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Governo estuda enviar proposta única da reforma da Previdência

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NEGÓCIOS

Guedes pede contribuição de servidores públicos para superar crise

access_time16/05/2020 10:21

Os servidores públicos e o Congresso Nacional precisam contribuir para a manutenção do eventual veto do presidente Jair Bolsonaro ao reajuste para determinadas categorias do funcionalismo estadual e municipal, disse quinta-feira (15) o ministro da Economia, Paulo Guedes. Ele discursou por cerca de uma hora em evento de balanço dos 500 dias de governo e ressaltou que o governo não quer retirar direitos de nenhum servidor, apenas pedir um esforço conjunto para impedir o descontrole das contas públicas. “Na hora em que estamos fazendo esse sacrifício, que o Brasil está no chão, é inaceitável que tentem saquear o gigante que está no chão, que usem a desculpa da crise da saúde para saquear o Brasil na hora em que ele cai. Nós queremos saber o que podemos fazer de sacrifício para o Brasil nesta hora. E não o que o Brasil pode fazer por nós”, declarou o ministro, referindo-se às tentativas de manter os reajustes para as categorias do funcionalismo que trabalham diretamente no enfrentamento à pandemia de coronavírus. Segundo o ministro, o servidor público que eventualmente superar a carga horária pode receber horas extras, sem necessidade de pedir aumento. Ele classificou como um esforço de guerra contra o vírus o congelamento de salário por 18 meses, que valerá para a maioria dos servidores estaduais e municipais conforme o projeto de lei aprovado pelo Congresso. “Nossos heróis não são mercenários. Que história é essa de pedir aumento de salário porque um policial vai exercer sua função? Ou porque um médico vai à rua exercer a sua função. Se ele trabalhar mais por causa do coronavírus, ótimo. Ele recebe hora extra. Mas dar medalhas antes da batalha? As medalhas vêm depois da guerra”, afirmou. De acordo com o ministro da Economia, o congelamento é essencial para que as despesas com o funcionalismo não subam nos próximos anos e para que o país tenha condições de investir mais nos próximos anos. “São centenas de bilhões que seriam transferidos para rentistas. O dinheiro continua tranquilo, mas pode ser empregado para investimentos em saneamento, por exemplo. O Brasil virará uma força movida pelo empreendedorismo”, disse. O ministro criticou ainda parlamentares e oposicionistas que têm pressionado para derrubar no Congresso o eventual veto do presidente Bolsonaro a reajustes para o funcionalismo local. “A reconstrução de um país leva anos. Passamos um ano e meio tentando reconstruir. Quando estamos começando a decolar, somos atingidos por uma pandemia. Vamos nos aproveitar de um momento deste, da maior gravidade de uma crise de saúde, e vamos subir em cadáveres para fazer palanque? Vamos subir em cadáveres para arrancar recursos do governo?”, questionou. Atividades essenciais Guedes defendeu ainda que algumas atividades, como a construção civil, sejam consideradas serviços essenciais. Segundo o ministro, a manutenção de protocolos de saúde, com exames constantes nos trabalhadores e distanciamento físico, permitirá manter a economia girando em meio à pandemia. “Na construção civil há 55 mil pessoas trabalhando, recebendo protocolos de como trabalhar, máscara, distanciamento durante o período de trabalho, informação. E o resultado são menos de 100 mortes [no setor]. São 100 em estado grave e 10 mortes, com 55 mil pessoas trabalhando”, destacou o ministro, que não mencionou a fonte dos números. Na avaliação do ministro, o tratamento no trabalho é essencial para a retomada da economia. “O que significa que, se houver um protocolo eficiente, vivendo cinco, seis ou sete pessoas em um pequeno espaço confinado, a probabilidade da infecção ali é maior do que se ele estiver no trabalho, bem cuidado, bem informado e sendo testado. Porque é teste e tratamento. Testou, está bom? Segue trabalhando. Está ruim? Tratamento”, acrescentou. Balanço O ministro fez um balanço das medidas emergenciais tomadas pelo governo para transferir renda à população vulnerável e manter o emprego. Para Guedes, o Brasil está agindo melhor que os Estados Unidos nesses requisitos. “Os americanos, nas últimas cinco semanas, demitiram 26 milhões de pessoas, e o Brasil perdeu menos de 1 milhão de empregos e preservou, registrados, 7,5 milhões de empregos com esse programa nosso”, disse. Sobre o auxílio emergencial de R$ 600 (R$ 1,2 mil para mães solteiras), o ministro declarou que o Brasil está conseguindo ajudar mais pessoas que os Estados Unidos e de forma mais eficiente. “Foram 40 milhões de brasileiros digitalizados em duas ou três semanas, o dinheiro chegando. Enquanto isso, nos Estados Unidos, o cheque não chegou ainda para a maior parte da população, no país mais avançado e mais rico do mundo. E nós, aqui, sendo apedrejados enquanto lutamos em defesa do país”, acrescentou. O ministro também não citou a fonte dos números nos Estados Unidos. Guedes destacou ainda que as exportações de commodities (bens primários com cotação internacional) subiram nos últimos meses, contrariando as previsões. “O Brasil é a única economia do mundo que está aumentando as exportações. Curiosamente, no momento em que o meteoro atinge o Brasil com essa pandemia, o que era maldição vira benção. As cadeias produtivas estão rompendo, e o Brasil está vendendo produtos agrícolas e minérios”, comentou. Além de Guedes, o evento do balanço dos 500 dias de governo teve a presença da ministra da Mulher, Família e dos Direitos Humanos, Damares Alves; do ministro-chefe da Casa Civil, Braga Netto, e do ministro da Secretaria de Governo da Presidência, Luiz Eduardo Ramos.

Faturamento das empresas tem aumento de 9% no início de maio, diz Sefaz-MT

access_time14/05/2020 15:40

O faturamento das empresas de Mato Grosso apresentou melhora de 9% entre o dia 4 e 8 deste mês, se comparado ao período do dia 27 de abril a 1º de maio, quando a redução foi de 20%. No período analisado, o faturamento total passou de R$ 1.049 bilhão para R$ 1.168 bilhão, segundo a Secretaria Estadual de Fazenda (Sefaz-MT). Os dados foram divulgados nessa quarta-feira (13) no sexto boletim especial que aponta os impactos da Covid-19 sobre o faturamento das empresas do estado e também sobre a receita estadual. Conforme os dados, o setor de comércio e serviços, mesmo sendo o mais impactado pela pandemia da Covid-19, teve uma evolução positiva na última semana. O resultado, segundo a Sefaz-MT, é decorrente da recuperação econômica dos segmentos do comércio varejista como, por exemplo, lojas de departamentos, artigos de uso pessoal e doméstico, e artigos pessoais e acessórios. De acordo com a secretaria, essas três atividades econômicas apresentaram forte recuperação devido às medidas de flexibilização do atendimento do comércio e também do Dia das Mães, tradicionalmente uma das melhores datas do ano para o comércio. O setor de comércio varejista de uso pessoal e doméstico superou em 12% o faturamento médio semanal do mesmo período anterior a Covid-19. Com isso, o setor varejista fechou a última semana com faturamento positivo de 17%, se comparado a média diária da pré-pandemia. Já os demais segmentos, conforme os dados divulgados, registram queda. O setor atacadista e de combustíveis apresentaram redução de 29% no faturamento. A área de veículos também reduziu em 12%. Indústria e agropecuária Em relação à indústria, o boletim aponta um resultado positivo no período de 4 a 8 de maio, de 2%. Em termos financeiros o percentual corresponde a R$ 237 milhões, ou seja, um aumento no faturamento diário de R$ 4 milhões em comparação aos R$ 233 milhões registrados nos meses de janeiro e fevereiro de 2020. De acordo com o documento elaborado pela Sefaz-MT, diversos segmentos industriais apresentaram recuperação, o que permitiu ao setor fechar positivo em relação à média do faturamento diário registrado antes da Covid-19. O setor da agropecuária apresentou uma desaceleração na queda do faturamento tributável registrando na última semana -13% (R$ 405 milhões). Segundo a Sefaz-MT, o resultado é decorrente da forte recuperação da pecuária. Em comparação ao período pré Covid-19, quando o faturamento foi de R$ 466 milhões, a redução financeira é de cerca de R$ 60 milhões. Dados por região O Boletim da Receita Estadual traz também o impacto da Covid-19 no faturamento tributável total dos municípios mato-grossenses. Ao todo, 18 cidades são responsáveis por 80% da queda registrada no estado. Rondonópolis e Cuiabá lideram a lista com redução no faturamento médio diário, com quedas de 40% e 34%, respectivamente. Os demais municípios são: Sorriso (-22%), Lucas do Rio Verde (-16), Primavera do Leste (-16%), Nova Mutum (-14%), Campo Verde (-12%), Sinop (-9%), Querência (-8%), Várzea Grande (-6%), Campo Novo do Parecis (-6%), Diamantino (-4%), Ipiranga do Norte (-4%), Nova Ubiratã (-3%), Guarantã do Norte (-3%), Santa Rita do Trivelato (-3%), São José do Xingu (-3%), Campos de Júlio (-3%). De acordo com os dados analisados, a região Norte foi a que teve o faturamento tributável mais impactado em termos absolutos. Em comparação com o período antes da Covid-19 a redução foi na ordem de R$ 79 milhões. De 04 a 08 de maio o faturamento médio diário registrado foi de R$ 342 milhões, contra os R$ 421 milhões obtidos nos meses de janeiro e fevereiro de 2020.

Banco Central antecipa produção de R$ 9 bilhões em cédulas

access_time14/05/2020 15:26

O Banco Central (BC) antecipou para este mês pedido de produção de cédulas, no valor de R$ 9 bilhões, para a Casa da Moeda. Essa produção já estava prevista na programação anual, mas a antecipação foi necessária para evitar a falta de cédulas. Desde o início da pandemia de covid-19, o BC observou que que há entesouramento do dinheiro no país. Segundo o BC, o entesouramento ocorre porque as pessoas estão guardando o dinheiro em vez de colocar em circulação. “O pedido visa a construir estoques de segurança e mitigar eventuais consequências do fenômeno de entesouramento que se observa desde o início da pandemia. O BC entende que o entesouramento pode ser consequência de três fatores: saques por pessoas e empresas para formação de reservas, diminuição do volume de compras no comércio em geral e porque parcela considerável dos valores pagos em espécie aos beneficiários dos auxílios [como o auxílio emergencial] ainda não retornou ao sistema bancário”, diz o Banco Central, em nota.

Segunda parcela do auxílio emergencial terá filas menores, diz Caixa

access_time11/05/2020 17:43

O presidente da Caixa Econômica Federal, Pedro Guimarães, disse segunda-feira (11) que não existem mais filas para recebimento do auxílio emergencial, criado para reduzir o impacto financeiro do fechamento de estabelecimentos e perda de arrecadação de empregadores e empregados por causa do avanço do novo coronavírus. Segundo Guimarães, desde a quarta-feira passada, as filas estão zeradas. “Realmente, na segunda e terça-feira, há duas semanas atrás, houve um pouco de atraso em questão da tecnologia e foi onde tivemos filas, o que já não acontece há alguns dias. Desde quarta-feira a redução foi enorme. Nos últimos quatro, cinco dias, não tivemos [filas] nas 4,2 mil agências.” Convidado pela comissão mista do Congresso Nacional que acompanha as ações de combate ao novo coronavírus, Guimarães respondeu, em videoconferência, a perguntas de vários parlamentares. Ele reconheceu que, nas primeiras semanas da disponibilização do benefício, houve atraso no pagamento, mas ressaltou que grande número de pessoas ia às agências mesmo sem saber se tinha direito ao  auxílio. Segundo o presidente da Caixa, 60% das filas eram formadas por pessoas com muitas dúvidas para tirar e que não tinham certeza de ter direito de receber o auxílio. Além disso, a maior parte dos que vão às agências são pessoas muito carentes que, além de precisar do dinheiro, têm dificuldades em operar um celular ou um caixa eletrônico. Contudo, Guimarães disse acreditar que as grandes filas vistas no início do pagamento da primeira parcela não serão mais vistas, embora considere impossível prever o fim de qualquer fila. “Nós temos menos filas, e quando tivermos a segunda parcela serão mais ordenadas.” Os senadores Esperidião Amin (PP-SC) e Zenaide Maia (Pros-RN) lembraram Guimarães da possibilidade de incluir mais pessoas entre as habilitadas ao benefício por meio do Projeto de Lei (PL) 873, já aprovado no Congresso Nacional. O PL depende apenas de sanção do presidente da República. Demonstrando tranquilidade em relação ao possível aumento no fluxo de beneficiários. Pedro Guimarães informou que o pagamento será ordenado por dia de nascimento. “[Sobre] essas novas categorias, o mais difícil já foi feito, será uma diferença menor. O aplicativo já está eficiente, e a parte operacional está bem treinada. Vai ser de acordo com o mês de nascimento. É uma coisa mais fácil de organizar. Faremos em dias escalonados para não ter todo mundo na agência ao mesmo tempo, que foi o que aconteceu há duas semanas”, afirmou Guimarães. Em recado aos beneficiários, o presidente da Caixa disse que aqueles que forem considerados habilitados para receber o auxílio após o a realização do pagamento da primeira parcela, receberão o valor acumulado.

MEC anuncia datas de inscrição do Sisu, ProUni e Fies

access_time11/05/2020 17:41

O ministro da Educação, Abraham Weintraub, anunciou segunda-feira (11) no Twitter as datas de inscrição nos processos seletivos do segundo semestre de 2020 que utilizam o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) como forma de ingresso no ensino superior.  As inscrições para o Sistema de Seleção Unificada (Sisu) poderão ser feitas entre 16 e 19 de junho. O Sisu seleciona estudantes para vagas em instituições públicas de ensino superior em todo o país.  Já as inscrições para o Programa Universidade para Todos (ProUni) serão de 23 a 26 de junho. O programa seleciona estudantes para bolsas em instituições privadas de ensino superior. As bolsas variam de acordo com a renda dos candidatos e podem ser parciais, de 50% da mensalidade, ou integrais, de 100%.  Para o Fundo de Financiamento Estudantil (Fies), as inscrições serão de 30 de junho a 3 de julho. O Fies oferece financiamento a condições mais favoráveis que as de mercado para que estudantes paguem cursos em instituições privadas de ensino superior.  Em todos esses processos seletivos, o candidato pode usar a nota do Enem 2019. Ao todo, cerca de 3,9 milhões de estudantes fizeram o exame no ano passado.

BC pede produção extra de dinheiro para pagamento do auxílio emergencial

access_time08/05/2020 12:14

O Brasil enfrenta a ameaça de insuficiência de cédulas de dinheiro para pagar o auxílio emergencial a 60 milhões de pessoas em situação de vulnerabilidade pela crise do coronavírus, com os estoques atuais considerados baixos pelo Banco Central, segundo duas fontes e um documento visto pela Reuters. A pedido do BC, a Casa da Moeda, que é responsável pela produção das cédulas, solicitou na segunda-feira aos seus funcionários que aumentem a produção de dinheiro físico a partir deste mês para fazer frente ao pagamento do auxílio emergencial, segundo ofício obtido pela reportagem. A estatal fala que pagará hora extra conforme necessário e diz que a questão é “urgente”, de acordo com o documento visto pela Reuters. O programa de auxílio emergencial de 600 reais por mês para aqueles que não têm contratos regulares de trabalho passou por um lançamento que enfrentou problemas, com a formação de enormes filas em frente às agências da Caixa Econômica Federal, trazendo risco de contágio em meio à pandemia de coronavírus. Algumas pessoas que não têm contas bancárias regulares até acamparam na porta das agências durante a noite. Os tropeços iniciais no programa aprovado pelo Congresso vêm em meio a crescentes críticas de que o governo do presidente Jair Bolsonaro não tomou medidas drásticas o suficiente para estimular uma economia que, segundo algumas previsões, poderá encolher em dois dígitos este ano. Cerca de um terço da população do Brasil é desbancarizada, um porcentual maior do que na China e até na Índia, de acordo com o Banco Mundial, obrigando o país a depender muito de dinheiro físico, mesmo quando cartões de crédito e outras formas de pagamento se tornam mais comuns em outros lugares. O governo começou a pagar uma parcela inicial do programa no início de abril, mas atrasou a segunda, inicialmente prevista para o final do mês passado. Um novo cronograma deve ser lançado em breve para o programa, que tem duração de três meses. Uma das fontes disse que a escassez de cédulas de dinheiro levou ao atraso da segunda parcela, enquanto outra disse que o pagamento ainda não tinha ocorrido porque a primeira parcela ainda estava sendo paga, o que causaria mais tumulto nas agências. Esta pessoa, porém, confirmou que há uma escassez de moeda que preocupou o governo. ESTOQUE DE SEGURANÇA O secretário de Política Econômica, Adolfo Sachsida, disse à Reuters que havia um “problema técnico com as fontes de pagamento” dos fundos, mas negou que houvesse qualquer problema com falta de moeda. “Se, por acaso, houver falta de dinheiro, falta de notas físicas, encontraremos uma maneira de corrigir isso”, disse ele. O Banco Central, que supervisiona a oferta de moeda, confirmou que está em negociações com a Casa da Moeda para antecipar o recebimento da produção contratada para o ano, dizendo que já houve um aumento de 23% na quantidade de moeda forte em circulação em abril, um aumento de 55,5 bilhões de reais em relação ao ano anterior, segundo declaração enviada à Reuters. Algumas dessas cédulas estão sendo acumuladas por indivíduos e empresas para formação de reservas, por preocupações com a crise, e porque, com grande parte da economia fechada, há menos lugares para gastar dinheiro no comércio em geral, disse o órgão regulador. O BC também ponderou que “parcela considerável” dos valores pagos em espécie no auxílio emergencial ainda não voltou ao sistema. Só em abril, foram pagos 35,8 bilhões de reais no total, entre depósitos em conta e liberação em espécie, segundo dados do Tesouro. “A consulta (à Casa da Moeda) visa construir estoques de segurança e mitigar eventuais consequências do fenômeno de entesouramento que se observa desde o início da pandemia”, afirmou o BC. As negociações têm como objetivo aumentar a produção semanal de dinheiro da Casa da Moeda em 40%, segundo o presidente do sindicato dos servidores do órgão Aluízio da Silva Junior, acrescentando que o sindicato ainda não decidiu sobre a questão, que deve ser analisada em assembleia na próxima semana. O Banco Central disse não ter conhecimento de atrasos nos pagamentos da ajuda. O Ministério da Cidadania, responsável pelos fundos de emergência, não respondeu a um pedido da Reuters para comentar o assunto. A Caixa Econômica Federal, banco responsável pelos pagamentos, também disse que não comentaria. O número de pessoas que procuram o auxílio emergencial surpreendeu as autoridades do governo, que esperavam pagar 98 bilhões de reais a 54 milhões de brasileiros. Cálculos oficiais recentes, no entanto, atualizaram o número para 124 bilhões de reais e 60 milhões de pessoas —equivalente à população da Itália. A Caixa Econômica estima que cerca de 30 milhões de contas digitais serão abertas por pessoas não bancarizadas como consequência do pagamento de emergência, um legado que pode ajudar a inclusão financeira depois da pandemia.

Site e aplicativo continuam fora do ar após invasão de hackers em MT e Energisa recomenda canal do WhatsApp

access_time04/05/2020 10:47

O site e outras plataformas digitais de atendimento da concessionária Energisa continuam fora do ar desde a última quarta-feira (29) devido a um ataque cibernético. No entanto, a concessionária afirma que os sistemas de operação não foram atingidos e o fornecimento de energia está preservado. Mas já foram retomados os serviços de religação do fornecimento de energia, suspensão voluntária de fornecimento de energia, pedidos de novas ligações (em razão de mudança de endereço e para novos clientes) e a negociação de contas em atraso com condições especiais de parcelamento. A empresa recomenda que, enquanto os sistemas estiverem indisponíveis, os clientes priorizem o uso da Gisa, a atendente virtual no WhatsApp. "A empresa está trabalhando ininterruptamente e espera voltar à normalidade o mais rápido possível", diz, em nota divulgada nesta segunda-feira (4). A Energisa informou que já comunicou o problema às autoridades e disse que está trabalhando com especialistas em segurança da informação para resolver o caso. "Por medida de segurança, alguns sistemas foram desligados. O aplicativo de celular ' Energisa On', que dá acesso a alguns serviços, e o site oficial da empresa continuam indisponíveis", explica. A Energisa acionou um plano de contingência para preservar o atendimento de solicitações emergenciais através do call center, pelo número 0800 64 64 196.

Desemprego dispara com a chegada do coronavírus e chega a 12,2%

access_time01/05/2020 07:56

O desemprego já estava alto no Brasil no primeiro trimestre deste ano, quando a pandemia do novo coronavírus ainda só começava a afetar a economia nacional. De acordo com o Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), a taxa de desocupação passou de 11% no fim de 2019 para 12,2% no trimestre encerrado em março de 2020. Isso significa que por volta de 1,2 milhão de pessoas entraram na fila do desemprego só nos últimos três meses, mas os analistas afirmam que esse número ainda tende a crescer por conta da crise da Covid-19. Com esse aumento, o número de desempregados chegou a 12,9 milhões de pessoas no Brasil no primeiro trimestre deste ano. A analista da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) do IBGE, Adriana Beringuy, afirma, porém, que o crescimento do desemprego já era esperado, visto que no início do ano as empresas fecham muitas das vagas temporárias abertas nas festas de fim de ano. Ela admitiu, por sua vez, que a alta foi mais forte do que o esperado em alguns setores econômicos. De acordo com o IBGE, houve retração no nível de emprego em quase todas as áreas pesquisadas: indústria (2,6%), construção (6,5%), comércio, reparação de veículos automotores e motocicletas (3,5%), alojamento e alimentação (5,4%), outros serviços (4,1%) e serviços domésticos (5,9%). Até o número de trabalhadores informais caiu, pois o nível de emprego sem carteira assinada do setor privado registrou um baque recorde de 7%. “O movimento foi mais acentuado entre os informais: dos 2,3 milhões de pessoas que deixaram o contingente de ocupados, 1,9 milhão é de autônomos”, disse a analista da pesquisa, lembrando, porém, que ainda há 36,8 milhões de trabalhadores abaixo da linha do radar das estatísticas. Adriana Beringuy diz, porém, que ainda não é possível creditar esse resultado à crise do novo coronavírus. Afinal, o trimestre encerrado em março considerou apenas o início das medidas de isolamento social que reduziram a atividade de milhares de negócios do país. “Grande parte do trimestre ainda está fora desse cenário”, comentou a analista do IBGE. “A alta registrada em março reflete a fraca evolução da atividade econômica, antes mesmo do coronavírus. Até porque as medidas de isolamento social só começaram no fim de março, e muita gente não foi demitida logo nos primeiros dias de isolamento”, reforçou o coordenador do curso de Ciências Econômicas do Centro Universitário IESB, Riezo Almeida Impacto É possível, então, que o maior impacto da Covid-19 venha só nos próximos meses, e os analistas alertam que o choque não deve ser pequeno. Isso porque a crise do coronavírus deixou muitas empresas sem funcionar e, portanto, muitos perderam o emprego, mesmo depois da adoção das medidas de proteção ao trabalho anunciadas pelo governo. Por causa disso, a Reag Investimentos acredita que a taxa de desemprego, de 12,2%, vai subir para 13,1% em abril, 14,5% em maio e para o auge de 15,4%, em junho.  “Algumas demissões já estão sendo feitas, mas o pico só virá em junho porque, mesmo depois da reabertura do comércio, muitas pessoas ainda vão ficar com medo de frequentar certos locais. A retomada não deve vir logo e aí provavelmente os empresários vão dispensar funcionários”, explicou a economista-chefe da Reag, Simone Pasianotto. Número pode dobrar A taxa de desemprego pode dobrar no país por conta dos impactos da crise do novo coronavírus. Foi o que estimou ontem o secretário especial de Desestatização, Desinvestimento e Mercados do Ministério da Economia, Salim Mattar, durante videoconferência realizada pelo banco Credit Suisse. “No Brasil a gente já estava com taxa de desemprego elevada. Presume-se que esse desemprego anterior possa aumentar entre 50% a 100% do que era a taxa anterior”, previu. Segundo Mattar, privatizar gera emprego. Ele comparou os dados de Embraer e Vale, que, antes de serem vendidas, tinham 9 mil e 10,6 mil empregados e, hoje, têm 18 mil e mais de 70 mil, respectivamente. “Não existe desemprego no setor público. São 12 milhões de servidores e 500 mil funcionários de estatais. Mas, no setor privado, há sempre essa ameaça”, destacou. Ele também estimou que a dívida pública pode chegar a 90% do Produto Interno Bruto (PIB) e que a solução para reduzir o endividamento, elevado pelos gastos com as medidas emergenciais de enfrentamento da pandemia, será por meio do programa de concessões, reformas estruturantes e venda de ativos da União. No entanto, ressaltou que mesmo os projetos mais avançados foram postergados por conta da crise. O novo cronograma ficou praticamente todo para 2021. * Estagiária sob supervisão de Fabio Grecchi

Caixa paga 1ª parcela do auxílio emergencial a 5,1 milhões de pessoas

access_time28/04/2020 10:22

A Caixa paga hoje (28) mais R$ 3,6 bilhões do auxílio emergencial para 5,1 milhões de beneficiários. Deste total, R$ 2,1 bilhões serão destinados para mais 3,26 milhões do total de elegíveis que se inscreveram pelo aplicativo CAIXA | Auxílio Emergencial e pelo site. Mais de R$ 1,7 bilhão serão creditados em contas da Caixa e R$ 341.409.600 em contas de outros bancos. Segundo a Caixa, desde o dia 9 de abril, quando teve início o pagamento do auxílio emergencial do governo federal, o total de pessoas que tiveram o benefício creditado pelo banco somam 44,3 milhões, num total de R$ 31,3 bilhões. Dentre os inscritos pelo aplicativo e site, 15,2 milhões já receberam o auxílio e totalizarão 18,4 milhões de pessoas com esse novo pagamento. Até a noite dessa segunda-feira (27), 48,5 milhões de cidadãos já se cadastraram para recebimento do benefício. O site superou a marca de 406,2 milhões de visitas e a central exclusiva 111 registra mais de 90,6 milhões de ligações. O aplicativo Auxílio Emergencial Caixa soma 63,8, milhões de downloads e o aplicativo Caixa Tem, para movimentação da poupança digital, supera 52,7 milhões de downloads. Poupança e Bolsa Família A Caixa esclarece que os beneficiários do auxílio emergencial que receberam o crédito em poupança do banco podem movimentar o valor digitalmente pelo Internet Banking ou utilizar o cartão de débito em suas compras. Aqueles que receberam o crédito por meio da poupança digital do banco podem pagar boletos e contas de água, luz, telefone, entre outras, bem como fazer transferências para outras instituições financeiras por meio do aplicativo Caixa Tem. Os beneficiários do Bolsa Família elegíveis para receber o auxílio receberão o crédito no mesmo calendário e na mesma forma do benefício regular. Segue o calendário dos próximos pagamentos para este público: Terça-feira (28): 1.917.991 pessoas – NIS final 8 Quarta-feira (29): 1.920.953 pessoas – NIS final 9 Quinta-feira (30): 1.918.047 pessoas – NIS final 0 Saque em espécie Desde ontem (27), os beneficiários que receberam o crédito do auxílio emergencial na poupança social digital já têm a possibilidade de saque do benefício em espécie. O saque pode ser realizado nos caixas eletrônicos da Caixa, nas unidades lotéricas e nos correspondentes Caixa Aqui, de forma escalonada, de acordo com o mês de nascimento. Na data prevista, conforme o calendário abaixo, os cidadãos terão esta opção habilitada no aplicativo Caixa Tem, para geração de um código autorizador de saque. Confira o calendário 27 de abril – nascidos em janeiro e fevereiro 28 de abril – nascidos em março e abril 29 de abril – nascidos em maio e junho 30 de abril – nascidos julho e agosto 4 de maio – nascidos em setembro e outubro 5 de maio – nascidos em novembro e dezembro Segundo a Caixa, o calendário do saque em espécie foi instituído com o objetivo de evitar aglomerações nos pontos de atendimento, o que exporia empregados, parceiros e clientes ao risco de contágio do novo coronavírus (covid-19). Para realizar o saque, é preciso atualizar o aplicativo Caixa Tem, fazer o login, selecionar a opção “saque sem cartão” e informar o valor a ser retirado. O aplicativo vai gerar um código autorizador para saque, com validade de duas horas, que deve ser utilizado nos caixas eletrônicos, nas unidades lotéricas ou nos correspondentes Caixa Aqui. Nova versão do aplicativo Caixa Tem Para acessar a funcionalidade do saque sem cartão, a Caixa liberou uma nova versão do aplicativo. A atualização já está disponível para download. Além da funcionalidade “saque sem cartão”, a nova versão do aplicativo também traz ampliação da capacidade de acessos simultâneos, disponibilizando uma previsão de atendimento aos usuários que não conseguirem acesso imediato nos horários de maior utilização. O banco lembra que o Caixa Tem está disponível exclusivamente para clientes da poupança digital. Os beneficiários do Bolsa Família, pessoas que já têm poupança na Caixa e correntistas de outros bancos não precisam baixar o aplicativo.

Resultados de pedidos de isenção de taxa no Enem estão disponíveis

access_time25/04/2020 08:02

Os estudantes que solicitaram a isenção da taxa de inscrição do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) 2020 já podem consultar sua situação na Página do Participante, no site ou no aplicativo, segundo informações do Instituto Nacional de Estudos e Pesquisas Educacionais Anísio Teixeira (Inep) divulgadas hoje (24).  De acordo com o instituto, que é vinculado ao Ministério da Educação (MEC) e responsável pela aplicação do Enem, já foram analisadas todas as solicitações que comprovam, com documentos, os perfis de isenção definidos pelos editais do Enem, mas o sistema segue aberto para o envio de novos pedidos. Todas as justificativas de ausência no Enem 2019 também foram deferidas, e futuros inscritos nesta situação já têm garantida a gratuidade de inscrição para o Enem 2020. Terão isenção de taxa os candidatos que estejam cursando a última série do ensino médio este ano, em qualquer modalidade de ensino, em escola da rede pública declarada ao Censo da Educação Básica; tenham feito todo o ensino médio em escolas da rede pública ou como bolsistas integrais na rede privada e tenham renda per capita igual ou inferior a um salário mínimo e meio; ou declarem estar em situação de vulnerabilidade socioeconômica, por serem membros de família de baixa renda e que estejam inscritos no Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico), que requer renda familiar per capita de até meio salário mínimo ou renda familiar mensal de até três salários mínimos. As provas do Enem Digital que estavam previstas para ocorrer em 11 e 18 de outubro foram alteradas para os dias 22 e 29 de novembro. As do Enem impresso continuam previstas para 1º e 8 de novembro. Nova chance O Inep divulgou ainda, na tarde desta sexta-feira, que aqueles que não conseguiram comprovar pertencer aos perfis de isenção — e, portanto, tiveram seu pedido indeferido —  podem encaminhar documentação complementar para nova análise.  “A partir de segunda-feira, 27 de abril, os interessados poderão enviar a documentação que comprove a situação de solicitação de isenção, observando a opção escolhida, por meio da Página do Participante”, diz a nota. Conforme o Inep, serão aceitos somente documentos nos formatos PDF, PNG ou JPG, com o tamanho máximo de 2MB, conforme lista disponível no site do Inep.  Inscrições A isenção não garante entrada automática no Enem. Todos os interessados deverão acessar a Página do Participante no período de 11 a 22 de maio e realizar a inscrição para confirmar participação no maior exame de acesso à educação superior do país. Durante as inscrições, o Inep irá conceder isenção, de ofício, para todos os inscritos que se encaixarem nos perfis descritos no edital, mesmo sem o pedido formal. A regra vale tanto para os participantes que optarem pelo Enem impresso quanto para os que escolherem o Enem Digital. Aqueles que não se encaixarem nos perfis de isenção deverão realizar a inscrição nos prazos e critérios estabelecidos e efetuar o pagamento da taxa para poder participar. *com informações do Ministério da Educação (MEC)