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access_time15/05/2018 07:36

O vírus ebola apareceu de novo, desta vez na República Democrática do Congo. Ainda que seja impossív

Chanceler vai à Colômbia para apoiar ajuda humanitária à Venezuela

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access_time22/02/2019 07:37

O ministro das Relações Exteriores, Ernesto Araújo, viaja hoje (22) para Cúcuta, na Colômbia, fronte

José Mayer deixa TV Globo após 35 anos

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access_time16/01/2019 07:28

A TV Globo divulgou nesta terça-feira (15) que o ator José Mayer não trabalha mais na emissora após

POLÍTICA

Trump: Irã receberá reação de "grande força" se atentar contra os EUA

access_time21/05/2019 08:50

O presidente dos Estados Unidos (EUA), Donald Trump, afirmou, nessa segunda-feira (20), que o Irã enfrentará uma reação de "grande força" caso faça algo que vá contra os interesses norte-americanos no Oriente Médio. Acrescentou que Teerã tem sido muito hostil em relação a Washington. O presidente norte-americano disse a repórteres que está disposto a negociar com o Irã "quando eles estiverem prontos", mas que agora não há discussões em andamento. As declarações de Trump foram dadas apesar de pressões de Teerã para que os EUA tratem a República Islâmica com respeito, e não com ameaças de guerra, em resposta a comentários feitos pelo líder norte-americano no domingo (19), que ampliaram as preocupações quanto a um possível conflito entre os dois países. "Com o Irã, veremos o que acontece", disse Trump. "Mas eles têm sido muito hostis. Eles realmente têm sido os provocadores número 1 do terror." "Acho que o Irã estará cometendo um grande erro se fizer algo. Se fizer alguma coisa, receberá uma reação de grande força, mas não temos indicações de que eles farão", disse. "Não teremos escolhas", completou. Trump alertou os líderes iranianos que não telefonem para conversas, a não ser que estejam preparados para negociar.

Bolsonaro recebe prêmio nos EUA e diz que ser presidente foi "milagre"

access_time17/05/2019 08:46

O presidente Jair Bolsonaro recebeu hoje (16), em Dallas, no Texas, o prêmio de Personalidade do Ano da Câmara de Comércio Brasil-Estados Unidos. O evento foi realizado durante almoço oferecido pelo World Affairs Council (Conselho de Assuntos Mundiais, em tradução livre) de Dallas/Fort Worth, e contou com a participação de dezenas de empresários, além de ministros do governo brasileiro.   No discurso improvisado de cerca de 13 minutos, o presidente brasileiro ressaltou a aproximação de seu governo com os Estados Unidos, criticou setores de esquerda e governos anteriores e reafirmou que sua eleição foi resultado de um "milagre". "Realmente aconteceu o que eu chamo de milagre, no Brasil. Ou melhor, dois milagres. Um, eu agradeço a Deus pela minha sobrevivência. E o outro, pelas mãos de grande parte dos brasileiros, alguns morando aqui nos Estados Unidos, me deram a missão de estar à frente desse grande país, que tem tudo para ocupar um local de destaque no mundo, mas que, infelizmente, por políticas nefastas de gente que tinha ambição pessoal acima de tudo, não nos deixaram ascender", afirmou. Bolsonaro disse que, no começo, até dentro de casa havia dúvidas sobre sua ambição que, segundo ele, nunca foi pessoal. "Com verdade, comecei andando sozinho por todo o Brasil. Às vezes, gente da própria casa achava que tinha algo errado comigo, tendo em vista o que eu almejava. Mas não almejava por mim, sabia dos problemas". O presidente comparou a situação do Brasil com a de Israel e se colocou com um "ponto de inflexão" para que o país alcance um melhor patamar de desenvolvimento: "Eu sempre dizia nas minhas andanças: olhe o que Israel não tem e veja o que eles são. Agora olhe o que o Brasil tem e o que nós não somos. Onde está o erro? Onde está o ponto de inflexão? E eu me apresentei para ser esse ponto de inflexão", disse. Relação com EUA Dirigindo-se a uma plateia formada basicamente por empresários, Bolsonaro criticou a política de governos anteriores em relação aos Estados Unidos e prometeu maior aproximação: "No Brasil, a política, até há pouco, era de antagonismo a países como os Estados Unidos. Os senhores eram tratados como inimigos nossos. (...) O Brasil de hoje é amigo dos EUA, respeita os EUA, quer o povo americano e os empresários americanos ao nosso lado". O presidente disse estar convicto de que a união e a confiança entre os dois países podem levar à ampliação do comércio e à assinatura de acordos entre os dois governos. Venezuela e Argentina Jair Bolsonaro voltou a citar a crise na Venezuela, opinou sobre as eleições na Argentina e criticou líderes e partidos de esquerda latino-americanos. "Falou-se há pouco aqui da nossa querida Venezuela. Pobre povo venezuelano está fungindo da violência, da fome e da miséria. Mas não se esqueçam da nossa Argentina, [que] está indo para um caminho bastante complicado, com problemas estruturais em seu país. O meu amigo Macri enfrenta dificuldades e vê crescer a possibilidade de uma presidente última voltar ao poder – essa que era amiga do PT no Brasil, de Chávez, de Maduro, dentre outros, além de Fidel Castro", afirmou Bolsonaro. Ele ainda acrescentou que pretende visitar em breve a Argentina, mas negou intromissão em questões internas do país vizinho. "Vamos colaborar no que for possível com aquele país, sem nos imiscuirmos nas questões internas, mas sabedores de que se tivermos uma outra Venezuela no Cone Sul da América do Sul, os problemas são enormes para nós e, com toda certeza, para os senhores". Contingenciamento Ao citar as manifestações de ontem no Brasil contra o bloqueio orçamentário em universidades públicas, Bolsonaro disse que o Brasil tem um "enorme potencial humano", mas que a imprensa, as escolas e as faculdades sofrem interferência da esquerda. "Temos um potencial humano fantástico, mas a esquerda brasileira entrou, infiltrou e tomou não apenas a imprensa, mas em grande parte as universidades e escolas do ensino médio e fundamental", disse. Em outro ponto do discurso, o presidente voltou a citar a mídia, que, segundo ele, não é isenta no Brasil. "Se vocês fossem isentos, já seria um grande sinalizador de que o Brasil poderia sim romper obstáculos e ocupar um local de destaque no mundo". Nova York Anteriormente, a homenagem ao presidente seria entregue em evento em Nova York, mas o governo brasileiro cancelou a agenda na cidade após críticas do prefeito nova iorquino, Bill de Blasio. Ao mencionar o assunto em seu discurso em Dallas, Bolsonaro disse lametar o episódio e que respeita todo o povo norte-americano. "Eu lamento muito o ocorrido nos últimos dias, de não poder comparecer em outra cidade. Não posso ir na casa de uma pessoa onde alguém de sua família não me quer bem. Mas o meu amor, meu respeito e minha consideração por todos os Estados Unidos, inclusive os nova-iorquinos, continuarão da mesma forma".   O presidente embarcou na noite de terça-feira (14) para uma viagem de dois dias ao Texas. Ontem (15), Bolsonaro se reuniu com o ex-presidente norte-americano George W. Bush e com o senador texano Ted Cruz e visitou o museu The Sixth Floor que apresenta a narrativa do assassinato do presidente americano John F. Kennedy, em Dallas, no ano de 1963. Na manhã de hoje, teve encontros com empresários. A comitiva presidencial estará de volta ao Brasil na manhã desta sexta-feira (17).

Consórcio Intermunicipal de Saúde adquiriu veículo 0 km

access_time16/05/2019 09:07

O Prefeito de Peixoto de Azevedo e Presidente do Consórcio Intermunicipal de Saúde do Vale do Peixoto Maurício Ferreira fez a entrega aos servidores de um veículo Toyota Etios 0 km. Este veículo foi adquirido após uma reunião e aprovação dos Prefeitos dos munícipios atendidos pelo Consórcio, que são eles, Terra Nova do Norte, Peixoto de Azevedo, Matupá e Novo Mundo. Segundo os servidores este é o primeiro veículo do Consócio Intermunicipal de Saúde e será utilizado para atender demandas dos 04 municípios relacionadas aos Consórcio, bem como atender pacientes que precisam fazer exames na região e não necessitam especificamente de uma ambulância, por exemplo também em transporte de bolsas de sangues conforme necessidades do momento. O Presidente e Prefeito de Peixoto de Azevedo Maurício Ferreira disse em entrevista que a aquisição foi feita com dinheiro do próprio Consórcio, com recursos que vem dos repasses dos municípios e que graças a uma gestão equilibrada foi possível a compra deste carro, ainda declarou que o Consórcio Intermunicipal de Saúde está investindo cerca de R$ 200.000,00 na reforma da Casa de Apoio de Cuiabá e está em processo licitatório uma van para atender os pacientes deste municípios consorciados que necessitam de transporte na Capital do Estado.

Propostas sobre Fundeb vitalício ganham força no Senado

access_time14/05/2019 08:38

Relatórios de duas propostas de emenda à Constituição que querem tornar o Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica e de Valorização dos Profissionais da Educação (Fundeb) uma política vitalícia devem ser concluídos esta semana e apreciados na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado ainda em maio. Uma dessas PECs, a 33/19, foi apresentada no final de março pelo senador Jorge Kajuru (PSB – GO) e tem como relator o senador Zequinha Marinho (PSC – PA). A assessoria de Marinho diz que uma primeira versão do relatório foi concluída, mas está sendo aperfeiçoada para ser apresentada durante esta semana na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado. A outra, a PEC 65/2019 - apresentada depois da reunião dos governadores em Brasília na última semana - é do senador Randolfe Rodrigues (Rede- AP) e tem o senador Flávio Arns (Rede -PR) como relator. Segundo Arns, que não era membro da CCJ e entrou no colegiado no lugar de Randolfe só para se dedicar à relatoria da proposta, a ideia é votar o texto o quanto antes. “O fim da vigência do Fundeb é muito preocupante, pois pode gerar uma desorganização e perda de recursos aplicados na educação básica pela União. Por isso, é fundamental avançarmos com essa PEC para que possamos garantir a sua permanência e aperfeiçoar o ensino no país”, avaliou. O senador acredita que a proposta criará um clima de mais segurança e tranquilidade para o Brasil, já que a vigência do Fundeb termina no ano que vem. Governadores O assunto ganhou força na última semana depois ter sido tema de conversas em Brasília entre governadores e o presidente da República, Jair Bolsonaro. Os chefes dos Executivos estaduais também tiveram audiência com o ministro da Educação, Abraham Weintraub, para tratar do assunto. Em dificuldades financeiras, eles são unânimes em dizer que é impossível perder os recursos que começaram a ser pagos em 2007. Só no ano passado, o Fundeb realocou cerca de R$ 148 bilhões em recursos, usados para pagamento de salários e manutenção de creches e escolas. O pedido pela manutenção do Fundo é um dos seis pontos de uma carta entregue a Bolsonaro. Fundeb O Fundeb cobre toda a educação básica, da creche ao ensino médio, e é a principal fonte para o pagamento dos professores da rede pública em todo o país. O fundo ainda pode ser usado para a manutenção de escolas, aquisição de material didático e capacitação dos docentes, entre outras despesas.  É formado por dinheiro proveniente dos impostos e das transferências obrigatórias aos estados, Distrito Federal e municípios (fundos de participação constitucionais). Além desses recursos, a União faz aporte complementar em alguns estados o que, no ano passado, representou R$ 13 bilhões. O recurso da União é repassado quando o valor por aluno no estado não alcança o mínimo definido nacionalmente (atualmente, R$ 3.016,17 ao ano). Em cada estado, os recursos apurados são redistribuídos conforme o número de alunos das redes de ensino estaduais e municipais. O Fundeb foi instituído pela Emenda Constitucional nº 53, de 19 de dezembro de 2006, em substituição ao Fundo de Manutenção e Desenvolvimento do Ensino Fundamental e de Valorização do Magistério (Fundef), criado em 1996. Texto Uma das principais diferenças entre as PECs é que a apresentada por último, pelo senador Randolfe, inclui algumas sugestões de governadores como a implementação do Custo Aluno-Qualidade Inicial (CAQi), a oferta de educação em tempo integral em no mínimo 50% das escolas públicas, a política de valorização dos profissionais da educação básica pública e a destinação de 10% do Produto Interno Bruto para a educação pública. Esse mesmo texto estabelece ainda que a Complementação Custo Aluno-Qualidade Inicial da União ao Fundeb será de no mínimo 40%, sendo ampliada progressivamente a partir do percentual de 20% no primeiro ano de vigência do novo Fundeb. Outro ponto da proposta prevê que 75% de cada fundo seja destinado ao pagamento dos profissionais da educação básica pública em efetivo exercício, para assegurar a aplicação dos recursos dos fundos para a remuneração e valorização dos profissionais da educação. CCJ Segundo a presidente da CCJ, senadora Simone Tebet (MDB-MS), de maneira geral, quando não há acordo entre os autores de propostas sobre o mesmo tema, a votação de um texto não impede a de outro. “Todas podem ser votadas na CCJ”, garantiu . A partir da daí, explicou à Agência Brasil, por decisão da Mesa Diretora da Casa, podem ser apensadas em plenário. Simone, que tem por hábito fechar a pauta do colegiado às quintas-feiras pela manhã, disse que se os relatórios chegarem até lá, pode pautar o assunto para a próxima semana. Tramitação Se aprovados na CCJ do Senado, as PECs sobre o Fundeb seguem direto para o plenário da Casa, por onde precisam passar por outros dois turnos de votação. Vencida essa etapa as propostas seguem para deliberação da Câmara dos Deputados. A discussão não é nova no Congresso onde pelo menos outras duas PECs sobre o assunto tramitam. Além da PEC 15/2015, da ex-deputada federal Raquel Muniz, há ainda a PEC 24/2017, da ex-senadora e atual deputada federal Lídice da Mata (BA).

Obras de pavimentação a todo vapor no Bairro Alvorada

access_time11/05/2019 09:21

Várias ruas do Bairro Alvorada estão em obras de pavimentação asfáltica, a empreiteira responsável trabalha a todo vapor para concluir esta primeira etapa. No Alvorada segundo a Secretaria Municipal de Obras serão aproximadamente 30.000 mts² de pavimentação, os trabalhos neste setor do município estão sendo realizados por duas empreiteiras que venceram o processo licitatório, a primeira etapa está em fase final. Moradores e comerciantes destacaram a alegria da chegada do asfalto, o benefício para a saúde da população, melhora na qualidade de vida e valorização das casas, comércios e lotes do Bairro Alvorada. “Nosso trabalho continua, dessa vez no Bairro Alvorada, nossa meta esse ano é de mais 10 km de asfalto, lembrando que todos os bairros serão contemplados” destacou o Prefeito Maurício Ferreira.

Venezuela reabre fronteira com o Brasil

access_time11/05/2019 08:52

A Venezuela reabriu a fronteira com o Brasil no início da tarde desta sexta-feira (10) após quase três meses -- 78 dias. O acesso oficial entre os países foi fechado por ordem do presidente venezuelano Nicolás Maduro em 21 de fevereiro. "Está aberta a passagem para pessoas a pé e de carro”, informou nesta tarde ao G1 o cônsul venezuelano que atua em Boa Vista, Faustino Torella Ambrosini. Segundo ele, a fronteira foi aberta por volta de 12h (13h de Brasília). A reabertura também foi confirmada pela Operação Acolhida, que cuida do fluxo migratório em Pacaraima, cidade fronteiriça. Mais cedo, o presidente Jair Bolsonaro (PSL) afirmou ser inteligente da parte do presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, a decisão de reabrir a fronteira com o Brasil. O anúncio da reabertura foi feito mais cedo pelo vice-presidente econômico, Tareck El Aissami. Além das fronteiras com o Brasil, também foram abertas as comunicações marítimas e aéreas com a ilha de Aruba. Em nota, o governo de Roraima avaliou de forma positiva a reabertura, tendo em vista que serão retomadas comerciais serão retomadas entre os dois países. O fechamento da fronteira foi uma retaliação à decisão do governo do Brasil de, em cooperação com os EUA, enviar ajuda humanitária ao país a pedido do autoproclamado presidente Juan Guaidó, opositor a Maduro. Ainda assim, o Brasil tentou enviar a ajuda e ocorreram conflitos na fronteira, entre eles um enfrentamento entre militares venezuelanos e índios pemones na comunidade indígena venezuelana de Kumarapakay, a 70 km da fronteira. A Provea, ONG de defesa dos direitos humanos, classificou os conflitos como "massacre da Gran Sabana" e diz que eles deixaram ao todo 7 vítimas - incluindo as três mortes no Brasil - sendo quatro índios pemones e mais de 50 feridos. Fechamento não freou migração Mesmo com o fechamento da BR-174, as pessoas não pararam de cruzar a fronteira e em média 450 venezuelanos pediam ingresso regular no Brasil por dia, segundo a operação Acolhida, que controla o fluxo de imigrantes. Para burlar o bloqueio, os venezuelanos atravessavam entre os países pelas chamadas "trochas", rotas clandestinas em meio à mata, fazendo percursos que poderiam levar até horas. Entre eles até estudantes venezuelanos que moram em Santa Elena mas estudam em Pacaraima. Durante o período em que a fronteira esteve fechada, empresários e políticos locais tentaram negociar a reabertura. A principal justificativa é que com o bloqueio na BR-174 Roraima estava deixando de exportar R$ 5 milhões por dia. Em março, o governador do estado Antonio Denarium (PSL), que é aliado ao presidente Jair Bolsonaro, participou de reuniões na fronteira com ministros chavistas e chegou a dizer que a fronteira seria reaberta, o que acabou não acontecendo à época. Em abril, o senador Telmário Mota também foi a Caracas conversar com Maduro para negociar sobre o assunto. Escalada da crise No dia 30 de abril, a Venezuela teve novos embates entre o governo de Maduro e o autoproclamado presidente interino Juan Guaidó. O opositor afirmou ter apoio das forças militares do país e convocou a população às ruas. Autoridades do governo falaram em tentativa de golpe de Estado. Houve disparo de bombas de gás nas ruas da capital, Caracas, e cinco pessoas morreram, segundo informações da ONU. Em paralelo, o número de venezuelanos em fuga para o Brasil registrou um pico de 848 pessoas. Outro opositor, Leopoldo López, libertado de sua prisão domiciliar, se refugiou no edifício do corpo diplomático espanhol. Dois dias depois, o presidente Nicolás Maduro marchou com militares para mostrar apoio das Forças Armadas. A cúpula militar reafirmou sua adesão a Maduro, e 25 rebeldes pediram asilo na embaixada brasileira, que foi concedido. Na quarta-feira (8), o governo anunciou a expulsão de 56 militares acusados de envolvimento no levante. Também na quarta, foi preso o vice-presidente da Assembleia Nacional venezuelana, Edgar Zambrano. O parlamentar, que é aliado de Guaidó, foi preso preventivamente por participação no levante militar, segundo anúncio feito nesta sexta (10) pelo Tribunal Supremo de Justiça do país.

"Temos que respeitar a vontade popular", diz Bolsonaro sobre armas

access_time11/05/2019 08:44

O presidente Jair Bolsonaro defendeu sexta-feira (10), em Curitiba, o Decreto nº 9.785/2019, que regulamentou regras para aquisição, cadastro, registro, posse, porte e comercialização de armas de fogo no país. Entre as novidades, a medida amplia a diversidade de calibres de armas de uso permitido, incluindo semiautomáticas; aumenta a quantidade de compra de munições para armas de uso permitido (5 mil unidades por ano) e para armas de uso restrito (1 mil unidades por ano). A norma também estende para 11 categorias, como jornalistas e deputados, o direito ao porte de armamento. O presidente fez referência ao referendo popular de 2005, que rejeitou o fim do comércio de armas de fogo e munição no país, por 63,9% contra 36,06% dos votos, para defender que seu decreto respeita a vontade popular.   "Tive a honra de assinar um decreto mais amplo, no limite da lei. Não como uma política pública, mas como direito individual do cidadão à legítima defesa. Afinal de contas, nós temos que respeitar a vontade popular. Em 2005 o povo decidiu pela compra, posse e, em alguns casos, porte de arma de fogo", disse o presidente durante o discurso na inauguração do Centro de Inteligência de Segurança da Região Sul. O decreto tem sido alvo de controvérsia desde que foi assinado, na última terça-feira (7). Pareceres técnicos da Câmara dos Deputados e do Senado Federal sugerem inconstitucionalidades em alguns pontos da medida. Uma ação contra o decreto foi protocolada pelo partido Rede Sustentabilidade no Supremo Tribunal Federal e a ministra Rosa Weber, relatora do processo, deu cinco dias de prazo para que o presidente da República esclareça pontos da norma. Ao ser questionado por jornalistas sobre o assunto durante a viagem ao Paraná, Bolsonaro disse que não pretende negociar mudanças no decreto e que, se ele for inconstitucional, deverá "deixar de existir". "Não tem que negociar. Se é inconstitucional tem que deixar de existir. Quem vai dar a palavra final vai ser o plenário da Câmara ou a Justiça", disse.  Ontem, o Palácio do Planalto também defendeu a constitucionalidade do decreto. Segundo o porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, é normal haver diferentes interpretações sobre o assunto. “A constitucionalidade do Decreto 9.875 foi analisada previamente à sua assinatura pelo presidente da República. A área jurídica do Palácio do Planalto considerou ser constitucional e o presidente da República chancelou o entendimento ao assinar o decreto. O direito não é uma ciência exata, a existência de interpretações diferentes é natural”, disse. 

Governo lança nova versão do Estatuto da Criança e do Adolescente

access_time11/05/2019 08:41

O Ministério da Mulher, da Família e dos Direitos Humanos lançou na tarde de sexta-feira (10) uma nova versão do Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). No evento de lançamento, a ministra Damares Alves disse que é urgente a necessidade de um pacto pelas crianças. “O tema criança tem que estar o tempo todo na pauta. A infância tem que estar na pauta do Congresso, do Judiciário, do Executivo, da imprensa. Precisamos dar uma atenção à infância como nunca. Urge a necessidade de um pacto pelas crianças no Brasil”. A nova versão do ECA institui a Semana Nacional de Prevenção da Gravidez na Adolescência, a acontecer sempre na semana do dia 1º de fevereiro. O novo estatuto também institui a Política Nacional de Busca de Pessoas Desaparecidas e cria o Cadastro Nacional de Pessoas Desaparecidas. Dentro dessa política, está a proibição de crianças ou adolescentes menores de 16 anos de viajar desacompanhado. “Agora só pode viajar acompanhado ou com autorização. Não estamos retrocedendo, estamos protegendo as crianças. Vamos nos unir em defesa da infância”, defendeu Damares. A ministra também destacou a criação do cadastro para agilizar a busca de desaparecidos. “Vamos trazer tecnologias avançadas na busca das crianças desaparecidas. E vamos entender o número, porque vamos ter um cadastro nacional. Então, o cadastro nacional vai nos dar a oportunidade de conhecer quantas são e trabalhar com tecnologia de busca com a polícia, com as redes sociais. Para a secretária nacional dos Direitos da Criança e do Adolescente, Petrúcia Melo, a pasta precisa de recursos para garantir a proteção das crianças. “São muitos desafios que estão aqui. Para efetivar a política pública precisamos de recursos. E estamos mobilizados a levantar esses recursos para garantir que crianças e adolescentes tenham direitos, que elas possam ter uma vida tranquila”.

Coreia do Norte faz novo disparo de projétil

access_time09/05/2019 10:01

A agência de notícias sul-coreana Yonhap informou hoje (9) que, segundo membros do Estado Maior das Forças Armadas do país, a Coreia do Norte teria disparado um projétil não identificado. Detalhes sobre o projétil, como sua trajetória ou se foi lançado mais de um, ainda não são conhecidos. Uma autoridade de alto escalão do Ministério da Defesa do Japão disse que projéteis aparentemente disparados pela Coreia do Norte não parecem ter alcançado o território japonês ou a sua zona econômica exclusiva. Informou, ainda, que o ministério está coletando informações.

Sem acordo, Reino Unido terá que participar das eleições europeias

access_time08/05/2019 08:46

O governo do Reino Unido confirmou que participará no próximo dia 23 das eleições que definirão os novos integrantes do Parlamento Europeu. Segundo o vice-premiê britânico David Lidington, a equipe da primeira-ministra Theresa May constatou que "não há tempo suficiente" para que Câmara dos Comuns ratifique o acordo do Brexit. "Lamentavelmente, não será possível finalizar o processo antes da data legal das eleições parlamentares europeias... então essas agora irão adiante", disse Lidington. "Redobraremos nossos esforços para tentar fazer com que o adiamento depois disso seja o menor possível. Gostaríamos de estar em uma situação em que os membros britânicos do Parlamento Europeu nunca chegassem a ocupar seus assentos", completou. Já a premiê lamentou a participação do Reino Unido e está determinada a buscar um caminho favorável para um acordo sobre o Brexit, disse seu porta-voz. A aprovação do acordo do Brexit era a única alternativa para que o país não participasse do pleito. Agora, os britânicos terão que escolher os 73 eurodeputados que representarão a população da região no bloco até que a saída da União Europeia (UE), prevista para 31 de outubro, seja materializada. Prioridade Por enquanto, os conservadores não iniciaram a campanha para concorrer porque, como afirmou no final do mês passado o presidente do Partido Conservador, Brandon Lewis, a prioridade era evitar as eleições com a ratificação do pacto. Por outro lado, partidos como os liberal-democratas - grandes vencedores nas eleições locais britânicas da semana passada - e os anti-Brexit do Change UK lançaram há alguns dias seus principais candidatos ao pleito. De acordo com um relatório apresentado pelo grupo de pesquisa The UK in a Changing Europe, a votação servirá para ver como os britânicos se sentem com relação ao Brexit. De acordo com o estudo, os que defendem a permanência ou uma saída suave podem receber 52% dos votos e os que apoiam um Brexit rígido teriam 47%. Entre 23 e 26 de maio, os cidadãos da União Europeia vão escolher os 751 deputados que compõem o parlamento do bloco pelos próximos cinco anos. Os britânicos votarão em 23 de maio junto com os holandeses. Os demais eleitores votarão na sexta-feira (Irlanda), no sábado (Letônia, República Checa e Eslováquia) e no domingo (os demais).