,4%). Por outro lado, tiveram queda os segmentos de administração, defesa, saúde e educação públicas e seguridade social (-0,6%), transporte, armazenagem e correio (-0,3%) e atividades financeiras, de seguros e serviços relacionados (-0,1%). Demanda Sob a ótica da demanda, a alta do PIB do primeiro para o segundo trimestre foi puxada pela formação bruta de capital fixo, isto é, os investimentos (3,2%), e pelo consumo das famílias (0,3%). O consumo do governo teve queda de 1% e as exportações recuaram 1,6%. As importações cresceram 1%. Matéria alterada às 9h23 para acréscimo de informações

Brasil registra 2,3 mil casos confirmados de sarampo

access_time29/08/2019 09:12

Boletim epidemiológico do Ministério da Saúde divulgado quarta-feira (28) contabiliza 2.331 casos confirmados de sarampo no país nos últimos três meses. O número representa um aumento de 38,75% em relação ao último boletim. Ainda conforme o balanço desta quarta-feira, foram descartados 1.294 casos suspeitos enquanto 10.855 seguem em investigação por equipes de secretarias de saúde. Esta semana, a primeira morte provocada pela doença foi confirmada em São Paulo. Diante da evolução do surto no país, a pasta anunciou em entrevista coletiva em Brasília a aquisição de mais 18,7 milhões de doses de vacina contra o sarampo, reiterou a intensificação da imunização com foco em crianças e adultos jovens e informou ações adotadas diante da disseminação do vírus. São Paulo é o epicentro do surto, onde foram confirmados uma morte e 2.299 casos – 98% do total. Em seguida vêm Rio de Janeiro (12), Pernambuco (5), Santa Catarina (4) e Distrito Federal (3), além de oito estados com um caso cada: Bahia, Paraná, Maranhão, Rio Grande do Norte, Espírito Santo, Sergipe, Goiás e Piauí. Os registros se distribuem em 87 municípios dessas unidades federativas. Estabilização Apesar da evolução do número, o secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson Oliveira, avaliou que o quadro da doença no Brasil tende a uma estabilização. Ele ressaltou que o número ainda é menor do que no ano passado e comentou que as ações de imunização devem surtir efeito na mitigação da disseminação do vírus. “Secretarias de saúde fizeram muitos bloqueios vacinais, que foram fundamentais para poder dar tranquilidade. Baseado numa projeção dos casos, temos uma pequena tendência de redução. A Secretaria de Saúde de São Paulo também relatou essa tendência para nós”, declarou Oliveira. O gestor chamou a atenção para o fato de que o número de municípios paulistas com casos confirmados reduziu do boletim anterior para este. Imunização O secretário afirmou que a estratégia da pasta não envolve campanhas de vacinação, mas intensificação das ações de imunização. Isso porque, segundo ele, não haveria “economicidade” de campanhas em razão do estoque de doses do país. Anualmente, para vacinação de rotina, são disponibilizadas 30 milhões de doses. Além disso, em razão do surto atual de sarampo, já haviam sido adquiridas 10 milhões de doses adicionais. Hoje, o Ministério da Saúde anunciou mais 18,7 milhões de doses, totalizando 28,7 milhões complementares ao estoque de rotina. O volume será empregado este ano e também em 2020. Para conter o surto atual, o foco das ações de imunização serão adultos jovens e crianças de até 1 ano, públicos considerados mais vulneráveis e com maior incidência do vírus. Dos cerca de 2,9 milhões de bebês nessa última faixa etária, a intenção é imunizar 1,4 milhão der crianças com idade entre 6 meses e 11 meses e 29 dias. Na semana passada, a pasta anunciou a destinação de 1,6 milhão de vacinas para uma dose adicional chamada “dose zero” voltada para esse público-alvo. O material começou a ser distribuído aos estados esta semana. De acordo com o ministério, São Paulo deve receber 990 mil doses. Oliveira lembrou que, além da dose zero, crianças devem tomar a vacina contra o sarampo aos 12 meses e aos 15 meses. No caso de adultos jovens, com idade entre 20 e 29 anos, é importante que as pessoas confiram se estão imunizadas adequadamente e procurem regularizar a situação. A orientação vale especialmente para a Região Metropolitana de São Paulo. De acordo com o ministério, pela rotina de imunização estabelecida, pessoas com até 29 anos devem já ter recebido duas doses contra a doença. Já quem tem entre 30 e 49 anos deve ter tomado pelo menos uma dose. O secretário ponderou, contudo, que não há necessidade de corrida aos postos de saúde e que a regularização pode ser feita tranquilamente.

Produtores de MT investem em tecnologia e iluminação para aumentar produção de aves

access_time26/08/2019 07:21

Criadores de frango da região Oeste do estado investem em tecnologia e iluminação para melhorar a produção de frango. Segundo eles, a redução da incidência de luz dentro dos aviários acelera o ciclo de engorda e proporciona maior rentabilidade. De acordo com o avicultor José Marculino, de Nova Marilândia, a 261 km de Cuiabá, o controle da luminosidade nos galpões reduz o tempo de abate em cerca de cinco dias. Na técnica usada por ele, conhecida como 'dark house', que em português quer dizer casa escura, as aves para a maior parte da fase de crescimento no ambiente escuro, sem contato com a luminosidade. “Trabalhamos com apiário há cinco anos e percebemos que a qualidade dos frangos melhorou muito. Antes, alojávamos 11 aves por metros de frango quadrado num aviário convencional. Hoje, conseguimos uma média de 16 frangos por metro quadrado”, comentou. Ainda segundo ele, cada galpão aloja, em média, 35 mil frangos. As aves são abatidos e vendidos por um preço médio de R$ 0,50 por animal. Uma parceria com os frigoríficos também tem permitido ganhos aos avicultores. “A empresa nos dá toda assistência técnica, desde a entrega dos pintinhos até o abate. E essa assistência também fez com que a qualidade do frango melhorasse e nossa renda também. Antes, tínhamos um aviário, hoje, temos quatro”, afirmou. Entretanto, a implantação do sistema não é barata, alguns produtores chegam a gastar R$ 280 mil para adequação dos galpões. De acordo com a Associação de Integradores de Nova Mutum, este ano, Mato Grosso deve produzir 13 milhões de toneladas de frango.