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As primeiras oitivas da CPMI do 8 de Janeiro devem acontecer com as seis pessoas que mais receberam

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Na sessão ordinária da Câmara Municipal de Peixoto de Azevedo, na data de 14 de maio do corrente ano

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SAÚDE

Rio Grande do Sul confirma segunda morte por leptospirose

access_time22/05/2024 12:47

Um homem de 33 anos, morador da região central do município de Venâncio Aires (RS), morreu após contrair leptospirose. Esta é a segunda morte confirmada para a doença ao longo dos últimos dias no estado do Rio Grande do Sul, fortemente atingido por temporais e enchentes desde o fim de abril. O óbito foi confirmado em nota pela prefeitura de Venâncio Aires. De acordo com o comunicado, familiares do homem disseram que ele teve contato com águas das enchentes, mas adotando cuidados necessários, como o uso de botas. O município confirmou pelo menos outros dois casos de leptospirose, sendo que ambos os pacientes já se recuperaram. “O Centro de Atendimento de Doenças Infecciosas (Cadi) da capital do chimarrão aguarda o resultado de 23 investigações laboratoriais apenas neste mês”, destacou a prefeitura. A outra morte pela doença foi registrada no município de Travesseiro, no Vale do Taquari, uma das regiões mais afetadas pelas enchentes no Rio Grande do Sul. Um homem de 67 anos morreu na última sexta-feira (17) após contrair a infecção, mas o óbito só foi confirmado pela secretaria municipal de saúde no domingo (19). Cuidados A vigilância sanitária de Venâncio Aires pede que a população procure um serviço de saúde logo que os primeiros sintomas de leptospirose surjam, incluindo febre, dor de cabeça, fraqueza, dores no corpo (em especial, na panturrilha) e calafrios. Os sintomas aparecem normalmente de cinco a 14 dias após a contaminação, podendo chegar a 30 dias. O tratamento é iniciado já na suspeita da doença, quando o paciente apresenta um conjunto de sinais e sintomas compatíveis e relata situação de risco ao longo dos últimos 30 dias. Preocupação A leptospirose é uma das doenças que mais preocupam as autoridades sanitárias no Rio Grande do Sul, já que há grande risco de casos em razão do contato com a água das cheias. A infecção é causada pela bactéria leptospira, presente na urina de roedores e comumente adquirida pelo contato com água ou solo contaminados. Edição: Valéria Aguiar

Sobe para 151 o número de mortos em decorrência das chuvas e enchentes no Rio Grande do Sul

access_time16/05/2024 15:29

Após um período de estabilidade nos últimos boletins, o número de mortos por enchentes no Rio Grande do Sul voltou a subir nesta quinta-feira, chegando a 151, de acordo com informações divulgadas pela Defesa Civil do estado. Por outro lado, o registro de desaparecidos recuou para 104. As chuvas que atingem o Estado há mais de duas semanas já afetaram mais de 2,2 milhões de gaúchos. Desde o início das enchentes, 458 municípios gaúchos foram afetados, o que equivale a 92% de todo o Estado. Nessas localidades, mais de 77 mil pessoas estão abrigadas e mais de 538 mil foram desalojadas devido às chuvas. O governo estadual divulgou um balanço que aponta mais de 236 mil pontos sem acesso à energia elétrica em todo território gaúcho. Além disso, 129 mil clientes da Corsan estão sem abastecimento de água. Na manhã desta quinta-feira, o Rio Grande do Sul registrou 90 trechos com bloqueios totais e outros 50 com bloqueios parciais, afetando rodovias, pontes e balsas, principalmente na região central. O Aeroporto Salgado Filho segue com as atividades interditadas por tempo indeterminado, enquanto alguns aeroportos estaduais e municipais operam normalmente. No caso dos portos gaúchos, o de Porto Alegre mantém as operações suspensas devido ao nível do Rio Guaíba, enquanto o Porto de Pelotas tem o embarque de toras de madeira suspenso e o Porto do Rio Grande opera normalmente. Publicada por Felipe Cerqueira *Reportagem produzida com auxílio de IA

Saúde discute plano de enfrentamento da dengue

access_time15/05/2024 09:43

Técnicos do Ministério da Saúde discutem esta semana estratégias de preparação e resposta para a próxima epidemia de dengue e outras arboviroses no Brasil. O período epidêmico avaliado pela pasta é o biênio 2024/2025. O plano deve contemplar informações sobre vigilância em saúde, manejo clínico, organização dos serviços, controle vetorial, lacunas de conhecimento para financiamento de pesquisas, comunicação e mobilização social. O planejamento vai incluir ações a serem implementadas a curto, médio e longo prazo. Após a elaboração do plano, será feita a pactuação das estratégias com estados e municípios. Participam da discussão especialistas em arboviroses, incluindo gestores, pesquisadores e técnicos estaduais e municipais, além de representantes da pasta, da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) e da Organização Pan-Americana de Saúde (Opas). O ministério lembrou que a dengue tem padrão sazonal, com aumento de casos e risco de epidemia, sobretudo, entre os meses de outubro a maio. “No entanto, os cuidados para combater essa doença devem ser realizados ao longo de todo o ano e não apenas no verão, com ênfase nos meses que antecedem o período das chuvas”, alerta o ministério. Epidemia atual Boletim divulgado pela pasta nesta terça-feira (14) indica que 24 estados e o Distrito Federal registram queda na incidência da dengue, enquanto o Maranhão e Mato Grosso têm tendência de estabilidade de casos da doença, Os dados mostram que o país contabiliza, este ano, um total de 4.797.362 casos prováveis de dengue, uma média de 2.362,5 casos para cada grupo de 100 mil habitantes, incluindo 53.660 casos de dengue grave ou dengue com sinal de alarme. Há ainda 2.576 óbitos pela doença confirmados e 2.628 em investigação. Edição: Fernando Fraga

Guaíba sobe para 5,20 metros, faz bairro ser evacuado e deve bater recorde nas próximas horas

access_time14/05/2024 17:09

A cidade de Porto Alegre, no Rio Grande do Sul, enfrenta uma situação de calamidade devido à nova cheia do Rio Guaíba. O aumento do nível da água, aliado às fortes ventanias, gerou ondas em diferentes pontos da orla da cidade. A região sul da capital gaúcha foi a mais afetada, levando à evacuação de moradores. Diferentemente do centro da cidade, que possui proteção por meio de diques, a região sul está diretamente exposta à cheia do Guaíba. O fenômeno se intensificou com o represamento das águas ao norte da Lagoa dos Patos, devido ao vento sul e à vazão do Rio Taquari. Isso resultou em um rápido aumento do nível da água desde a madrugada de ontem. Nesta terça-feira, o nível do Guaíba chegou a 5,20 metros, com expectativa de que bata o recorde de 5,35 metros ainda hoje. O bairro Lami, localizado na zona sul, foi um dos mais atingidos, levando os moradores a deixarem suas casas às pressas para buscar abrigo seguro. As imagens divulgadas nas redes sociais mostram a força das águas invadindo a cidade, com objetos submersos e até mesmo uma boia de navegação ao lado das quadras esportivas da orla. Bombeiros, policiais e voluntários tiveram de suspenderam os trabalhos de resgates em razão das chuvas e do vento. Diferentemente do centro da cidade, que é protegido por um sistema de diques, a região sul está diretamente exposta à cheia do Guaíba. De acordo com a agência MetSul, o fenômeno se intensificou com o represamento das águas ao norte da Lagoa dos Patos, motivado pelo vento do quadrante sul, juntamente com a chegada da vazão do Rio Taquari. O resultado foi a rápida elevação do nível do rio desde a madrugada de segunda. A prefeitura estima que cerca de 157,7 mil pessoas e 39,4 mil edificações foram diretamente afetadas pelas enchentes na cidade, com diversos bairros impactados. A situação de calamidade se estende por todo o Estado do Rio Grande do Sul, com desabastecimento de água e energia, escassez de mantimentos nos mercados e bloqueios em vias e estradas. Publicada por Felipe Cerqueira *Reportagem produzida com auxílio de IA

Homem de 43 anos é encontrado morto em residência em Guarantã do Norte

access_time14/05/2024 12:36

O fato foi registrado na tarde desta segunda-feira (13-05) em uma residência localizada na Rua das Paineiras no Bairro 13 de Maio, no município de Guarantã do Norte. Segundo informações, o corpo do homem identificado como Gilson dos Santos Martins, de 43 anos, foi encontrado pela sua mãe, que acionou as autoridades, onde foi constatado que o homem teria tirado sua própria vida, pois ele se encontrava pendurado em uma corda. Gilson foi sepultado na manhã desta terça-feira (14-05) por volta das 9h no cemitério municipal.

Bolsonaro é levado a SP para tratar erisipela e obstrução intestinal

access_time07/05/2024 11:28

O ex-presidente Jair Bolsonaro, que estava internado em um hospital de Manaus, está sendo transferido para o Hospital Vila Nova Star, na capital paulista. A informação é do advogado e assessor do ex-presidente Fábio Wajngarten. Wajngarten informou em suas redes sociais que o ex-presidente já está em voo e vai “dar seguimento ao seu tratamento de obstrução intestinal, aos cuidados do cirurgião Dr (Antonio) Macedo, bem como ao quadro infeccioso de erisipela, com antibióticos endovenosos, aos cuidados da equipe de infectologia do hospital Vila Nova Star”. Bolsonaro foi atendido no último sábado (4) no Hospital Santa Júlia, em Manaus, com um quadro de erisipela. No domingo (5), ele chegou a ser internado no hospital para tratar a doença. Segundo o Ministério da Saúde, erisipela é um processo infeccioso da pele, que pode atingir a gordura do tecido celular, causado por uma bactéria que se propaga pelos vasos linfáticos. A doença não é contagiosa e é causada pela bactéria Estreptococo, que penetra na pele. Edição: Juliana Andrade

Febre Oropouche tem dez casos confirmados no Rio

access_time30/04/2024 08:05

A Secretaria de Estado de Saúde do Rio recebeu nessa segunda-feira (29) a confirmação de dez casos de febre Oropouche. A informação foi dada pelo Laboratório Central Noel Nutels (Lacen) e pelo laboratório de referência da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Os casos foram registrados entre os dias 9 e 18 de abril nos municípios de Japeri, Valença, Piraí e Rio de Janeiro e seguem para investigação, a fim de verificar se são autóctones (transmissão local) ou ‘importados’ (quando a transmissão ocorre em outro território). A febre Oropouche é provocada por um vírus, isolado pela primeira vez no Brasil em 1960. Desde então é detectado principalmente nos estados da região amazônica. É transmitido por mosquitos e pode circular em ambientes silvestres e urbanos. Os sintomas são muito parecidos com os da dengue. Duram entre dois e sete dias e incluem febre de início súbito, dor de cabeça intensa, dor nas costas e na lombar e dor articular. Também pode haver tosse, tontura, dor atrás dos olhos, erupções cutâneas, calafrios, fotofobia, náuseas e vômitos. Não existe tratamento específico. Os pacientes devem permanecer em repouso, com tratamento sintomático e acompanhamento médico.  A secretária de Saúde, Claudia Mello disse que “o vírus da febre Oropouche é endêmico no Amazonas e apresenta alguns períodos de surto. A letalidade registrada é baixa. "A orientação que vamos passar aos municípios é de que mantenham a conduta médica feita nos casos de suspeita de dengue”. A Secretaria estadual de Saúde, em parceria com os municípios envolvidos, fará a investigação epidemiológica nos dez casos positivos para doença. Além disso, realizará a investigação entomológica (captura de mosquito) nas regiões que tiveram casos confirmados. Primeiro infectado O primeiro caso de infecção pela febre Oropouche no estado do Rio foi registrado no fim de fevereiro e confirmado à Secretaria de Saúde pelo Instituto Nacional de Infectologia Evandro Chagas, da Fiocruz. Tratava-se de um homem de 42 anos, morador do bairro do Humaitá, zona sul da capital, que tem histórico de viagem para o Amazonas. O paciente não foi internado durante o período da doença e se recuperou. Esse caso foi considerado importado, após análise do histórico de viagem do paciente ao estado do Amazonas, que já vivia expressivo aumento do número de casos nos primeiros meses de 2024. Edição: Graça Adjuto

Quedas levaram mais de 33 mil crianças ao SUS em 2023

access_time24/04/2024 14:08

Em 2023, mais de 33 mil crianças menores de 10 anos foram internadas em hospitais do Sistema Único de Saúde (SUS) em razão de quedas. Os dados são da Sociedade Brasileira de Pediatria (SBP), que alerta ainda que, de 2014 a 2023, o número de internações nessa mesma faixa etária por quedas superou a marca de 335 mil casos. Os números vão ser apresentados no 4º Congresso Brasileiro de Urgências e Emergências Pediátricas, marcado para o período de 25 a 27 de abril em Brasília. A faixa etária dos 5 aos 9 anos concentra o maior número de registros: 197.567 internações. Na sequência, estão crianças de 1 a 4 anos, com 111.567 internações; e crianças com menos de 1 ano, com 26.413 internações. Para a SBP, as estatísticas demonstram a importância de manter cuidados preventivos para evitar acidentes e proteger a integridade física das crianças. A entidade avalia os dados como impactantes e destaca que grande parte desses eventos poderia ter sido evitada com medidas simples de prevenção. Ainda de acordo com os registros oficiais, que incluem os motivos dos acidentes, as quedas ocorrem em diferentes situações, sendo as principais escorregões, tropeços ou passos em falso; quedas de escadas; quedas da cama; e quedas de árvores ou mobílias, além de acidentes em parques e playground. Como forma de evitar agravos à saúde das crianças, incluindo sequelas permanentes ou óbitos, a SBP divulgou uma lista de orientações a serem adotadas por adultos com o intuito de prevenir acidentes com quedas. Confira as indicações conforme a faixa etária: Crianças com menos de 1 ano - Nunca deixe o bebê sozinho no trocador ou em locais mais altos, como a cama. Essa costuma ser a primeira queda do bebê e, por ter a cabeça bastante volumosa em relação ao resto do corpo, ela chegará primeiro ao chão, podendo causar traumatismos cranianos e encefálicos graves. - Quando o bebê começa a controlar seus movimentos de braços e pernas e aprende a sentar, um reflexo de hiperextensão posterior faz com que ele, sem desejo disso, se jogue para trás e bata a cabeça no chão. “Por isso, o uso de almofadas e a presença do adulto cuidador são fundamentais”, avalia a SBP. - Se você estiver carregando o bebê ao colo, em escadas e degraus, apoie-se sempre no corrimão. Evite pisos lisos, molhados ou escorregadios. - Nunca deixe o bebê sob os cuidados de outra criança. Caso o irmão ou outra criança queira pegá-lo no colo, oriente, ensine e proteja para que isso aconteça apenas com um adulto segurando também. - O andador não deve ser usado – nunca, em nenhuma idade. Ele prejudica o desenvolvimento e o andar da criança e tem sido causa de graves acidentes, com traumatismos cranianos significativos. - Não deixe o bebê em sofás ou cadeiras, como se fosse um apoio para aprender a sentar. O bebê não vai ficar parado, e as quedas podem acontecer. Brincar no chão, protegido, lhe dará muito mais espaço para se mover e desenvolver suas habilidades motoras. Crianças de 1 a 4 anos - Coloque telas nas janelas, sacadas e vãos desprotegidos, assim como laterais de escadas. Não deixe objetos, cadeiras, sofás e outros apoios próximos desses lugares de risco. - Cuidado com superfícies molhadas e escorregadias que provocam o desequilíbrio e as quedas. Banheiro, pisos em geral e calçadas em volta de piscinas que estejam molhados devem ser proibidos para brincadeiras. - Escolha bem os brinquedos de locomoção, como triciclos, patinetes e skates, que suportem o peso da criança e que tenham uma base segura, sem tombar com facilidade. Devem ser utilizados em locais apropriados, nunca em via pública e sempre com os equipamentos de segurança, como capacete, joelheiras, tornozeleiras e cotoveleiras. - Cuidado com as camas do tipo beliche, que não oferecem segurança em nenhuma idade. Mesmo com proteção nas laterais, elas não são indicadas nos primeiros anos de vida e nem mesmo para crianças maiores. “Além da necessidade de proteção lateral, a cama de cima não deve ser mais alta que a altura da criança.” - Nunca deixe a criança sozinha, sem um adulto cuidador atento a ela. Crianças de 5 a 9 anos - A exploração de lugares além da casa pode se tornar intensa, e as quedas de muros, lajes, árvores e brinquedos em parques são comuns. Para evitar acidente, a orientação e supervisão dos responsáveis são fundamentais. - Os brinquedos de locomoção vão se transformando. Seja em bicicletas, patinetes, skates e outros, equipamentos de segurança como capacete, cotoveleira, joelheira e tornozeleira devem ser condição de uso do brinquedo, independentemente do local, trecho ou tempo de uso. - O uso do celular e de outras telas não pode ser permitido quando em vias públicas ou quando a criança está em movimento, pelo desvio de atenção que desencadeia. “É preciso lembrar que o uso das telas nessa idade não deve exceder uma hora ao dia e não pode servir de companhia ou terceirização do cuidar.” Edição: Juliana Andrade

Príncipe William faz primeira aparição pública desde anúncio de câncer de Kate

access_time12/04/2024 08:48

O príncipe William fez sua primeira aparição pública desde que a esposa Kate anunciou o diagnóstico de câncer, ao comparecer na quinta-feira (11) à partida de futebol entre Aston Villa e Lille, em Birmingham, com o filho mais velho, o príncipe George. Sorridente, o herdeiro da coroa britânica, de 41 anos e torcedor do clube inglês, levou o filho de 10 anos ao Villa Park, onde o Aston Villa derrotou o time francês por 2-1 pela partida de ida das quartas de final da Europa Conference League. O casal e os filhos não compareceram no fim de março à tradicional cerimônia religiosa de Páscoa na capela de São Jorge, no castelo de Windsor, ao oeste de Londres, que aconteceu uma semana após o anúncio do câncer de Kate. O Palácio de Buckingham também anunciou em fevereiro que rei Charles III sofre de câncer, detectado durante uma operação de próstata poucos dias antes. O monarca também está em tratamento, o que limitou suas funções oficiais e aparições públicas. *Reportagem produzida com auxílio de IA

Sema recebeu 356 animais no primeiro trimestre de 2024; 153 já foram soltos

access_time09/04/2024 09:30

A Secretaria de Estado de Meio Ambiente (Sema) recebeu, no primeiro trimestre de 2024, 356 animais silvestres para cuidados médicos ou soltura. Foram 170 aves, 82 mamíferos e 104 répteis. Grande parte destes animais, 261, foram resgatados por solicitação. Outros 83 foram por entrega voluntária. A maior parte dos resgates foi realizada pelo Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMMT) e Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT). Após o resgate, os animais são destinados à Sema, que avalia a necessidade de atendimento médico. O próximo passo é definir entre soltura imediata, destinação para áreas de soltura ou mantenedores e criadouros de conservação de espécies, ou para os cuidados de um guardião. Em 2024, 153 destes animais foram para soltura, sendo 138 para soltura imediata e 77 ficaram sob cuidado de guardiões. Uma grande parte destes animais soltos foram levados para áreas de soltura parceiras da Sema que tem um trabalho voluntário com animais silvestres. “As áreas precisam ter um espaço para aclimatar o animal antes dele ser solto, pois quando ele estiver apto para voltar à natureza ele possivelmente ficará na mesma região só que em vida livre”, explica o gerente de Fauna Silvestre da Sema, Waldo Troy. A soltura imediata também pode ser feita em uma destas áreas parceiras desde que tenham uma mata preservada e de preferência com a presença de animais da mesma espécie. A maior parte dos resgates foram feitos pelo Batalhão de Polícia Militar de Proteção Ambiental (BPMMT) e Corpo de Bombeiros Militar de Mato Grosso (CBMMT). Programa ASAS O ASAS (Área de Soltura de Animais Silvestres) é um programa da Coordenadoria de Fauna e Recursos Pesqueiro da Sema. Para ser cadastrado, o local deve ter uma área de conservação da mata e um recinto adequado em que o animal possa se aclimatar antes de ser solto.  “Ao receber animais de entrega voluntária, resgate e apreensão, fazemos uma triagem, reabilitamos, levamos a atendimento veterinário se necessário e depois trazemos para os locais cadastrados no programa ASAS, para que possam ter uma aclimatação e se adaptem na região, para serem devolvidos à natureza e solto no habitat natural dele", explica o Coordenador de Fauna e Recursos Pesqueiros da Sema, veterinário Eder Toledo. Geralmente os participantes do programa ASAS são pessoas ligadas às questões de proteção animal e querem contribuir para a proteção das espécies. Eles adquirem conhecimento técnico, realizam o manejo de alimentação, reabilitação e aclimatação para que este animal possa voltar ao habitat de forma correta. Interessados em Participar Interessados em acolher animais silvestres resgatados devem preencher o requerimento padrão da Sema disponível no portal e enviar o documento para o e-mail: faunaepesca@sema.mt.gov.br. Em caso de dúvidas, os interessados podem entrar em contato pelo telefone 3613-7291. Será agendada uma vistoria para analisar a viabilidade do local e fornecer orientação ao interessado. Orientações e Denúncias A Sema orienta que, ao se deparar com crimes contra animais silvestres, a população denuncie por meio da Ouvidoria no número 0800 065 3838, ou em uma das unidades regionais. Se encontrar animais silvestres que necessitem de resgate, acione a Polícia Militar pelo 190 ou o Corpo de Bombeiros pelo 193. O procedimento é importante para evitar riscos desnecessários tanto à saúde do animal como ao cidadão.