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Registrado acidente com vítima fatal na paralela da BR-163 em Matupá

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Grave acidente foi registrado na paralela da BR-163, vitimando um dos pioneiros do município de Matu

Notícias com a tag: Bolsonaro

Pacote anticrime de Moro vai ao Congresso na terça-feira, diz Bolsonaro

access_time17/02/2019 10:43

O presidente Jair Bolsonaro afirmou neste sábado que o Projeto de Lei Anticrime apresentado no início do mês pelo ministro da Justiça e Segurança Pública, Sérgio Moro, será enviado ao Congresso Nacional na próxima terça-feira. “Na próxima terça-feira apresentaremos projeto de lei Anticrime ao Congresso”, afirmou Bolsonaro num postagem em sua conta no Twitter. “Elaborado pelo Ministro Sérgio Moro o mesmo visa endurecer as penas contra assassinos, líderes de gangues e corruptos”, conclui o post. Entre outros pontos, o pacote altera 14 leis, como o Código Penal, Código de Processo Penal, Lei de Execução Penal, Lei de Crimes Hediondos e Código Eleitoral. Ao apresentar o pacote, no último dia 4, Moro afirmou que o objetivo do projeto é tornar mais eficaz o combate contra a corrupção, os crimes violentos e o crime organizado. Oo texto quer assegurar o cumprimento da pena do condenado após julgamento em segunda instância, e aumentar as previsões legais para o Ministério Público propor acordos. Outra importante inovação é a mudança na legislação sobre organizações criminosas e que prevê que líderes e integrantes que sejam encontrados com armas iniciem o cumprimento da pena em presídios de segurança máxima, assim como condenados que sejam comprovadamente integrantes de organizações criminosas não terão direito a progressão de regime. O texto ainda prevê a criminalização do caixa 2, ao tornar crime arrecadar, manter, movimentar ou utilizar valores que não tenham sido declarados à Justiça Eleitoral. Esse foi um dos pontos mais questionados por deputados na legislatura passada no chamado pacote de 10 medidas de combate à corrupção que contou com o aval da força-tarefa da operação Lava Jato. A declaração de Bolsonaro confirma indicações de que seu governo vai tentar trabalhar simultaneamente no Congresso o pacote anticrime e a reforma da Previdência, que também será enviada ao Legislativo na próxima quarta-feira.

Bolsonaro passa por cirurgia para retirar bolsa de colostomia e religar intestino

access_time28/01/2019 08:57

O presidente Jair Bolsonaro começou a ser operado no início da manhã desta segunda-feira (28) no Hospital Albert Einstein, em São Paulo. A cirurgia é necessária para retirar a bolsa de colostomia e religar o trânsito intestinal de Bolsonaro. O procedimento começou por volta de 6h30, segundo informou a assessoria de imprensa da Presidência. Até a última atualização desta reportagem, o início da cirurgia não havia sido confirmado pelo Hospital Albert Einstein. A previsão inicial era que o procedimento durasse três horas, mas pouco antes de 10h ainda não havia terminado. A recuperação deve demorar dez dias. A cirurgia é comandada pelo gastroenterologista Antonio Luiz Macedo. Segundo apurou o Fantástico, dois tipos de procedimentos poderão ser adotados pelos médicos. A primeira possibilidade é unir as duas pontas do intestino grosso que foram separadas para a colocação da bolsa - a fixação pode ser feita com sutura - agulha e linha cirúrgicas - ou com um grampeador cirúrgico. A segunda possibilidade é cortar uma parte de 20 centímetros do intestino grosso e ligar a outra ponta diretamente ao intestino delgado, que tem mais irrigação sanguínea do que o intestino grosso. Quanto mais sangue circulando, mais fácil e rápida é a cicatrização. Esse segundo procedimento é o mais provável, porque ajuda a prevenir complicações futuras. Bolsonaro chegou a São Paulo neste domingo (27), passou por uma avaliação clínica, foi submetido a exames laboratoriais e de imagem no hospital, e teve a cirurgia de retirada da bolsa de colostomia e reconstrução do trânsito intestinal confirmada. Nos últimos meses, Bolsonaro ficou com a bolsa de colostomia junto ao corpo devido à facada que recebeu de Adélio Bispo de Oliveira durante caminhada na campanha eleitoral antes do segundo turno das eleições. A bolsa serve para encaminhar as fezes e os gases do intestino grosso para fora do corpo, na região abdominal. Esta é a terceira cirurgia à qual Bolsonaro é submetido desde o ataque. Neste domingo, Bolsonaro publicou um vídeo em seu perfil no Twitter gravado no quarto do hospital. "Bem, hoje, domingo, voamos de manhã para SP. Estou aqui em SP, no Albert Einstein, onde amanhã a partir das 7h eu devo ser submetido à cirurgia de retirada da bolsa de colostomia. Deve durar por volta de 3 horas, mas se Deus quiser correrá tudo muito bem. Muito obrigado a todos vocês, mais uma vez. E obrigado também pelas orações. O Brasil é nosso", disse Bolsonaro no vídeo. Hospital terá 'gabinete' De acordo com o Palácio do Planalto, o vice-presidente Hamilton Mourão assumiu a Presidência desde o início da cirurgia e deverá permanecer no cargo por 48 horas. Depois das 48 horas, Bolsonaro deverá reassumir o cargo e despachar de dentro do hospital. Foi montado um escritório no mesmo andar onde Bolsonaro está internado para que ele possa receber ministros.

'Sou um cara de negócios', diz ex-assessor de Flávio Bolsonaro ao explicar movimentações 'atípicas'

access_time27/12/2018 07:00

Fabrício Queiroz, ex-assessor do deputado estadual e senador eleito pelo PSL, Flávio Bolsonaro (RJ), deu uma entrevista nesta quarta-feira (26) ao SBT. É a primeira vez que Queiroz fala depois que o nome dele apareceu em um relatório do Coaf sobre movimentações financeiras atípicasde funcionários e ex-funcionários da Assembleia Legislativa do Rio de Janeiro. No caso de Fabrício Queiroz, a movimentação foi de R$ 1,2 milhão durante um ano, segundo o Coaf. Entre as transações, estão R$ 24 mil depositados na conta de Michelle Bolsonaro, mulher de Jair Bolsonaro. O presidente eleito informou que este valor se refere ao pagamento de parte de uma dívida de R$ 40 mil que Queiroz tinha com o próprio Jair Bolsonaro. O relatório do Coaf foi elaborado para a Operação Furna da Onça, que prendeu dez deputados estaduais do Rio, no mês passado. Na conta de Fabrício, o Coaf encontrou depósitos de funcionários do gabinete do deputado Flávio Bolsonaro e, também, de parentes de Fabrício, que trabalhavam no gabinete. Queiroz foi convocado duas vezes pelo Ministério Público para prestar depoimento, mas faltou as duas vezes, alegando problemas de saúde. Na entrevista ao SBT, Queiroz alegou que o dinheiro era fruto de negócios que fazia. “Eu sou um cara de negócios. Eu faço dinheiro. Eu faço, assim, eu compro, revendo, compro, revendo. Compro carro, revendo carro. Eu sempre fui assim. Sempre. Eu gosto muito de comprar carro em seguradora. Na minha época, lá atrás, comprava um carrinho, mandava arrumar, vendia. Tenho segurança”, disse. Ao SBT, o ex-assessor Fabrício de Queiroz repetiu a explicação do presidente eleito Jair Bolsonarosobre o depósito de R$ 24 mil na conta da futura primeira-dama, Michelle Bolsonaro. “Nosso presidente já esclareceu. Tive um empréstimo de R$ 40 mil, passei 10 cheques de R$ 4 mil. Nunca depositei R$ 24 mil", declarou. Fabrício disse ao SBT que só vai explicar os depósitos de funcionários do gabinete em sua conta bancária ao Ministério Público. Essa é a principal questão que o MP quer esclarecer e que o assessor não explicou na entrevista exibida nesta quarta-feira. Mas negou que ele e os funcionários repassassem parte de seus salários ao deputado Flávio Bolsonaro. “No nosso gabinete, a palavra lá é: não se fala em dinheiro, não se dá dinheiro. Toda hora bate alguém no gabinete pedindo R$ 10, R$ 20, pedindo pra remédio. É proibido falar em dinheiro no gabinete, nunca, nunca. Isso é uma covardia rotular o que está acontecendo comigo ao deputado Flávio Bolsonaro. Eu não sou laranja. Sou homem trabalhador, tenho uma despesa imensa por mês”, afirmou. Na entrevista ao SBT, Fabrício negou que Flávio Bolsonaro tenha alguma coisa a ver com a sua movimentação bancária. “Eu me abati muito, minha calça está caindo, porque numa noite aí, eu falei caramba, acabou minha vida, eu era amigo do cara, o que ele está passando na rua. Entendeu? Achando que eu tenho negociata com ele. Pelo amor de Deus, isso não existe, eu vou provar junto ao MP”, disse. Na entrevista ao SBT, Fabrício de Queiroz falou ainda sobre os problemas de saúde que, segundo ele, o impediram de prestar depoimento no Ministério Público. Ele disse que tem uma cirurgia marcada para fazer no ombro, mencionou um problema na urina e uma tosse forte, e afirmou que descobriu um câncer no intestino. Segundo Fabrício de Queiroz, o médico disse que o tumor é maligno e que ele precisa ser operado o mais rapidamente possível.

Bolsonaro poderá indicar até 50 integrantes para equipe de transição de governo

access_time29/10/2018 07:49

Eleito neste domingo (28) presidente da República, Jair Bolsonaro (PSL) poderá indicar até 50 pessoas para cargos temporários na equipe que fará a transição de governo. Bolsonaro derrotou Fernando Haddad (PT) no segundo turno da eleição presidencial e, em 1º de janeiro de 2019, assumirá o governo no lugar de Michel Temer. O número de cargos em comissão disponíveis para o presidente eleito e o momento da indicação estão previstos na lei 10.609/2002, que trata do processo de transição de um governo para outro, junto com o decreto 7.221/2010. Conforme a legislação, a equipe de transição tem o objetivo de garantir o acesso a dados, documentos e informações do governo federal para que a futura gestão possa: tomar conhecimento do funcionamento dos órgãos e entidades da administração pública federal; receber informações sobre as contas públicas; receber informações sobre implementação, acompanhamento e resultados dos programas do governo federal; preparar os atos que o novo presidente tomará após a posse. Cargos em sete níveis Segundo a Casa Civil, os 50 cargos especiais de transição governamental são de livre nomeação, ou seja, não precisarão ser ocupados por servidores de carreira. De acordo com lei, os cargos serão extintos em janeiro, 10 dias após a posse. Jair Bolsonaro também poderá, segundo a Casa Civil, requisitar servidores federais que seriam cedidos para a equipe de transição sem ocupar os cargos especiais. O presidente do PSL, Gustavo Bebianno, afirmou em entrevistas que a equipe de Bolsonaro terá 52 pessoas. A legislação ainda prevê que a equipe de transição tenha um coordenador indicado pelo futuro presidente, que poderá ser nomeado ministro extraordinário por Temer, caso o escolhido seja deputado federal ou senador – o deputado Onyx Lorenzoni (DEM-RS) deve assumir a função. Cargos e salários na transição de governo Cargo Salário Nº de servidores CETG VII R$ 16.581,49 1 CETG VI R$ 16.215,22 4 CETG V R$ 13.036,74 10 CETG IV R$ 9.926,60 25 CETG III R$ 5.440,72 2 CETG II R$ 5.440,72 3 CETG I R$ 2.585,13 5 Fonte: Casa Civil Transição Neste domingo (28), após votar em São Paulo, o presidente Michel Temer disse que a transição está praticamente toda organizada e já deve começar nesta segunda-feira (29). "Vamos começar a transição logo, prontamente amanhã, e faremos uma transição muito tranquila, muito sossegada. Já está praticamente organizada em relação a todos os setores do governo, os tópicos da transição. De modo que a equipe do eleito, quando contatar já praticamente recebe todos os dados do atual governo, daquilo que foi feito e daquilo que ainda precisa ser feito", explicou o presidente da República. Pelo lado do atual governo, Temer centralizou a coordenação dos trabalhos no ministro da Casa Civil, Eliseu Padilha, responsável pela interlocução com a equipe de Bolsonaro. Temer já havia falado sobre a transição na última semana em vídeo publicado no Twitter. Michel Temer✔@MichelTemer Em poucos dias, o País vai decidir o próximo presidente da República. Hoje, me reuni com ministros para avançarmos no tema da transição de governo e garantirmos uma condução tranquila e transparente do repasse dos trabalhos. A gestão de Temer trabalhou na montagem de uma espécie de “livro de transição”, que será entregue a Bolsonaro e seus assessores. A equipe do presidente eleito terá acesso a um sistema digital chamado “Governa”, com informações sobre legislação, números de servidores, contas públicas e ações realizadas pelo governo federal. A futura administração ainda receberá sugestões de medidas para 2019. Conforme o blog de João Borges, do G1, o livro de transição do Ministério da Fazenda faz uma radiografia completa das contas públicas e aponta a necessidade da reforma da Previdência e do cumprimento do teto dos gastos. Fachada do Centro Cultural Banco do Brasil, em Brasília, onde funcionará o gabinete de transição Equipe de transição em Brasília A equipe de Jair Bolsonaro terá um espaço de trabalho próprio em Brasília durante a transição. O gabinete funcionará em uma ala do Centro Cultural Banco do Brasil (CCBB), a cerca de 6,5 km do Palácio do Planalto. Segundo a Secretaria-Geral da Presidência, responsável pela logística do local, esta será a terceira vez que o CCBB receberá uma equipe de transição presidencial. O centro destinado ao novo governo foi montado com gabinete para o presidente eleito, mais de 20 salas, espaço para reuniões e para coletivas de imprensa. O local tem capacidade para receber de imediato 250 pessoas. O centro da transição passou por reforma recente, realizada pelo Banco do Brasil, que também forneceu a mobília. O espaço será utilizado pelo banco após a posse do novo governo.

Bolsonaro tem 59% dos votos válidos; Haddad tem 41%

access_time16/10/2018 09:20

A menos de duas semanas do segundo turno da eleição presidencial, Jair Bolsonaro (PSL) tem 59% dos votos válidos, contra 41% para Fernando Haddad (PT), aponta pesquisa Ibope divulgada nesta segunda-feira (15). A margem de erro é de 2 pontos percentuais para mais ou para menos. Esta é a primeira pesquisa conduzida pelo Ibope no segundo turno. Na semana passada, o Datafolha mostrou Bolsonaro com 58% e Haddad com 42%. Votos válidos - 2º turno Presidência da República Os votos válidos são aqueles usados pela Justiça Eleitoral para determinar o resultado da eleição. São os votos dados diretamente em um dos candidatos, descontados os brancos e nulos. No primeiro turno, Bolsonaro teve 46,03% dos votos válidos (quase 50 milhões de votos). Haddad ficou com 29,28% (cerca de 30 milhões de votos). Na intenção de voto total, o Ibope diz que Bolsonaro tem 52% e Haddad, 37%. Brancos e nulos somam 9%. Os entrevistados que não souberam ou não responderam são 2%. Votos totais - 2º turno Presidência da República A pesquisa Ibope foi feita entre os dias 13 e 14 de outubro com 2.506 entrevistados em todo o Brasil. O levantamento foi contratado pelo jornal "O Estado de S. Paulo" e a TV Globo, e registrado no TSE (Tribunal Superior Eleitoral) com o número BR-01112/2018. O intervalo de confiança da pesquisa é de 95%. Segundo o Ibope, isso significa que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem o atual momento eleitoral, considerando a margem de erro.

Datafolha: Bolsonaro lidera em 4 regiões e Haddad no Nordeste

access_time11/10/2018 08:19

Pesquisa Datafolha divulgada nesta quarta (10) apurou os percentuais de intenção de voto para o segundo turno da eleição para presidente da República entre Jair Bolsonaro (PSL) e Fernando Haddad (PT). Veja os números do levantamento por segmentos de sexo, idade, escolaridade, renda, região, religião e cor. A pesquisa foi encomendada pela TV Globo e pelo jornal "Folha de S. Paulo". O nível de confiança da pesquisa é de 95%. Isso quer dizer que há uma probabilidade de 95% de os resultados retratarem a realidade, considerando a margem de erro, que é de 2 pontos, para mais ou para menos. Antes do resultado por segmentos para os quatro candidatos com maiores índices de intenção de voto, vamos aos números totais: Pesquisa Datafolha - Votos totais, segundo turno entre Jair Bolsonaro e Fernando Haddad Resultados da pesquisa por segmento Sexo Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - sexo: masculino Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - sexo: feminino Idade Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - idade: 16 a 24 anos Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - idade: 25 a 34 anos Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - idade: 35 a 44 anos Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - idade: 45 a 59 anos Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - idade: 60 anos ou mais Escolaridade Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - escolaridade: fundamental Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - escolaridade: médio Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - escolaridade: superior Renda (em salários mínimos) Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - renda: até 2 salários Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - renda: de 2 a 5 salários Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - renda: de 5 a 10 salários Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - renda: mais de 10 salários Região Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - região: Sudeste Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - região: Sul Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - região: Nordeste Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - região: Centro-Oeste Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - região: Norte Religião Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - religião: católica Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - religião: evangélica Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - religião: espírita Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - religião: umbanda, candomblé e outras religiões afro-brasileiras Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - religião: não tem / agnóstico Cor Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - cor: parda Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - cor: branca Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - cor: preta Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - cor: amarela Pesquisa Datafolha - 10 de outubro - intenção de voto por segmentos - cor: indígena Sobre a pesquisa Margem de erro: 2 pontos percentuais para mais ou para menos Entrevistados: 3.235 eleitores em 227 municípios Quando a pesquisa foi feita: 10 de outubro Registro no TSE: BR-00214/2018 Nível de confiança: 95% Contratantes da pesquisa: TV Globo e "Folha de S.Paulo"