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SAÚDE

OMS nomeia 26 cientistas para investigar origens da Covid-19 e estudar novos surtos

access_time14/10/2021 08:48

Nesta quarta-feira, 13, a Organização Mundial de Saúde (OMS) nomeou 26 cientistas para um novo conselho consultivo criado para investigar as origens da Covid-19 e de possíveis novos surtos. Chamado de ‘Grupo de Aconselhamento Científico da OMS para as Origens de Novos Patógenos’ (SAGO), o conselho deve definir e orientar estudos que possam prever novos patógenos com potencial epidêmico ou pandêmico. O grupo conta com cientistas dos EUA, da China e de outras 24 nações. Eles foram selecionados de um total de 700 candidatos e passaram por consulta pública de duas semanas. Segundo o diretor-geral da OMS, Tedros Adhanom Ghebreyesus, um relatório elaborado em março deste ano não apontava com clareza se a origem do Sars-CoV-2 é de um vazamento de laboratório em Wuhan, na China. De acordo com a organização, não há dados suficientes para essa tese. Além da OMS, os EUA também criaram um comitê de agências de inteligência para descobrir as origens do vírus.

Covid-19: nova remessa de vacinas da Pfizer chega ao país

access_time06/10/2021 07:05

Uma nova remessa de vacinas contra a covid-19 da Pfizer/BioNTech, com 1.140.750 doses, chegou ao país no Aeroporto de Viracopos, em Campinas (SP), na noite de hoje (5). Esse é um dos lotes que a farmacêutica planejou entregar ao Ministério da Saúde entre os dias 29 de setembro e 3 de outubro, mas que precisou ser reprogramado para hoje por questões logísticas, segundo a Pfizer. São ao todo 10,5 milhões de doses no período. Com a finalização dessas entregas, foram enviadas ao país todas as doses do primeiro contrato de fornecimento da vacina, assinado em 19 de março, que corresponde a mais de 100 milhões de vacinas. Já o segundo contrato, assinado em 14 de maio, prevê a entrega de mais 100 milhões de doses entre outubro e dezembro.

Começa hoje a campanha nacional de multivacinação

access_time01/10/2021 07:08

Começa nesta sexta-feira (1º) a Campanha Nacional de Multivacinação, que disponibilizará, em 45 mil postos em todas as 27 unidades federativas e seus respectivos municípios, 18 tipos de vacinas que protegem crianças e adolescentes de doenças como poliomielite, sarampo, catapora e caxumba. A campanha foi lançada oficialmente ontem (30) pelo Ministério da Saúde e vai durar até o dia 29 de outubro. O público-alvo é formado de crianças e adolescentes até 15 anos. Embora o Sistema Único de Saúde (SUS) oferte imunizantes contra todas essas enfermidades, o secretário de Vigilância em Saúde, Arnaldo Medeiros, alertou para a queda da cobertura vacinal nos últimos anos. “Percebemos que desde 2015 a cobertura vacinal no Brasil vem diminuindo - reflexo do próprio processo pandêmico nos últimos dois anos. Precisamos melhorar esta cobertura. Ampliar a cobertura vacinal e proteger a população é uma prioridade do governo federal. Manter a vacinação em dia é também um dever dos pais e responsáveis. Leve seu filho, sua criança e adolescente”, pediu o secretário. O Brasil, que registrava índices de vacinação acima de 90% por décadas, viu esse patamar se reduzir nos últimos anos, baixando para cerca de 60% de cobertura vacinal, levando preocupação às autoridades sanitárias. Doenças que eram consideradas erradicadas no país, como sarampo, por exemplo, voltaram a registrar casos, o que tirou do Brasil a condição de país livre do sarampo pela Organização Mundial da Saúde (OMS). Em parte, a baixa cobertura, segundo autoridades do Ministério da Saúde, é explicado pela disseminação de notícias falsas (fake news) e pela atuação de grupos antivacinas. Entre as vacinas que estarão disponíveis nos postos durante campanha estão: BCG, Hepatite A e B, Penta (DTP/Hib/Hep B), Pneumocócica 10 valente, VIP (Vacina Inativada Poliomielite), VRH (Vacina Rotavírus Humano), Meningocócica C (conjugada), VOP (Vacina Oral Poliomielite), Febre amarela, Tríplice viral (Sarampo, rubéola, caxumba), Tetraviral (Sarampo, rubéola, caxumba, varicela), DTP (tríplice bacteriana), Varicela e HPV quadrivalente (Papilomavírus Humano). Estarão disponíveis para atualização da caderneta de adolescentes as vacinas HPV, dT (dupla adulto), Febre amarela, Tríplice viral, Hepatite B, dTpa e Meningocócica ACWY (conjugada).

Domingo (19): Mato Grosso registra 531.303 casos e 13.714 óbitos por Covid-19

access_time19/09/2021 18:07

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde deste domingo (19.09), 531.303 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 13.714 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado. Foram notificadas 259 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 531.303 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso 4.130 estão em isolamento domiciliar e 512.652 estão recuperados. Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 162 internações em UTIs públicas e 87 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está 38,76% para UTIs adulto e em 15% para enfermarias adultos. Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (109.529), Rondonópolis (37.445), Várzea Grande (37.390), Sinop (25.634), Sorriso (18.075), Tangará da Serra (17.642), Lucas do Rio Verde (15.551), Primavera do Leste (14.638), Cáceres (11.708) e Barra do Garças (10.539). A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link. O documento ainda aponta que um total de 386.221 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 116 amostras em análise laboratorial. Cenário nacional No sábado (18.09), o Governo Federal confirmou o total de 21.230.325 casos da Covid-19 no Brasil e 590.508 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país tinha 21.080.219 casos da Covid-19 no Brasil e 589.573 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus. Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados deste domingo (19.09). Recomendações Já existem vacinas para prevenir a infecção pelo novo coronavírus, mas ainda é importante adotar algumas medidas de distanciamento e biossegurança. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca da Covid-19. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde. O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo vírus. Entre as medidas estão: - Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool; - Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas; - Evitar contato próximo com pessoas doentes; - Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo; - Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência. DOWNLOAD  Painel Epidemiológico 560

Com taxa de ocupação em cerca de 50%, SES notifica municípios sobre leitos de UTI Covid-19

access_time16/09/2021 07:20

A Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) notificou cinco municípios de Mato Grosso sobre o bloqueio e suspensão do cofinanciamento de um total de 100 leitos de UTI Covid-19. A medida levou em consideração a redução na taxa de ocupação dos leitos de internação de pacientes em tratamento do coronavírus que, conforme dados do Painel Interativo da Covid-19 desta quarta-feira (15.09), estava em 51,46%. Conforme notificação, enviada às Secretarias Municipais de Saúde no dia 10 de setembro, foram bloqueados e suspensos o cofinanciamento estadual ao custeio de 10 leitos de UTI do Hospital Santa Casa de Rondonópolis; 10 leitos de UTI do Hospital Santa Rita, em Alta Floresta; 15 leitos de UTI do Hospital Regional de Nova Mutum; 5 leitos de UTI do Hospital Coração de Jesus, em Campo Verde, e 60 leitos de UTI do Hospital São Benedito, em Cuiabá. Se não fossem bloqueados, esses leitos seriam pagos sem a devida utilização, uma vez que há queda constante na taxa de internação por Covid-19. As gestões municipais têm ciência de que o cofinanciamento de leitos é realizado enquanto perdura a necessidade, podendo haver a suspensão imediata no momento em que há a diminuição da demanda por internação. Além da constante redução na taxa de ocupação dos leitos, a decisão considera ainda a necessidade do retorno gradativo a o atendimento público e à realização de cirurgias eletivas.  Hospitais Regionais A SES-MT também trabalha no reordenamento de leitos Covid-19 da própria Rede Estadual. No momento, cerca de 80 leitos de UTI dos hospitais geridos pelo Estado foram bloqueados. Parte desses leitos serão destinados para o atendimento de cirurgias eletivas.

Covid-19: spray nasal feito no Brasil pode estar disponível até 2022

access_time14/09/2021 08:09

Uma vacina em forma de spray nasal contra a covid-19 está sendo desenvolvida por pesquisadores da Universidade de São Paulo (USP), em parceria com a Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) e a Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz). Em fase de estudos, o novo imunizante promete ser de baixo custo, proteger contra variantes e bloquear o novo vírus ainda no nariz. A expectativa é que ela esteja disponível até o fim de 2022. “Você já começa a induzir resposta no epitélio nasal e induzir a produção de um anticorpo que é muito importante nas mucosas, que são as IgAs [Imunoglobulina A] secretórias”, explica o coordenador do estudo, Jorge Elias Kalil Filho, professor da Faculdade de Medicina da USP e chefe do Laboratório de Imunologia Clínica e Alergia do Hospital das Clínicas. Além de inovar na forma de inoculação do vírus, com aplicação pelo nariz e não por via intramuscular, o imunizante também se diferencia no antígeno. “Em vez de usarmos a Spike do vírus de Wuhan, nós vamos utilizar só a RBD [domínio receptor obrigatório, pela sigla em inglês] das quatro variantes de preocupação”, diz Kalil Filho. De acordo com a Fiocruz, a proteína Spike é associada à capacidade de entrada do patógeno nas células humanas e é um dos principais alvos dos anticorpos neutralizantes produzidos pelo organismo para bloquear o vírus. O pesquisador explica ainda que o antígeno vai conter pedaços de proteínas que estimulem a resposta celular mais duradoura do que aquela mediada pelos anticorpos neutralizantes. “Nós estudamos 220 pessoas que tiveram a doença, estudamos também por informática todo o genoma do vírus e selecionamos fragmentos que teoricamente induzem uma boa resposta celular”, acrescenta.  O imunizante, portanto, deve incluir fragmentos que são capazes de matar a célula, caso ela seja infectada. “Se o vírus entrar na célula, a única coisa que você pode fazer é usar as células chamadas CD8 citotóxicas, que matam a célula infectada”, afirma Kalil Filho. O spray deve incluir, portanto, os chamados linfócitos T CD8+ citotóxicos, que matam células doentes, e os linfócitos T CD4+, que auxiliam na produção de anticorpos e nas respostas citotóxicas. Outra inovação do produto é a criação de um tipo de nanopartícula que adere à mucosa do nariz. “A mucosa tem muitos cílios que não deixam nada aderir, mas desenvolvemos um jeito de colocar uma formulação específica em que a gente induz uma resposta de mucosa importante”, acrescenta o médico. Sobre o custo, Kalil Filho diz que deve ficar em torno de US$ 5, mas que ainda são necessárias outras análises relacionadas ao rendimento. “Nós temos alguns laboratórios que produzem proteínas recombinantes, mas ainda está muito no início, então estamos tratando com as empresas farmacêuticas pra ver se a gente acha alguma que consiga produzir com boa quantidade”. A vacina spray nasal pode funcionar como um reforço para as doses já existentes e aplicadas por via intramuscular. “Provavelmente, quando o spray estiver pronto, boa parte da população mundial vai estar vacinada. Eu acredito que ele vai ser, sobretudo, como uma dose de reforço”, afirmou o médico. 

Covid-19: Brasil registra menor média móvel de casos em um dia

access_time01/09/2021 18:04

O mês de agosto termina registrando o dia com a menor média móvel de casos de covid-19 do ano. De acordo com o Ministério da Saúde, os 25,7 mil casos registrados ontem (31) foi a menor média móvel de casos de 2021. A pasta aponta a vacinação como o principal motivo para a queda, que vem sendo registrada desde junho, quando chegou-se a notificar 74,79 mil casos da doença. “Isso representa uma redução de 65% em pouco mais de dois meses”, informou o ministério, em nota, ao esclarecer que a média móvel é um balanço do número de casos registrados nos últimos 14 dias. O levantamento aponta também queda na média móvel de mortes. Ontem, o Brasil registrou 701 mortes, o que representa o menor índice desde 6 de janeiro, quando foi registrada uma média de 696,71 mortes por covid-19. O ministro Marcelo Queiroga tem reiterado o compromisso de vacinar, até o fim de setembro, toda a população com idade acima de 18 anos, com pelo menos a primeira dose. Esse montante equivale a 160 milhões de pessoas. O ministério contabiliza que, no fim de agosto, 80% da população adulta já havia sido vacinada com a primeira dose. “Agora, a meta é completar o ciclo vacinal de todos os brasileiros adultos até o fim de outubro”, segundo nota da pasta, ao ressaltar que, até o momento, foram distribuídas 233,2 milhões de vacinas para todas as unidades federativas. Ao todo, 130 milhões de pessoas já foram vacinadas com a primeira dose, o que corresponde a 81,2% da população. A segunda dose (ou a dose única) já foi aplicada em 61,4 milhões de pessoas, o que corresponde a 38,3% da população.

Quarta-feira (25): Mato Grosso registra 515.218 casos e 13.397 óbitos por Covid-19

access_time25/08/2021 18:20

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta quarta-feira (25.08), 515.218 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 13.397 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado. Foram notificadas 1.121 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 515.218 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 7.182 estão em isolamento domiciliar e 493.463 estão recuperados. Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 273 internações em UTIs públicas e 179 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está 53,42% para UTIs adulto e em 27% para enfermarias adultos. Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (105.132), Rondonópolis (36.689), Várzea Grande (34.664), Sinop (24.520), Sorriso (17.617), Tangará da Serra (17.337), Lucas do Rio Verde (15.327), Primavera do Leste (14.256), Cáceres (11.285) e Barra do Garças (10.476). A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link. O documento ainda aponta que um total de 386.221 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 116 amostras em análise laboratorial. Cenário nacional Na terça-feira (24.08), o Governo Federal confirmou o total de 20.614.866 casos da Covid-19 no Brasil e 575.742 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país tinha 20.583.994 casos da Covid-19 no Brasil e 574.848 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus. Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados desta quarta-feira (25.08). Recomendações Já existem vacinas para prevenir a infecção pelo novo coronavírus, mas ainda é importante adotar algumas medidas de distanciamento e biossegurança. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca da Covid-19. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde. O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo vírus. Entre as medidas estão: - Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool; - Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas; - Evitar contato próximo com pessoas doentes; - Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo; - Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência. DOWNLOAD  Painel Epidemiológico 535

Segunda-feira (23): Mato Grosso registra 513.012 casos e 13.358 óbitos por Covid-19

access_time24/08/2021 07:16

A Secretaria de Estado de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta segunda-feira (23.08), 513.012 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 13.358 óbitos em decorrência do coronavírus no Estado. Foram notificadas 995 novas confirmações de casos de coronavírus no Estado. Dos 513.012 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 7.172 estão em isolamento domiciliar e 491.273 estão recuperados. Entre casos confirmados, suspeitos e descartados para a Covid-19, há 299 internações em UTIs públicas e 187 em enfermarias públicas. Isto é, a taxa de ocupação está 58,63% para UTIs adulto e em 26% para enfermarias adultos. Dentre os dez municípios com maior número de casos de Covid-19 estão: Cuiabá (104.574), Rondonópolis (36.593), Várzea Grande (34.419), Sinop (24.407), Sorriso (17.587), Tangará da Serra (17.284), Lucas do Rio Verde (15.276), Primavera do Leste (14.185), Cáceres (11.231) e Barra do Garças (10.455). A lista detalhada com todas as cidades que já registraram casos da Covid-19 em Mato Grosso pode ser acessada por meio do Painel Interativo da Covid-19, disponível neste link. O documento ainda aponta que um total de 386.221 amostras já foram avaliadas pelo Laboratório Central do Estado (Lacen-MT) e que, atualmente, restam 116 amostras em análise laboratorial. Cenário nacional No domingo (22.08), o Governo Federal confirmou o total de 20.570.891 casos da Covid-19 no Brasil e 574.527 óbitos oriundos da doença. No levantamento do dia anterior, o país tinha 20.556.487 casos da Covid-19 no Brasil e 574.209 óbitos confirmados de pessoas infectadas pelo coronavírus. Até o fechamento deste material, o Ministério da Saúde não divulgou os dados atualizados desta segunda-feira (23.08). Recomendações Já existem vacinas para prevenir a infecção pelo novo coronavírus, mas ainda é importante adotar algumas medidas de distanciamento e biossegurança. Os sites da SES e do Ministério da Saúde dispõem de informações oficiais acerca da Covid-19. A orientação é de que não sejam divulgadas informações inverídicas, pois as notícias falsas causam pânico e atrapalham a condução dos trabalhos pelos serviços de saúde. O Ministério da Saúde orienta os cuidados básicos para reduzir o risco geral de contrair ou transmitir infecções respiratórias agudas, incluindo o novo vírus. Entre as medidas estão: - Lavar as mãos frequentemente com água e sabão por pelo menos 20 segundos. Se não houver água e sabão, usar um desinfetante para as mãos à base de álcool; - Evitar tocar nos olhos, nariz e boca com as mãos não lavadas; - Evitar contato próximo com pessoas doentes; - Cobrir boca e nariz ao tossir ou espirrar com um lenço de papel e jogar no lixo; - Limpar e desinfetar objetos e superfícies tocados com frequência. DOWNLOAD  Painel Epidemiológico 533

País atinge 50 milhões de pessoas com vacinação completa contra covid

access_time17/08/2021 12:11

O Ministério da Saúde informou, hoje (17), que mais de 50 milhões de pessoas já tomaram as duas doses ou a vacina de dose única contra a covid-19, o que representa 31,9% da população acima de 18 anos de idade com a imunização completa contra a doença. O andamento da vacinação pode ser conferido na plataforma LocalizaSUS, atualizada diariamente. De acordo com os dados da base nacional do Programa Nacional de Imunizações (PNI), 49.062.641 pessoas completaram o ciclo vacinal. Além delas, 2.089.449 também já tomaram as duas doses ou dose única, conforme informado pelas secretarias estaduais de Saúde, mas que ainda aguardam registro na base do PNI. O total, então, chega a 51.152.090 pessoas imunizadas. O Ministério da Saúde reforça aos brasileiros que ainda não completaram o ciclo vacinal que procurem uma unidade de saúde para a segunda dose. Para que as vacinas atinjam a efetividade esperada, é necessário tomar as duas doses - ou a dose única, no caso da vacina da Janssen. A orientação é que a segunda dose seja aplicada no período recomendado, de 12 semanas para as vacinas da Pfizer/BioNTech e da Astrazeneca/Fiocruz e de quatro semanas para a CoronaVac/Butantan. No entanto, mesmo para quem perdeu o prazo, a orientação é procurar um posto de vacinação para completar o ciclo vacinal. A meta do governo é imunizar toda a população adulta com duas doses até o fim do ano. De acordo com os registro no PNI e nos painéis das secretarias estaduais, o Brasil já aplicou mais de 168 milhões de doses, no total, sendo que mais de 70% da população (117 milhões de pessoas) acima de 18 anos de idade já está com a primeira dose no braço. Ainda de acordo com o Ministério da Saúde, o andamento da vacinação vem refletindo na redução no número de casos, óbitos e internações pela doença. Na última semana, todos os estados e o Distrito Federal registraram taxa de ocupação de leitos covid-19 abaixo de 80%. “É a primeira vez no ano que o Brasil atinge esse índice, reforçando a importância da imunização para acabar com o caráter pandêmico no país”, disse a pasta.