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POLÍTICA

Protestos na Venezuela já fizeram dois mortos e dezenas de feridos

access_time02/05/2019 07:58

Os protestos dessa quarta-feira (1º) na Venezuela levaram à morte de uma mulher, depois de, no dia anterior, ter morrido um jovem em Aragua. O segundo dia consecutivo de manifestações teria ainda deixado quase 50 pessoas feridas mas, de acordo com o Serviço Municipal de Saúde, todas estão fora de perigo. As manifestações poderão continuar hoje. Jurubith Rausseo, de 27 anos, morreu numa clínica depois de ter sido atingida na cabeça por uma bala durante os protestos. A informação é da organização não governamental Observatório Venezuelano de Conflito Social. Juan Guaidó confirmou essa morte em sua página no Twitter. “Comprometo-me a fazer com que a morte de Jurubith Rausseo, de apenas 27 anos, numa sala de cirurgia, pese a quem decidiu disparar contra um povo que decidiu ser livre”, afirmou. “Isso tem de parar, e os assassinos terão de ser responsabilizados pelos seus crimes. Dedicarei a minha vida a que assim seja”, acrescentou o presidente interino do país. Crise A Venezuela vive enorme tensão política desde janeiro deste ano, quando Maduro tomou posse de um novo mandato que não é reconhecido pela oposição e por parte da comunidade internacional. Guaidó se autoproclamou presidente de um governo interino, que conta com o apoio de mais de 50 países. Paralelamente, o país sul-americano vive a pior crise econômica de sua história, o que gera protestos diários para denunciar a escassez severa de alimentos e remédios e a péssima prestação de serviços públicos. *Com informações da RTP (emissora pública de televisão de Portugal) e da Deutsche Welle (agência pública da Alemanha)

Partido do atual governo da Espanha consegue maior número de votos, mas precisará fazer alianças

access_time29/04/2019 08:18

O Partido Socialista Operário Espanhol (PSOE), do atual governo, conseguiu o maior número de assentos no Parlamento da Espanha. O resultado das eleições deste domingo (28) confirma o previsto pela pesquisa de boca de urna. Ainda assim, a sigla governista terá de fazer alianças para seguir no poder. De acordo com as projeções do jornal "El País" com 99,99% das urnas apuradas, a composição do Parlamento da Espanha será a seguinte: Nova composição do Parlamento da Espanha — Foto: Wagner Magalhães/G1 Partido do atual primeiro-ministro, Pedro Sánchez, o PSOE vai se aliar ao Unidas Podemos. Juntos, eles terão 165 deputados dos 350 possíveis. É menos, portanto, do que os 176 necessários para garantir a maioria no Parlamento. A coalizão de esquerda precisará do apoio de alguma das siglas menores. O resultado é uma clara derrota ao Partido Popular, conservador, que em 2016 conseguiu 137 cadeiras. Assim, dificilmente uma coalizão de direita conseguirá chegar ao governo espanhol: PP, Cidadãos e Vox somam 147 assentos juntos. A novidade é a entrada do Vox no Parlamento. A sigla nacionalista de direita obteve cerca de 10% dos votos com discurso cético em relação à imigração e a leis de igualdade de gênero, que consideram discriminatórias. Dias decisivos Os resultados oficiais das urnas saem nas próximas horas, mas a definição sobre o futuro governo espanhol deve demorar dias. Tudo vai depender da articulação política do atual primeiro-ministro, Pedro Sánchez, e do PSOE para conseguir formar coalizão majoritária. O PSOE já garantiu o apoio do Podemos, após o líder Pablo Iglesias admitir participar da coalizão governista. Sánchez agradeceu pelo apoio da legenda esquerdista e disse que está aberto para dialogar com outros partidos. As eleições espanholas estavam marcadas para 2020. No entanto, apenas oito meses depois de assumir o cargo, o premiê se viu obrigado a convocar novas eleições em 13 de fevereiro. Na data, o Parlamento rejeitou a proposta de orçamento enviada pelo governo. Opositores admitiram que a manobra foi uma forma de dar um "voto de desconfiança" ao primeiro-ministro. Quem vai liderar a oposição? Tanto o PP quanto o Cidadãos afirmaram que vão liderar a oposição de direita ao governo, que muito provavelmente ficará nas mãos de Sánchez. Os maiores nomes dos dois partidos chamaram para si o posto. "Nós vamos vigiar de perto o governo de Sánchez e o Podemos. Nós agora lideramos a oposição", disse o líder dos Cidadãos, Albert Rivera. O problema é que o líder do PP também diz que o partido guiará a oposição. Em discurso, Pablo Casado analisou o mau desempenho nas urnas como resultado da "fratura no espaço da centro-direita" e mira agora nas eleições para o Parlamento Europeu. Em outra linha, o líder do Vox, Santiago Abascal, criticou o PP e evitou falar sobre os Cidadãos. Para o maior nome do partido nacionalista, a legenda tradicional conservadora se tornou "uma direitinha covarde". O que estava em jogo? A fragmentação política na Espanha levou a uma indefinição sobre o cenário político antes das eleições. Há uma série de temas que dividiram o posicionamento do eleitorado espanhol. Que temas eram esses? Catalunha - Embora a maioria dos políticos espanhóis se mostre contrária à independência da região, os partidos divergem quanto à forma com a qual o governo deve lidar com o separatismo. Opositores acusaram o governo de Sánchez de ceder demais às exigências dos catalães. Principalmente depois da recente crise com a Catalunha, os partidos nacionalistas pretendem colocar políticas de unificação nacional, como ensino obrigatório do espanhol como primeira língua nas escolas – mesmo naquelas em regiões autônomas. Imigração - A Espanha tem se tornado a maior porta de entrada de imigrantes ilegais da África que cruzam o Mediterrâneo. Em dezembro, um navio com mais de 300 pessoas atracou no sul do país. Outros países europeus, como a Itália, vêm adotando medidas mais duras, o que empurra o fluxo migratório para o território espanhol. Eutanásia - O suicídio assistido, ainda ilegal na Espanha, voltou ao debate no início deste mês após a prisão de um homem de 69 anos acusado de ajudar a esposa a morrer. Ela sofria de esclerose múltipla e havia pedido ao marido que queria a eutanásia "o mais rápido possível". Há um projeto de lei travado no Parlamento espanhol, e os partidos mais conservadores são contrários à legalização. Igualdade de gênero - Os partidos divergem sobre como o Estado deve tratar a igualdade entre homens e mulheres. As siglas mais progressistas pretendem investir mais na prevenção à violência machista e leis para equalizar as oportunidades de trabalho. Os mais conservadores pedem punição severa aos crimes contra a mulher, inclusive com prisão perpétua, mas um dos grupos pede o fim de uma lei sobre violência de gênero sob o argumento de que ela é "discriminatória". Revisionismo da era Franco - Todos os partidos tradicionais da Espanha se colocam em oposição ao regime do ditador Francisco Franco, em vigor no país de 1936 a 1975. No entanto, a legenda nacionalista de direita Vox quer revogar a legislação que proíbe os símbolos da era de Franco e que prevê compensação às vítimas da ditadura.

Comissão especial definirá calendário para reforma da Previdência

access_time28/04/2019 18:17

O presidente da comissão especial da reforma da Previdência, deputado Marcelo Ramos (PR-AM), reúne-se com lideranças partidárias na próxima terça-feira (30) para definir um calendário para os trabalhos da comissão. Instaurado na semana passada, o colegiado terá a primeira reunião ordinária em 7 de maio, às 14h30. Marcelo Ramos se reunirá com o relator da Proposta de Emenda à Constituição (PEC 6/2019), deputado Samuel Moreira (PSDB-SP); o vice-presidente do colegiado, deputado Silvio Costa Filho (PRB-PE), e líderes dos partidos que compõem o colegiado. Em uma semana com poucas atividades legislativas por causa do feriado de 1º maio, Ramos deve definir o cronograma de trabalhos, com reuniões de audiência pública com autoridades e especialistas, além das datas prováveis de discussão e votação da proposta. Entre os temas polêmicos, Ramos pode decidir se a proposta vai ser fatiada em sub-relatorias. Em entrevista ao programa Revista Brasil, da Rádio Nacional, o parlamentar argumentou que alguns pontos do texto enviado pelo governo federal são “quase natimortos”. Segundo ele, os partidos do centro são contrários a mudanças nas regras do Benefício de Prestação Continuada (BPC) e da aposentadoria rural e à criação de um regime de capitalização. Na avaliação de Ramos, esses três itens “não têm nenhuma condição política de serem superados”. “A questão dos professores, que a idade mínima das professoras aumenta em dez anos sem nenhuma regra de transição. Isso também é uma mudança muito dura que precisa ser revista. E o que será objeto de muita polêmica é, se as regras forem aprovadas, para o regime próprio dos servidores públicos federais, serão de aplicação imediata para os servidores públicos dos estados e municípios”, afirmou. O deputado também acredita que haverá emendas para diminuir as idades mínimas de aposentadoria previstas no projeto do governo federal – 65 anos para homens e 62 anos para mulheres. Para Ramos, o desafio da comissão será encontrar uma calibragem que atenda ao ajuste fiscal das contas públicas sem prejudicar as pessoas de menor renda. Acordo Para viabilizar que a proposta fosse aprovada na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ), o relator da medida no colegiado, deputado Delegado Marcelo Freitas (PSL-MG), precisou suprimir quatro pontos: o primeiro é o fim do pagamento da multa de 40% do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) e do recolhimento do fundo do trabalhador já aposentado que voltar ao mercado de trabalho. O segundo ponto é a concentração, na Justiça Federal em Brasília, de ações judiciais contra a reforma da Previdência. Os outros pontos são a exclusividade do Poder Executivo de propor mudanças na reforma da Previdência e a possibilidade de que a idade de aposentadoria compulsória dos servidores públicos (atualmente aos 75 anos) seja alterada por lei complementar, em vez de ser definida pela Constituição, como atualmente. Tramitação A comissão especial será composta por 49 membros e 49 suplentes de 25 partidos com representação na Câmara. Na comissão especial, será examinado o mérito da proposição. Essa comissão terá o prazo de 40 sessões do plenário, a partir de sua formação, para aprovar um parecer. Somente na comissão especial poderão ser apresentadas emendas, com o mínimo de 171 assinaturas de deputados cada uma, no prazo de dez sessões do Plenário. Após a publicação do parecer da comissão especial e o intervalo de duas sessões, a proposta será incluída na ordem do dia do Plenário da Câmara, onde será submetida a dois turnos de discussão e votação. Entre os dois turnos, há um intervalo de cinco sessões do Plenário. Para ser aprovada, a proposta precisa ter, em ambos os turnos, três quintos dos votos dos deputados – 308, em votação nominal. Em seguida, o texto vai para o Senado onde será submetido a uma nova tramitação. Marcelo Ramos quer aprovar a reforma na comissão e entregar o texto para análise do Plenário até julho. Economia O governo federal espera que a reforma da Previdência gere economia de até R$ 1,236 trilhão em 10 anos. Pelo detalhamento divulgado pelo Poder Executivo, o impacto de mudanças na aposentadoria rural será de R$ 92,4 bilhões e de R$ 743,9 bilhões na aposentadoria urbana, em 10 anos. As mudanças no Benefício de Prestação Continuada (BCP) resultariam em economia de R$ 34,8 bilhões. A restrição do abono salarial para quem ganha até um salário mínimo diminuiria os gastos do governo em R$ 169,4 bilhões de 2020 a 2029.

Kim pede a Putin que trabalhe em conjunto para resolver a questão nuclear

access_time25/04/2019 06:27

O líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, pediu nesta quinta-feira (25) ao presidente da Rússia, Vladimir Putin, que trabalhem em conjunto para explorar formas de resolver o problema da desnuclearização da Península Coreana. Eles tiveram um encontro inédito na cidade russa de Vladivostok. "A situação na Península Coreana é de grande interesse para toda a comunidade internacional. Espero que nossas conversas sejam um evento importante para avaliarmos essa situação em conjunto, trocarmos pontos de vista sobre a situação e como resolver esse problema juntos", disse o líder norte-coreano a Putin, no início da primeira cúpula entre ambos. Putin classificou de substancial seu primeiro encontro com Kim Jong-un. "Falamos, é claro, sobre a situação na península coreana, trocamos opiniões sobre o que precisa ser feito para que a situação tenha perspectivas de melhora", disse. O presidente russo destacou que as delegações russas e norte-coreana discutiram, durante as quase duas horas de reunião, a história das relações entre os dois países e os planos de desenvolvimento para a cooperação bilateral. Ele também agradeceu a Kim por aceitar o convite para visitar a Rússia, país que compartilha pouco mais de 20 km de fronteira terrestre com a Coreia do Norte. O presidente russo lembrou que foi o pai do atual líder do país comunista, Kim Jong-il, que impulsionou a assinatura de um tratado de amizade com a Rússia. Por sua vez, Kim disse que foi a Vladivostok para discutir "os caminhos para a solução pacífica" do conflito nuclear na península coreana, que, em sua opinião, desperta um "interesse prioritário" no mundo. Kim, que também descreveu como "muito substancial" a reunião a sós com o chefe do Kremlin, mostrou-se "muito contente" em visitar a Rússia, que descreveu como um país "amigável" e "grande" vizinho. "Espero que nossas negociações continuem da mesma forma, de maneira útil e construtiva", disse ele. O representante russo na União Europeia (UE), Vladimir Chizhov, informou que os dois líderes abordaram a retomada das negociações de seis partes (as duas Coreias, Japão, EUA, Rússia e China) para a resolução do conflito nuclear, atualmente parada. Vladimir Putin também expressou confiança em que a cúpula com o líder da Coreia do Norte permitirá não apenas desenvolver as relações bilaterais, mas também contribuir para a solução pacífica da questão nuclear na península coreana. "Agradecemos seus esforços para desenvolver o diálogo intercoreano e normalizar as relações entre a Coreia do Norte e os Estados Unidos", disse Putin a Kim, no início da primeira cúpula entre os dois líderes desde que o norte-coreano assumiu o poder em 2011. A cúpula entre o presidente da Rússia, Vladimir Putin, e o líder da Coreia do Norte, Kim Jong-un, começou nesta quinta em Vladivostok, no Extremo Oriente Russo. Kim chegou às 14h10 (horário local, 1h10 de Brasília) ao edifício "S" do campus da Universidade Federal do Distante Oriente, na Ilha Russky, onde acontece a cúpula. O líder norte-coreano foi recebido na entrada com um aperto de mão de Putin, que tinha chegado 20 minutos antes ao local do encontro, após o qual os dois líderes passaram a cumprimentar as duas delegações. Esta é a primeira cúpula entre os dois líderes, uma vez que Kim se reuniu quatro vezes com o presidente chinês, Xi Jinping, três com o sul-coreano, Moon Jae-in, e dois com o presidente dos EUA, Donald Trump. Os dois líderes farão primeiro uma reunião bilateral e em seguida realizarão um encontro ao lado de suas respectivas delegações. A cúpula é realizada depois do fracasso da reunião entre Kim e Trump, em Hanói (Vietnã), no final de fevereiro. A reunião é uma boa oportunidade para Kim conseguir apoio mais sólido de Putin para proposta de desnuclearização gradual acompanhada de um levantamento progressivo de sanções, uma oferta rejeitada por Washington na recente cúpula em Hanói. A Casa Branca defende o chamado "grande acordo", que propôs na capital vietnamita, e isso envolve a eliminação de todos os programas de armas norte-coreanos, além do atômico, antes de relaxar qualquer sanção. Putin pede a desnuclearização da península coreana e, portanto, apoiou as sanções no Conselho de Segurança toda vez que aconteceram testes em Pyongyang, mas ao mesmo tempo, apóia o desarmamento passo a passo e oferece garantias de segurança a Kim.

Bolsonaro agradece a deputados e diz que país tem pressa para reforma

access_time25/04/2019 06:20

O presidente Jair Bolsonaro defendeu quarta-feira (24), em pronunciamento veiculado em cadeia nacional de rádio e televisão, a aprovação da proposta de reforma da Previdência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara dos Deputados. O presidente iniciou o pronunciamento, fazendo referência à aprovação da admissbilidade da proposta terça-feira (23). Ele agradeceu o empenho da maioria dos integrantes da comissão e o comprometimento do presidente da Câmara, deputado Rodrigo Maia (DEM-RJ), citado nominalmente. O pronunciamento foi ao ar às 20h, pelo horário de Brasília. "O governo continua a contar com o espírito patriótico dos parlamentares, para aprovação da Nova Previdência nessa segunda etapa e, posteriormente, no plenário da Câmara dos Deputados", acrescentou. A proposta segue agora para a comissão especial. Segundo Bolsonaro, se nada for feito, faltarão recursos para o pagamento das aposentadorias e outras ações de governo. "Sem mudanças, o governo não terá condições de investir nas áreas mais importantes para as famílias, como saúde, educação e segurança", afirmou. "Agradeço o empenho e o trabalho da maioria dos integrantes da comissão e também o comprometimento do deputado Rodrigo Maia", disse. Bolsonaro encerrou o pronunciamento enfatizando que a reforma da Previdência vai criar condições para o país crescer, gerar emprego e reduzir desigualdades. "Temos certeza que a Nova Previdência vai fazer o Brasil retomar o crescimento, gerar empregos e, principalmente, reduzir a desigualdade social, porque, com a reforma, os mais pobres pagarão menos. O Brasil tem pressa", disse.  Leia a íntegra do pronunciamento do presidente da República: Senhoras e senhores, boa noite. Ontem, a Comissão de Constituição e Justiça aprovou a constitucionalidade da proposta que cria a Nova Previdência.  Agradeço o empenho e o trabalho da maioria dos integrantes da comissão e também o comprometimento do deputado Rodrigo Maia. A proposta segue agora para a Comissão Especial, onde os deputados vão discutir os detalhes do projeto.  O governo continua a contar com o espírito patriótico dos parlamentares, para aprovação da Nova Previdência nessa segunda etapa e, posteriormente, no plenário da Câmara dos Deputados.   É muito importante lembrar que, se nada for feito, o país não terá recursos para garantir uma aposentadoria para todos os brasileiros. Sem mudanças, o governo não terá condições de investir nas áreas mais importantes para as famílias, como saúde, educação e segurança. Temos certeza que a Nova Previdência vai fazer o Brasil retomar o crescimento, gerar empregos e, principalmente, reduzir a desigualdade social, porque, com a reforma, os mais pobres pagarão menos. O Brasil tem pressa.  Muito obrigado a todos e boa noite. 

Humorista Zelensky vence eleição presidencial na Ucrânia

access_time22/04/2019 08:45

O humorista Vladimir Zelensky é o vencedor do segundo turno das eleições presidenciais na Ucrânia, realizado nesse domingo (21), com aproximadamente 73% dos votos. Assim ele desbancou o atual presidente, Petro Poroshenko, que obteve apenas 25%, segundo as pesquisas finais de boca de urna. Poroshenko reconheceu logo a derrota, ao aceitar os resultados de boca de urna, acrescentando que deixará o cargo no próximo mês. "Quando vejo os resultados das pesquisas de boca de urna, são evidentes. É motivo para ligar para meu oponente e parabenizá-lo", comentou, mostrando-se disponível a apoiar o seu rival na transição: "Vou deixar o cargo, mas quero frisar firmemente que não vou deixar a política." Zelensky, de 41 anos, alcançou um resultado histórico, dominando as urnas em todas as regiões do país, inclusive no oeste mais nacionalista. No leste, onde nasceu, sua vitória seria arrasadora, somando mais de 88% dos votos. Os resultados corroboraram as pesquisas realizadas durante a campanha eleitoral, que davam a Zelensky mais de dois terços dos votos. "Obrigado a todos os ucranianos que me apoiaram. Obrigado a todos os ucranianos, onde quer que estejam. Prometo que não falharei com vocês", declarou o comediante em seu comitê, após os resultados das pesquisas serem divulgados. *Com informações da Deutsche Welle (agência pública da Alemanha)

Opositores de Maduro preparam protestos para 1º de maio

access_time20/04/2019 09:15

Em meio à crise política na Venezuela, opositores do governo Nicolás Maduro, liderados pelo autoproclamado presidente interino do país, Juan Guaidó, organizam uma megamanifestação para o dia 1º de maio em todo o país. A data é internacionalmente celebrada como Dia do Trabalho.   Em uma série de publicações em sua página no Twitter, Guaidó tem convocado a população para os protestos que, segundo ele, poderão se tornar "a maior mobilização da história" do país.  "E, no 1º de maio, sabendo que hoje não há salário que dê conta, faremos a maior mobilização de nossa história para exigir que cesse a usurpação e por um governo de transição", tuitou.  No mês passado, opositores e apoiadores de Nicolás Maduro saíram às ruas no país, em manifestações quase diárias que se tornaram parte do cotidiano do país. Desde o dia 21 de fevereiro, a fronteira entre a Venezuela e Brasil está fechada, por ordem de Maduro, o que impediu o envio de ajuda humanitária. O Brasil reconhece Juan Guaidó como presidente da Venezuela.  No último dia 8, a organização internacional de ajuda humanitária Cruz Vermelha doou quatro toneladas de medicamentos e equipamentos para um hospital na Venezuela.

Governo anuncia novas medidas para atender caminhoneiros

access_time16/04/2019 08:05

O governo federal deve anunciar nesta terça-feira (16) novas medidas para atender o setor de transporte de cargas. O assunto foi tema de uma reunião no Palácio do Planalto, na tarde de segunda-feira (15), segundo informou a Secretaria Especial de Comunicação da Presidência da República, em nota à imprensa.  Participaram da reunião os ministros Onyx Lorenzoni, da Casa Civil; Paulo Guedes, da Economia; Tarcísio Gomes, da Infraestrutura; Bento Albuquerque, de Minas e Energia;, Santos Cruz, da Secretaria de Governo; e Florano Peixoto, da Secretaria-Geral; além do presidente da Petrobras, Roberto Castello Branco, e do diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo (ANP), Décio Oddone. O presidente do Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES), Joaquim Levy, participou por meio de videoconferência. "As questões tratadas serão levadas ao conhecimento da população em entrevista coletiva a ser realizada no dia de amanhã, 16, às 11h, no Palácio do Planalto, onde estarão presentes alguns dos ministros que participaram da reunião na tarde de hoje. Nessa oportunidade, serão anunciadas algumas das medidas adotadas pelo governo em resposta às demandas do setor de transporte rodoviário", informa a nota da Secom.  A adoção de novas medidas para atender os caminhoneiros ocorre dias depois de a Petrobras suspender um reajuste de 5,7% no preço do óleo diesel nas refinarias, a pedido do presidente Jair Bolsonaro. Em maio do ano passado, a alta no preço do diesel levou à paralisação da categoria, afetando a distribuição de alimentos e outros insumos, o que causou prejuízos a diversos setores produtivos. No mês passado, a Petrobras havia anunciado que o reajuste no preço do diesel nas refinarias, que corresponde a mais da metade do preço final do produto nas bombas, seria alterado em prazos não inferiores a 15 dias. Além disso, a estatal anunciou a adoção do Cartão do Caminhoneiro, para permitir a compra do combustível a preço fixo durante um período de tempo maior pelos motoristas de carga. A medida, no entanto, só deve valer para os postos de combustível com a bandeira BR. Para amanhã está prevista uma nova reunião entre técnicos da Petrobras e ministros do governo, dessa vez com a participação do presidente Jair Bolsonaro.

Mauro Mendes confirmou ao Prefeito Maurício a continuidade das obras da MT-322

access_time14/04/2019 16:48

Durante o encontro que teve a presença de prefeitos, representantes de consórcios e associações com o Governador Mauro Mendes em Cuiabá o Prefeito Maurício Ferreira destacou entre várias demandas do município a retomada da pavimentação asfáltica da MT-322 até o Distrito de União do Norte. O encontro para debater infraestrutura, educação, saúde e segurança pública ocorreu durante o evento “Cidades de Mato Grosso – Fórum de Governo e Prefeituras”, na sede da FATEC/Senai. O governador Mauro Mendes fez a abertura oficial do fórum com uma palestra sobre o desenvolvimento do Estado. Segundo o prefeito, o Governador Mauro Mendes garantiu que a empreiteira responsável pela obra retomará os serviços já nos próximos dias, começando pela abertura e rebaixamento de serra que hoje provoca um desvio na MT-322 e causa muitos acidentes e assim desta forma já eliminando este ponto perigoso da rodovia. “A Autorização para os serviços já foi oficializada pelo Governador Mauro Mendes junto a SINFRA/MT e agora se espera que acabe de uma vez este transtorno para os moradores de União do Norte, que sonham há anos com a chegada da Pavimentação até sua sede”, destacou o Prefeito Maurício Ferreira.

Presidente do Sudão é deposto por militares após 30 anos no poder

access_time11/04/2019 07:49

O presidente do Sudão, Omar al-Bashir, foi forçado pelos militares a deixar o poder nesta quinta-feira (11), após três décadas comandando o país, segundo declarações de funcionários do governo à emissoras árabes. O anúncio oficial da deposição de Bashir deverá ser feito nas próximas horas pelos militares. A televisão do Sudão noticiou, durante a madrugada, que o Exército vai fazer um "comunicado importante" em breve. Bashir, de 75 anos, foi deposto pelas Forças Armadas e está sendo mantido sob forte vigilância na residência presidencial, em Cartum. Funcionários do governo sudanês disseram que há negociações entre os militares para a formação de um governo de transição. Milhares de pessoas se concentraram nas imediações do Ministério da Defesa e no centro de Cartum para participar de protestos contra Bashir e festejar a queda dele, mesmo ainda não estando confirmada. Na capital do Sudão, os militares posicionaram-se em vários pontos da cidade durante a madrugada, em especial junto dos edifícios da televisão e da rádio públicas. Milhares de pessoas mantêm os protestos em vários pontos da capital, sobretudo junto ao quartel-general do Exército. Protestos Os protestos, que visam pressionar os militares a forçar a saída de Bashir, começaram em dezembro por causa da forte alta do pão e se intensificaram nos últimos dias. O Comitê Central de Médicos do Sudão, uma organização sindical da oposição, afirma que 22 pessoas morreram nos protestos contra o governo desde sábado, entre os quais cinco militares. A mesma organização afirmou que 153 pessoas ficaram feridas, sendo que um número "significativo" de feridos se encontra em estado grave, o que deve fazer o número de mortos aumentar. Bashir comanda o Sudão com mão de ferro desde 1989, quando deu um golpe de Estado com a ajuda de militantes islamistas. Ele é alvo de dois mandados internacional de prisão por genocídio, crimes de guerra e crimes contra a humanidade, emitidos pelo Tribunal Penal Internacional, em Haia, por causa de crimes cometidos em Darfur. Nessa região do oeste sudanês, 300 mil pessoas foram mortas desde 2003, segundo as Nações Unidas, num conflito que opõe o governo e milícias árabes, de um lado, e rebeldes não árabes separatistas, do outro. As manifestações contra Bashir foram motivadas pela forte crise econômica que afeta o país há anos. O Sudão é um dos 25 países mais pobres do mundo, com uma população de 41 milhões de pessoas. Até a independência do Sudão do Sul, a economia era fortemente dependente do petróleo, responsável por 95% das exportações e metade da arrecadação do governo. Em 2001, o Sudão perdeu a maior parte dos campos petrolíferos, que ficaram com o Sudão do Sul. *Com informações da Deutsche Welle, emissora internacional da Alemanha