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Notícias com a tag: BocaJuniors

É possível! Cinco motivos para acreditar na classificação do Palmeiras contra o Boca

access_time31/10/2018 08:12

O estádio lotado nesta quarta-feira é um sinal de que o torcedor do Palmeiras acredita na vitória sobre o Boca Juniors, da Argentina, e na classificação para a final da Taça Libertadores. Mais de 38 mil ingressos foram vendidos antecipadamente para o confronto, que terá início às 21h45 (horário de Brasília). Líder do Campeonato Brasileiro, o Palmeiras de Felipão tenta voltar a disputar uma final de Libertadores depois de 18 anos. Para isso, precisa vencer o Boca por três gols de diferença. Se a vitória for por 2 a 0, a decisão será nas cobranças de pênaltis. Veja motivos que fazem o palmeirense confiar na classificação: Felipão no banco e viradas Luiz Felipe Scolari foi o comandante do título de 1999 e do vice de 2000 na Libertadores. Em ambas as temporadas, o Palmeiras construiu a campanha com viradas importantes nos mata-matas. Em 1999, o Verdão duelou com o River Plate, da Argentina, na semifinal. No jogo de ida, derrota por 1 a 0 em Buenos Aires. Na volta, vitória palmeirense por 3 a 0. Na decisão, novamente derrota por 1 a 0 na Colômbia contra o Deportivo Cali e vitória no Palestra Italia por 2 a 1. Felipão ergue a taça de campeão da Libertadores em 1999 — Foto: Arquivo / Agência Estado Em 2000, o Palmeiras passou pelo Peñarol nas oitavas de final nas cobranças de pênaltis. Em Montevidéu, derrota por 2 a 0, mas vitória por 3 a 1 na volta – ainda não havia o critério dos gols como visitante como desempate. O jogo contra os uruguaios, aliás, foi a única vez que o Verdão conseguiu inverter a desvantagem de dois gols do primeiro jogo. Na semifinal de 2000, o Verdão perdeu o jogo de ida para o Corinthians por 4 a 3, mas venceu o segundo por 3 a 2. A classificação para a decisão veio nos pênaltis, com direito a mais uma atuação história de Marcos.   Artilharia pesada Deyverson será o escolhido por Felipão para comandar o ataque palmeirense nesta quarta-feira. E a escolha pelo centroavante se justifica pelo desempenho recente: ele virou um dos grandes destaques na boa campanha da equipe no Brasileirão. Pouco utilizado com Roger Machado, Deyverson evoluiu com Felipão e já soma sete gols na competição nacional. Mas ele ainda não marcou no torneio sul-americano. Miguel Borja é o artilheiro da Libertadores de 2018, com nove gols marcados. A média é de quase um gol por jogo do colombiano, já que o camisa 9 entrou em campo nas 11 partidas do Verdão no torneio sul-americano. Campeão da Libertadores em 2016, Borja tem um histórico de decisão no torneio. Ele estreou pelo Atlético Nacional apenas na semifinal daquela edição, mas marcou cinco gols contra São Paulo e Independiente de Valle. Borja e Deyverson na Academia de Futebol — Foto: César Greco/Ag. Palmeiras   Apoio da torcida A torcida do Palmeiras não desanimou depois da derrota por 2 a 0 no jogo de ida. O sentimento entre os alviverdes é de confiança na recuperação da equipe e na classificação para final da Libertadores. A expectativa é de casa cheia. Se em Buenos Aires foram cerca de 1.900 palmeirenses na Bombonera, o time de Felipão deve contar com apoio de aproximadamente 40 mil pessoas nesta quarta-feira. Desde a reinauguração do estádio, em 2014, o Verdão já conquistou a Copa do Brasil de 2015 e o Brasileirão de 2016 no local. Torcida do Palmeirasna arena — Foto: Marcos Ribolli   Força do elenco O discurso do Palmeiras sobre a Libertadores é de disputar o torneio todos os anos. Até para diminuir a expectativa criada, o Verdão tem se cobrado menos em relação ao torneio sul-americano. Mas é fato que o grupo de 2018 está o mais preparado para sonhar com a conquista do campeonato. Com a vantagem de poder dividir o grupo em dois times competitivos, Felipão viu o Palmeiras chegar à liderança do Brasileirão e avançar até a semifinal da Libertadores. Para se recuperar contra o Boca, o treinador tem a possibilidade de mexer no time. Deyverson e Lucas Lima, por exemplo, são dois jogadores que vêm tendo mais sequência no Brasileirão, mas ambos serão utilizados contra os argentinos. A dupla pode melhorar a produção ofensiva do Verdão, que precisa de pelo menos dois gols. Lucas Lima no treino do Palmeiras — Foto: Cesar Greco/Agência Palmeiras Experiência de sobra Um goleiro campeão olímpico, um zagueiro campeão da Libertadores, um volante que disputou Copa do Mundo e um atacante que ganhou quase tudo no Palmeiras. É com a base de Weverton, Edu Dracena, Felipe Melo e Dudu que o Verdão pode se apoiar na decisão contra o Boca Juniors. Além do quarteto, o Palmeiras tem no banco de reservas um treinador campeão do mundo com a seleção brasileira e campeão por diversas vezes em suas outras duas passagens pelo clube alviverde. Felipe Melona arena do Palmeiras — Foto: Marcos Ribolli

Benedetto sai do banco, faz dois gols, e Boca Juniors abre vantagem em semi contra o Palmeiras

access_time25/10/2018 07:21

MAS SERÁ O BENEDETTO? O Palmeiras se segurou bem na Bombonera, mas não contava com a estrela de Darío Benedetto no Boca Juniors. O atacante entrou aos 31 minutos do segundo tempo, fez dois gols e decretou a vitória do Boca por 2 a 0, no jogo de ida da semifinal da Taça Libertadores. A postura alviverde na maior parte do tempo foi de controle, criando pouco, é verdade, mas sem deixar o Boca se impor dentro de casa. A entrada do atacante, porém, acabou com o jogo na Bombonera. Apesar do bom desempenho na Argentina, o Verdão terá de vencer (e bem) em sua arena se quiser continuar sonhando com o título. COMO FICA? O jogo de volta da semifinal é na próxima quarta-feira, dia 31, às 21h45 (de Brasília). O Palmeiras terá de vencer por três gols de diferença para se classificar (um 2 a 0 a favor leva a decisão para os pênaltis). Empate ou vitória alviverde por um gol classificam o Boca Juniors – para enfrentar Grêmio ou River Plate na finalíssima (o Grêmio venceu o jogo de ida, em Buenos Aires, por 1 a 0). CLIQUE AQUI e veja a tabela da Taça Libertadores. ELE MUDOU O JOGO! Titular do Boca Juniors num passado recente, Benedetto não enfrentou o Palmeiras na fase de grupos (uma vitória do Verdão e um empate) por causa de uma grave lesão que o tirou de combate no fim de 2017. Desta vez, porém, saiu do banco aos 31, e marcou aos 38, de cabeça, e aos 42, num chutaço de fora da área após giro em Luan, para empolgar de vez a Bombonera lotada. Benedetto não marcava há quase um ano, mas desencantou na hora certa.

Contra o Boca, Palmeiras testa retrospecto de 100% fora na Libertadores

access_time24/10/2018 08:33

Às 20h45 (de Mato Grosso) desta quarta-feira, na Bombonera, o Palmeiras entra em campo para enfrentar o Boca Juniors, pela semifinal da Copa Libertadores. No temido estádio de Buenos Aires, o clube alviverde defende um aproveitamento de 100% como visitante no torneio continental. Sob o comando de Roger Machado, ainda na fase de grupos da Copa Libertadores, o Palmeiras ganhou de Junior Barranquilla (3 x 0), Boca Juniors (2 x 0) e Alianza Lima (3 x 1). Já com Felipão, bateu o Cerro Porteño (2 x 0) nas oitavas e o Colo-Colo (2 x 0) nas quartas. A série de cinco vitórias consecutivas é a melhor do Palmeiras como visitante na história da Copa Libertadores. Na edição de 1971, sob o comando de Rubens Minelli, o time alviverde ganhou quatro seguidas, contra Deportivo Galícia-VEN (3 x 2), Deportivo Italia-VEN (3 x 2), Fluminense (3 x 1) e Universitário-PER (2 a 1). Embalado, o Palmeiras detém a melhor campanha da Copa Libertadores, com oito vitórias, um empate e apenas uma derrota. Foram 20 gols marcados e quatro sofridos. Autor de nove gols, Borja divide a artilharia com Morelo, do Santa Fe, já eliminado. O Palmeiras foi o único time capaz de vazar o Boca Juniors na Bombonera nesta edição da Copa Libertadores. Como mandante, além da derrota por 2 a 0 contra o time alviverde, a equipe argentina ganhou de Junior Barranquilla (1 x 0), Alianza Lima (5 x 0), Libertad (2 x 0) e Cruzeiro (2 x 0). O Palmeiras deve ter novidades no miolo de zaga diante do Boca Juniors, com Antônio Carlos e Edu Dracena entre os reservas. A tendência é que o time entre em campo com Weverton; Mayke, Luan, Gustavo Gomez e Diogo Barbosa; Felpe Melo, Bruno Henrique e Moisés; Dudu, Willian e Borja. Confira as cinco vitórias do Palmeiras fora: Junior Barranquilla 0 x 3 Palmeiras Boca Juniors 0 x 2 Palmeiras Alianza Lima 1 x 3 Palmeiras Cerro Porteño 0 x 2 Palmeiras Colo-Colo 0 x 2 Palmeiras