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MT tem queda na produção de milho em relação à safra passada

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access_time28/08/2018 09:24

Mais de 90% das lavouras de milho já foram colhidas em Mato Grosso, segundo o Instituto Matogrossens

Marina Ruy Barbosa treina cedinho no sábado e recebe elogios do personal

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access_time09/06/2018 18:22

Onde começou o seu sábado (09.06)? O de Marina Ruy Barbosa deu o start na academia - às 5h30 da manh

Governador Wilson Witzel é afastado do cargo por determinação do STJ

Governador Wilson Witzel é afastado do cargo por determinação do STJ

access_time28/08/2020 08:30

O ministro Benedito Gonçalves, do STJ, determinou o afastamento de Wilson Witzel do cargo de governa

POLÍTICA

Presidente argentino envia ao Congresso projeto que legaliza aborto

access_time18/11/2020 08:55

O presidente da Argentina, Alberto Fernández, enviou nessa terça-feira (17) ao Congresso um projeto para a legalização do aborto, medida bastante esperada pelos movimentos de mulheres que há anos pedem sua aprovação.  A iniciativa, que conta com amplo respaldo social, mas que é fortemente questionada pelos setores religiosos da sociedade argentina, legalizaria a "interrupção voluntária da gravidez".  "Minha convicção é que o Estado acompanhe todas as pessoas gestantes em seus projetos de maternidade. Mas também estou convencido de que é responsabilidade do Estado cuidar da vida e da saúde de quem decide interromper a gravidez durante os primeiros momentos de seu desenvolvimento", disse Fernández em mensagem publicada nas redes sociais.  Atualmente, vigora na Argentina uma lei de 1921 que permite a interrupção voluntária da gravidez apenas quando há riscos graves para a mãe ou em caso de estupro. Ativistas dizem, no entanto, que muitas vezes as mulheres não recebem os cuidados adequados e citam diferenças de acordo com regiões e classes sociais. Em 2018, o projeto de descriminalização do aborto foi votado no Congresso, mas não chegou a ser aprovado por margem estreita.  "O debate não é dizer sim ou não ao aborto. Os abortos ocorrem de forma clandestina e colocam em risco a saúde e a vida da mulheres que a eles se submetem. Portanto, o dilema que devemos superar é se os abortos serão realizados na clandestinidade ou no Sistema de Saúde argentino", disse Fernández.

Maurício é reeleito prefeito de Peixoto de Azevedo com 42.18% dos votos

access_time16/11/2020 08:04

O Tribunal Superior Eleitoral apontou, que o empresário Maurício Ferreira de Souza (PSDB) foi reeleito prefeito de Peixoto de Azevedo com 6.552 votos (42.18%) com 100% das urnas apuradas. Em segundo, aparece Paulistinha com 5.540 votos (35.67%), André da Economizar 1.419 votos (9,14%), Charles Guedes 1.51 votos (6,77%), Coronel Gildasio 567 votos (3,65%) e Daniel 404 votos (6,60%). Vereadores eleitos Professor Evandro 498 votos Zinha 491 Professor Renato 451 Chiquinho Aboiador 444 Gleison Motos 438 Adriano da Pax 409 Eliege Engenheira Florestal 409 Dr Siqueira 355 Ismael Filho 346 Caçula 331 Mario do Gás 306

Único estado a eleger um senador, MT confirma Carlos Fávaro

access_time16/11/2020 07:54

Único estado do país que nesse domingo (15), além de prefeito e vereador, teve de eleger um senador, Mato Grosso confirmou Carlos Fávaro (PSD) no cargo. A vaga foi deixada pela ex-senadora Selma Arruda, que teve o mandato cassado pelo Tribunal Superior Eleitoral (TSE) por crimes de caixa dois e abuso de poder econômico na campanha de 2018. Em abril deste ano, a Comissão Diretora do Senado declarou a perda de mandato da então senadora. Fávaro - que desde então ocupava interinamente a cadeira no Senado - conquistou definitivamente o mandato até 2026, com 371.857 votos (25,97% do total). Ele foi o mais votado na disputa com mais dez candidatos. Carlos Henrique Baqueta Fávaro , 51 anos, nasceu em Bela Vista do Paraíso (PR). É casado, empresário e produtor rural. Também foi vice-governador de Mato Grosso entre 2015 e 2018. Os senadores Jayme Campos (DEM) e Wellington Fagundes (PL), eleito em 2014, completam a bancada de Mato Grosso. Por meio de sua assessoria, o senador comemorou o resultado da eleição. “A população decidiu e minha resposta não pode ser outra, senão trabalhar e fazer cada vez mais por Mato Grosso. Isso é uma honra”, disse o senador.

TSE finaliza totalização dos votos com três horas de atraso

access_time16/11/2020 07:52

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, informou há pouco que a totalização dos votos do primeiro turno das eleições foi finalizada às 23h55. Barroso reiterou que o atraso de três horas na divulgação dos resultados ocorreu devido a uma falha em um computador.  Segundo o ministro, não houve qualquer risco para integridade do sistema e à segurança do sigilo dos votos, porque o problema ocorreu somente na divulgação. Os dados dos tribunais regionais eleitorais foram recebidos normalmente.  “Lamento o atraso ocorrido. Ele decorreu, provavelmente, do aumento das medidas de segurança que nós trouxemos para o sistema e de uma possível falha em um dos processadores. A demora não compromete a integridade do sistema, menos ainda uma demora de menos de três horas”, garantiu.  O presidente do TSE também afirmou que a centralização da totalização (soma) de votos no TSE foi uma recomendação da Polícia Federal (PF). Mais cedo, Barroso disse que não teve simpatia pela mudança, que foi realizada durante a gestão da ex-presidente, ministra Rosa Weber. Nas eleições anteriores, a totalização era realizada pela Justiça Eleitoral nos estados.  “Foi uma decisão técnica decorrente de uma recomendação da Polícia Federal. Embora, eu tenha dito que não tinha simpatia pela medida, eu também a teria tomado se tivesse sido sob minha gestão, porque era a recomendação técnica de um relatório minucioso da PF a esse respeito”, explicou. 

Eleitor deve levar a própria caneta para assinar ficha e idosos terão prioridade nas primeiras 3 horas de votação, diz TRE-MT

access_time10/11/2020 08:48

Das 7h às 10h os idosos terão prioridade para votar nas eleições realizadas no próximo domingo (15). Além disso, o horário de votação foi estendido das 7h até as 17h. Por causa da pandemia, não haverá votação por biometria. Ela estará desabilitada e por questões de segurança os eleitores devem levar sua própria caneta para assinar a ficha de votação e, assim, evitar o compartilhamento de objeto com outras pessoas. Caso não seja possível, a caneta deverá ser higienizada após cada uso. Quase 200 mil eleitores de Mato Grosso que não fizeram o cadastramento biométrico não poderão votar nas eleições deste ano. Em 34 cidades, o cadastramento é obrigatório e quem não fez no prazo teve o título cancelado. Nos demais municípios, até quem não fez poderá votar. As eleições deste ano serão no dia 15 de novembro para a escolha de prefeitos, vereadores e de um senador. Com a Covid-19, o cadastramento da biometria foi suspenso em 53 municípios. Os eleitores que não fizeram a biometria não serão impedidos de votar. Somente após as eleições, os eleitores poderão procurar os cartórios eleitorais para regularizar a situação. A partir do dia 9 de dezembro, o cadastro estará reaberto e os eleitores poderão procurar a Justiça Eleitoral. Para saber se a situação está regularizada e se a biometria foi realizada, basta entrar no site do Tribunal Regional Eleitoral (TRE-MT) que também tem a lista de todos os municípios em que a biometria está sendo necessária. No aplicativo também é possível ver a situação atual do eleitor e também o local onde vota. O chefe de apoio as zonas eleitorais do TRE, Ailton Lopes, explica como será feito a votação neste ano e que há a possibilidade de ser feita com a apresentação do aplicativo no dia de votação. “Apenas com o e-título, ele pode votar, não é necessário a apresentação do título eleitoral. Caso o eleitor não tenha uma possibilidade de baixar o aplicativo e tenha perdido o título eleitoral, ele pode votar com um documento com foto. Para aqueles que estiverem fora do domicílio, também pode se justificar através do e-título sem precisar ir até um local de votação”, afirma.

TSE exige que eleitor use máscara para votar

access_time10/11/2020 08:09

O presidente do Tribunal Superior Eleitoral (TSE), ministro Luís Roberto Barroso, reafirmou segunda-feira (9) que os eleitores só poderão entrar nas seções eleitorais para votar se estiverem usando máscaras. As eleições municipais serão realizadas no próximo domingo (15) em todo país, exceto no Distrito Federal. Serão eleitos prefeitos, vice-prefeitos e vereadores. Em setembro, o TSE elaborou um protocolo sanitário para garantir que os eleitores possam votar com segurança em meio à pandemia da covid-19.  Pelas regras, os eleitores só poderão para entrar nos locais de votação se estiverem usando máscaras faciais e deverão higienizar as mãos com álcool em gel antes e depois de votar. A distância de 1 metro entre eleitores e demais pessoas presentes às seções também deverá ser mantida. O TSE recomenda ainda que o eleitor leve sua própria caneta para assinar o caderno de votação. No entendimento de Barroso, o uso de máscara “não é questão de livre arbítrio”. “Todo eleitor deve levar sua própria máscara, sair de casa com sua máscara. Esta não é uma ordem do TSE, mas é uma orientação de quase todos os municípios brasileiros. Esta é a regra no mundo inteiro. No mundo civilizado inteiro, as pessoas estão usando máscaras quando vão a um local público. Portanto, estamos apenas seguido recomendação médica e o senso comum. Se estiver sem máscara, não vota”, afirmou o ministro. Segundo o presidente do TSE, as regras do protocolo sanitário serão fiscalizadas pelo mesário que estiver na função de chefe da seção eleitoral. “Em rigor, nem vai entrar ninguém no local de votação sem a máscara e não vai permanecer sem observar o distanciamento social. Se for necessário, ele [mesário] pode chamar a polícia, mas essa haverá de ser uma situação puramente residual. No mundo civilizado, as pessoas cumprem as regras e respeitam as outras”, disse Barroso.

Armênia, Azerbaijão e Rússia assinam acordo para encerrar conflito

access_time10/11/2020 08:02

A  Armênia, o Azerbaijão e a Rússia anunciaram que assinaram um acordo para encerrar o conflito militar na região de Nagorno-Karabakh após mais de um mês de derramamento de sangue.  O primeiro-ministro armênio, Nikol Pashinyan, anunciou a assinatura do acordo nas redes sociais nas primeiras horas desta terça-feira (10, horário local), e o Kremlin e o presidente do Azerbaijão, Ilham Aliyev, confirmaram a notícia posteriormente.  "A assinatura do documento trilateral será um ponto crucial na resolução do conflito", disse Aliyev em reunião online com o presidente russo, Vladimir Putin, transmitida pela televisão.  Putin afirmou que forças de paz russas seriam destacadas ao longo do front em Nagorno-Karabakh e do corredor entre a região e a Armênia.  Arayik Harutyunyan, o líder da região de Nagorno-Karabakh, disse no Facebook que concordou com a assinatura do pacto "para encerrar a guerra assim que possível".  A declaração ocorre após seis semanas de combates pesados e de avanços das forças do Azerbaijão. O governo de Baku disse ter tomado na segunda-feira dezenas de assentamentos em Nagorno-Karabakh, um dia após proclamar vitória na batalha pela segunda maior cidade da região estratégica.  O conflito aumentou os temores de uma guerra regional mais ampla, com a Turquia apoiando seu aliado Azerbaijão, enquanto a Rússia tem um pacto de defesa com a Armênia, além de uma base militar no país.  *Reportagem adicional de Margarita Antidze

Enquanto EUA contam votos, mundo espera resultado das eleições

access_time04/11/2020 16:04

Um dia depois de os norte-americanos terem votado em uma eleição acirrada, o restante do mundo aguarda ansioso, nesta quarta-feira, pela contagem de milhões de votos, diante de um risco crescente de dias ou mesmo semanas de incerteza jurídica. A declaração antecipada de vitória do presidente Donald Trump na Casa Branca foi condenada por alguns especialistas políticos e grupos de direitos civis, que alertaram sobre o atropelo de normas democráticas de longa data. A maioria dos líderes mundiais e chanceleres ficou em silêncio, tentando não adicionar combustível à fogueira eleitoral. "Vamos esperar para ver qual será o resultado", disse o secretário de Relações Exteriores britânico, Dominic Raab. "Obviamente, há uma quantidade significativa de incerteza. Acredito que está muito mais apertado do que muitos esperavam." Mas, enquanto Raab e outros defendiam cautela, o primeiro-ministro esloveno parabenizou Trump e o Partido Republicano via Twitter. "Está muito claro que o povo americano elegeu @realDonaldTrump e @Mike_Pence por mais 4 anos", escreveu Janez Jansa, um dos vários líderes do Leste Europeu, incluindo Viktor Orban, da Hungria, que são aliados fervorosos de Trump. "Parabéns pelos bons resultados." A contagem mais recente de votos mostrava o democrata Joe Biden com uma vantagem no Colégio Eleitoral - 224 contra 213, com 270 necessários para a vitória - mas a apuração ainda precisa ser concluída em pelo menos cinco importantes Estados: Pensilvânia, Michigan, Wisconsin, Carolina do Norte e Geórgia. No Twitter, as hashtags #Trump, #Biden e #USElections2020 bombaram da Rússia ao Paquistão, Malásia ao Quênia e em toda Europa e América Latina, enfatizando o quanto todas as regiões do mundo veem o resultado como fundamental. Na Rússia, acusada por agências de inteligência dos EUA de tentar interferir nas eleições, não houve reação oficial. Na Austrália, multidões assistiram aos resultados enquanto bebiam cerveja em um bar americano em Sydney. Alguns destacaram as ramificações da eleição nos EUA em todo o mundo. "Acho que afeta a todos nós, o que acontece lá realmente importa nos próximos quatro anos aqui", afirmou o morador de Sydney Luke Heinrich. A China, cujas relações com os Estados Unidos chegaram ao pior nível em décadas sob Trump, disse que a eleição é um assunto doméstico e que "não tem posição a respeito". A Human Rights Watch, com sede em Nova York, um dos principais grupos de direitos civis do mundo, alertou sobre a necessidade de guardar julgamento sobre os resultados até que cada voto seja contado. Com um número muito alto de cédulas pelo correio este ano por causa da pandemia de covid-19, espera-se que as contagens completas levem dias em alguns estados.

Senado dos EUA aprova nomeação de Amy Barrett para Suprema Corte

access_time27/10/2020 09:22

O Senado dos Estados Unidos aprovou nesta segunda-feira (26) a nomeação da juíza Amy Coney Barrett, indicada pelo presidente Donald Trump, para ocupar uma cadeira na Suprema Corte do país. Apesar de os democratas terem feito oposição feroz à nomeação da jurista conservadora, os companheiros republicanos de Trump têm uma vantagem de 53 a 47 no Senado e alcançaram votos suficientes para confirmar a nomeação. A nomeação foi aprovada por 52 a 48. A Casa Branca planeja realizar um evento de comemoração após a aprovação, um mês depois que um evento semelhante foi relacionado a um surto de covid-19 em que o próprio Trump foi infectado. Trump pressionou o Senado a confirmar Barrett antes da eleição de 3 de novembro e a aprovação vai criar uma maioria conservadora de 6 a3 no principal órgão judicial dos EUA. Barrett, uma juiz federal de apelações, é a terceira escolha de Trump para o tribunal desde que assumiu o cargo em 2017.

Cresce 60% o número de cidades com mais eleitores que habitantes

access_time27/10/2020 09:18

O número de municípios com mais eleitores que habitantes aumentou na comparação com o cenário visto nas eleições de 2018. Segundo levantamento feito pela Confederação Nacional de Municípios (CNM), desta vez são 493, 8,8% das cidades brasileiras. Em 2018, quando 308 cidades do Brasil registraram essa inversão, o aumento foi de 60%. O estudo foi feito a partir do cruzamento de dados da base de eleitores do Tribunal Superior Eleitoral (TSE) com a população oficial calculada pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). O estado com o maior número em termos percentuais é Goiás (22,76%), seguido do Rio Grande do Norte (17,9%) e da Paraíba (14,8%). Proporcionalmente, a cidade que lidera a lista nacional de municípios com mais eleitores do que habitantes é Severiano Melo (RN). Lá, segundo estimativa do IBGE, são 2.088 habitantes, já os dados do TSE apontam 6.482 eleitores aptos a votar, o número é três vezes maior que a quantidade de habitantes. Em números absolutos, na liderança da lista nacional de municípios com mais eleitores que habitantes está o município pernambucano de Cumaru,no Agreste do estado. Segundo o IBGE, ele possui 10.192 moradores, já o TSE aponta que há na cidade 15. 335 cidadãos aptos a votar este ano. Justificativa A diferença, segundo o consultor da área técnica, da CNM, Eduardo Stranz, pode ser justificada por desatualizações nas estimativas de população feitas pelo IBGE, fraudes e , especialmente, por questões afetivas. “Existe uma ligação muito grande das pessoas com as cidades onde elas nasceram, sobretudo nesses municípios pequenos. Elas migram para cidades maiores, regiões metropolitanas ou cidades-pólo em busca de emprego ou estudo, mas não transferem seus títulos eleitorais, isso é muito comum”, avaliou. Stranz, que há mais de 30 anos trabalha com municípios, lembrou ainda que em cidades menores a disputa política é muito acirrada e as pessoas nascidas nessas localidades têm sempre algum grau de parentesco com os candidatos o que, segundo ele, também contribui para que elas não transfiram seus títulos. Dados IBGE Outro ponto que deve ser levado em conta é a defasagem nos dados sobre a população brasileira. “Isso está mais evidente agora, em 2015. Segundo o Plano Nacional de Estatística, o IBGE teria que ter feito uma contagem populacional para ajustar a fórmula que calcula essa estimativa, mas isso não aconteceu sob o argumento de falta de verba”, explicou o especialista. O Brasil adota uma das seis fórmulas utilizadas no mundo para estimar a população . A equação, que projeta o número de habitantes a partir de dados do Censo Demográfico, tem eficiência por quatro anos, no quinto ano, é preciso recontar a população para ajustar a fórmula. “Como não foi feito isso, as populações estimadas a partir de 2015 têm tendência mais ao erro que acerto. Isso também pode ser importante nessa diferença”, destacou Eduardo Stranz. Fraudes Questionado se o número maior de eleitores em relação aos habitantes em determinadas cidades não pode significar fraude, o consultor disse que sim, mas que casos de curral eleitoral são pontuais. “Hoje em dia isso é cada vez menos comum. As pessoas têm muito mais acesso à informação, discussão política. Olhando o perfil dessas cidades, fica mais evidente a ligação das pessoas com sua terra natal. Revisão Nos casos em que há muita discrepância entre eleitores e habitantes ou que há um aumento da transferência de domicílios, a Resolução 22.586/2007, do TSE, determina que seja feita uma revisão do eleitorado sempre que for constatado que o número de eleitores é maior que 80% da população, que o número de transferências de domicílio eleitoral for 10% maior que no ano anterior, e que o eleitorado for superior ao dobro da população entre 10 e 15 anos, somada à maior de 70 anos no município.