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A Secretaria Municipal de Saúde de Peixoto de Azevedo Informa e convida a população para a prática d

SAÚDE

Infecção por covid-19 dá alguma imunidade, mostra estudo

access_time15/01/2021 07:28

Pessoas que tiveram covid-19 têm alta probabilidade de obter imunidade por pelo menos cinco meses, mas há evidências de que aquelas que têm anticorpos ainda podem ser capazes de transportar e disseminar o vírus, revelou um estudo de profissionais de saúde britânicos. Conclusões preliminares de cientistas da Public Health England (PHE) mostraram que reinfecções em pessoas que têm anticorpos para covid-19 de uma infecção anterior são raras - com apenas 44 casos encontrados entre 6.614 pessoas previamente infectadas.  Mas os especialistas alertaram que as descobertas significam que as pessoas que contraíram a doença na primeira onda da pandemia, nos primeiros meses de 2020, podem agora estar vulneráveis a contraí-la novamente. Eles também advertiram que as pessoas com a chamada imunidade natural - adquirida por terem contraído a infecção - ainda podem ser capazes de transportar o novo coronavírus em seu nariz e garganta e transmiti-lo. “Agora sabemos que a maioria das pessoas que teve o vírus e desenvolveu anticorpos está protegida contra a reinfecção, mas isso não é total e ainda não sabemos quanto tempo dura a proteção”, disse Susan Hopkins, consultora médica sênior da PHE e uma das coordenadoras do estudo, cujas conclusões foram publicadas nesta quinta-feira (14). “Isso significa que mesmo se você acreditar que já teve a doença e está protegido, pode ter certeza de que é altamente improvável que desenvolva infecções graves. Mas ainda existe o risco de você adquirir uma infecção e transmiti-la a outras pessoas." Especialistas que não estiveram diretamente envolvidos na pesquisa pediram que as pessoas observassem suas principais conclusões. "Esses dados reforçam a mensagem de que, por ora, todos são uma fonte potencial de infecção para os outros e devem se comportar de acordo", disse Eleanor Riley, professora de imunologia e doenças infecciosas da Universidade de Edimburgo.

Avião que vai buscar vacinas na Índia decola hoje do Recife

access_time15/01/2021 07:26

Decola hoje (15) do Recife em direção a Mumbai, na Índia, o avião da companhia aérea Azul que vai buscar os 2 milhões de doses da vacina contra a covid-19 importadas do país asiático. A previsão é que a aeronave decole às 23h e chegue amanhã (16) à Índia. Inicialmente o voo estava previsto para decolar na noite de ontem (14), também às 23h, mas a viagem foi reprogramada em razão de questões logísticas internacionais. O voo com destino ao Recife partiu na tarde de ontem, por volta das 15h30, do Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP). A Azul comentou a alteração na viagem e disse que, após chegar à capital pernambucana, a tripulação pernoitaria na cidade, prosseguindo o voo nesta sexta-feira. A volta da aeronave ao Brasil estava marcada para sábado(16), aterrissando no Aeroporto do Galeão, no Rio de Janeiro. Mas, com a alteração no voo, ainda não há informações sobre o retorno do avião. "A data de retorno ao Brasil, com a carga de vacinas estimada em 15 toneladas, ainda está sendo avaliada de acordo com o andamento dos trâmites da operação de logística feita pelo governo federal em parceria com a Azul", disse o Ministério da Saúde, ontem, em nota. Ao chegar, a vacina ainda precisa aguardar o aval da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa). A agência se reúne no domingo (17) para analisar o pedido de uso emergencial apresentado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), parceira da AstraZeneca e da Universidade de Oxford no Brasil. De acordo com o ministério, a vacina será distribuída aos estados em até cinco dias após o aval da Anvisa para, assim, dar início à imunização em todo o país, de forma simultânea e gratuita. A segurança no transporte das doses pelo Brasil será realizada pelas Forças Armadas, em ação conjunta com o Ministério da Defesa. Aeronave O avião que parte em direção à Índia é um Airbus A330neo, maior aeronave da frota da Azul, e estará equipado com contêineres específicos para garantir o controle de temperatura das doses, de acordo com as recomendações do fabricante. O avião percorrerá cerca de 15 mil quilômetros até o destino final. O ministério informou que, além do apoio da Azul, conta com a Associação Brasileira de Empresas Aéreas por meio das companhias aéreas Gol, Latam e Voepass, para a logística de transporte gratuito da vacina.

Variante do coronavírus encontrada no Japão tem origem no Amazonas

access_time13/01/2021 08:18

Trabalhos de sequenciamento genético do novo coronavírus conduzidos pela Fiocruz Amazônia indicam que a nova linhagem do Sars-CoV-2 identificada em japoneses que estiveram no Amazonas, é inédita, tem origem no estado e pode ser mais infecciosa do que as demais linhagens que circulam no Brasil. As informações foram divulgadas pelo UOL. Em entrevista ao portal, o pesquisador da instituição Felipe Naveca afirmou que a variante, identificada como B.1.1.28, sofreu uma série de mutações na chamada proteína spike, responsável pela infecção do patógeno nas células humanas. De acordo com Naveca, as alterações identificadas no Japão foram comparadas com sequenciamentos de variantes identificadas no Amazonas entre abril e dezembro. A B.1.1.28 é a mais recorrente nesse período, identificada em 47% das amostras, mas há mudanças expressivas. O pesquisador afirma que há semelhanças com as variantes identificadas no Reino Unido e na África do Sul, mas sublinha que as mutações trazem indícios de que se trata de uma variação brasileira. O pesquisador da Fiocruz Amazônia relatou ainda que uma pesquisa independente conduzida pela parceria entre a Universidade de São Paulo (USP) e a Universidade de Oxford (Reino Unido) chegou às mesmas conclusões "simultaneamente". A definição em torno de uma nova variante brasileira, no entanto, depende de curadoria internacional e de estudos mais aprofundados, ainda segundo Naveca. O Amazonas enfrenta uma alta no número de casos e óbitos pela Covid-19. O número de inernações no início de janeiro, por exemplo, já superou o total de hospitalizações registradas durante todo o mês de dezembro do ano passado, quando 1.371 pessoas foram internadas com a doença. Segundo o consórcio de veículos de imprensa formado por O GLOBO, Extra, G1, UOL, Estado de S. Paulo e Folha de S. Paulo, o estado soma 216.112 infectados e 5.756 vítimas fatais. Na entrevista ao UOL, Naveca afirma que é cedo para concluir se o novo surto amazonense guarda relação com a B1.1.28, uma vez que o estado pode estar sofrendo os reflexos dos protestos de dezembro contra o fechamento do comércio e das aglomerações em festas de fim de ano.

Anvisa se reúne domingo para definir autorização emergencial de vacina

access_time13/01/2021 08:03

A Diretoria Colegiada da Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) deve se reunir no próximo domingo (17) para discutir os pedidos de autorização para uso emergencial de vacinas contra a covid-19 e bater o martelo sobre as solicitações. Segundo comunicado oficial da Anvisa, a data é o penúltimo dos 10 dias estipulados como limite para este tipo de exame pela agência reguladora. O Instituto Butantan, em parceria com a farmacêutica chinesa Sinovac, e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz), parceira do consórcio Astrazeneca/Oxford, entraram com requerimentos de autorização em caráter emergencial para suas respectivas vacinas. Na primeira etapa da análise, verificou-se se a documentação e as informações essenciais estavam nos materiais apresentados pelos centros de pesquisa. Após essa triagem, os técnicos da Anvisa passaram a examinar os relatórios enviados e os dados constantes nos requerimentos submetidos. Para que o exame seja finalizado, as duas instituições solicitantes precisam enviar o conjunto da documentação à agência reguladora. Caso haja atraso no encaminhamento ou complementação, a tomada de decisão pode ser adiada. Conforme a última atualização, do início da noite desta terça-feira (12), 33,7% da documentação entregue pelo Butantan estava pendente de complementação; 5,4% ainda não haviam sido apresentados; 40,17% foram concluídos e 20,13% estão em análise. Entre os pontos que precisam de material adicional está o desfecho da análise de eficácia do estudo clínico da fase 3 (a última etapa) e testes de pureza, identidade e potência da vacina, além de dados de segurança e eficácia em subgrupos de pacientes por status de infecção. Hoje o Instituto divulgou informações adicionais sobre a eficácia da vacina. Já no caso da vacina da Astrazeneca/Oxford/Fiocruz, 14,4% do material repassado à Anvisa precisa ser complementado; 32,39% foram concluídos e 53,17% estão em análise. Entre os pontos que necessitam de mais informações está o processo de fabricação, incluindo atributos críticos de qualidade.

Boletim Epidemiológico 213: COVID 19 de Peixoto de Azevedo em 11 de janeiro

access_time11/01/2021 20:09

A Secretaria Municipal de Saúde divulgou o boletim epidemiológico da COVID 19 no início da noite desta segunda-feira, 11 de janeiro, onde estão relacionados os números de casos positivos em Peixoto de Azevedo e Distrito União do norte. Peixoto de Azevedo possui no seu quadro de pacientes infectados pelo coronavírus um total de 1611, dos quais 1506 estão recuperados, o número de pacientes em isolamento domiciliar é de 54, o número de internados é de 05 e são até então 46 óbitos. A secretaria divulga também que já foram descartados 2192 exames que não deram positivo para coronavírus e 62 amostras estão em análise laboratorial no LACEN – MT. O secretário interino de saúde Thiago informou que a equipe de saúde está trabalhando incansavelmente para diminuir números de contaminados no município, se for necessário haverá também a edição para novo decreto com novas regras, para tentar diminuir o avanço do coronavírus em nosso município.

Testagem para Covid-19 em MT é 5 vezes maior que média nacional, diz governo

access_time08/01/2021 06:27

Em Mato Grosso, são realizados 4.454 testes moleculares (RT-PCR) para cada 100 mil habitantes segundo a Secretaria Estadual de Saúde (SES). Conforme o governo, o número é mais que o quíntuplo da média nacional, que é de 870 testes por 100 mil habitantes –, conforme apontam dados disponibilizados no Painel da Covid-19. Os números mostram um acréscimo de aproximadamente 411% em relação à média nacional. Desde que passou a realizar testes de coronavírus, no dia 19 de março de 2020, o Laboratório Central do Estado (Lacen) já avaliou um total de 152.828 amostras do RT-PCR. Há cerca de um mês, o Laboratório atingiu a média de 3.776 testes aplicados para cada 100 mil habitantes. Contudo, nesta semana, foi superada a marca dos 4 mil testes. Testes rápidos Além de promover a testagem do coronavírus via teste RT-PCR, o governo implementou, por meio da SES, o Centro de Triagem da Covid-19 na Arena Pantanal. Em mais de cinco meses de funcionamento, o Centro já realizou mais de 85 mil atendimentos e testes rápidos. Entre os dias 22 de julho e 28 de dezembro, 13.703 pessoas testaram positivo para coronavírus, 46.438 obtiveram o resultado negativo e 25.514 casos foram considerados suspeitos da Covid-19. O governo ainda distribuiu 631,1 mil testes rápidos aos 141 municípios de Mato Grosso com o objetivo de auxiliar as prefeituras na ampliação do rastreamento dos casos confirmados da Covid-19.

Covid-19: Brasil chega a 200 mil mortes

access_time08/01/2021 06:07

O Brasil bateu a marca de 200 mil mortes em razão da pandemia do novo coronavírus. A atualização do Ministério da Saúde divulgada na noite desta quinta-feira (7) informa um total de 200.498 mortes em decorrência de covid-19. Até ontem, o sistema de dados sobre a pandemia marcava 198.974 óbitos. Ainda há 664.244 pessoas infectadas em acompanhamento. Outras 7.096.931 pessoas - 89,1% do total - já se recuperaram da doença. Nas últimas 24 horas foram registrados 1.524 novos óbitos. Foi o 2º dia com mais mortes notificadas durante todo o período de pandemia, perdendo apenas para 29 de julho, quando foram confirmadas 1.595 novas vítimas. Ainda há 2.543 óbitos sob investigação. O total de casos acumulados se aproxima de 8 milhões. Conforme o balanço do Ministério da Saúde, o Brasil chegou a 7.961.673 pessoas infectadas desde o início da emergência sanitária. O número de casos acumulados ontem estava em 7.873.830. Entre ontem e hoje, foram confirmados 87.843 novos diagnósticos positivos, o maior número em toda a pandemia. O dia com mais casos acrescidos às estatísticas havia sido 16 de dezembro de 2020, com 70.574. Na lista de estados com mais mortes, o topo é ocupado por São Paulo (47.768), Rio de Janeiro (26.292), Minas Gerais (12.366), Ceará (10.096) e Pernambuco (9.763). As Unidades da Federação com menos óbitos são Roraima (793), Acre (821), Amapá (956), Tocantins (1.257) e Rondônia (1.890). Repercussão O Ministério da Saúde divulgou nota em que se solidariza com as “famílias que perderam entes queridos”. No comunicado, a pasta diz que está “trabalhando incansavelmente para para garantir vacinas seguras e eficazes à população” e destaca o papel dos profissionais de saúde no combate à pandemia. “É importante ressaltar que é a força de cada um dos profissionais de saúde - como médicos, enfermeiros, cuidadores, técnicos e demais profissionais - que fazem o Sistema Único de Saúde (SUS) funcionar”, destaca o Ministério. O Conselho Nacional de Secretários de Saúde (Conass) classificou o fato como "triste marca”. De acordo com os secretários, o Sistema Único de Saúde mostrou o quanto é necessário para a população. Mas a entidade alerta que há vários desafios pela frente. “Precisamos estar atentos a todas as providências para aquisição de insumos essenciais ao sucesso da iniciativa, com seringas e agulhas. Neste momento, há um estoque suficiente para atender as demandas da primeira fase da iniciativa. É essencial, porém, que uma compra nacional, pelo Ministério da Saúde, seja realizada em quantidades que garantam a vacinação contra covid-19 e a reposição de estoques que necessitaram ser remanejados”, pontua a nota do Conass. Ontem, em pronunciamento de rádio e TV, Pazuello afirmou que o governo garantiu a disponibilidade de 354 milhões de doses de vacinas, de três laboratórios, para imunização da população brasileira em 2021. Além disso, o ministro afirmou que estão disponíveis atualmente cerca de 60 milhões de seringas e agulhas para iniciar a vacinação da população ainda neste mês de janeiro”, disse o ministro. “Temos, também, a garantia da Organização Pan-Americana de Saúde [Opas] de que receberemos mais 8 milhões de seringas e agulhas em fevereiro, além de outras 30 milhões já requisitadas à Abimo [Associação Brasileira da Indústria de Artigos e Equipamentos Médicos e Odontológicos], a associação dos produtores de seringas.”  O Conselho Nacional de Saúde (CNS), colegiado que reúne governos, gestores, profissionais e associações de pacientes, divulgou hoje nas redes sociais que a entidade lamenta o sofrimento de brasileiros e brasileiras. “Nossas entidades manifestam o seu mais profundo pesar pelas vidas perdidas, muitas das quais evitáveis e resultado da inação e da irresponsabilidade dos mandatários da nação para o enfrentamento da pandemia. Sentimo-nos entristecidos pelo sofrimento incalculável dos milhões de brasileiras e brasileiros infectados e mortos pela covid-19 e de seus familiares.”

OMS: 15 países no mundo ainda não registraram casos de covid-19

access_time06/01/2021 16:48

A maioria dos países tem lutado nos últimos meses contra a pandemia da covid-19 e muitos enfrentam já uma terceira onda. No entanto, em certas partes do mundo, o coronavírus ainda não chegou. A maior parte destes países é constituída por ilhas remotas que se beneficiam da fronteira única com o oceano. Apesar de estarem livres da doença, não foram poupados dos impactos econômicos da pandemia. O uso de máscara, o distanciamento físico, as ordens de recolher são medidas familiares para grande parte das pessoas em todo o mundo. Porém, em alguns países, ainda não foi necessário impor este tipo de medidas. Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), são 15 os países que não registraram nenhum caso de covid-19 até agora. A maioria dos países livres do vírus SARS-CoV-2 são ilhas remotas, sendo o Pacífico a região que aglomera o maior número destas nações insulares. Alguns deles são os países menos populosos do mundo. Tonga, Kiribati, Samoa, Micronésia, Tuvalu, Naurau, Niue, Ilhas Cook e Palau estão entre os 15 países sem nenhum caso ou morte por covid-19. Por serem remotos e raramente visitados, não chegaram lá casos importados de infeção e, consequentemente, também não houve contágio local. Turismo Esses países, no entanto, têm no turismo uma grande parcela da receita econômica e, em um momento em que as fronteiras foram fechadas, suas economias, por si só já frágeis, sofreram uma grande quebra e o desemprego disparou. Nas ilhas Cook, por exemplo, o turismo tem um peso estimado em mais de dois terços do Produto Interno Bruto (PIB). Por isso, quando o país fechou as fronteiras a turistas em meados de março, o impacto na economia foi sentido rapidamente e de forma acentuada. “No momento em que fechamos as nossas fronteiras, isso afetou os bolsos do nosso povo”, disse o primeiro-ministro Mark Brown, citado por The Guardian. Desde então, a economia tem sido sustentada por um pacote de ajudas do governo local que mantém os trabalhadores em seus empregos e uma fração da atividade comercial em funcionamento. Do outro lado do Pacífico, manter as fronteiras fechadas também foi a medida imposta para manter o vírus fora do alcance. Tonga suspendeu quase todas as entradas e saídas do país e escapou do vírus, assim como Kiribati, Niue, Nauru e Tuvalu. Nos países que já são isolados por natureza, ficar fora do radar da pandemia foi uma tarefa relativamente fácil. O arquipélago de Toquelau (sob a administração da Nova Zelândia) e as Ilhas Pitcairn (território britânico) são das únicas regiões no mundo sem pista de pouso para aeronaves. Em março, Tonga impediu navios de cruzeiro de atracar em seu território e fechou o aeroporto local. O país chegou até a fazer confinamento, embora não tivesse nenhum caso confirmado. “Acho que o governo fez um bom trabalho ao manter a covid-19 longe de Tonga, mas teve um grande impacto nos negócios comerciais, principalmente no setor do turismo e alojamento. É muito, muito ruim”, lamentou Paula Taumoepeau, presidente do setor do Comércio e Indústria de Tonga. “Nenhuma das empresas escapou”, acrescentou Taumoepeau à U.S. News. Nas ilhas Fiji, que registaram um total de 49 casos e duas mortes até ao momento, a economia sofreu uma queda de 20% em 2020 e milhares abandonaram o emprego no setor do turismo. Para além das Fiji, outras nações do Pacífico, com sistemas de saúde frágeis, não foram poupadas da pandemia. Vanuatu e as Ilhas Marshall registaram os primeiros casos por parte de turistas, apesar de contarem até ao momento com apenas um e quatro casos de infeção, respectivamente. Papua-Nova Guiné regista 799 casos e nove mortes, enquanto a Polinésia Francesa foi particularmente afetada pela covid-19, com mais de 17.088 casos e 121 óbitos registados. Para além destes países do Pacífico, existem outros que até ao momento não reportaram qualquer caso da doença. São eles a Coreia do Norte, o Turquemenistão, Santa Helena e Samoa Americana.

Segunda-feira (28): Mato Grosso registra 177.293 casos e 4.468 óbitos por Covid-19

access_time29/12/2020 08:07

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta segunda-feira (28.12), 177.293 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 4.468 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado. Foram notificadas 748 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 177.293 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 4.793 estão em isolamento domiciliar e 167.368 estão recuperados. Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 195 internações em UTIs públicas e 194 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está em 48,39% para UTIs adulto e em 22% para enfermarias adulto. Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (40.040), Rondonópolis (12.830), Várzea Grande (12.418), Sinop (9.721), Sorriso (7.825), Tangará da Serra (7.404), Lucas do Rio Verde (7.401), Primavera do Leste (5.688), Cáceres (3.869) e Nova Mutum (3.680). A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link. O documento ainda aponta que um total de 141.731 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 461 amostras em análise laboratorial. Cenário nacional No último domingo (27.12), o Governo Federal confirmou o total de 7.484.285 casos da Covid-19 no Brasil e 191.139 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país contabilizava 7.465.806 casos da Covid-19 no Brasil e 190.795 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus. Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados de segunda-feira (28.12). Recomendações Atualmente, não existe vacina para prevenir a infecção pelo novo coronavírus. A melhor maneira de prevenir a infecção é evitar ser exposto ao vírus. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca da Covid-19. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde. O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo vírus. Entre as medidas estão: - Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool; - Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas; - Evitar contato próximo com pessoas doentes; - Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo; - Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.

Todos os municípios de Mato Grosso estão com risco baixo de contaminação da Covid-19

access_time29/12/2020 08:04

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) divulgou nesta segunda-feira (28.12) o Boletim Informativo nº 295 com o panorama da situação epidemiológica da Covid-19 em Mato Grosso. Nesta edição do Boletim, os 141 municípios do Estado configuram na classificação de risco baixo de infecção pelo coronavírus, conforme mostra documento a partir da página 12. Esse status já se mantém por 56 dias. Em 02 de novembro, Ribeirãozinho foi a última cidade classificada com risco "moderado”. Desde então, nenhuma cidade de Mato Grosso foi classificada com risco muito alto, representado pela cor vermelha e que indica alerta máximo de contaminação, ou amarela, que indica alerta moderado. O sistema de classificação que aponta o nível de risco é definido por cores: muito alto (vermelho), alto (laranja), moderado (amarelo) e baixo (verde). De acordo com a definição dos riscos é necessária a adoção de medidas restritivas para o controle da propagação do coronavírus nas cidades. Os indicadores de classificação de risco são atualizados duas vezes por semana, às segundas e quintas-feiras, e os resultados são divulgados nos Boletins Informativos da SES. Recomendações e cuidados - Evitar contato próximo com pessoas que sofrem de infecções respiratórias agudas; - Usar máscara quando sair de casa; - Evitar aglomerações; - Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool; - Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas; - Evitar contato próximo com pessoas doentes. Ficar em casa quando estiver doente; - Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo; - Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência.