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Notícias com a tag: Argentina

Messi desencanta, Argentina supera drama, bate a Nigéria e avança com herói improvável

access_time26/06/2018 16:17

DRAMA Bienvenida, Argentina! Dobro pozhalovat! Com toda dramaticidade digna de um tango inesquecível, os argentinos bateram a Nigéria por 2 a 1 nesta terça-feira, em São Petersburgo, desencantaram na Rússia e estão nas oitavas de final da Copa do Mundo. Messi abriu o caminho, Moses empatou, e Rojo. Sim, Marcos Rojo! foi o herói improvável da classificação aos 41 minutos do segundo tempo. Em Rostov, a Croácia ajudou vencendo a Islândia, e os hermanos têm clássico com a França pela frente. COMO FICOU O GRUPO D A Argentina avançou às oitavas com uma vitória, um empate e uma derrota. Os quatro pontos foram suficientes para garantir a segunda colocação. Sábado, em Kazan, tem jogado contra a França. Já a Croácia, com 100% de aproveitamento, pega a Dinamarca, domingo, em Nizhny Novgorod. Nigéria, com três pontos, e Islândia, com um, se despedem. HISTÓRICOS FAZEM A DIFERENÇA Jorge Sampaoli apostou na experiência como cartada final na Copa do Mundo. A equipe que iniciou a partida tinha seis vice-campeões no Brasil e outros dois que foram cortados pouco antes. E foram eles que fizeram a diferença. Banega, em seu primeiro Mundial, mostrou que poderia ser útil a Sabella há quatro anos, Higuaín e Di Maria compensaram na disposição a atuação ainda abaixo com a bola nos pés, e Messi fez um gol. Por fim, Rojo, destaque da campanha no Brasil por causa de um corte de letra na área defensiva, converteu-se em herói. Os históricos, como os argentinos chamam, deram conta do recado. Técnico Sampaoli em Nigéria x Argentina (Foto: Reuters) PRIMEIRO TEMPO Uma equipe esfomeada, incansável, sem tempo a perder. A Argentina começou a partida como se quisesse pagar a cada minuto os 180 anteriores em que “passeou” na Rússia. Marcação alta, aproximação e muita intensidade. Outro time. De Mercado a Messi, passando principalmente por Di Maria e Higuaín, os hermanos não deixavam a Nigéria respirar, quanto mais pensar. Deu certo. O RETORNO DE MESSI A primeira finalização, aos sete, era sinal do que viria pela frente. Messi se movimenta e abre espaço, Banega arma e serve Tagliafico, que chuta para fora. A entrada do volante do Sevilla deu dinamismo nos passes e liberdade para o camisa 10. E assim saiu o gol. Aos 14, linda assistência de Banega, domínio mais bonito ainda de Messi e gol com o pé direito. Enfim, desencantou. NA TRAVE A vantagem aumentou ainda mais os decibéis de uma torcida inquieta em São Petersburgo. Banega ainda serviu Di Maria, parado com falta, e Messi acertou a trave em primeiro tempo onde uma Nigéria atordoada praticamente não incomodou Armani. No intervalo, a Argentina estava nas oitavas de final. SEGUNDO TEMPO Toda superioridade do primeiro tempo se transformou em dramaticidade para os argentinos na etapa final. Mascherano, que vinha destoando com passes errados, agarrou Balogun na área aos três. Pênalti bobo convertido por Moses. Era a Nigéria que avançava com o placar. Quase que simultaneamente, porém, chega a notícia de Rostov: gol da Croácia. TODA NO ATAQUE Atordoada, a Argentina se perde, erra passes, mas se segura. Sampaoli abre o time. Pavon, Meza e Agüero em campo. Cinco atacantes. Virou tudo ou nada. No contra-ataque, os nigerianos levam perigo. Após cruzamento na área, Rojo cabeceia no próprio braço. O VAR é acionado, a Islândia empate, mas o destino previa outro papel para o zagueiro do United. ALÍVIO NO FIM A Argentina ataca como pode. Aos 35, cruzamento da esquerda, Higuaín surge na área e... perde de novo. Que sina! Seis minutos depois, o alívio. Um herói improvável. Lateral improvisado de zagueiro, Rojo, que é canhoto, surge na área para emendar de direita cruzamento de Mercado. O milagre está por questões de minutos. É o tempo que Perisic precisa para fazer o segundo da Croácia. A Argentina está viva na Rússia. Que venha a França!

Messi congela, Argentina esbarra em muralha de gelo e tropeça na Islândia

access_time16/06/2018 11:52

Nem o calor humano da torcida, nem o poder de fogo de um dos melhores do mundo. A Argentina não conseguiu superar o iceberg defensivo da Islândia e tropeçou na estreia na Copa do Mundo. A sensação europeia congelou Messi, que perdeu pênalti, e debutou em Mundiais com o empate por 1 a 1 com a bicampeã. Agüero abriu o placar, mas Finnbogason empatou logo depois em partida válida pelo Grupo D, neste sábado, no Spartak, em Moscou. PRIMEIRO TEMPO Praticamente 45 minutos secando gelo. A Argentina teve o apoio da torcida, quase 80% de posse de bola, um dos melhores do mundo ao seu lado, mas batia e voltava na muralha branca da Islândia. A zebra na Euro realmente não aconteceu à toa. Com dois volantes e um Mascherano plantado, a Argentina dava profundidade com Salvio e Tagliafico em parceria com Meza e Di María. As duas primeiras chances, porém, saíram de Messi, que conseguiu se desvencilhar da marcação dobrada e obrigar o goleiro a fazer boas defesas. Aos 19, chute errado de Di Maria encontrou Agüero na área. Rara chance que o atacante não desperdiçou: 1 a 0. Já aos 23, os homens de gelo viram espaços nas laterais, cruzaram a bola de um lado para o outro, até que Cabellero deu rebote para Finnbogason empatar. Agüero comemora gol da Argentina (Foto: André Durão) SEGUNDO TEMPO O ferrolho islandês voltou ainda mais apertado no segundo tempo. Com raras escapadas comandadas por Sigurdsson, a missão era se fechar. Com Banega no lugar de Biglia, Messi ganhou companhia no meio e entrou no jogo. Foi quando descolou lindo passe para Meza sofrer pênalti. Festa no Spartak encerrada por Halldorsson. Messi telegrafou a batida chapada no canto direito e parou no goleiro. O lance não abalou o craque, que passou a chamar a responsabilidade. Mas sempre que driblava um, dois, tinha um terceiro lá para atrapalhar. Chutes perigosos, faltas na entrada da área. Messi tentou de tudo. Sampaoli também arriscou. Colocou Pavón, Higuaín, e deixou o time com cinco atacantes. Nada que derretesse a muralha gelada. Messi perde pênalti na Copa do Mundo (Foto: Albert Gea/Reuters) CENTRO DAS ATENÇÕES Como se não bastasse toda festa que a torcida da Argentina fez em Moscou desde o início da tarde, faltando minutos para bola rolar, já após o hino, uma explosão. No setor de camarotes surgiu Diego Armando Maradona. A massa se virou para ovacionar seu ídolo máximo e cantar que é melhor que Pelé. Tentativas de contato, fotos e carinho continuaram durante os 90 minutos para um Diego entusiasmado. REUTERS/Carl Recine (Foto: Diego Maradona assiste a Argentina x Islândia) INVASÃO CELESTE O estádio vermelho do Spartak ficou branco e celeste, com pequenas manchas do azul escuro da Islândia. A torcida da Argentina invadiu Moscou e demonstrou todo fanatismo por sua seleção. Bandeiras com o rosto de Messi dividiam espaços com camisas com seu nome. A já tradicional cantoria fez eco dentro e fora do palco da partida, com direito a novo hit que diz: “Vamos, Argentina. Sabe que eu te quero. Hoje tem que ganhar e ser o primeiro. Essa torcida louca, que dá tudo pela Copa. A que tem Messi e Maradona” Messi santo em cartaz na torcida da Argentina (Foto: Reuters) FICOU DEVENDO Messi não se escondeu do jogo, foi caçado durante os 90 minutos, apostou em jogadas individuais no segundo tempo, mas não conseguiu ser decisivo. No dia seguinte a Cristiano Ronaldo chamar para si os holofotes, o craque argentino teve a bola do jogo nos pés e parou de Halldorson em cobrança de pênalti. Agora, a pressão para que faça a diferença é ainda maior contra Croácia e Nigéria. Messi sabe disso. O jogo, por sinal, acabou com a bola em seus pés, quando, irritado, deu um chutão para o alto. HOMEM DO JOGO Hannes Halldórsson viveu a tarde de sua vida. Aos 34 anos, o goleiro do Randers, da Dinamarca, não foi páreo para Lionel Messi. E olha que o duelo foi longo. O argentino finalizou 11 vezes durante o jogo, três na direção do gol, entre eles um pênalti, e parou na muralha de gelo. Paredãosson! Halldórsson, goleiro da Islândia, sai saudado pela torcida (Foto: André Durão)