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Notícias com a tag: Brasil

Trump acusa o Brasil de desvalorizar o real e anuncia retaliação

access_time02/12/2019 10:19

Sobretaxa sobre produtos foi adotada no ano passado em meio à guerra comercial com a China, mas Brasil e Argentina tiveram 'alívio' da cobrança em agosto O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou nesta segunda-feira (2), em uma rede social, Brasil e Argentina de desvalorizarem "maciçamente" suas moedas, e afirmou que vai reinstalar as tarifas de importação sobre o aço e o alumínio dos dois países. "Brasil e Argentina têm presidido uma desvalorização maciça de suas moedas. O que não é bom para nossos agricultores", escreveu Trump em uma rede social. Portanto, com efeito imediato, restaurarei as tarifas de todo o aço e o alumínio enviados para os EUA a partir desses países". Trump ainda usou a oportunidade para criticar o Federal Reserve (Fed), o banco central norte-americano. "O Federal Reserve deveria agir da mesma forma, para que países, que são muitos, não se aproveitem mais nosso dólar forte, desvalorizando ainda mais suas moedas. Isso torna muito difícil para nossos fabricantes e agricultores exportarem seus produtos de maneira justa", disse ele, que frequentemente tem defendido juros mais baixos nos Estados Unidos. Nesta manhã, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que falará com Trump sobre o anúncio referente às tarifas. Na Argentina, um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores afirmou que iniciará as negociações com o Departamento de Estado dos Estados Unidos após a decisão do presidente Donald Trump. O dólar opera com pequenas variações nesta segunda-feira. Desvalorização do real Do início do ano até a última sexta-feira (29), o dólar já subiu 9,43% frente ao real, barateando as exportações brasileiras e aumentando a competitividade dos produtos do país lá fora. Somente em novembro, a alta foi de 5,73%. O real foi a quarta moeda que mais perdeu valor em relação ao dólar no mês de novembro, segundo levantamento da Austin Rating, com uma desvalorização de 5,2%. A moeda brasileira ficou atrás somente do bolívar soberano, da Venezuela (-36,1%), do kwacha, da Zâmbia (-9,3%), e do peso do Chile (-8,1%). O ranking considera as variações de 121 moedas no mundo. No acumulado no ano, o Brasil ocupa a 13ª posição. A liderança é da Venezuela (-98,3%), seguida pela Argentina (-37,2%). Brazil and Argentina have been presiding over a massive devaluation of their currencies. which is not good for our farmers. Therefore, effective immediately, I will restore the Tariffs on all Steel & Aluminum that is shipped into the U.S. from those countries. The Federal.... — Donald J. Trump (@realDonaldTrump) 2 de dezembro de 2019 Em agosto de 2018, Trump anunciou um alívio nas cotas de importação de aço e alumínio que excedam as cotas livres do pagamento das sobretaxas impostas pelo governo dos Estados Unidos em março do mesmo ano. A decisão de flexibilizar a tarifa atingiu as cotas de aço da Coreia do Sul, Brasil e Argentina, além do alumínio da Argentina. Desde então, as empresas americanas que compram aço do Brasil não precisam pagar 25% a mais sobre o preço original, caso comprovem falta de matéria-prima no mercado interno. Histórico A sobretaxa do aço foi um dos primeiros capítulos da guerra comercial de Trump. Visando a atingir sobretudo a China, o governo americano impôs uma regra geral e, aos poucos, renegocia com cada país. Em março do ano passado, o presidente americano impôs tarifa de 25% às importações de aço e de 10% às de alumínio alegando questões de segurança nacional. A decisão desencadeou uma série de retaliações pelo mundo e adoção de salvaguardas por outros países e blocos. Na ocasião, a indústria brasileira classificou a sobretaxa à importação de aço e alumínio como medida 'injustificada e ilegal', com potencial de provocar "dano significativo" para as siderúrgicas instaladas no Brasil, uma vez que o Brasil é o segundo maior fornecedor de ferro e aço dos Estados Unidos.

Fronteira entre Brasil e Bolívia é bloqueada por bolivianos em ato contra reeleição de Evo Morales

access_time29/10/2019 06:15

A fronteira entre Brasil e a Bolívia foi fechada nesta segunda-feira (28) impedindo o tráfego de pessoas e veículos do país vizinho até o município de Cáceres, a 220 km de Cuiabá. O ato faz parte dos protestos contra o resultado das eleições presidenciais na Bolívia, que garantiram a Evo Morales o quarto mandato consecutivo. De acordo com o tenente coronel Fábio Ricas, do Grupo Especial de Segurança de Fronteira (Gefron), só estão circulando ambulâncias e veículos de urgência tanto no acesso oficial, pela BR-070, quanto pelo município boliviano de Las Betas, que dá acesso a Porto Esperidião. Apesar do movimento ser pacífico, como afirmou o tenente, o maior problema é o transporte coletivo, pois as linhas de ônibus não estão conseguindo transitar e orienta que os motoristas busquem outra rota.

Brasil tem mais de 210 milhões de habitantes, diz IBGE

access_time28/08/2019 10:11

O Brasil tem mais de 210 milhões de habitantes, segundo os dados do IBGE (Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística) publicados no DOU (Diário Oficial da União) na manhã desta quarta-feira (28).  A pesquisa considera 1º de julho de 2019 como data de referência. Em 2018, a estimativa da população brasileira era de 208 milhões. A região Sudeste conta com os três estados mais populosos do Brasil: São Paulo, com 45.919.049 habitantes, Minas Gerais, com 21.168.791, e Rio de Janeiro, com 17.264.943. Os estados de Roraima (605.761), Amapá (845.731) e Acre (881.935) estão no extremo oposto, como os menos populosos do país.  Na região Nordeste do país, a Bahia segue como o estado mais populoso, com 14.873.064 habitantes. É o também o quarto estado com mais habitantes do país.  Em seguida, Pernambuco (9.557.071) e Ceará (9.132.078) estão entre os estados mais populosos do Nordeste. Já Sergipe (2.298.696), Piauí (3.273.227) e Alagoas (3.337.357) são os locais com menos moradores da região. No Sul, a estimativa da população no Paraná (11.433.957) e no Rio Grande do Sul (11.377.239) é próxima, ambas maiores do que a de Santa Catarina (7.164.788). A população em Goiás dispara em comparação aos outros estados do Centro-Oeste, com 7.018.354 de habitantes. Em seguida aparecem Mato Grosso (3.484.466), Distrito Federal (3.015.268) e Mato Grosso do Sul (2.778.986). 

Brasil e Argentina nunca se enfrentaram em uma semi de Copa América

access_time01/07/2019 13:11

O duelo desta terça-feira, às 20h30 (horário de Mato Grosso), no Mineirão, será a primeira vez que Brasil e Argentina se enfrentarão em uma semifinal de Copa América. Enquanto a seleção canarinha passou pelo Paraguai nas quartas, os albicelestes derrotaram a Venezuela. Brasil e Argentina se encontraram 32 vezes na história do torneio continental, com 15 vitórias dos argentinos, oito empates e nove triunfos da equipe verde e amarela. Destes 32 confrontos, sete aconteceram na fase final da Copa América. Em 2007 e 2004, o Brasil levou a melhor na grande decisão; em 1999, 1995 e 1993, as equipes se enfrentaram nas quartas de final, com a Argentina se classificando somente em 93; por fim, em 1991 e 1989, os times se encontraram em uma espécie de quadrangular final. De 1983 a 1916, os duelos entre brasileiros e argentinos aconteceram sempre na primeira fase da competição. Confira a lista completa de partidas entre as seleções na história da Copa América: Copa América 2007: final (Brasil 3×0 Argentina) Copa América 2004: final (Brasil 2×2 Argentina, Brasil ganha nos pênaltis) Copa América 1999: quartas de final (Brasil 2×1 Argentina) Copa América 1995: quartas de final (Brasil 2×2 Argentina, Brasil ganha nos pênaltis) Copa América 1993: quartas de final (Brasil 1×1 Argentina, Brasil perde nos pênaltis) Copa América 1991: quadrangular final (Brasil 2×3 Argentina) Copa América 1989: quadrangular final (Brasil 2×0 Argentina) Copa América 1983: dois jogos na primeira fase (Brasil 0x1 Argentina e Brasil 0x0 Argentina) Copa América 1979: dois jogos na primeira fase (Brasil 2×1 Argentina e Brasil 2×2 Argentina) Copa América 1975: dois jogos na primeira fase (Brasil 2×1 Argentina e Brasil 1×0 Argentina) Copa América 1963: competição em turno único (Brasil 0x3 Argentina) Copa América 1959 (2): competição em turno único (Brasil 1×4 Argentina) Copa América 1959: competição em turno único (Brasil 1×1 Argentina) Copa América 1957: competição em turno único (Brasil 0x3 Argentina) Copa América 1956: competição em turno único (Brasil 1×0 Argentina) Copa América 1946: competição em turno único (Brasil 0x2 Argentina) Copa América 1945: competição em turno único (Brasil 1×3 Argentina) Copa América 1942: competição em turno único (Brasil 1×2 Argentina) Copa América 1937: competição em turno único (Brasil 0x1 Argentina, jogo de desempate: 0x0) Copa América 1925: competição em turno e returno (Brasil 1×4 Argentina, Brasil 2×2 Argentina) Copa América 1923: competição em turno único (Brasil 1×2 Argentina) Copa América 1922: competição em turno único (Brasil 2×0 Argentina) Copa América 1921: competição em turno único (Brasil 0x1 Argentina) Copa América 1920: competição em turno único (Brasil 0x2 Argentina) Copa América 1919: competição em turno único (Brasil 3×1 Argentina) Copa América 1917: competição em turno único (Brasil 2×4 Argentina) Copa América 1916: competição em turno único (Brasil 1×1 Argentina

Jesus desencanta e Neymar vira garçom em vitória do Brasil sobre a Arábia Saudita

access_time12/10/2018 16:36

O apito final do árbitro aliviou o público do repetitivo ritmo das canções da torcida árabe e da morosidade da seleção brasileira, numa atuação bem abaixo do que se espera na vitória por 2 a 0 sobre a Arábia Saudita. Fica difícil acreditar que esse tipo de amistoso serve para grandes conclusões quando nem os jogadores pareciam concordar. Gabriel Jesus marcou, no fim do primeiro tempo, e a boa notícia da quente e seca noite saudita foi essa: um bom centroavante de volta ao jogo depois da frustrante Copa do Mundo. Alex Sandro, no último lance, ampliou. Tite fez algumas experiências, nenhuma empolgante. Cabe à comissão técnica saber relativizar erros e acertos no contexto preguiçoso da partida para saber o que deve levar adiante até a Copa América de junho do ano que vem. O próximo teste será contra a Argentina, terça-feira, em Jeddah. PRIMEIRO TEMPO Gabriel Jesus marcou no final do primeiro tempo e encerrou um jejum de cinco jogos. Não seria longo, não fossem justamente os cinco da Copa do Mundo. O belo passe de Neymar terminou bem uma atuação morosa, de pouco esforço. No início, com jogadores mais próximos, o Brasil conseguiu entrar na área saudita com certa facilidade. Renato Augusto, Gabriel Jesus e Neymar perderam boas chances. O centroavante ainda exigiu uma defesaça de Al Owais após completar de cabeça um cruzamento de Neymar. Ederson só não teve que defender – ou buscar a bola na rede – porque Pablo cortou chute de Al Dawsari, após boa jogada pelo lado esquerdo. SEGUNDO TEMPO Lucas Moura entrou no lugar de Fred e protagonizou bons minutos iniciais. Primeiro ao roubar a bola no ataque e cair dentro da área, em lance que árbitro e VAR ignoraram. Pouco depois, perdeu ótima chance depois de passe de Neymar. Depois disso, foi sucumbindo ao ritmo lento de toda a equipe. Tite fez outras alterações, mudou mais de uma vez a maneira de atuar, mas um chute de Neymar na trave foi o melhor momento. A falta de qualidade da Arábia Saudita impediu que ela exigisse uma defesa sequer de Ederson. Nos minutos finais, o goleiro Al Owais interceptou lance de ataque do Brasil com as mãos, fora da área, e foi expulso com auxílio do VAR. No último lance, Neymar cobrou escanteio e Alex Sandro marcou. Alex Sandro gol Arábia Saudita x Brasil (Foto: Pedro Martins / MoWA Press)

Brasil derrota a Sérvia, fica em primeiro e vai enfrentar o México

access_time27/06/2018 19:08

A Seleção Brasileira não chegou a encantar, mas teve o seu jogo mais tranquilo na Copa do Mundo da Rússia até então. Nesta quarta-feira, o time de Tite sofreu menos para derrotar a Sérvia por 2 a 0 no Estádio Spartak, em Moscou, com gols do volante Paulinho no primeiro tempo e do zagueiro Thiago Silva no segundo. O resultado assegurou a liderança do grupo E e o cruzamento com o México nas oitavas de final. Com 7 pontos ganhos, o Brasil ficou à frente da também classificada Suíça, que só empatou por 2 a 2 com a Costa Rica nesta quarta-feira e subiu para 5. As eliminadas Sérvia e Costa Rica se despediram do Mundial da Rússia com 4 e 1 pontos, respectivamente. Agora, a Seleção Brasileira voltará a campo contra os mexicanos, segundos colocados na chave que teve a Alemanha como decepção, às 10 horas (de Mato Grosso) de segunda-feira, em Samara. No mesmo horário, mas um dia depois, a Suíça enfrentará a Suécia em São Petersburgo. Paulinho desencanta A Seleção Brasileira parecia à vontade no Estádio Spartak. Já no aquecimento, ao som das músicas compostas por torcedores especialmente para a Copa do Mundo da Rússia, Neymar distribuía sorrisos e gestos de hang loose a quem via pela frente. Depois, na execução do Hino Nacional, quase gargalhou ao perceber que o público passou a cantar à capela quando a música foi interrompida. Nos primeiros minutos, o objetivo do astro do Paris Saint-Germain e dos seus companheiros era fazer uso da velocidade para continuar a sorrir em Moscou. Foi assim que Gabriel Jesus recebeu lançamento em posição clara de impedimento, avançou pela ponta esquerda e finalizou em cima do goleiro Stojkovic. Na sobra, Neymar completou um chute de Philippe Coutinho para fora. Aos sete minutos, porém, a Seleção Brasileira sofreu um baque. Marcelo acusou uma contusão nas costas ao dar uma arrancada e pediu substituição. Filipe Luís foi acionado por Tite e não foi mal em suas primeiras participações na partida, porém a equipe demonstrou sentir a ausência do lateral esquerdo titular e perdeu o ímpeto do princípio da partida. A Sérvia aproveitou para começar a ser mais presente no ataque. O alto time de Mladen Krstajic, porém, não era muito criativo com a bola nos pés. Intimidava mais quando tinha a oportunidade de fazer levantamentos na área do Brasil, que só passou a errar menos passes quando esbarrou na bem postada defesa adversária. Aí, restavam os fáceis e inofensivos toques laterais aos zagueiros brasileiros. A Seleção Brasileira se reencontrou por meio de alguns lances isolados a partir da metade do primeiro tempo, como quando Neymar tabelou com Gabriel Jesus e concluiu cruzado, parando em boa intervenção de Stojkovic. Aos 28 minutos, o centroavante do Manchester City inverteu os papéis com o companheiro e foi lançado com liberdade, mas bateu em cima da defesa após cortar a marcação. Aos 35, a Sérvia não conseguiu evitar o gol brasileiro. Melhor jogador do time de Tite nas duas primeiras partidas do Mundial, Philippe Coutinho acionou aquele que vinha sendo um dos mais criticados. Paulinho recebeu lançamento longo à frente da zaga sérvia e justificou a confiança do seu treinador dos tempos de Corinthians. Encobriu Stojkovic, que deixava o gol, para abrir o placar. Thiago Silva tranquiliza o Brasil Com a Sérvia em desvantagem, a expectativa da Seleção Brasileira era de ter mais espaços para atacar – afinal, a rival estaria eliminada da Copa do Mundo da Rússia se aceitasse o resultado. Foi o que ocorreu, mas o novo panorama da partida não significou mais comodidade aos comandados de Tite. É verdade que o Brasil ganhou liberdade para contra-atacar. Aos 11 minutos, por exemplo, Coutinho fez bela jogada no campo de defesa e depois lançou Neymar. O astro correu em direção à área e colocou o grito de “gol” na garganta dos torcedores brasileiros no Estádio Spartak, porém concluiu em cima do goleiro sérvio. Do outro lado, o goleiro brasileiro dava sustos. Aos 15, Alisson cortou um cruzamento da direita na cabeça de Mitrovic. Por sorte, a bola rebateu em Thiago Silva e voltou para ele. A Sérvia se empolgou e apostou em uma série de levantamentos na área a partir de então. Pela Seleção Brasileira, Tite se precaveu e protegeu a sua defesa com a troca de Paulinho por Fernandinho. Foi um zagueiro quem deixou o treinador brasileiro mais tranquilo. Aos 22 minutos, Neymar cobrou escanteio na área, e Thiago Silva provou que a Sérvia também é vulnerável pelo alto. Ele cabeceou a bola na rede depois de Miranda se enroscar com a zaga e correu para abraçar o camisa 10 da Seleção Brasileira, com quem tinha se desentendido por um lance de fair play na rodada passada. O gol fez a Seleção Brasileira ditar novamente o ritmo da partida. Tite se permitiu até poupar Coutinho, mandando Renato Augusto a campo. Com a alteração, os líderes do grupo E da Copa do Mundo valorizaram bastante a posse de bola, sem serem ameaçados outra vez pelos sérvios, enquanto aguardavam o apito final do árbitro iraniano Alireza Faghani. FICHA TÉCNICA SÉRVIA 0 X 2 BRASIL Local: Estádio Spartak, em Moscou (Rússia) Data: 27 de junho de 2018, quarta-feira Horário: 14 horas (de Mato Grosso) Árbitro: Alireza Faghani (Irã) Assistentes: Reza Sokhandan e Mohammed Mansouri (ambos do Irã) Público: 44.190 pessoas Cartões amarelos: Ljajic, Matic e Mitrovic (Sérvia) Gols: BRASIL: Paulinho, aos 35 minutos do primeiro tempo, e Thiago Silva, aos 22 minutos do segundo tempo SÉRVIA: Stojkovic; Rukavina, Milenkovic, Veljkovic e Kolarov; Matic, Milinkovic-Savic, Tadic, Ljajic (Zivkovic) e Kostic (Radonjic); Mitrovic (Jovic) Técnico: Mladen Krstajic BRASIL: Alisson; Fagner, Thiago Silva, Miranda e Marcelo (Filipe Luís); Casemiro, Paulinho (Fernandinho), Willian, Philippe Coutinho (Renato Augusto) e Neymar; Gabriel Jesus Técnico: Tite

Pintura de Coutinho e gol polêmico da Suíça: Brasil apenas empata na estreia da Copa

access_time17/06/2018 18:27

Não foi com 0 a 0, mas Brasil e Suíça, duas das melhores defesas classificadas à Copa do Mundo, empataram na estreia, em Rostov: 1 a 1. Em um duelo de poucas chances, sobretudo no primeiro tempo, o placar só foi aberto neste domingo graças a um chutaço de fora da área de Coutinho. E voltou a mudar uma única vez, no começo da etapa final, em jogada de bola parada. Zuber aproveitou cobrança de escanteio – e um empurrão em Miranda – para saltar livre e cabecear à rede. A equipe de Tite pressionou nos minutos finais em busca da vitória, mas não conseguiu o segundo gol. PRIMEIRO TEMPO A primeira finalização com algum perigo ao gol foi da Suíça, aos três minutos. Mas a primeira e última do time europeu. Depois que Dzemaili recebeu de direita e chutou de primeira, por cima, Alisson trabalhou mais com os pés, na saída de bola, do que com as mãos. O Brasil, apesar de conseguir sair da marcação e fazer a transição ao ataque, também não teve muitas chances perto de Sommer – um chute de Paulinho no começo e um cabeceio de Thiago Silva para fora nos minutos finais. Foi de longe da área que a equipe de Tite abriu o placar: aos 19 minutos, Coutinho, ao seu melhor estilo, cortou para o meio e bateu no ângulo direito. Golaço. Gol de Phillipe Coutinho em Brasil x Suíça (Foto: Getty Images) SEGUNDO TEMPO A vantagem brasileira durou quatro minutos depois do intervalo. Numa cobrança de escanteio, Zuber saltou, depois de empurrar Miranda pelas costas, e cabeceou a bola para a rede. Ele já tinha dado trabalho a Danilo ao longo da primeira etapa. Tite não demorou muito a mexer. A primeira alteração foi a entrada de Fernandinho no lugar de Casemiro, que estava pendurado. Renato Augusto substituiu Paulinho, e Gabriel Jesus foi trocado por Firmino. O Brasil partiu em busca do segundo gol. Até assustou em cabeceio de Thiago Silva e chutes de Neymar, Fernandinho e Renato Augusto, mas não conseguiu nada além de oferecer espaços à Suíça, que também não soube aproveitá-los. Zuber sobe para marcar o gol da Suíça contra o Brasil (Foto: Jason Cairnduff/Reuters) SEM VAR Assim que o árbitro confirmou o gol suíço, Miranda foi até ele, levou a mão a boca e timidamente reclamou de um empurrão. Mas a timidez desapareceu assim que o telão do estádio mostrou o replay do lance. Os outros jogadores reforçaram o coro, mas o mexicano César Ramos não deu ouvidos. Assim foi também quando Gabriel Jesus se queixou de um suposto pênalti não marcado. COUTINHO Escalado da forma que Tite mais gosta – por dentro, e não aberto pela ponta esquerda, faixa do campo em que chegou a atuar na ausência de Neymar –, o meia fez seu 11º gol em 37 jogos com a camisa verde-amarela. COMO PARAR NEYMAR? Em entrevista na véspera da partida, Lichtsteiner admitiu que é praticamente impossível neutralizar o camisa 10 totalmente em 90 minutos. O capitão suíço tinha razão, tanto que ele e dois colegas seus (Schaer e Behrami) receberam cartão por terem que pará-lo com faltas. Mas o brasileiro, que adotou visual chamativo, também foi bem marcado, sim, e não teve vida fácil. Foram 10 faltas nele ao longo dos 90 minutos. Jogador da Suíça recebe cartão amarelo após falta em Neymar (Foto: AFP) CLASSIFICAÇÃO E PRÓXIMO JOGO Como a Sérvia venceu a Costa Rica mais cedo, o empate entre Brasil e Suíça faz com que as duas equipes dividam a segunda colocação, com um ponto cada. Na sexta-feira, às 8 horas (de Mato Grosso), os adversários da Seleção na segunda rodada serão os costarriquenhos, em São Petersburgo.