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Arthur Aguiar é o campeão do 'BBB22', com 68,96% dos votos

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Arthur Aguiar é o campeão do "Big Brother Brasil 22". O ator foi anunciado o vencedor com com 68,96%

Empresário e mulher morrem em acidente de ultraleve após asa bater em árvore

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Um empresário e uma mulher morreram no sábado (10) em uma queda de ultraleve em Castanheira (MT). De

SAÚDE

Cientistas descobrem método que impede totalmente a infecção pelo coronavírus

access_time10/05/2022 12:30

Um grupo de cientistas belgas conseguiu isolar um tipo de açúcar presente nas células humanas e que o vírus da Covid-19 utiliza para infectar o paciente, de forma a evitar que esse agente patogênico infecte humanos, segundo uma publicação na revista científica Nature Communications. Desde 2020, sabe-se que o Sars-CoV-2 interage com a proteína spike antes de chegar ao receptor ACE2, no qual de fato ocorre a infecção, mas esse grupo de cientistas das universidades de Leuven e Namur conseguiu bloquear os contatos entre a proteína e o vírus. Quando o vírus se aproxima de uma célula, ele começa a criar uma série de ligações que permitem que se agarre a ela, enquanto procura uma maneira de alcançar o receptor ACE2. “O vírus não atinge imediatamente no receptor ACE2, ele precisa primeiro explorar a superfície de nossas células para encontrar o bloqueio”, explicou o pesquisador David Alsteens em declaração ao jornal belga Le Soir. No entanto, graças a uma série de açúcares 9-O-acetilados, os cientistas conseguiram adicionar uma segunda barreira que impede o vírus de acessar o bloqueio que dá lugar ao receptor ACE2 desejado e, portanto, evita a infecção. Sem a possibilidade de infectar a célula, o vírus morre, no máximo, em um período de algumas horas, sem ter conseguido infectar nenhuma célula nem se reproduzir dentro do corpo humano, o que tornaria essa droga um sistema muito mais eficaz que as vacinas, que previnem os casos mais graves, mas não previnem a infecção. Essa descoberta abre as portas para a criação de antivirais que facilitam a erradicação completa do vírus. Por enquanto, sua aplicação começa a ser estudada em camundongos e, dependendo dos resultados, poderá ser testada em humanos. Alsteens, muito satisfeito com as perspectivas futuras da descoberta, salientou em declarações ao jornal que ela pode ser especialmente importante “para proteger contra todas as variantes futuras e para que se encontrem aplicações com outros tipos de vírus”.

Confirmado caso de raiva transmitido por morcego em Lucas do Rio Verde e secretaria faz alerta

access_time09/05/2022 17:55

O caso de raiva em um morcego encontrado, em uma residência no bairro Pioneiro, foi informado hoje com a constatação feita pela secretaria municipal de Saúde, por meio da Vigilância Sanitária, emitiu um alerta epidemiológico. A análise do exame foi feita pelo Laboratório de Apoio à Saúde Animal, do Instituto de Defesa Agropecuária (Indea-MT), relatada para a rede estadual de saúde e entidades de saúde animal. Morcegos são animais com hábitos noturnos, entretanto. Neste caso no bairro Pioneiro, foi encontrado durante o dia, tentando morder um animal doméstico. Outro morcego encontrado morto foi enviado para análise laboratorial. “A raiva humana é uma das infecções mais antigas e temidas, é transmitida ao homem quando a saliva do animal infectado entra em contato com a pele lesionada ou mucosa, por meio de mordida, arranhão ou lambedura do animal. Orientamos que, em caso de possível exposição ao vírus da raiva e/ou contato com o animal, deve-se lavar imediatamente o local com água e sabão e procurar uma unidade de saúde para atendimento, se necessário, aplicação de vacina ou soro antirrábico”, explica, através da assessoria, a supervisora da Vigilância em Saúde, Claudia Engelmann. Com a confirmação do caso, a secretaria alertou, esta tarde, sobre os cuidados que precisam ser tomados. Cães e gatos devem estar vacinados contra a raiva. Se algum morcego entrar em residência é recomendado não tocar no animal e a Vigilância Sanitária deve ser comunicada. Em Lucas do Rio Verde, não havia registros de raiva em morcego, tendo sido diagnosticado apenas um caso positivo de raiva em bovino desde 2019. Conforme Só Notícias já informou, a UFMT Sinop está desenvolvendo projeto de pesquisa identificando a quantidade de morcegos e circulação de vírus no Estado.

Cepa do vírus da dengue mais contagiosa e inédita no Brasil é detectada em GO

access_time06/05/2022 11:50

Uma cepa do vírus da dengue nunca identificada no Brasil foi detectada pela primeira vez em Aparecida de Goiânia, em Goiás. Para os cientistas, a chegada dessa variação preocupa, porque existe a possibilidade de ela se disseminar de forma mais eficiente do que a linhagem que atualmente circula no país. A descoberta é de pesquisadores da Fiocruz (Instituto Oswaldo Cruz), em parceria com o Laboratório Central de Saúde Pública de Goiás, e foi divulgada nesta quinta-feira (5). “Ainda não sabemos como será a proliferação do genótipo cosmopolita no Brasil. Mundialmente, ele é muito mais distribuído e causa mais casos do que o genótipo asiático-americano, que circula no Brasil há anos. O quadro global indica que a linhagem cosmopolita tem capacidade de se espalhar facilmente”, afirma o coordenador do estudo, Luiz Carlos Júnior Alcantara, pesquisador da Fiocruz. A descoberta do genótipo do sorotipo 2 do vírus ocorreu em fevereiro deste ano, a partir de uma amostra de um caso de dengue de novembro de 2021. A linhagem é bem disseminada no mundo e está presente na Ásia, no Oriente Médio e na África, mas nunca havia sido encontrada no território brasileiro. Esse, aliás, é apenas o segundo registro oficial nas Américas, após um surto no Peru, em 2019. Aumento nos casos de dengue O avanço da dengue em Goiás fez o estado chegar à segunda posição em número de mortes pela doença em 2022. Segundo o último boletim epidemiológico do Ministério da Saúde, a cada 100 mil moradores de Goiás, 1.300 têm ou tiveram dengue neste ano.  No entanto, a possibilidade de associação entre a cepa e o aumento de casos de dengue no estado é, até o momento, descartada pelos cientistas com base no sequenciamento genético de amostras realizado no estado. Ao todo, cerca de 60 genomas foram decodificados pelos pesquisadores nas duas primeiras semanas de fevereiro. Essas amostras foram selecionadas de forma aleatória entre as amostras de casos de dengue confirmados pelo Laboratório Central de Saúde Pública nos meses anteriores. Segundo a pesquisa, aproximadamente metade pertencia ao sorotipo 1 e a outra metade ao sorotipo 2. Entre as amostras do sorotipo 2, apenas uma era do genótipo cosmopolita e todas as demais apresentavam o genótipo asiático-americano, atualmente circulante no Brasil. “Os dados mostram que o surto de dengue em Goiás não é causado pelo genótipo cosmopolita”, declara Alcantara, acrescentando que a dengue tem comportamento cíclico no Brasil, que se relaciona com diversos fatores ligados ao vetor e ao vírus, assim como às condições climáticas e de vida da população. Considerando a rápida identificação do genótipo cosmopolita, os pesquisadores avaliam que é possível agir para conter a sua disseminação. “A detecção precoce permite reforçar as medidas de controle. Esperamos que isso possa ajudar a limitar a propagação dessa linhagem no Brasil e nas Américas, onde já temos um cenário epidemiológico complexo, com múltiplos patógenos em circulação”, avalia a primeira autora do estudo, Marta Giovanetti, pós-doutoranda do Laboratório de Flavivírus do IOC/Fiocruz.

Boletim da Fiocruz aponta aumento de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave em MT

access_time05/05/2022 18:16

Mato Grosso registrou aumento de casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) na população adulta no final do mês de abril se comparado com os meses de fevereiro e março. O estudo foi divulgado pela Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) no boletim ‘InfoGripe’, nesta quinta-feira (5). A principal suspeita para esse aumento, segundo os pesquisadores da instituição, é que esse sinal de possível aumento entre adultos esteja associado à Covid-19. Conforme o boletim divulgado pela Secretaria Estadual de Sáude (SES-MT), na segunda-feira (2), o estado registrava no acumulado desde o início da pandemia 734.042 casos confirmados da Covid-19 e 14.899 óbitos em decorrência do coronavírus. Do total de casos confirmados, 149 estavam em isolamento domiciliar. Havia ainda 24 internações em UTIs públicas e 23 em enfermarias públicas. De acordo com a pesquisa da Fiocruz, 14 estados apresentaram sinal de crescimento da doença até a semana 17 deste ano, que corresponde ao período de 24 a 30 de abril. Além de Mato Grosso, aparecem na lista Acre, Alagoas, Amazonas, Amapá, Maranhão, Mato Grosso do Sul, Pará, Paraná, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Rondônia, Roraima e Santa Catarina. Os demais estados apontam sinal de queda ou estabilidade na tendência de longo prazo. Entre fevereiro e março, a maioria dos casos de SRAG eram notificados em crianças, no entanto, o cenário começou a mudar em abril. Segundo a Fiocruz, na população adulta, observa-se sinal indicativo de início de crescimento ao final do mês de abril. Em 20 dos 27 estados observou-se ao menos uma macrorregião de saúde com sinal de crescimento: Acre, Amazonas, Amapá, Pará e Roraima no Norte; Alagoas, Ceará, Maranhão, Piauí e Rio Grande do Norte no Nordeste; Espírito Santo, Minas Gerais, Rio de Janeiro e São Paulo no Sudeste; Goiás, Mato Grosso e Mato Grosso do Sul no Centro-oeste; e Paraná, Rio Grande do Sul e Santa Catarina no Sul. No recorte das capitais, Cuiabá também está entre as cidades com sinal de crescimento da Síndrome. Conforme o levantamento, das 27 capitais, uma integra macrorregião de saúde em nível pré-epidêmico (Palmas), quatro estão em macros em nível epidêmico (Natal, Porto Velho, São Luís e Teresina), 20 estão em macros em nível alto (Aracaju, Belém, Belo Horizonte, Boa Vista, Campo Grande, Cuiabá, Curitiba, Fortaleza, Goiânia, João Pessoa, Macapá, Maceió, Manaus, Porto Alegre, Recife, Rio Branco, Rio de Janeiro, Salvador, São Paulo e Vitória), duas em nível muito alto (Brasília e Florianópolis), e nenhuma em nível extremamente alto.

Casos de dengue aumentam 112% em um ano em MT

access_time02/05/2022 09:58

Os casos de dengue aumentaram 112% em um ano em Mato Grosso. De acordo com a Secretaria Estadual de Saúde (SES), de 1° de janeiro até o dia 23 de abril, foram registrados 15.754 casos de dengue no estado e, no ano passado, no mesmo período, foram 7.431 casos. O risco no estado é considerado alto. O informe epidemiológico foi divulgado no dia 27 de abril pela SES. De acordo com o boletim, o município que mais registrou casos de dengue foi Sinop, a 503 km de Cuiabá. Foram registrados 1.570 casos de dengue neste ano. No ano passado foram 421, ou seja, 272% casos a mais do que 2021. O risco no município é considerado alto. O segundo lugar no ranking foi Tangará da Serra, a 142 km de Cuiabá, com 431 casos de dengue. No ano passado, foram 59 registros e o município também foi classificado com risco alto da doença, Cuiabá ficou em terceiro lugar com 339 casos do vírus. No ano passado foram 345, ou seja, o número teve uma leve queda e o risco é considerado baixo. Já Várzea Grande, região metropolitana da capital, se manteve com 99 casos registrados nos dois anos. Em Rondonópolis, a 218 km de Cuiabá, os casos aumentaram de 57 para 76 neste ano, porém o risco é considerado baixo. Além da dengue, o estudo também traz casos de chikungunya e zika. Zika e Chikungunya Em relação aos casos de zika em Mato Grosso, o número diminuiu 44%. No ano passado foram 92 casos e neste ano, 51. De acordo com a SES, o município que mais registrou casos do vírus foi Cuiabá com quatro casos e em segunda lugar, Sinop com dois casos. Já os casos de Chikungunya aumentaram 31% no estado. Neste ano foram registrados 114 casos do vírus e no ano passado foram 87. Os municípios de Sinop e Cuiabá foram os primeiros colocados com o mesmo número de casos, seis. Depois, vem Várzea Grande com três registros.

Novo lockdown na China vai acentuar falta de insumos e inflação global

access_time01/05/2022 09:01

Os recentes fechamentos das cidades de Xangai e Pequim para conter uma nova onda de contaminações pela Covid-19 pode agravar a situação adversa enfrentada pela economia nacional e global. Na avaliação de especialistas, a política sanitária de 'Covid zero' adotada pelo governo chinês vai prejudicar novamente a cadeia global de suprimentos, resultar em uma nova falta de insumos para a cadeia produtiva e, consequentemente, elevar ainda mais os preços. Josilmar Cordenonssi, professor de economia do CCSA (Centro de Ciências Sociais e Aplicadas) do Mackenzie, afirma que a manutenção das medidas de isolamento vai ocasionar na piora das condições de logística de bens e produtos intermediários no mundo. “Tudo que a China produz e exporta ou importa vai ficar travado. O tempo de espera dos navios por mercadorias nos portos vai aumentar, elevar o custo de logística e reduzir a oferta de produtos no mundo, fazendo com que os preços aumentem”, explica o professor. Os isolamentos totais já resultaram em revisões das expectativas de crescimento da economia chinesa neste ano para um patamar abaixo de 4%. “Xangai é um grande porto, e o lockdown vai trazer um grande impacto para o PIB local. [...] Como a China tem uma participação muito grande no comércio mundial, vai afetar o resto do mundo, lamenta Cordenonssi. Patrícia Krause, economista-chefe da Cofase, ressalta que a cidade de Xangai representa cerca de 27% das exportações chinesas, o que vai trazer gargalos na cadeira de suprimentos em ritmo de melhora. “A dificuldade de conseguir bens eleva o custo do transporte e acaba causando uma nova pressão para a inflação mundial”, analisa ela. A falta de peças e chips para a cadeia produtiva citada pelos economistas é a mesma que ainda aflige parte das indústrias. No Brasil, o segmento automotivo foi um dos mais afetados pela Covid-19. A Anfavea (Associação Nacional dos Fabricantes de Veículos Automotores), por exemplo, ainda cita a escassez de matérias-primas como um dos entraves para a produção nacional. “As empresas tentam cumprir seus planejamentos, apesar de toda falta de componentes e semicondutores. As áreas de logística estão trabalhando para que a gente consiga produzir”, disse Marco Saltini, vice-presidente da entidade durante última divulgação de resultados do setor.

Engenheiro morre de covid-19 após 2 semanas internado

access_time29/04/2022 11:04

O engenheiro Jhonnathan Keneddy Xavier da Mata, 25, morreu devido às complicações da covid-19 na madrugada desta sexta-feira (29). Ele estava internado há 2 semanas em hospital privado de Cuiabá e não resistiu. Segundo informações de amiga do rapaz, ele ficou hospitalizado em Campo Verde, onde reside, e foi transferido para Cuiabá por conta da gravidade do caso. Curado da covid-19, ele desenvolveu pneumonia pós-covid e teve grande parte do pulmão afetado. Apesar dos esforços para salvar o jovem rapaz, o organismo não resistiu e ele morreu nesta madrugada. Conforme foi apurado, o jovem foi contaminado duas vezes antes de tomar vacina. Depois, tomou duas doses do imunizante e foi contaminado novamente, desta vez sem sintomas. Contudo, após curado ele começou a passar mal e foi descoberto que o pulmão estava muito afetado. A vítima é natural de Nova Brasilândia e sepultamento ocorrerá na cidade. Em rede social, o deputado João Batista lamentou a morte do rapaz. “Lamentamos profundamente o falecimento de Jhonnathan Kennedy Xavier da Mata. Aos 25 anos, o jovem é mais uma vítima de complicações da Covid-19. A todos os familiares e amigos de Campo Verde, Nova Brasilândia e região, os nossos sinceros sentimentos de pesar. Que Deus conforte o coração de todos”, escreveu. Vale destacar que, apesar da redução no número de casos, a pandemia ainda não acabou e é necessário tomas os devidos cuidados. Higiene das mãos, evitar contato e aglomerações é a melhor maneira de se prevenir. Mesmo liberado o uso de máscaras, cabe atenção extra quando for acessar locais fechados.

Anvisa pede recolhimento de chocolates fabricados pela Kinder

access_time28/04/2022 09:31

A Anvisa (Agência Nacional de Vigilância Sanitária) pediu oficialmente o recolhimento dos chocolates da Kinder fabricados na Europa, após o próprio gigante italiano Ferrero reconhecer que doces que fazem parte dos lotes contaminados com Salmonella chegaram ao Brasil. Segundo a empresa, a importação — que diz respeito ao produto Schoko-bons — teria sido feita por terceiros, sem vínculo com a Ferrero. A resolução da agência que determina o recolhimento dos produtos está publicada no Diário Oficial da União desta quinta-feira (28) e também orienta a proibição da comercialização, distribuição e uso dos alimentos, todos fabricados na Bélgica. Os chocolates da fábrica na Bélgica foram alvo de alerta internacional sobre um surto de Salmonella typhimurium. Até o momento, segundo a OMS (Organização Mundial da Saúde), foram relatados 151 casos de contaminação relacionada ao chocolate em ao menos 11 países.  "Caso você tenha adquirido este produto, pedimos que não o consuma e entre em contato com o Serviço de Atendimento ao Consumidor pelo telefone 0800 701 6595 e e-mail sacbrasil@ferrero.com para troca ou reembolso. Todos os demais produtos Kinder distribuídos pela Ferrero do Brasil são seguros para consumo e não são afetados por este recolhimento", informou, em nota, a empresa. Como medida preventiva, a Anvisa recomenda aos consumidores que possuam ou pretendam adquirir chocolates da marca Kinder que verifiquem no rótulo os dados do fabricante do produto. Confira a lista de produtos: Kinder Suprise Maxi 100g Kinder Suprise 1 X 20g Kinder Suprise 1 X 20g 60g Kinder Surprise 4 x 20 g (80 g) Kinder Schokobons branco e/ou cacau 46g 125g E 200g Kinder Schokobons 300 g Kinder Mix Peluche 133 g Kinder Mix Advent Calendar 127g Kinder Mix Eggs Hazelnut 100g Kinder Mini Eggs Mix 250g Kinder Happy Moments 162g Chocolates contaminados O problema foi identificado em uma fábrica na cidade belga de Arlon, que produz cerca de 7% de todos os produtos Kinder distribuídos para mais de 60 países, incluindo os da Europa, Estados Unidos, Argentina, Austrália, Canadá, Nova Zelândia, Cingapura, Hong Kong e México. O foco de contaminação foi uma etapa do processamento de leitelho em um filtro de saída de dois tanques de matéria-prima. O local chegou a ser desinfetado no fim do ano passado, mas voltou a ter testes positivos para salmonela em janeiro deste ano. No último dia 8 de abril, autoridades da Bélgica determinaram o fechamento por tempo indeterminado da fábrica de Arlon. Em nota, a Ferrero pediu "sinceras desculpas" pelos casos de contaminação.  Anvisa pede apreensão de lotes de leite em pó contaminados O tipo detectado na fábrica foi a Salmonella typhimurium, que costuma causar vômito, cólicas, diarreia e febre acima de 39°C, podendo provocar bacteremia, quadro que se estende por mais de uma semana, com dor de cabeça, mal-estar e calafrios, mas sem diarreia. Em alguns casos, especialmente em crianças, idosos, gestantes ou pessoas com sistema imunológico comprometido, essa infecção pode ser letal. O tratamento é feito com suporte, como líquidos por via venosa e medicamentos antitérmicos e analgésicos, além de antibióticos.

Covid mata uma pessoa e infecta mais de 260 em 24 horas

access_time27/04/2022 09:15

Morte de uma pessoa e 268 novos contágios pela covid-19 foram registrados em Mato Grosso nas últimas 24 horas. Os dados foram divulgados pela Secretaria de Estado de Saúde (SES) na tarde desta terça-feira (26). Conforme a atualização, o estado passou a contabilizar 732.928 contágios pela doença, dos quais em 717.348 casos as pessoas que foram infectadas conseguiram se recuperar. Contudo, 14.892 não resistiram e morreram. Atualmente, a taxa de ocupação de Unidades de Terapia Intensiva é de 19,32%, enquanto o mesmo índice em relação aos leitos de enfermarias é de 4%. Dentre os dez municípios com maior número de casos de covid-19 estão: Cuiabá (131.462), Várzea Grande (52.829), Rondonópolis (44.235), Sinop (33.781), Tangará da Serra (23.254), Sorriso (22.999), Lucas do Rio Verde (22.648), Primavera do Leste (21.804), Cáceres (16.793) e Alta Floresta (15.621). Até segunda-feira (25), o governo federal confirmou o total de 30.355.919 casos da covid-19 no Brasil e 662.722 óbitos oriundos da doença.

Expectativa de vacina contra dengue é para daqui 2 anos

access_time24/04/2022 08:12

Após 100 anos de tentativas, o mundo pode, a partir de 2024, ter uma vacina de dose única para a dengue. Desenvolvida pelo Instituto Butantan em parceria com 15 centros de pesquisas, um deles em Cuiabá, a vacina está em estudo desde 2009. Na capital mato-grossense, os estudos clínicos com 1,2 mil voluntários entre 2 a 59 anos de idade, iniciaram em 2016. O Produto Sob Investigação (PSI), como ainda é chamado o imunizante por não ter registro, já está na fase 3 de testes. Do total de voluntários, 2/3 tomaram PSI e 1/3 o placebo. Em Cuiabá, o centro de pesquisa para a vacina é constituído pela parceria entre o Instituto Butantan, a Universidade Federal de Mato Grosso (UFMT) e o Hospital Universitário Júlio Müller (HUJM). Coordenador de Pesquisa Clínica do Instituto Butantan em Cuiabá, Luciano Teixeira Gomes ressalta que os resultados com o PSI têm sido promissores e que mais breve do que se espera, a vacina será disponibilizada. O doutor em Ciências da Saúde pela UFMT enfatiza que o objetivo é que o imunizante, que será dose única, seja oferecido pelo Sistema Único de Saúde (SUS), fazendo parte do Calendário Nacional de Vacinação. “Qualquer doença em que é necessário matar o vetor, não se tem muita efetividade. Matar o mosquito é muito difícil. A vacina vai atingir a outra ponta, diminuir o número de doentes para que o mosquito não se contamine através do doente e assim reduz a infecção. O mosquito é apenas uma parte da cadeia de transmissão”, revela. Indagado sobre o longo período de pesquisa se comparada a vacina da dengue com a da covid-19, Luciano diz que um dos motivos é a falta de investimento. Por ser uma doença mais comum em países pobres e regiões periféricas, não há tanto interesse em financiar os estudos. Diferente do coronavírus, onde apareceram investimentos de todo o mundo. Outro motivo citado pelo professor adjunto da faculdade de Medicina da UFMT é que para pesquisar, é necessário ter pessoas doentes no grupo de voluntários e nos últimos dois anos o observado eram pessoas adoecendo pela covid-19. Luciano pondera que quando se produz vacina, produz a bula. E todos imunizantes têm efeitos colaterais, pequenos diante dos benefícios. Destaca ainda que para uma vacina ser oferecida, a mesma passa por rigoroso controle de qualidade. "Hoje se vivemos mais e com qualidade é graças a duas coisas, vacina e antibióticos. Precisamos desmitificar essas informações falsas sobre vacinas”.