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Notícias com a tag: Bolsonaro

Bolsonaro demite Alvim da Secretaria da Cultura após polêmica sobre ministro nazista

access_time18/01/2020 11:39

O presidente Jair Bolsonaro anunciou nesta sexta-feira o desligamento do secretário especial da Cultura, Roberto Alvim, após polêmica envolvendo discurso no qual o secretário usou frase semelhante a uma fala de Jospeh Goebbels, ministro da Propaganda nazista. Em nota, o presidente classificou de “infeliz” a declaração de Alvim e disse que sua permanência no cargo ficou insustentável. Ao mesmo tempo, reiterou o repúdio a ideologias totalitária e procurou reforçar sua relação com a comunidade judaica. A fala de Alvim, feita em vídeo publicado no Twitter na noite de quinta-feira na conta da secretaria, provocou forte reação pública nas redes sociais, incluindo de autoridades. “A arte brasileira da próxima década será heroica e será nacional, será dotada de grande capacidade de envolvimento emocional, e será igualmente imperativa, posto que profundamente vinculada às aspirações urgentes do nosso povo, ou então, não será nada”, disse Alvim no vídeo. Segundo o livro “Joseph Goebbels: Uma Biografia”, de Peter Longerich, o ministro da Propaganda de Adolf Hitler afirmou, em um pronunciamento para diretores de teatro: “A arte alemã da próxima década será heroica, será ferreamente romântica, será objetiva e livre de sentimentalismo, será nacional com grande páthos e igualmente imperativa e vinculante, ou então não será nada.” Em entrevista à Rádio Gaúcha na manhã desta sexta-feira, Alvim disse que não sabia a origem da frase e pediu perdão ao povo judeu, mas sustentou que a ideia da frase escrita por ele e utilizada no discurso é “perfeita”. A mesma explicação foi dada, segundo ele, ao presidente Jair Bolsonaro, em conversa também pela manhã. “Eu li para o presidente, falei, expliquei para ele dessa coincidência retórica, li para ele a minha frase. A frase em si, repito, é absolutamente perfeita”, disse, em entrevista à rádio. “Mas, por outro lado, a vinculação dessa ideia acerca da arte e da cultura brasileiras com campos de extermínio, genocídio e eugenia... é ou produto de má intencionalidade ou produto de analfabetismo funcional”, afirmou. O secretário disse ter escrito 90% do discurso. Solicitou, no entanto, ajuda de assessores, que teriam feito uma pesquisa para elaborar a fala. Ele afirmou repetidas vezes na entrevista não saber que a frase em questão tinha origem em fala do ministro nazista. Questionado se concordava com a frase de Goebbels, ou se era nazista, Alvim negou. “A frase que eu escrevi, que tem essa coincidência retórica com a forma da frase do Goebbels, é absolutamente correta. Até um ditador sanguinário pode ter uma ou outra frase absolutamente correta, embora no caso dessas pessoas eles estejam travestindo com nobres discursos as intenções mais espúrias. Mas você vai encontrar belíssimas frases sobre a humanidade na boca de um assassino contumaz como o Che Guevara”, disse. “Goebbels preconizava uma ideia de uma arte nacional, uma arte nacionalista? Sim. Eu também preconizo essa ideia? Eu também preconizo essa ideia. Outros intelectuais absolutamente incríveis também preconizam essa ideia? Também preconizam essa ideia. Daí a estender a associação para extermínio de pessoas em campos de concentração é uma coisa muito forçada.” Mais tarde, em publicação numa rede social, depois de reafirmar que não sabia da origem da frase e que não compactua com o nazismo, Alvim disse que colocou seu cargo à disposição do presidente. “Tendo em vista o imenso mal-estar causado por esse lamentável episódio, coloquei imediatamente meu cargo à disposição do presidente Jair Bolsonaro, com o objetivo de protegê-lo”, disse na publicação. “Dei minha vida por esse projeto de governo, e prossigo leal ao presidente, e disposto a ajudá-lo no futuro na dignificação da Arte e da Cultura brasileiras”, acrescentou. Pouco depois da publicação, Bolsonaro divulgou a nota anunciando a saída do secretário. “Comunico o desligamento de Roberto Alvim da Secretaria de Cultura do governo. Um pronunciamento infeliz, ainda que tenha se desculpado, tornou insustentável a sua permanência”, afirmou a nota assinada por Bolsonaro. “Reitero nosso repúdio às ideologias totalitárias e genocidas, bem como qualquer tipo de ilação às mesmas. Manifestamos também nosso total e irrestrito apoio à comunidade judaica, da qual somos amigos e compartilhamos valores em comum”, acrescentou. LIMITES O discurso do secretário provocou forte reação. O presidente da Câmara dos Deputados, Rodrigo Maia (DEM-RJ), usou sua conta no Twitter para afirmar que o secretário “passou de todos os limites” com a publicação. “É inaceitável. O governo brasileiro deveria afastá-lo urgente do cargo”, disse Maia. O presidente do Congresso Nacional e do Senado Federal, Davi Alcolumbre (DEM-AP), que é judeu, também pediu o afastamento do secretário e disse ser inadmissível que um representante do governo utilize o cargo para “explicitar simpatia pela ideologia nazista” ou repetir ideias de um ministro alemão. “Somente agora tive o desprazer de tomar conhecimento do acintoso, descabido e infeliz pronunciamento de assombrosa inspiração nazista do secretário de Cultura, Roberto Alvim, do governo federal”, disse o presidente do Congresso em nota. “Como primeiro presidente judeu do Congresso Nacional, manifesto veementemente meu total repúdio a essa atitude e peço seu afastamento imediato do cargo.”

Diretor-geral da ANP pede antecipação do fim de seu mandato a Bolsonaro

access_time15/01/2020 21:32

O diretor-geral da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), Décio Oddone, enviou carta ao presidente Jair Bolsonaro informando que decidiu antecipar o fim do seu mandato, previsto para terminar em dezembro, e que permanecerá no cargo até a aprovação de um substituto. Oddone listou na carta realizações durante seu mandato iniciado em 2016 e afirmou ter cumprido a missão assumida ao chegar ao posto. “O processo de grandes mudanças no setor, do qual participei com afinco, encerrou-se com os últimos leilões e a identificação das ações necessárias para eliminar as restrições regulatórias e estimular a competição nos setores de abastecimento, de distribuição e revenda de combustíveis automotivos e de aviação, de gás de cozinha e de gás natural”, afirmou. Segundo ele, uma nova fase se inicia agora. “Como o tempo dos mandatos nem sempre casa com os ciclos de mudança, acredito que seja hora de iniciar o processo de composição da diretoria colegiada que deverá aprovar as alterações regulatórias que vão sustentar as transformações que começamos a construir”, disse Oddone. “Diferentes desafios demandam profissionais com características distintas.” Ele ressaltou que não houve alterações na composição da diretoria colegiada em 2019, ano em que Jair Bolsonaro assumiu a Presidência da República, mas que três novos diretores devem ser nomeados neste ano. Oddone disse também que a gestão da ANP está em processo de modernização, simplificação, agilização e aumento da transparência. Dentre outras questões, destacou que as reuniões da diretoria passaram a ser abertas e públicas. REALIZAÇÕES Oddone afirmou que em 2016 “o setor atravessava sua maior crise”, e precisava de novas regras e medidas para o fim de monopólios e de soluções para o setor de biocombustíveis. “Com medidas como as rodadas, a oferta permanente, o estímulo à venda dos campos maduros e os estudos para o aproveitamento dos recursos além das 200 milhas, o Brasil voltou ao cenário internacional do petróleo”, disse Oddone, prevendo que o país deve estar entre os cinco maiores produtores e exportadores do mundo em menos de dez anos. Oddone destacou ainda que durante seu mandato foram dados passos para a criação de um mercado aberto, dinâmico e competitivo nos setores de abastecimento e de gás natural. Citou também que os preços dos combustíveis passaram a ser divulgados de forma transparente e que a qualidade da gasolina está sendo equiparada aos padrões internacionais. “As ações adotadas permitiram que o setor passasse pela sua maior transformação. O país está finalmente substituindo um monopólio por uma indústria”, concluiu.

“Sou um dos deputados mais fiéis ao Bolsonaro”, diz Barbudo

access_time28/10/2019 22:39

O deputado federal Nelson Barbudo (PSL) afirmou nesta segunda-feira (29) ser um dos parlamentares mais fieis ao presidente Jair Bolsonaro (PSL), não tendo votado em nenhuma pauta desfavorável ao Governo.  Recentemente, o site da Revista Época divulgou uma lista com sete deputados e um senador do PSL que o presidente Jair Bolsonaro consideraria tê-lo traído na crise interna da sigla. Dentre os nomes, estava o de Barbudo. Bolsonaro está em rota de colisão com o presidente nacional do PSL, Luciano Bivar. A briga, inclusive, pode levar o presidente a deixar o partido. “Procurem onde o Bolsonaro disse que eu sou traidor. Ache uma palavra dele. Não houve. Aconteceu todo esse barulho em Mato Grosso. Eu nunca dei um voto contra o Governo. Eu sou o terceiro do PSL que mais deu votos para Bolsonaro”, disse Barbudo. Questionado sobre se uma possível desavença política pode ter levado à "plantação" da informação na revista, Barbudo afirma ter certeza de que se trata de "fogo amigo", ou seja, de que a informação veio de alguém do partido. “Eles queriam atingir a Joice Hasselmann, Felipe Francischini, Delegado Waldir e mais um. E um caboclo do PSL, que eu não vou falar o nome, falou: ‘Põe o nome daquele barbudão, eu não gosto daquele m...’ O cara me contou. Usou meu nome, cara. Onde que eu tive um entrevero com o Bolsonaro?”, indagou. Ele disse que após a publicação procurou o presidente na pessoa do ministro da Secretaria de Governo, general Luiz Eduardo Ramos. Conforme Barbudo, o general lhe disse que a questão já estava clara para Bolsonaro e que ele sabia que a notícia era falsa.  Foi então que o deputado federal Eduardo Bolsonaro (PSL) ligou para Barbudo para marcar um encontro. Na ocasião, o filho do presidente gravou um vídeo falando da fidelidade do peesilista. A lista O site da Revista Época divulgou no dia 15 de outubro uma lista com os nomes de Barbudo, os deputados Delegado Waldir (GO), Júnior Bozzella (SP), Joice Hasselmann (SP), Julian Lemos (PB), Nereu Crispim (RS) e Felipe Francischini (PR) como sendo um dos “traidores” do presidente. Na lista ainda figurava o senador Major Olímpio (SP). Os nomes foram divulgados após o presidente entrar em rota de colisão com o presidente da sigla, Luciano Bivar.

Bolsonaro assina MP de incentivo à regularização de dívidas com a União; desconto chega a 70% para pessoa física e microempresa

access_time16/10/2019 15:46

O presidente Jair Bolsonaro assinou nesta quarta-feira (16), em cerimônia no Palácio do Planalto, uma medida provisória com regras para facilitar acordos entre a União e seus devedores, com o objetivo de quitar as dívidas. No caso de cobrança de dívida tributária ativa, o governo informou que a MP poderá auxiliar 1,9 milhão de devedores a regularizar seus débitos com a União, que superam R$ 1,4 trilhão. Uma das possibilidades é dar um desconto de até 50% sobre o total dessa dívida no caso de pessoa física e micro ou pequena empresa – esse percentual pode avançar a 70%. Assinada em uma cerimônia no Palácio do Planalto, a medida é chamada pelo governo de MP do Contribuinte Legal. O texto regulamenta a chamada transação tributária, prevista no Código Tributário Nacional como uma ferramenta para regularização de débitos com o governo. A negociação para regularizar as dívidas poderá ser feita pela União, autarquias e fundações. De acordo com o Ministério da Economia, a transação tributária "representa uma alternativa" fiscal mais "justa" do que os sucessivos programas de refinanciamento de dívidas, os chamados refis, adotados ao longo dos anos por vários governos. Os refis adotavam regras gerais, que valiam para grandes conjuntos de devedores. As negociações previstas pela nova MP serão feitas com grupos menores e, por isso, de acordo com o governo, as particularidades individuais serão levadas mais em conta. Previsão de arrecadação O governo informou que, "ao considerar uma estimativa conservadora", a MP poderá alcançar arrecadação de cerca de R$ 15 bilhões ao longo de três anos. R$ 5,5 bilhões em 2020 R$ 5 bilhões em 2021 R$ 4,4 bilhões em 2022 Formas de negociação Em entrevista após a cerimônia, técnicos do governo explicaram que serão lançados editais ou portarias para que os contribuintes tenham a possibilidade de fazer a transação tributária, mediante adesão ou proposta. Nos atos, serão estabelecidas as condições e requisitos para o público-alvo da negociação. De acordo com o Ministério da Economia, a negociação para o pagamento da dívida será aplicada em duas possibilidades: Transações de cobrança da dívida ativa (valor efetivamente devido pelo contribuinte) Transações de litígio tributário (dívidas contestadas na Justiça) Dívida ativa De acordo com o Ministério da Economia, as negociações para o pagamento da dívida ativa têm as seguintes possibilidades: Desconto de até 50% sobre o total da dívida, percentual que pode aumentar para até 70% no caso de pessoa física e micro ou pequena empresa; Pagamento em até 84 meses, que pode aumentar para cem meses nos casos de micro ou pequenas empresas; Possibilidade de concessão de moratória, uma carência para o início dos pagamentos. A negociação não inclui multas criminais ou decorrentes de fraudes fiscais; As reduções ocorrem sobre as parcelas acessórias da dívida (juros, multas, encargos), não atingindo o valor do principal. Litígios tributários No caso das transações de litígios tributários (dívidas , o governo avalia que poderá encerrar "centenas de milhares de processos", que envolvem valor superior a R$ 600 bilhões no Conselho Administrativo de Recursos Fiscais (Carf), e R$ 40 bilhões garantidos por seguro e caução. Entre as regras para a transação, estão: Edital poderá prever descontos e prazo de até 84 meses para pagamento; Envolve contencioso administrativo e judicial; A transação envolverá concessões recíprocas entre as partes; A transação não poderá contrariar decisão judicial definitiva e não autorizará a restituição de valores já pagos ou compensados. Bolsonaro fala em 'MP da segunda chance' Em discurso, Bolsonaro destacou as vantagens da MP. Na opinião do presidente, a medida "visa atender a quem produz" no país. O presidente ainda destacou que as pessoas que desejam empreender perceberão que o Estado "está menos em cima" dos cidadãos. O presidente chamou a medida de "MP da segunda chance". Ele afirmou que o governo deseja dar "uma segunda chance", assim como em relacionamentos amorosos, para pessoas que tenham dívidas. O presidente afirmou que o governo não pode observar o empreendedor apenas como uma "fonte de renda". "Não podemos nós, Estado, olhar para o contribuinte e termos uma ideia de que ali tem uma fonte de renda para nós", disse. Bolsonaro também afirmou no discurso que investidores recuperam a confiança no Brasil em razão de o país deixar "cada vez mais" de ser "socialista". "[Os investidores] Estão acreditando em nós. Isso vem de onde? Do restabelecimento da confiança, de cada vez mais nós deixarmos de sermos socialistas na economia [...]. O Brasil não pode ser socialista na economia. Uma interferência enorme por parte do Estado em cima de quem produz", afirmou.

Bolsonaro passará pela 4ª cirurgia após facada no abdome

access_time01/09/2019 11:01

O presidente Jair Bolsonaro (PSL) passará por uma nova cirurgia no abdome, a 4ª desde a facada sofrida por ele durante a campanha eleitoral de 2018. Segundo o Palácio do Planalto, o objetivo é corrigir uma hérnia (saliência de tecido) surgida no local das intervenções anteriores. A operação é de médio porte e será feita Hospital Vila Nova Star, em São Paulo, de acordo com o médico Antonio Luiz Macedo, que atendeu o presidente após o atendado ocorrido há quase 1 ano. "Abrimos três vezes no mesmo lugar. Enfraqueceu", explicou o médico. Pelas redes sociais, o presidente disse que deve ficar afastado por 10 dias. "Agora em São Paulo com os Drs. Macedo e Leandro [Echenique, cardiologista]. Pelo que tudo indica curtirei uns 10 dias de férias com eles brevemente. Bom dia a todos", escreveu Bolsonaro em suas contas no Facebook e no Twitter. Bolsonaro foi avaliado pelos médicos pela manhã, no aeroporto de Congonhas, em São Paulo. De lá, seguiu de helicóptero para o Templo de Salomão, da Igreja Universal do Reino de Deus, onde onde participará de um culto religioso. Ele deve voltar para Brasília no fim da tarde. O presidente foi esfaqueado em 6 de setembro do ano passado, durante a campanha eleitoral, em Juiz de Fora durante campanha eleitoral para a presidência. De lá para cá, passou por três cirurgias. O autor do atentado foi internado por tempo indeterminado em um manicômio judicial. Fieis fazem fila no Templo de Salomão, em São Paulo, onde Bolsonaro participará de culto — Foto: Abrahão de Oliveira/G1 Cirurgias do presidente A primeira cirurgia após a facada aconteceu no mesmo dia do atentado, em um hospital de Juiz de Fora. Cinco cirurgiões e dois anestesistas participaram da intervenção. Durante o procedimento, Bolsonaro precisou receber quatro bolsas de sangue, e teve implantada uma bolsa de colostomia. Dias depois, em São Paulo, Bolsonaro passou por uma segunda cirurgia, onde os médicos reabriram o corte da primeira cirurgia e encontraram a obstrução em uma alça do intestino delgado, que fica na parte esquerda do abdômen. Em janeiro de 2019, o presidente voltou ao Einstein, em São Paulo, retirada de bolsa de colostomia e ligamento do intestino.

Sou presidente para interferir mesmo, diz Bolsonaro

access_time21/08/2019 10:53

O presidente Jair Bolsonaro disse nesta quarta-feira, ao comentar críticas de que estaria interferindo politicamente em órgãos como a Polícia Federal e a Receita Federal, que foi eleito presidente para “interferir mesmo” e, caso contrário, seria um “banana”. Em discurso em evento sobre o setor de aço em Brasília, o presidente também disse que se o Acordo de Paris sobre o clima fosse bom, os Estados Unidos não o teriam abandonado, mas afirmou que “por enquanto” o Brasil permanecerá no pacto que visa combater as mudanças climáticas. “Olha, eu fui presidente para interferir mesmo, se é isso que eles querem”, disse o presidente ao comentar críticas na imprensa de que estaria interferindo na PF e na Receita. “Se é para ser um banana, um poste dentro da Presidência, eu estou fora, pô!” Ele disse que apenas sugeriu um nome para substituir o superintendente da PF no Rio de Janeiro, mas que não viu problema no fato de o escolhido ter sido outro, e afirmou que, embora a Receita faça um bom trabalho, tem problemas e esses problemas são resolvidos trocando pessoas. O presidente voltou a comentar a eleição presidencial na Argentina, onde a oposição conquistou uma expressiva vitória sobre o presidente Mauricio Macri, aliado de Bolsonaro, nas primárias. Ele disse acreditar que a tendência de vitória da esquerda no país vizinho possa ser revertida e pediu que os empresários presentes trabalhem por isso. Bolsonaro afirmou ainda que quer argentinos no Brasil como turistas, não como refugiados, e disse que se o opositor Alberto Fernández vencer a disputa presidencial na Argentina, poderá trabalhar com ele na área econômica, mas afirmou que na seara política “jamais”.

Pacote anticrime de Moro vai ao Congresso na terça-feira, diz Bolsonaro

access_time17/02/2019 10:43

O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste sábado que o Projeto de Lei Anticrime apresentado no início do mês pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, será enviado ao Congresso Nacional na próxima terça-feira. “Na próxima terça-feira apresentaremos projeto de lei Anticrime ao Congresso”, afirmou Bolsonaro num postagem em sua conta no Twitter. “Elaborado pelo Ministro Sérgio Moro o mesmo visa endurecer as penas contra assassinos, líderes de gangues e corruptos”, conclui o post. Entre outros pontos, o pacote altera 14 leis, como o Código Penal, Código de Processo Penal, Lei de Execução Penal, Lei de Crimes Hediondos e Código Eleitoral. Ao apresentar o pacote, no último dia 4, Moro afirmou que o objetivo do projeto é tornar mais eficaz o combate contra a corrupção, os crimes violentos e o crime organizado. Oo texto quer assegurar o cumprimento da pena do condenado após julgamento em segunda instância, e aumentar as previsões legais para o Ministério Público propor acordos. Outra importante inovação é a mudança na legislação sobre organizações criminosas e que prevê que líderes e integrantes que sejam encontrados com armas iniciem o cumprimento da pena em presídios de segurança máxima, assim como condenados que sejam comprovadamente integrantes de organizações criminosas não terão direito a progressão de regime. O texto ainda prevê a criminalização do caixa 2, ao tornar crime arrecadar, manter, movimentar ou utilizar valores que não tenham sido declarados à Justiça Eleitoral. Esse foi um dos pontos mais questionados por deputados na legislatura passada no chamado pacote de 10 medidas de combate à corrupção que contou com o aval da força-tarefa da operação Lava Jato. A declaração de Bolsonaro confirma indicações de que seu governo vai tentar trabalhar simultaneamente no Congresso o pacote anticrime e a reforma da Previdência, que também será enviada ao Legislativo na próxima quarta-feira.

Bolsonaro passa por cirurgia para retirar bolsa de colostomia e religar intestino

access_time28/01/2019 08:57

O presidente Jair Bolsonaro começou a ser operado no início da manhã desta segunda-feira (28) no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. A cirurgia é necessária para retirar a bolsa de colostomia e religar o trânsito intestinal de Bolsonaro. O procedimento começou por volta de 6h30, segundo informou a assessoria de imprensa da Presidência. Até a última atualização desta reportagem, o início da cirurgia não havia sido confirmado pelo Hospital Albert Einstein. A previsão inicial era que o procedimento durasse três horas, mas pouco antes de 10h ainda não havia terminado. A recuperação deve demorar dez dias. A cirurgia é comandada pelo gastroenterologista Antonio Luiz Macedo. Segundo apurou o Fantástico, dois tipos de procedimentos poderão ser adotados pelos médicos. A primeira possibilidade é unir as duas pontas do intestino grosso que foram separadas para a colocação da bolsa - a fixação pode ser feita com sutura - agulha e linha cirúrgicas - ou com um grampeador cirúrgico. A segunda possibilidade é cortar uma parte de 20 centímetros do intestino grosso e ligar a outra ponta diretamente ao intestino delgado, que tem mais irrigação sanguínea do que o intestino grosso. Quanto mais sangue circulando, mais fácil e rápida é a cicatrização. Esse segundo procedimento é o mais provável, porque ajuda a prevenir complicações futuras. Bolsonaro chegou a São Paulo neste domingo (27), passou por uma avaliação clínica, foi submetido a exames laboratoriais e de imagem no hospital, e teve a cirurgia de retirada da bolsa de colostomia e reconstrução do trânsito intestinal confirmada. Nos últimos meses, Bolsonaro ficou com a bolsa de colostomia junto ao corpo devido à facada que recebeu de Adélio Bispo de Oliveira durante caminhada na campanha eleitoral antes do segundo turno das eleições. A bolsa serve para encaminhar as fezes e os gases do intestino grosso para fora do corpo, na região abdominal. Esta é a terceira cirurgia à qual Bolsonaro é submetido desde o ataque. Neste domingo, Bolsonaro publicou um vídeo em seu perfil no Twitter gravado no quarto do hospital. "Bem, hoje, domingo, voamos de manhã para SP. Estou aqui em SP, no Albert Einstein, onde amanhã a partir das 7h eu devo ser submetido à cirurgia de retirada da bolsa de colostomia. Deve durar por volta de 3 horas, mas se Deus quiser correrá tudo muito bem. Muito obrigado a todos vocês, mais uma vez. E obrigado também pelas orações. O Brasil é nosso", disse Bolsonaro no vídeo. Hospital terá 'gabinete' De acordo com o Palácio do Planalto, o vice-presidente Hamilton Mourão assumiu a Presidência desde o início da cirurgia e deverá permanecer no cargo por 48 horas. Depois das 48 horas, Bolsonaro deverá reassumir o cargo e despachar de dentro do hospital. Foi montado um escritório no mesmo andar onde Bolsonaro está internado para que ele possa receber ministros.

'Sou um cara de negócios', diz ex-assessor de Flávio Bolsonaro ao explicar movimentações 'atípicas'

access_time27/12/2018 07:00

Fabrício Queiroz, ex-assessor do deputado estadual e senador eleito pelo PSL, Flávio Bolsonaro (RJ), deu uma entrevista nesta quarta-feira (26) ao SBT. É a primeira vez que Queiroz fala depois que o nome dele apareceu em um relatório do Coaf sobre movimentações financeiras atípicasde funcionários e ex-funcionários da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. No caso de Fabrício Queiroz, a movimentação foi de R$ 1,2 milhão durante um ano, segundo o Coaf. Entre as transações, estão R$ 24 mil depositados na conta de Michelle Bolsonaro, mulher de Jair Bolsonaro. O presidente eleito informou que este valor se refere ao pagamento de parte de uma dívida de R$ 40 mil que Queiroz tinha com o próprio Jair Bolsonaro. O relatório do Coaf foi elaborado para a Operação Furna da Onça, que prendeu dez deputados estaduais do Rio, no mês passado. Na conta de Fabrício, o Coaf encontrou depósitos de funcionários do gabinete do deputado Flávio Bolsonaro e, também, de parentes de Fabrício, que trabalhavam no gabinete. Queiroz foi convocado duas vezes pelo Ministério Público para prestar depoimento, mas faltou as duas vezes, alegando problemas de saúde. Na entrevista ao SBT, Queiroz alegou que o dinheiro era fruto de negócios que fazia. “Eu sou um cara de negócios. Eu faço dinheiro. Eu faço, assim, eu compro, revendo, compro, revendo. Compro carro, revendo carro. Eu sempre fui assim. Sempre. Eu gosto muito de comprar carro em seguradora. Na minha época, lá atrás, comprava um carrinho, mandava arrumar, vendia. Tenho segurança”, disse. Ao SBT, o ex-assessor Fabrício de Queiroz repetiu a explicação do presidente eleito Jair Bolsonarosobre o depósito de R$ 24 mil na conta da futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro. “Nosso presidente já esclareceu. Tive um empréstimo de R$ 40 mil, passei 10 cheques de R$ 4 mil. Nunca depositei R$ 24 mil", declarou. Fabrício disse ao SBT que só vai explicar os depósitos de funcionários do gabinete em sua conta bancária ao Ministério Público. Essa é a principal questão que o MP quer esclarecer e que o assessor não explicou na entrevista exibida nesta quarta-feira. Mas negou que ele e os funcionários repassassem parte de seus salários ao deputado Flávio Bolsonaro. “No nosso gabinete, a palavra lá é: não se fala em dinheiro, não se dá dinheiro. Toda hora bate alguém no gabinete pedindo R$ 10, R$ 20, pedindo pra remédio. É proibido falar em dinheiro no gabinete, nunca, nunca. Isso é uma covardia rotular o que está acontecendo comigo ao deputado Flávio Bolsonaro. Eu não sou laranja. Sou homem trabalhador, tenho uma despesa imensa por mês”, afirmou. Na entrevista ao SBT, Fabrício negou que Flávio Bolsonaro tenha alguma coisa a ver com a sua movimentação bancária. “Eu me abati muito, minha calça está caindo, porque numa noite aí, eu falei caramba, acabou minha vida, eu era amigo do cara, o que ele está passando na rua. Entendeu? Achando que eu tenho negociata com ele. Pelo amor de Deus, isso não existe, eu vou provar junto ao MP”, disse. Na entrevista ao SBT, Fabrício de Queiroz falou ainda sobre os problemas de saúde que, segundo ele, o impediram de prestar depoimento no Ministério Público. Ele disse que tem uma cirurgia marcada para fazer no ombro, mencionou um problema na urina e uma tosse forte, e afirmou que descobriu um câncer no intestino. Segundo Fabrício de Queiroz, o médico disse que o tumor é maligno e que ele precisa ser operado o mais rapidamente possível.

Bolsonaro poderá indicar até 50 integrantes para equipe de transição de governo

access_time29/10/2018 07:49

Eleito neste domingo (28) presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL) poderá indicar até 50 pessoas para cargos temporários na equipe que fará a transição de governo. Bolsonaro derrotou Fernando Haddad (PT) no segundo turno da eleição presidencial e, em 1º de janeiro de 2019, assumirá o governo no lugar de Michel Temer. O número de cargos em comissão disponíveis para o presidente eleito e o momento da indicação estão previstos na lei 10.609/2002, que trata do processo de transição de um governo para outro, junto com o decreto 7.221/2010. Conforme a legislação, a equipe de transição tem o objetivo de garantir o acesso a dados, documentos e informações do governo federal para que a futura gestão possa: tomar conhecimento do funcionamento dos órgãos e entidades da administração pública federal; receber informações sobre as contas públicas; receber informações sobre implementação, acompanhamento e resultados dos programas do governo federal; preparar os atos que o novo presidente tomará após a posse. Cargos em sete níveis Segundo a Casa Civil, os 50 cargos especiais de transição governamental são de livre nomeação, ou seja, não precisarão ser ocupados por servidores de carreira. De acordo com lei, os cargos serão extintos em janeiro, 10 dias após a posse. Jair Bolsonaro também poderá, segundo a Casa Civil, requisitar servidores federais que seriam cedidos para a equipe de transição sem ocupar os cargos especiais. O presidente do PSL, Gustavo Bebianno, afirmou em entrevistas que a equipe de Bolsonaro terá 52 pessoas. A legislação ainda prevê que a equipe de transição tenha um coordenador indicado pelo futuro presidente, que poderá ser nomeado ministro extraordinário por Temer, caso o escolhido seja deputado federal ou senador – o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) deve assumir a função. Cargos e salários na transição de governo Cargo Salário Nº de servidores CETG VII R$ 16.581,49 1 CETG VI R$ 16.215,22 4 CETG V R$ 13.036,74 10 CETG IV R$ 9.926,60 25 CETG III R$ 5.440,72 2 CETG II R$ 5.440,72 3 CETG I R$ 2.585,13 5 Fonte: Casa Civil Transição Neste domingo (28), após votar em São Paulo, o presidente Michel Temer disse que a transição está praticamente toda organizada e já deve começar nesta segunda-feira (29). "Vamos começar a transição logo, prontamente amanhã, e faremos uma transição muito tranquila, muito sossegada. Já está praticamente organizada em relação a todos os setores do governo, os tópicos da transição. De modo que a equipe do eleito, quando contatar já praticamente recebe todos os dados do atual governo, daquilo que foi feito e daquilo que ainda precisa ser feito", explicou o presidente da República. Pelo lado do atual governo, Temer centralizou a coordenação dos trabalhos no ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, responsável pela interlocução com a equipe de Bolsonaro. Temer já havia falado sobre a transição na última semana em vídeo publicado no Twitter. Michel Temer✔@MichelTemer Em poucos dias, o País vai decidir o próximo presidente da República. Hoje, me reuni com ministros para avançarmos no tema da transição de governo e garantirmos uma condução tranquila e transparente do repasse dos trabalhos. A gestão de Temer trabalhou na montagem de uma espécie de “livro de transição”, que será entregue a Bolsonaro e seus assessores. A equipe do presidente eleito terá acesso a um sistema digital chamado “Governa”, com informações sobre legislação, números de servidores, contas públicas e ações realizadas pelo governo federal. A futura administração ainda receberá sugestões de medidas para 2019. Conforme o blog de João Borges, do G1, o livro de transição do Ministério da Fazenda faz uma radiografia completa das contas públicas e aponta a necessidade da reforma da Previdência e do cumprimento do teto dos gastos. Fachada do Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília, onde funcionará o gabinete de transição Equipe de transição em Brasília A equipe de Jair Bolsonaro terá um espaço de trabalho próprio em Brasília durante a transição. O gabinete funcionará em uma ala do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), a cerca de 6,5 km do Palácio do Planalto. Segundo a Secretaria-Geral da Presidência, responsável pela logística do local, esta será a terceira vez que o CCBB receberá uma equipe de transição presidencial. O centro destinado ao novo governo foi montado com gabinete para o presidente eleito, mais de 20 salas, espaço para reuniões e para coletivas de imprensa. O local tem capacidade para receber de imediato 250 pessoas. O centro da transição passou por reforma recente, realizada pelo Banco do Brasil, que também forneceu a mobília. O espaço será utilizado pelo banco após a posse do novo governo.

Bolsonaro tem 59% dos votos válidos; Haddad tem 41%

access_time16/10/2018 09:20

A menos de duas semanas do segundo turno da eleição presidencial, Jair Bolsonaro (PSL) tem 59% dos votos válidos, contra 41% para Fernando Haddad (PT), aponta pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (15). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Esta é a primeira pesquisa conduzida pelo Ibope no segundo turno. Na semana passada, o Datafolha mostrou Bolsonaro com 58% e Haddad com 42%. Votos válidos - 2º turno Presidência da República Os votos válidos são aqueles usados pela Justiça Eleitoral para determinar o resultado da eleição. São os votos dados diretamente em um dos candidatos, descontados os brancos e nulos. No primeiro turno, Bolsonaro teve 46,03% dos votos válidos (quase 50 milhões de votos). Haddad ficou com 29,28% (cerca de 30 milhões de votos). Na intenção de voto total, o Ibope diz que Bolsonaro tem 52% e Haddad, 37%. Brancos e nulos somam 9%. Os entrevistados que não souberam ou não responderam são 2%. Votos totais - 2º turno Presidência da República A pesquisa Ibope foi feita entre os dias 13 e 14 de outubro com 2.506 entrevistados em todo o Brasil. O levantamento foi contratado pelo jornal "O Estado de S. Paulo" e a TV Globo, e registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-01112/2018. O intervalo de confiança da pesquisa é de 95%. Segundo o Ibope, isso significa que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.

Datafolha: Bolsonaro lidera em 4 regiões e Haddad no Nordeste

access_time11/10/2018 08:19

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta (10) apurou os percentuais de intenção de voto para o segundo turno da eleição para presidente da República entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). Veja os números do levantamento por segmentos de sexo, idade, escolaridade, renda, região, religião e cor. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S. Paulo". O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos. Antes do resultado por segmentos para os quatro candidatos com maiores índices de intenção de voto, vamos aos números totais: Pesquisa Datafolha - Votos totais, segundo turno entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad Resultados da pesquisa por segmento Sexo Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - sexo: masculino Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - sexo: feminino Idade Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - idade: 16 a 24 anos Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - idade: 25 a 34 anos Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - idade: 35 a 44 anos Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - idade: 45 a 59 anos Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - idade: 60 anos ou mais Escolaridade Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - escolaridade: fundamental Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - escolaridade: médio Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - escolaridade: superior Renda (em salários mínimos) Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - renda: até 2 salários Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - renda: de 2 a 5 salários Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - renda: de 5 a 10 salários Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - renda: mais de 10 salários Região Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - região: Sudeste Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - região: Sul Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - região: Nordeste Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - região: Centro-Oeste Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - região: Norte Religião Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - religião: católica Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - religião: evangélica Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - religião: espírita Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - religião: umbanda, candomblé e outras religiões afro-brasileiras Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - religião: não tem / agnóstico Cor Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - cor: parda Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - cor: branca Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - cor: preta Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - cor: amarela Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - cor: indígena Sobre a pesquisa Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos Entrevistados: 3.235 eleitores em 227 municípios Quando a pesquisa foi feita: 10 de outubro Registro no TSE: BR-00214/2018 Nível de confiança: 95% Contratantes da pesquisa: TV Globo e "Folha de S.Paulo"