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NEGÓCIOS

Total de empresas ativas cresce 3,7% no Brasil

access_time23/06/2022 09:21

O número de empresas e outras organizações ativas no Brasil cresceu 3,7% entre 2019 e 2020, chegando a 5,4 milhões. Mesmo com esse aumento, o total de pessoas ocupadas assalariadas em empresas diminuiu 1,8% no mesmo período, o que significa 825,3 mil postos de trabalho formais a menos no país. As mulheres foram as que mais perderam postos de trabalho. Os dados são da pesquisa Estatísticas do Cadastro Central de Empresas (Cempre) 2020 divulgada hoje (23), no Rio de Janeiro, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). É a primeira vez, na série histórica do estudo, desde 2008, que a queda no número de assalariados ocorreu ao mesmo tempo em que houve aumento expressivo no total de empresas. Esse movimento pode ter sido ocasionado, de acordo com o instituto, por pessoas que foram demitidas e tentaram abrir seu próprio negócio ou por quem buscava compensar as perdas de renda nesse período. “A gente não imagina, em período de forte crise econômica, ter aumento de empresas. Mas, ao mesmo tempo, isso é explicado pelo crescimento de empresas que não possuem assalariados”, disse o gerente da pesquisa, Thiego Ferreira. “Apesar de todos os esforços, inclusive políticos, e das políticas públicas para manter os empregos, ocorreram, naturalmente, demissões. Muita gente teve redução na renda ou porque foi demitida ou porque teve diminuição da jornada de trabalho e isso pode ter motivado a busca dessas pessoas por abrirem seus próprios negócios”, argumentou.   Menos funcionários e salários menores Entre 2019 e 2020, o número de empresas sem empregados assalariados cresceu 8,6%, o que significa 227,3 mil empresas a mais em 2020. Já as empresas com assalariados recuaram em todas as faixas analisadas. As com um a nove empregados caíram 0,4%; as com 10 a 49 empregados, 5,3%; as com 50 a 250 assalariados, 2,3%; e as com mais de 250 funcionários tiveram uma redução de 1%. Os dados mostram, ainda, que o salário médio pago pelas empresas do país em 2020 caiu 3% em relação a 2019, chegando a R$ 3.043,81, ou o equivalente a 2,9 salários mínimos. Já a massa salarial, que atingiu R$ 1,8 trilhão, teve um recuo de 6% em relação a 2019, o que representou, segundo o IBGE, a maior redução na série histórica da pesquisa. Essa perda salarial foi, segundo o instituto, intensificada pela redução no número de assalariados. Em relação às unidades federativas, o Distrito Federal e o Amapá registraram os maiores salários: o DF com uma remuneração média mensal 5,3 salários mínimos e o Amapá com 3,7 salários, ambos seguidos pelo Rio de Janeiro e São Paulo com 3,3 salários mínimos cada. Esses dois estados concentram mais de um terço dos assalariados do país. Já os menores salários foram anotados na Paraíba - salário médio mensal de 2,1 salários mínimos -, seguido do Ceará e Alagoas: 2,2 salários mínimos cada. Mulheres mais impactadas Segundo o IBGE, as mulheres foram as que mais perderam postos de trabalho em empresas. Em 2020, enquanto o número de homens assalariados caiu 0,9%, em relação a 2019 o total de mulheres recuou 2,9%. Dos 825,3 mil postos de trabalho perdidos entre 2019 e 2020, 71,9%, o equivalente a 593,6 mil vagas, eram ocupados por mulheres. Diante desse cenário, a participação feminina entre os assalariados das empresas formais do país diminuiu, pela primeira vez, desde 2009. O percentual de postos ocupados por mulheres passou de 44,8% em 2019 para 44,3% em 2020, a menor participação feminina desde 2016. “Apesar de ser uma queda de 0,5%, ela revela um comportamento que tem relação com a pandemia. Quando procuramos entender melhor esses números, o que encontramos como justificativa são dois movimentos. Houve um crescimento de ocupações em setores que usualmente empregam mais homens e, por outro lado, uma redução dos segmentos que empregam mais mulheres”, explicou o gerente da pesquisa. De acordo com Ferreira, setores como o de construção, com empregados majoritariamente homens, cresceram, enquanto segmentos com funcionários majoritariamente mulheres - educação e alimentação - reduziram os postos no primeiro ano de pandemia. Perdas em alimentação e cultura Segundo a pesquisa do IBGE, as maiores reduções de assalariados foram nos segmentos de alojamento e alimentação, com uma queda de 373,2 mil; administração pública, defesa e seguridade social ( 233,9 mil); e comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (221,7 mil funcionários a menos). Na outra ponta, o aumento mais significativo foi no setor de saúde humana e serviços sociais, com mais 139,3 mil assalariados. O gerente da pesquisa destacou, ainda, que as áreas de alimentação e de arte, cultura, esporte e recreação tiveram as maiores perdas de assalariados da série histórica. Esses percentuais são respectivamente 19,4% e 16,4%. “As características desses setores já contribuem para terem sofrido efeitos da pandemia. Mais ainda a natureza da pandemia, que envolveu distanciamento social. As pessoas não vão para restaurantes para evitar contaminação, têm receio de comer fora, fora os lockdowns. Por mais que tivesse muita garantia de segurança, [elas] não podiam sair”, explicou Ferreira. O Cempre é um banco de dados mantido pelo IBGE com informações cadastrais e econômicas da grande maioria das empresas e outras organizações legalmente constituídas no Brasil. Integram esse banco empresas inscritas no Cadastro Nacional de Pessoa Jurídica (CNPJ), da Secretaria Especial da Receita Federal. Microempreendedores individuais não fazem parte do levantamento.

Gasolina e diesel ficam mais caros a partir de hoje nas refinarias

access_time18/06/2022 08:44

O preço da gasolina fica R$ 0,20 mais caro a partir deste sábado (18), nas refinarias, passando de  R$ 3,86 para R$ 4,06 por litro, alta de 5,2%. Já o diesel sobe R$ 0,70, de R$ 4,91 para R$ 5,61, aumento de 14,2%. O reajuste foi autorizado pela Petrobras nesta sexta-feira (17), após 99 dias sem aumento da gasolina e 39 dias do diesel. Com a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço para os motoristas passará de R$ 2,81, em média, para R$ 2,96 a cada litro vendido nos postos.  No caso do diesel, que conta com uma mistura obrigatória de 90% de diesel A e 10% de biodiesel em sua composição, a primeira alta em 39 dias fará com que a parcela da empresa no preço ao consumidor passe de R$ 4,42, em média, para R$ 5,05 a cada litro vendido nas bombas. O aumento nas bombas não é imediato. A estimativa é que os preços aumentem nos postos cerca de um terço do valor do reajuste. A gasolina irá ficar 2% mais cara nos postos e o diesel, 5%. Em comunicado, a Petrobras afirmou que "tem buscado o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse imediato para os preços internos da volatilidade das cotações internacionais e da taxa de câmbio". A alta dos combustíveis tem sido ponto de tensão entre a Petrobras e o governo federal. Os reajustes constantes impactam a inflação, em ano eleitoral. No caso do diesel, também tem efeito indireto, pressionado os custos dos fretes de produtos como os alimentos, e as passagens de ônibus. O presidente Jair Bolsonaro disse, logo após o anúncio da Petrobras nesta sexta-feira, que a determinação “pode mergulhar o Brasil num caos”. Ele afirmou que está articulando com a cúpula da Câmara a criação de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para investigar a direção da Petrobras, indicada por ele. As reações contra o aumento tabém vieram do Congresso e do STF (Supremo Tribunal Federal) criticaram a Petrobras. O presidente da Câmara, Arthur Lira (Progressistas-AL), falou em dobrar o imposto cobrado sobre o lucro da petroleira para bancar um subsídio ao diesel, seja direto para a empresa ou na forma de uma "bolsa" para caminhoneiros, taxistas e motoristas de aplicativo. Já o presidente do Senado, Rodrigo Pacheco (PSD-MG), defendeu a criação de um fundo para amortecer os preços dos combustíveis com parte dos dividendos que a estatal paga à União. No STF, o ministro André Mendonça, determinou que os estados passem a cobrar alíquotas uniformes sobre todos os combustíveis (diesel, gasolina, etanol e gás de cozinha). A estatal também terá que prestar informações ao STF sobre a formação dos preços dos combustíveis nos últimos meses.

Bolsonaro quer CPI para apurar gestão da Petrobras: 'Inconcebível reajuste com lucros exorbitantes'

access_time17/06/2022 16:37

O presidente Jair Bolsonaro afirmou nesta sexta-feira (17) que vai propor a abertura de uma CPI (Comissão Parlamentar de Inquérito) para apurar irregularidades na gestão da Petrobras. A declaração foi dada no mesmo dia em que a estatal anunciou um novo reajuste no preço dos combustíveis. “Eu conversei agora, há poucos minutos, com o Arthur Lira [presidente da Câmara dos Deputados]. Ele está nesse momento reunido com líderes partidários, e a ideia nossa é propor uma CPI para investigar o presidente da Petrobras, os seus diretores e também o conselho administrativo e fiscal”, disse Bolsonaro durante entrevista a uma emissora de rádio de Natal, no Rio Grande do Norte. “Porque nós queremos saber se tem algo errado nessa conduta deles. Porque é inconcebível se conceder um reajuste com o combustível lá em cima e com os lucros exorbitantes que a Petrobras está tendo”, prosseguiu. A estatal anunciou que vai reajustar o preço da gasolina e do diesel para as distribuidoras a partir deste sábado (18). Com a atualização, o preço médio de venda da gasolina passará de R$ 3,86 para R$ 4,06 por litro – alta de 5,2%. O valor do diesel subirá 14,3%, passando de R$ 4,91 para R$ 5,61 o litro. Com a mistura obrigatória de 73% de gasolina A e 27% de etanol anidro para a composição da gasolina comercializada nos postos, a parcela da Petrobras no preço para os motoristas passará de R$ 2,81, em média, para R$ 2,96 a cada litro vendido nos postos. É o primeiro reajuste do combustível em 99 dias. “A coisa mais importante é trocar o presidente e os diretores da Petrobras. Esperamos poder conseguir fazer isso nos próximos dias porque não depende de uma canetada do ministro, tem que negociar com o conselho, uma coisa inconcebível. Quando acontece alguma coisa de errado na Petrobras, botam a conta em mim e no ministro das Minas e Energia. Hoje nós não temos condições de interferir nessas questões da Petrobras. A CPI é o caminho”, afirmou Bolsonaro. 'Traição' O presidente Bolsonaro afirmou que os gestores da Petrobras traem o povo brasileiro no momento de uma crise que não foi causada pelo Brasil, que é fruto da guerra entre Rússia e Ucrânia. “É traição para com o povo brasileiro. Então o presidente da Petrobras, seus diretores e seu conselho traíram o povo brasileiro. O lucro da Petrobras é uma coisa que ninguém consegue entender. É algo estúpido”, disse. Bolsonaro afirmou que a empresa não respeita o que está previsto na Lei de Estatais ao não cumprir sua função social e não pensar no bem-estar da população. O mandatário também mencionou o lucro de R$ 44,5 bilhões da empresa, registrado no primeiro trimestre deste ano. “Ela lucra seis vezes mais que a média das petroleiras de todo o mundo. As petroleiras fora do Brasil reduziram margem de lucro justamente para atender os anseios da sua população num momento de crise. Porque isso tudo é fruto de uma guerra longe do Brasil”, disse. Caos Nesta manhã, Bolsonaro afirmou que a Petrobras “pode mergulhar o Brasil num caos” com o aumento no preço dos combustíveis. A declaração foi dada pelas redes sociais no mesmo dia em que a estatal anunciou o reajuste. “A Petrobras pode mergulhar o Brasil num caos. Seus presidente, diretores e conselheiros bem sabem do que aconteceu com a greve dos caminhoneiros em 2018 e as consequências nefastas para a economia do Brasil e a vida do nosso povo”, disse Bolsonaro.

Presidentes da FECOMIN, COOGAVEPE e COOMIPAZ visitam PAGold, uma das mineradoras de Peixoto

access_time17/06/2022 16:32

Cerca de R$ 280 milhões de reais estão sendo investidos na implantação de uma indústria de mineração de ouro no município de Peixoto de Azevedo. Trata-se da PAGold, empreendimento que deve gerar mais 300 empregos diretos, e aproximadamente 1500 indiretos. Liderados pelo presidente da Federação das Cooperativas de Mineração do Estado de Mato Grosso - Fecomin, Gilson Camboim, um grupo das cooperativas Federadas na região visitou o local. O grupo das Federadas, que também era formado por representantes Cooperativa dos Garimpeiros do Vale do Rio Peixoto - Coogavepe e da Coomipaz, realizaram uma visita técnica, onde puderam conhecer a mina de extração de ouro da empresa, a estrutura física que está sendo construída pela PAGold, o potencial mineral, parte da planta de beneficiamento e também alguns programas a serem implantados. “Ficamos satisfeitos em conhecer os trabalhos que estão sendo desenvolvidos, tanto na construção da planta de processamento, quanto as técnicas que serão usadas no tratamento de minério e a tecnologia usada nos processos de extração”, comentou Camboim. A estruturação da mina subterrânea também foi apresentada ao grupo, que conheceu, ‘in loco’, o potencial de produção dos veios que serão lavrados pela empresa. Uma novidade trazida pela PAGold, considerada ecologicamente imprescindível, é a não utilização de barragens de rejeitos. O empreendimento fará empilhamento à seco, diminuindo riscos de estouro das barragens, como já aconteceu em alguns lugares no mundo. “A todo momento a mineradora deixava claro sua preocupação com o desenvolvimento sustentável, e conhecemos parte de projetos sociais a serem implantados na região”, destacou o presidente da Fecomin.

Petrobras aumenta preço da gasolina de R$ 3,86 para R$ 4,06

access_time17/06/2022 10:21

A Petrobras anunciou, na manhã desta sexta-feira, 17, um novo reajuste dos preços da gasolina e do diesel. O preço do litro da gasolina vai de R$ 3,86 para R$ 4,06, um salto de 5,18% – o último aumento ocorreu há mais de três meses, no dia 11 de março. O do diesel, por sua vez, vai de R$ 4,91 para R$ 5,61 por litro – 14,26% de alta. A última mudança desta tarifa havia sido feita no dia 10 de maio. As novas tarifas passam a valer no sábado, 18. “A companhia tem buscado o equilíbrio dos seus preços com o mercado global, mas sem o repasse imediato para os preços internos da volatilidade das cotações internacionais e da taxa de câmbio. Esse posicionamento permitiu à Petrobras manter preços de GLP estáveis por até 152 dias; de diesel por até 84 dias; e de gasolina por até 99 dias”, diz nota da estatal. “Com esse movimento, a Petrobras reitera seu compromisso com a prática de preços competitivos e em equilíbrio com o mercado, ao mesmo tempo em que evita o repasse imediato para os preços internos da volatilidade das cotações internacionais e da taxa de câmbio, ou seja, evita o repasse das variações temporárias que podem ser revertidas no curto prazo. Dessa maneira, observando a evolução do mercado, foi possível manter os preços de venda para as distribuidoras estáveis por 99 dias para a gasolina e 39 dias para o diesel”, diz outro trecho do comunicado. Dados da Associação Brasileira dos Importadores e Combustíveis (Abicom) mostram que a defasagem chega a 18% no diesel e de 14% na gasolina frente às cotações internacionais. Com os preços defasados em relação ao exterior, a Petrobras tem sofrido pressão do governo para manter a gasolina e o diesel congelados até as eleições, enquanto o mercado espera que a empresa prossiga com a sua política de preço de paridade de importação (PPI). O anúncio de reajuste ocorreu minutos depois de o presidente Jair Bolsonaro voltar a criticar a Petrobras. Pelo Twitter, o mandatário do país afirmou que a estatal “pode mergulhar o Brasil em um caos”. “O Governo Federal como acionista é contra qualquer reajuste nos combustíveis, não só pelo exagerado lucro da Petrobrás em plena crise mundial, bem como pelo interesse público previsto na Lei das Estatais. A Petrobrás pode mergulhar o Brasil num caos. Seus presidente, diretores e conselheiros bem sabem do que aconteceu com a greve dos caminhoneiros em 2018, e as consequências nefastas para a economia do Brasil e a vida do nosso povo”, escreveu o chefe do Executivo federal. Em sua live semanal, na noite da quinta-feira, 16, Bolsonaro já havia dito que a empresa estava “rachando de ganhar dinheiro” enquanto o povo sofre.

Petrobras prepara novo aumento no preço dos combustíveis, diz Bolsonaro

access_time15/06/2022 13:16

Sem apresentar detalhes, o presidente Jair Bolsonaro afirmou, nesta quarta-feira (15), que a Petrobras prepara um novo aumento no preço dos combustíveis no país. Ele também admitiu que tem dificuldade para fazer a troca no comando da estatal. "Eu não tenho comandamento sobre a Petrobras. A Petrobras está dando dica que quer aumentar de novo. Não interessa quanto seja, já está um absurdo o preço dos combustíveis lá na refinaria", disse o presidente durante entrevista à jornalista Leda Nagle. Emissários do governo se reuniram na noite da última segunda-feira (13) com a diretoria da Petrobras para tentar impedir o aumento de combustíveis que a estatal planeja anunciar ainda nesta semana. A ideia é reajustar o preço da gasolina em 9% e o do diesel em 11% como forma de amenizar a defasagem de valores entre o mercado interno e o mercado internacional. O governo teme que o aumento anule os esforços para aprovação de projeto no Congresso que limita o teto do ICMS em 17% para uma série de itens, entre eles os combustíveis. Bolsonaro é crítico da política adotada pela Petrobras, a Preços de Paridade Internacional (PPI), que faz com que o preço da gasolina, do etanol e do diesel acompanhe a variação do valor do barril de petróleo no mercado internacional. Com relação à dificuldade de trocar o presidente da estatal, Bolsonaro afirmou que "nós somos os acionistas que têm o maior número de papéis, mas não temos o poder de mudar rapidamente". E acrescentou: "Estamos há um mês tentando trocar o presidente da Petrobras e não conseguimos. Não resolveu. Agora pode ter certeza que você vai descobrindo as coisas com o tempo, e vai ser resolvida a questão dos combustíveis", disse na entrevista.

Aprovada 1ª licença para construir ferrovia Rondonópolis-Cuiabá-Nova Mutum-Lucas do Rio Verde

access_time15/06/2022 12:43

A secretaria estadual de Meio Ambiente emitiu, hoje, a primeira Licença de Instalação para 8,67 km da 1º Ferrovia Estadual de Mato Grosso. O trecho é no município de Rondonópolis sentido Cuiabá e, com a licença, a empresa vencedora do chamamento público comece a construção dos primeiros trilhos da ferrovia ainda neste ano, nas proximidades do Parque Industrial Intermodal de Rondonópolis, além da logística e preparação de canteiros de obras, contratação de mão de obra, e transporte de materiais para o local. As licenças de instalação serão emitidas por trecho e os próximos a serem analisados é de Cuiabá a Nova Mutum e de Mutum a Lucas do Rio Verde, totalizando 740 km (cortando 16 municípios, com algumas pontes e terminais de carga e descarga de produtos. A previsão é do trilhos chegaram a Cuiabá em 2025, em Nova Mutum em 2027, e em Lucas do Rio Verde em 2028. Estudos e Relatórios de Impacto Ambiental (EIA/RIMA) foram entregues pela empresa para a análise da secretaria, que considerou medidas de monitoramento, controle e mitigação de impactos. Foi feita análise técnica do setor de licenciamento e vistorias presenciais de equipes ao local. A licença prévia do empreendimento já foi referendada pelo Conselho Estadual de Meio Ambiente (Consema) em março após audiência e consulta pública à sociedade. Nas próximas etapas, o restante do traçado deve passar pelo licenciamento da Instalação, e por último, licenciamento para operação. O projeto foi lançado, ano passado, pelo governador Mauro Mendes e conecta Mato Grosso à malha ferroviária nacional, até o Porto de Santos (SP), que é o principal do país e por onde, atualmente, são escoadas centenas de toneladas de soja, milho, carne e demais produtos de Mato Grosso, mensalmente, em direção para vários países. O investimento previsto da iniciativa privada na ferrovia é de R$ 12 bilhões. Um estudo estima que o volume de recursos que circulará na economia tende a gerar uma onda positiva de R$ 4,9 bilhões na renda do Estado. Desse total, R$ 3,8 bilhões virão da movimentação provocada pelas obras de infraestrutura; R$ 506 milhões serão de serviços especializados de construção; R$ 329 milhões irão para a aquisição de material rodante (locomotivas e vagões) e R$ 240 milhões de atividades ligadas aos setores de serviços.

Matupá volta a gerar mais empregos com carteiras assinadas; Peixoto tem 2º mês com mais demissões

access_time13/06/2022 12:33

Matupá segue gerando mais empregos com carteiras assinadas e o mais recente resultado, disponibilizado pelo ministério do Trabalho, constata 164 pessoas contratadas a mais em abril, resultado de 395 admissões e 231 demissões feitas por empresas e indústrias. Em março, havia sido negativo cm 53 trabalhadores dispensados a mais. O melhor resultado está no setor industrial com 76 contratações a mais, saldo de 119 pessoas contratadas e 43 demitidas. No comércio foram 59 a mais, resultado de 173 admissões e 114 demissões. No setor de serviços 50 trabalhadores foram contratados a mais, sendo que houve 87 admitidos e 37 mandados embora. Dois segmentos fecharam no vermelho. Na agropecuária 12 foram demitidos a mais e na construção civil 9. Só Notícias apurou que em Peixoto de Azevedo, em abril, o resultado foi negativo com 13 funcionários demitidos a mais, resultado das 180 contratações e 193 demissões feitas pelas empresas locais. Em março também houve mais demissões: 7. A agropecuária demitiu 46 a mais, saldo de 78 demissões e 32 admissões. Na construção civil, 2 foram mandados embora. Os demais segmentos tiveram resultados positivos.  No comércio, 16 funcionários acabaram sendo contratados a mais, saldo de 70 admitidos e 54 dispensados. No setor de serviços também foram 16, resultado das 52 contratações e 36 dispensas. Na indústria foram 3 a mais.

Guarantã do Norte segue gerando mais empregos com carteiras assinadas; indústrias lideram

access_time10/06/2022 19:06

As empresas e indústrias de Guarantã geraram 174 empregos a mais, com carteiras assinadas, em abril, no balanço divulgado, há poucos dias, pelo ministério do Trabalho. Juntas, fizeram 475 admissões e 301 demissões. O saldo do mês anterior havia sido maior, com 310 contratados a mais. As indústrias empregaram 114 colaboradores a mais, saldo de 195 admitidos e 81 demitidos. No comércio foram 147 contratados e 109 dispensados, saldo de 38 a mais. No setor de serviços foram 17, resultado de 100 contratados e 83 mandados embora. Na construção civil foram admitidos 10 serventes e pedreiros a mais, com as 25 admissões e 15 dispensas. A agropecuária foi o único segmento que teve saldo negativo com 5 demitidos a mais. Conforme Só Notícias já informou, em Lucas do Rio Verde, 78 funcionários foram admitidos a mais em abril.  Em Nova Mutum o saldo foi positivo com 22 empregados a mais. Sinop empregou 648 com carteiras assinadas e em Sorriso 221 a mais. Em Colíder, houve mais demissões em abril.

Julgamento que ‘destravaria’ início da obra da ferrovia Sinop-Miritituba é retirado de pauta pelo presidente do STF

access_time10/06/2022 11:13

O presidente do Supremo Tribunal Federal (STF), ministro Luiz Fux, decidiu retirar de pauta o julgamento da ação que paralisou a implantação da ferrovia Sinop-Miritituba, a “Ferrogrão”. O julgamento estava previsto para iniciar no próximo dia 15 e seria feito pelo plenário da Corte. Não consta o motivo da retirada de pauta. Só Notícias entrou em contato com a assessoria do Supremo, mas, até o momento, não obteve retorno. A ação foi movida pelo Partido Socialismo e Liberdade (Psol) e uma liminar foi deferida pelo relator, ministro Alexandre de Moraes, em março do ano passado. No entendimento do ministro, a exclusão de 862 hectares do Parque Nacional do Jamanxim, no Pará, para passagem da ferrovia, não poderia ter sido concretizada por meio de Medida Provisória (MP) e demandaria a promulgação de “lei em sentido formal”. Com isso, desde então, os processos para implantação da ferrovia estão paralisados. Recentemente, a Confederação Nacional de Agricultura (CNA) ingressou com um pedido de tutela provisória incidental para que fosse autorizada a fazer sustentação oral a favor da ferrovia, durante o julgamento da ação.  Ainda em abril de 2021, a CNA ingressou com pedido para participar, como amicus curiae -“amigo da corte”, terceiro que ingressa no processo para fornecer subsídios ao órgão jurisdicional para o julgamento da causa. No entanto, até o momento, o Supremo Tribunal Federal não julgou o pedido. Então, às vésperas do julgamento, a entidade ligada ao agronegócio reiterou a solicitação, pois pretendia oferecer “argumentos e contribuições de maneira a colaborar com o STF em sua decisão”. A CNA justificou, ainda no ano passado, que o projeto da Ferrogrão é paralelo à BR-163, recentemente finalizada, na mesma faixa de domínio da rodovia, o que mostra que a área ambiental protegida não será afetada pelo traçado da ferrovia. A entidade alega que o projeto passará por todas as etapas rigorosas e previstas em lei para que seja aprovado, como consultas prévias às comunidades indígenas, por exemplo, e o licenciamento ambiental. “O Parque Nacional do Jamanxim já foi criado no contexto do desenvolvimento do projeto e implementação da BR-163. Não são políticas diferentes, como quer fazer parecer o PSOL (primeiro a criação do parque nacional para proteger o meio ambiente e depois o projeto de infraestrutura que, alega, quer destruí-lo), mas sim, a mesma política de desenvolvimento nacional com a preocupação de preservação ambiental”, diz a CNA na petição. Ainda no pedido, a CNA disse que tem acompanhado, juridicamente e institucionalmente, todo o processo de viabilização legislativa, regulatória e econômica dessa concessão junto ao Congresso Nacional, ao Ministério da Infraestrutura e à Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT). Desta forma, o empreendimento, avalia a Confederação, “é passo essencial para a consolidação da atividade agrícola nessa região do País, garantindo o crescimento da produção, a redução da pressão de transporte pelas rodovias federais e oportunizando, como meta do setor, que 87% do escoamento de grãos dos Estados do Centro-Oeste se faça pelas ferrovias”. Na avaliação da CNA, a Ferrogrão será protagonista na solução de gargalos de infraestrutura e transporte no escoamento da produção agropecuária. Com a aceleração das exportações de grãos no Arco Norte, prevê-se a redução em 30% dos custos logísticos. Segundo dados da Agência Nacional de Transporte Terrestres (ANTT), o investimento previsto para a ferrovia Sinop-Miritituba é de R$ 8,42 bilhões, podendo chegar em até R$ 21,5 bilhões de aplicações ao longo da operação. Serão 933 km de trilhos, entre a região produtora de grãos do Centro-Oeste ao Pará, desembocando no Porto de Miritituba. Em agosto de 2021, o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, disse, durante encontro em Sinop, que acreditava em uma reconsideração do STF. “Entendo que temos primeiro o bom direito ao nosso lado. Levamos para o tribunal argumentos que são consistentes e acredito numa reconsideração. Confio que isso vai cair e vamos poder prosseguir. Ela (ação) caindo, a gente consegue terminar o desenvolvimento do projeto, arredondar a porta com os investidores, fazer o leilão e ter sucesso”. Por outro lado, Martha Seillier, secretária especial do Programa de Parcerias de Investimentos (PPI), também em agosto do ano passado, afirmou que o governo já tem alternativas para manter o projeto, caso a decisão de Alexandre seja mantida pelo plenário. Uma das opções é fazer a alteração do parque por meio de um projeto de lei aprovado no Congresso. A outra possibilidade seria mudar o traçado da ferrovia, o que, no entanto, resultaria em um custo adicional de R$ 2 bilhões. Além da CNA, o Governo de Mato Grosso e diversas entidades ligadas ao agronegócio e representantes de associações indígenas já entraram com pedidos de amicus curiae na ação movida pelo PSOL. Até o momento, apenas o Instituto Sócio-Ambiental Floranativa (ISAF) foi autorizado a ingressar no processo.