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Plano de Guaidó para Venezuela tem como prioridade resgatar democracia

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access_time01/02/2019 09:18

O Plano País, programa apresentado por Juan Guaidó para conter a crise na Venezuela, tem como priori

POLÍTICA

Parlamento britânico rejeita acordo do Brexit pela terceira vez

access_time30/03/2019 07:56

Os parlamentares em Londres decidiram, mais uma vez, não aceitar o acordo feito entre a primeira-ministra Theresa May e a União Europeia (UE) para conduzir a saída britânica do bloco. É a terceira vez consecutiva que o Parlamento rejeita o acordo, deixando a data e os termos do Brexit incertos. A votação na Câmara dos Comuns resultou em 344 votos contra e 286 a favor do acordo costurado entre a primeira-ministra Theresa May e a UE. Após a contagem, May disse que o resultado traz "graves" consequências e admitiu que teme que a Câmara tenha chegado ao "limite do processo" para a saída do bloco. Agora, o Reino Unido tem até 12 de abril para informar a UE sobre seus próximos passos. As opções envolvem o cancelamento do Brexit, buscar um prazo maior ou sair do bloco sem um acordo. Uma série de votações deve ocorrer na segunda-feira (1°) para que o Parlamento tente encontrar uma nova alternativa. May havia pedido aos deputados que "deixassem de lado a si mesmos e seus partidos e aceitassem a responsabilidade dada pelo povo britânico". A primeira-ministra também havia oferecido sua renúncia caso os deputados aprovassem o acordo, permitindo a saída da UE em maio. Mesmo assim, a Câmara dos Comuns permaneceu dividida. Alguns apoiadores do Brexit que mostravam resistência, como o ex-ministro do Exterior Boris Johnon, provável concorrente para substituir May como primeiro-ministro, disse que rejeitar o acordo apresentava o risco de o país ser "forçado a aceitar uma versão ainda pior do Brexit ou perder o Brexit inteiramente". O Partido Democrático Unionista, da Irlanda do Norte, com dez assentos na Câmara dos Comuns, se recusou a apoiar o acordo porque o texto trata a Irlanda do Norte de maneira diferente do restante do Reino Unido. May disse que, com o resultado, é quase certo que o Reino Unido tenha que participar das eleições europeias em maio. Acordo de separação O acordo votado nesta sexta previa um período de transição até o final de 2020, estabelecia os direitos dos cidadãos britânicos e da UE e o preço que o país pagaria por sua saída – cerca de 45 bilhões de euros. O acordo também tratava da polêmica salvaguarda irlandesa, cujo objetivo era garantir a livre circulação entre a Irlanda e a Irlanda do Norte. O Parlamento acabou não votando uma declaração sobre os futuros laços com a UE, o que também era um requisito do acordo de separação. May esperava que votar apenas o acordo de saída seria o suficiente para diminuir a oposição, embora não houvesse sinais claros de que isso ocorreria. O porta-voz do Partido dos Trabalhadores, Keir Starmer, disse que remover a declaração política deixou o Brexit cego, "pois você não sabe para onde está indo". Conselho Europeu A data original para a saída da UE era hoje, mas diante do impasse na política britânica, o bloco concedeu uma extensão do prazo ao Reino Unido. Após a rejeição do acordo, a Comissão Europeia afirmou que uma saída desordenada do Reino Unido do bloco em 12 de abril é agora "o cenário provável", indicando que a UE está "plenamente preparada" para um Brexit sem acordo. *Com informações da Deustche Welle

Bolsonaro embarca para Israel e busca acordos em áreas estratégicas

access_time30/03/2019 07:52

O presidente Jair Bolsonaro embarca hoje  (30) para uma visita oficial de três dias a Israel. A viagem retribui a vinda ao Brasil do primeiro-ministro israelense, Benjamin Netanyahu, que prestigou Bolsonaro durante a posse, no dia 1º de janeiro. Ambos se encontram amanhã em Tel Aviv. Segundo a Presidência da República, Bolsonaro pode assinar até quatro acordos de cooperação com o governo israelense, em áreas como defesa, serviços aéreos, saúde e ciência e tecnologia. Bolsonaro será acompanhado por uma comitiva formada pelos ministros Ernesto Araújo (Relações Exteriores), Bento Costa Lima (Minas e Energia), Marcos Pontes (Ciência, Tecnologia, Infomação e Comunicações), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), além do tenente-brigadeiro do ar Raul Botelho, chefe do Estado-Maior conjunto das Forças Armadas, e do secretário da Pesca, Jorge Seif. O grupo ainda inclui os senadores Chico Rodrigues (DEM-RR), Flávio Bolsonaro (PSL-RJ) e Soraya Thronicke (PSL-MS) e a deputada federal Bia Kicis (PSL-DF). O tempo total de voo até Israel é de aproximadamente 20 horas. A comitiva presidencial parte às 13h da Base Aérea de Brasília e faz uma escala técnica em Las Palmas, no arquipélago espanhol das Canárias. A chegada ao aeroporto de Ben Gurion, em Tel Aviv, está prevista para as 10h de domingo (31). Cronograma Bolsonaro e Netanyahu devem ter um encontro privado na tarde de domingo, seguido por uma cerimônia de assinatura de acordos de cooperação e, em seguida, uma declaração à imprensa. Está prevista a assinatura dos seguintes atos conjuntos entre os dois governos: - Acordo de cooperação em ciência e tecnologia, que tem o objetivo desenvolver, facilitar e maximizar a cooperação entre instituições científicas e tecnológicas de ambos os países; - Acordo de cooperação na área de segurança pública; - Acordo cooperação em questões relacionadas a defesa; - Acordo sobre serviços aéreos, com propósito de estabelecer e explorar serviços aéreos entre os dois territórios; - Memorando de entendimento entre o Gabinete de Segurança Institucional (GSI) e a Autoridade Nacional de Cybersegurança de Israel (INCD), na área de segurança digital; - Plano de cooperação na área de saúde e medicina entre ministérios de Saúde dos dois países, para os anos de 2019-2022. Agenda A agenda do dia termina com um jantar oferecido pelo primeiro-ministro de Israel ao presidente brasileiro. No dia seguinte, a comitiva brasileira visita a Unidade de Contraterrorismo da polícia israelense, onde deve acompanhar uma demonstração prática de ações executadas pela divisão de segurança. Na sequência, Bolsonaro faz uma visita e preside uma cerimônia de condecoração da equipe de resgate de Israel que esteve em Brumadinho, após o rompimento da barragem da mineradora Vale. Os integrantes da Brigada de Busca e Salvamento do Comando da Frente Interna de Israel receberão do presidente a Insígnia da Ordem Nacional do Cruzeiro do Sul, que é a maior distinção dada pelo governo brasileiro a estrangeiros que prestaram relevantes serviços ao país. No mesmo dia, em Jerusalém, Bolsonaro faz uma visita ao Muro das Lamentações, o segundo local mais importante do judaísmo. O local foi construído com parte do muro do templo de Herodes, levantado pelos judeus após anos de cativeiro. Penúltimo dia Na terça-feira (2), Bolsonaro toma café da manhã com dirigentes de startups brasileiras e israelenses e depois participa de um encontro entre empresários dos dois países. O presidente deve ainda visitar uma exposição de produtos de empresas de inovação e um centro industrial de alta tecnologia. À tarde, a comitiva presidencial visita o Centro de Memória do Holocausto Yad Vashem e uma exposição de fotos com a mesma temática. Jair Bolsonaro deverá participar de uma cerimônia de deposição de flores e visita ao Bosque das Nações, em Jerusalém, em homenagem a diplomatas brasileiros que ajudaram as vítimas do nazismo. O presidente retorna ao Brasil na quarta-feira (3). Antes do embarque, ele deve se reunir com brasileiros que residem na cidade israelense de Raanana. 

'Página virada', diz Bolsonaro sobre crise com Rodrigo Maia

access_time28/03/2019 11:25

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quinta-feira (28) que a crise com o presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), é "página virada". Bolsonaro deu a declaração durante entrevista após receber a comenda da Ordem do Mérito Judiciário Militar, em Brasília. Maia era um dos homenageados, porém não compareceu ao encontro. Nos últimos dias, a relação de Bolsonaro e Maia se desgastou, com troca de declarações ásperas dos dois lados. Bolsonaro disse que esse tipo de situação "acontece". Ele classificou o caso como "uma chuva de verão". "Página virada, um abraço, Rodrigo Maia. O Brasil está acima de todos. Acontece, é uma chuva de verão", disse o presidente. "Outros problemas acontecerão, com toda a certeza. Mas, pode ter certeza, na minha cabeça e na dele, o Brasil acima de tudo e Deus acima de todos", acrescentou. Relação desgastada A entrega da comenda em Brasília seria o primeiro evento público com as presenças de Maia e Bolsonaro desde que os dois começaram a trocar farpas, na semana passada. A discussão tem dificultado a relação entre Câmara e Palácio do Planalto e atrapalha o avanço da reforma da Previdência no Congresso. Na quarta-feira (27), Maia pediu a Bolsonaro para que o entorno do presidente pare de criticá-lo. O deputado disse ainda que, enquanto o país tem milhões de desempregados e registra milhares de assassinatos todos os anos, Bolsonaro está "brincando de presidir". Em resposta, Bolsonaro afirmou em uma entrevista em São Paulo que "não existe brincadeira, muito pelo contrário". Na semana passada, Maia afirmou em entrevista ao site do jornal "O Globo" que iria deixar a articulação para aprovação da reforma da Previdência. Segundo o jornal, o deputado ficou insatisfeito com críticas feitas a ele nas redes sociais pelo vereador Carlos Bolsonaro (PSC-RJ), filho do presidente Bolsonaro.

Maia se reúne com Moro para discutir a tramitação do pacote anticrime

access_time28/03/2019 11:20

O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), recebeu na manhã desta quinta-feira (28) o ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, em um café da manhã na residência oficial para tratar do pacote anticrime. O encontro, confirmado pela assessoria de ambos, aconteceu uma semana após os dois se desentenderem em razão da tramitação da proposta, enviada em fevereiro ao Legislativo. Moro queria que a matéria tivesse tramitação tão prioritária quanto a reforma da Previdência, principal medida da equipe econômica e defendida por Rodrigo Maia. Diante das cobranças, Maia chegou a dizer que Moro conhecia "pouco a política" e estava "passando" daquilo que é sua responsabilidade como ministro, além de ter "copiado e colado" pontos do projeto apresentado por uma comissão de juristas liderada pelo ministro do Supremo Tribunal Federal Alexandre de Moraes. 'Relação bastante cordial' Ainda na manhã desta quinta, horas após o encontro com o presidente da Câmara, Sérgio Moro disse que houve "ruídos de declarações" e que não há mudanças de relacionamento que, segundo o ministro, é bastante cordial. "O que houve foram ruídos de declarações semana passada, não implica nenhuma mudança de relacionamento, a crença que a liderança dele e o presidente Bolsonaro nós vamos conseguir aprovar o projeto com mudanças, aprimoramentos. Foi mais uma sinalização, já havíamos conversado semana passada, aproveitamos pra renuir hoje, temos uma relação bastante cordial", disse Sérgio Moro. O ministro deu a declaração durante entrevista à imprensa sobre 4ª fase da Operação Luz na Infância, Ministério da Justiça em parceria com as polícias civis do estados, deflagrada nesta quinta em todo país para combate a crimes de abuso e exploração sexual contra crianças e adolescentes praticados na internet. Projetos Os dois textos – dos ministros Sérgio Moro e Alexandre de Moraes – são analisados em conjunto por um grupo de trabalho criado na Câmara. Na prática, a criação do grupo desacelerou a tramitação das matérias uma vez que o colegiado terá até 90 dias para debater e comparar as propostas – ver se elas podem ser unificadas ou não. Os dois projetos propõem mudanças na legislação penal e processual penal para reforçar o combate ao crime organizado e à violência. No texto de Moro, enviado ao Congresso em fevereiro, ficou de fora a criminalização do caixa 2, como inicialmente era previsto. O governo optou pelo fatiamento das propostas, diante de reclamações de políticos que se sentiriam "incomodados" com a tramitação da criminalização do caixa 2 junto com endurecimento da legislação contra o crime organizado e corrupção. Já com relação à proposta de Moraes, ficou de fora o trecho do projeto que trata do início de cumprimento de pena em regime fechado para casos de corrupção. Nos bastidores, existe a expectativa de que, na análise dos pacotes, também será retirada do texto a previsão de prisões após condenação em segunda instância. Corrupção Em audiência na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado na quarta-feira (27), Moro disse que preferiria desistir do pacote anticrime caso tivesse alguma tentativa por parte de parlamentares de retirar do texto os trechos que tratam de corrupção. O cronograma do grupo de trabalho que analisará os pacotes conjuntamente não prevê a discussão de temas relacionados à corrupção, apesar de haver propostas sobre o assunto nos textos.

Trump recebe mulher de Guaidó e pede que russos deixem a Venezuela

access_time28/03/2019 11:17

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, recebeu, na Casa Branca, Fabiana Rosales, mulher de Juan Guaidó, autodeclarado presidente da Venezuela, em Washington (EUA). O encontro ocorreu no momento em que os venezuelanos enfrentam mais um apagão. Ao presidente norte-americano, a mulher do venezuelano disse temer pela segurança do marido. Na audiência, Trump pediu para a Rússia sair da Venezuela, pois os russos dão apoio ao governo de Nicolás Maduro, com suporte econômico e militar. Ontem (27), em Caracas, Guaidó apelou para aumentar a pressão contra Maduro. O apagão na Venezuela é interpretado por Maduro como uma “ataque cibernético” contra seu governo. É a segunda paralisação no país em menos de 20 dias. Especialistas estimam que as quedas de energia estão custando à economia venezuelana US $ 200 milhões por dia. *Com informações da DW, agência pública internacional da Alemanha

Temer deixa prédio da Polícia Federal no Rio

access_time26/03/2019 07:06

O ex-presidente da República Michel Temer deixou segunda-feira (25), às 18h42, a sede da Superintendência da Polícia Federal no Rio de Janeiro, onde estava preso desde a última quinta-feira (21), em uma cela improvisada, no prédio que fica no centro da cidade. Temer foi beneficiado por um habeas corpus concedido pelo desembargador Ivan Athié. Ele foi preso na última quinta-feira (21), durante a Operação Descontaminação, que investiga desvio de verbas nas obras da usina nuclear Angra 3. O ex-presidente saiu acompanhado de seu advogado e escoltado por um carro da Polícia Federal. Às 19h40, Temer embarcou em um avião particular no Aeroporto Santos Dumont. Moreira Franco O ex-ministro Moreira Franco deixou a Unidade Prisional da Polícia Militar, em Niterói, às 19h17. O carro onde ele estava foi escoltado por uma viatura da Polícia Militar. Moreira estava no banco de trás do veículo. *Matéria ampliada às 19h40 para inclusão de informação

Paulo Guedes vai à Câmara para debater reforma da Previdência

access_time26/03/2019 06:53

Os deputados começam a discutir, na tarde de hoje (26) a proposta de emenda à Constituição da reforma da Previdência (PEC 6/19), com a presença do ministro da Economia, Paulo Guedes, na Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) da Câmara, primeira fase de tramitação do texto. Os parlamentares querem que o ministro esclareça pontos da medida, a reforma previdenciária dos militares, a reestruturação da carreira das Forças Armadas e a necessidade de mudança do sistema de Previdência Social do país. O líder do PSL na Câmara, Delegado Waldir (GO), disse que os deputados têm dúvidas sobre os impactos da proposta, apresentada pelo governo no mês passado. Segundo ele, a expectativa é que o ministro esclareça os principais pontos da emendas. A semana passada foi marcada pelo impasse nas articulações políticas entre Poder Executivo e Câmara dos Deputados. Desta forma, o presidente da CCJ, Felipe Francischini (PSL-PR), decidiu adiar a indicação do relator até que o cenário político esteja mais favorável para a aprovação da reforma no âmbito da comissão. A previsão é que o nome seja indicado até quinta-feira (28). O líder do PSL afirmou que Francischini (PSL-PR) está ouvindo partidos e governo para escolher o relator. Além de Guedes, parlamentares devem ouvir seis constitucionalistas na CCJ da Câmara para tratar da reforma, na quinta-feira (28). Dois nomes serão indicados pelas lideranças da base do governo, outros dois nomes por lideranças da oposição, e os últimos dois por deputados ditos independentes. Entre os convidados estão o secretário especial adjunto de Previdência e Trabalho, Bruno Bianco Leal, a procuradora Elida Graziane Pinto, do Ministério Público de Contas de São Paulo, e o advogado Cezar Britto, ex-presidente da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB). Articulação Guedes reafirmou ontem (25) a confiança no presidente da Câmara, Rodrigo Maia (DEM-RJ), na condução das discussões entre os deputados. “Desde o início, ele apoia a reforma da Previdência. Quando ele foi eleito pela primeira vez [presidente da Câmara], em 2016, falou da importância da aprovação da reforma no primeiro discurso. Ele é a favor”, ressaltou. Guedes destacou que o presidente do Senado, Davi Alcolumbre (DEM-AP), também tem se manifestado a favor da reforma. Para o ministro, o Congresso pode rever determinados pontos da proposta enviada pelo governo, mas pediu que a economia em 10 anos não fique inferior a R$ 1 trilhão. Caso contrário, não será possível implementar o regime de capitalização para os trabalhadores jovens. “Talvez tenha alguma coisa que o Parlamento não seja a favor, mas tudo tem sua explicação, sua lógica. Se algum ponto for derrubado, tudo bem, mas peço que a economia não baixe de R$ 1 trilhão.”

Governador de MT decreta emergência no Samu, hospital psiquiátrico, Hemocentro e mais 5 unidades

access_time22/03/2019 07:21

O governador Mauro Mendes (DEM decretou estado de emergência administrativa, pelo prazo de 180 dias, em oito unidades de saúde ao alegar dívidas acumuladas com os fornecedores e falta de interesse das empresas em participar das licitações por medo de não receber pelos serviços prestados. O decreto foi publicado no Diário Oficial que circula nesta quinta-feira (21). Foi decretada situação de emergência nas seguintes unidades: Centro Integrado de Assistência Psicossocial Adauto Botelho Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) Superintendência de Assistência Farmacêutica (SAF) Hemocentro Cridac (Centro de Reabilitação Integral Dom Aquino Correa) Cermac (Centro Estadual de Referência de Média e Alta Complexidade) Lacen (Laboratório Central de Saúde Pública do Mato Grosso) Superintendência de Obras da Secretaria Estadual de Saúde Além disso, o governo prorrogou por mais 180 dias o decreto de estado de emergência no Hospital Metropolitano de Várzea Grande, hospitais regionais de Sorriso, Alta Floresta, Colíder, Rondonópolis, Cáceres e Sinop. Por meio de nota, a Secretaria de Estado de Saúde diz que a prorrogação da situação de emergência nas unidades hospitalares e especializadas é uma medida necessária para a atual gestão, "que herdou um cenário composto pela relativa ausência de regularizações contratuais e licitatórias". "Assim como destacado pelo Decreto nº 71, do dia 20 de março de 2019, a adoção do modelo de gestão por Organizações Sociais (OSS) no passado contava com a ausência da realização de procedimentos licitatórios voltados para as contratações em todas as unidades pertencentes à Secretaria Estadual de Saúde. Além disso, a situação de complexidade para sanear as pendências ainda existentes junto aos hospitais do estado são considerações tidas como fundamentais para a tomada desta decisão", diz trecho da nota. O governo afirma ainda que a medida considera, sobretudo, o fato de que o estado deve garantir políticas que visam à redução de agravos e ao acesso universal às ações e serviços em saúde – como estabelecido pela própria Constituição Federal. O decreto de emergência permite que haja a manutenção dos contratos já vigentes de pessoal, de fornecimento de materiais e de tudo o que for necessário para a adequada prestação dos serviços de saúde pelo estado. Também garante a prioridade no acesso a recursos financeiros, de fontes orçamentárias e extraorçamentárias, inclusive os decorrentes de doações e de ressarcimentos ao erário. O governo justifica que houve o descumprimento de metas e obrigações pactuadas no modelo de gestão por Organizações Sociais (OSs) adotado no passado pelo estado para gestão dos hospitais regionais. Durante os 180 dias, os hospitais deverão encerrar todos os processos administrativos em curso que têm relação com os contratos de gestão firmados com as organizações sociais que tinham contrato de gestão das unidades citadas. Vantagens em decretar situação de emergência: Adotar medidas administrativas necessárias à continuidade dos serviços prestados pelas unidades Manter os contratos de servidores, fornecedores de materiais e prorrogar os contratos já extintos enquanto vigorar o decreto Fazer novas contratações de fornecimento de materiais Realizar processos licitatórios para a aquisição de serviços e produtos no âmbito da Secretaria Estadual de Saúde Contratar temporariamente servidores para garantir a gestão dos hospitais regionais Remanejar recurso de outros setores para a saúde Ter prioridade na obtenção de verbas de fontes orçamentárias e extraorçamentárias, inclusive os decorrentes de doações e de ressarcimentos ao erário Calamidade financeira Duas semanas depois de assumir o cargo, o governador decretou estado de calamidade financeira. À época, ele afirmou que a medida seria necessária por causa de dívidas deixadas pela administração anterior, estimadas em R$ 4 bilhões, e despesas acima da arrecadação prevista para este ano. A estimativa de déficit seria de R$ 1,7 bilhão. A intenção, segundo o governo, seria equilibrar as contas do estado, que deve aos fornecedores, prestadores de serviços, o que afeta, principalmente as áreas de segurança. Além disso, não tem pago o salário dos servidores em dia. Com o decreto, o Poder Executivo pode adotar medidas para a redução de despesas em todas as áreas - o foco está na parte de folha de pagamento de pessoal.

Bolsonaro se reúne com seis presidentes sul-americanos

access_time22/03/2019 07:15

O presidente Jair Bolsonaro cumpre nesta sexta-feira (22), em Santiago, no Chile, mais uma agenda internacional. Ele se reúne, no final da manhã, com presidentes de seis países na Cúpula Presidencial de Integração Sul-Americana. Além do líder brasileiro, participam do encontro os presidentes da Argentina, do Peru, da Colômbia, do Paraguai, Equador e Chile, informou o Palácio do Planalto. O destaque do encontro será o lançamento do Prosul, nova comunidade de países latino-americanos que deverá substituir a União das Nações Sul-Americanas (Unasul). O Prosul será formado por 12 países: Argentina, Brasil, Chile, Colômbia, Equador, Paraguai, Peru, Uruguai, Costa Rica, Nicarágua, Panamá e República Dominicana.  Ontem (21), ao desembarcar na capital chilena, Bolsonaro destacou a criação do novo grupo de países e enfatizou compromissos com democracia e liberdade no subcontinente.  "É uma satisfação visitar o Chile, tenho profundo respeito pelo povo chileno, pelo presidente Piñera. Trataremos de assuntos de interesse dos nossos países, esse é o grande objetivo da nossa viagem, além de, com toda certeza, selarmos aqui o fim da Unasul. A América Latina toda deve se unir em cima do termo democracia, liberdade e prosperidade", afirmou.   O encontro de líderes sul-americanos prevê uma declaração conjunta à imprensa no início da tarde, seguida de almoço oferecido aos chefes de Estado pelo presidente anfitrião, Sebastian Piñera. Bolsonaro deverá conceder entrevista exclusiva a um veículo de imprensa do Chile.  Integram a comitiva os ministros Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Wagner Rosário (Controladoria-Geral da União), Ernesto Araújo (Relações Exteriores), além dos deputados federais Eduardo Bolsonaro (PSL-SP) e Hélio Lopes (PSL-RJ).  Neste sábado (23), Bolsonaro participa de um café da manhã com cerca de 20 empresários, a convite da Sociedade de Fomento Fabril do Chile (Sofofa), uma das principais associações empresariais do país. Na sequência, ele se reúne, em encontro bilateral, com o líder chileno Sebástian Piñera, no Palácio La Moneda. Antes do encontro, deposita flores no monumento em homenagem ao libertador chileno, o general Bernardo O'Higgins. Após almoço da comitiva brasileira com o presidente Piñera, Bolsonaro e comitiva embarcam de volta ao Brasil.

Milhares de pessoas aguardam em fila para fazer cadastramento biométrico em MT; prazo é prorrogado por um mês

access_time20/03/2019 08:58

Milhares de eleitores passaram o dia em uma fila para realizar o cadastramento bionétrico em Sorriso, a 420 km de Cuiabá. Conforme o juiz eleitoral Anderson Candioto, o prazo foi estendido por mais um mês, até o dia 29 de abril, para que todos consigam fazer o cadastramento. Dos cerca de 50 mil eleitores de Sorriso, 20 mil ainda não fizeram o procedimento e podem ter os títulos cancelados, além do pagamento de multa. Conforme o magistrado, a capacidade de atendimento no cartório eleitoral da cidade é de 600 pessoas por dia. “Para que todos tenham a chance de fazer o cadastramento e não sofrer as consequências, como cancelamento do título eleitoral, pagamento de multa, restrição no CPF e no benefício previdenciário, o cadastramento vai ser feito até o dia 29 de abril. Até o dia 29 de março, o cartório eleitoral vai atender das 7h às 19h e o Ganha Tempo das 7h às 13h. Depois do dia 29 de março, os atendimentos serão realizados somente na parte da manha”, explica o juiz. As senhas são distribuídas no período da manhã.