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Detido no presídio de Massama, em Oristano, na Sardenha, Itália, o ex-terrorista Cesare Battisti, de

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O ministro da Fazenda, Eduardo Guardia, afirmou nesta segunda-feira (28) que pode ser preciso aument

Notícias com a tag: Brasil

Brasil e Argentina nunca se enfrentaram em uma semi de Copa América

access_time01/07/2019 13:11

O duelo desta terça-feira, às 20h30 (horário de Mato Grosso), no Mineirão, será a primeira vez que Brasil e Argentina se enfrentarão em uma semifinal de Copa América. Enquanto a seleção canarinha passou pelo Paraguai nas quartas, os albicelestes derrotaram a Venezuela. Brasil e Argentina se encontraram 32 vezes na história do torneio continental, com 15 vitórias dos argentinos, oito empates e nove triunfos da equipe verde e amarela. Destes 32 confrontos, sete aconteceram na fase final da Copa América. Em 2007 e 2004, o Brasil levou a melhor na grande decisão; em 1999, 1995 e 1993, as equipes se enfrentaram nas quartas de final, com a Argentina se classificando somente em 93; por fim, em 1991 e 1989, os times se encontraram em uma espécie de quadrangular final. De 1983 a 1916, os duelos entre brasileiros e argentinos aconteceram sempre na primeira fase da competição. Confira a lista completa de partidas entre as seleções na história da Copa América: Copa América 2007: final (Brasil 3×0 Argentina) Copa América 2004: final (Brasil 2×2 Argentina, Brasil ganha nos pênaltis) Copa América 1999: quartas de final (Brasil 2×1 Argentina) Copa América 1995: quartas de final (Brasil 2×2 Argentina, Brasil ganha nos pênaltis) Copa América 1993: quartas de final (Brasil 1×1 Argentina, Brasil perde nos pênaltis) Copa América 1991: quadrangular final (Brasil 2×3 Argentina) Copa América 1989: quadrangular final (Brasil 2×0 Argentina) Copa América 1983: dois jogos na primeira fase (Brasil 0x1 Argentina e Brasil 0x0 Argentina) Copa América 1979: dois jogos na primeira fase (Brasil 2×1 Argentina e Brasil 2×2 Argentina) Copa América 1975: dois jogos na primeira fase (Brasil 2×1 Argentina e Brasil 1×0 Argentina) Copa América 1963: competição em turno único (Brasil 0x3 Argentina) Copa América 1959 (2): competição em turno único (Brasil 1×4 Argentina) Copa América 1959: competição em turno único (Brasil 1×1 Argentina) Copa América 1957: competição em turno único (Brasil 0x3 Argentina) Copa América 1956: competição em turno único (Brasil 1×0 Argentina) Copa América 1946: competição em turno único (Brasil 0x2 Argentina) Copa América 1945: competição em turno único (Brasil 1×3 Argentina) Copa América 1942: competição em turno único (Brasil 1×2 Argentina) Copa América 1937: competição em turno único (Brasil 0x1 Argentina, jogo de desempate: 0x0) Copa América 1925: competição em turno e returno (Brasil 1×4 Argentina, Brasil 2×2 Argentina) Copa América 1923: competição em turno único (Brasil 1×2 Argentina) Copa América 1922: competição em turno único (Brasil 2×0 Argentina) Copa América 1921: competição em turno único (Brasil 0x1 Argentina) Copa América 1920: competição em turno único (Brasil 0x2 Argentina) Copa América 1919: competição em turno único (Brasil 3×1 Argentina) Copa América 1917: competição em turno único (Brasil 2×4 Argentina) Copa América 1916: competição em turno único (Brasil 1×1 Argentina

Jesus desencanta e Neymar vira garçom em vitória do Brasil sobre a Arábia Saudita

access_time12/10/2018 16:36

O apito final do árbitro aliviou o público do repetitivo ritmo das canções da torcida árabe e da morosidade da seleção brasileira, numa atuação bem abaixo do que se espera na vitória por 2 a 0 sobre a Arábia Saudita. Fica difícil acreditar que esse tipo de amistoso serve para grandes conclusões quando nem os jogadores pareciam concordar. Gabriel Jesus marcou, no fim do primeiro tempo, e a boa notícia da quente e seca noite saudita foi essa: um bom centroavante de volta ao jogo depois da frustrante Copa do Mundo. Alex Sandro, no último lance, ampliou. Tite fez algumas experiências, nenhuma empolgante. Cabe à comissão técnica saber relativizar erros e acertos no contexto preguiçoso da partida para saber o que deve levar adiante até a Copa América de junho do ano que vem. O próximo teste será contra a Argentina, terça-feira, em Jeddah. PRIMEIRO TEMPO Gabriel Jesus marcou no final do primeiro tempo e encerrou um jejum de cinco jogos. Não seria longo, não fossem justamente os cinco da Copa do Mundo. O belo passe de Neymar terminou bem uma atuação morosa, de pouco esforço. No início, com jogadores mais próximos, o Brasil conseguiu entrar na área saudita com certa facilidade. Renato Augusto, Gabriel Jesus e Neymar perderam boas chances. O centroavante ainda exigiu uma defesaça de Al Owais após completar de cabeça um cruzamento de Neymar. Ederson só não teve que defender – ou buscar a bola na rede – porque Pablo cortou chute de Al Dawsari, após boa jogada pelo lado esquerdo. SEGUNDO TEMPO Lucas Moura entrou no lugar de Fred e protagonizou bons minutos iniciais. Primeiro ao roubar a bola no ataque e cair dentro da área, em lance que árbitro e VAR ignoraram. Pouco depois, perdeu ótima chance depois de passe de Neymar. Depois disso, foi sucumbindo ao ritmo lento de toda a equipe. Tite fez outras alterações, mudou mais de uma vez a maneira de atuar, mas um chute de Neymar na trave foi o melhor momento. A falta de qualidade da Arábia Saudita impediu que ela exigisse uma defesa sequer de Ederson. Nos minutos finais, o goleiro Al Owais interceptou lance de ataque do Brasil com as mãos, fora da área, e foi expulso com auxílio do VAR. No último lance, Neymar cobrou escanteio e Alex Sandro marcou. Alex Sandro gol Arábia Saudita x Brasil (Foto: Pedro Martins / MoWA Press)

Brasil derrota a Sérvia, fica em primeiro e vai enfrentar o México

access_time27/06/2018 19:08

A Seleção Brasileira não chegou a encantar, mas teve o seu jogo mais tranquilo na Copa do Mundo da Rússia até então. Nesta quarta-feira, o time de Tite sofreu menos para derrotar a Sérvia por 2 a 0 no Estádio Spartak, em Moscou, com gols do volante Paulinho no primeiro tempo e do zagueiro Thiago Silva no segundo. O resultado assegurou a liderança do grupo E e o cruzamento com o México nas oitavas de final. Com 7 pontos ganhos, o Brasil ficou à frente da também classificada Suíça, que só empatou por 2 a 2 com a Costa Rica nesta quarta-feira e subiu para 5. As eliminadas Sérvia e Costa Rica se despediram do Mundial da Rússia com 4 e 1 pontos, respectivamente. Agora, a Seleção Brasileira voltará a campo contra os mexicanos, segundos colocados na chave que teve a Alemanha como decepção, às 10 horas (de Mato Grosso) de segunda-feira, em Samara. No mesmo horário, mas um dia depois, a Suíça enfrentará a Suécia em São Petersburgo. Paulinho desencanta A Seleção Brasileira parecia à vontade no Estádio Spartak. Já no aquecimento, ao som das músicas compostas por torcedores especialmente para a Copa do Mundo da Rússia, Neymar distribuía sorrisos e gestos de hang loose a quem via pela frente. Depois, na execução do Hino Nacional, quase gargalhou ao perceber que o público passou a cantar à capela quando a música foi interrompida. Nos primeiros minutos, o objetivo do astro do Paris Saint-Germain e dos seus companheiros era fazer uso da velocidade para continuar a sorrir em Moscou. Foi assim que Gabriel Jesus recebeu lançamento em posição clara de impedimento, avançou pela ponta esquerda e finalizou em cima do goleiro Stojkovic. Na sobra, Neymar completou um chute de Philippe Coutinho para fora. Aos sete minutos, porém, a Seleção Brasileira sofreu um baque. Marcelo acusou uma contusão nas costas ao dar uma arrancada e pediu substituição. Filipe Luís foi acionado por Tite e não foi mal em suas primeiras participações na partida, porém a equipe demonstrou sentir a ausência do lateral esquerdo titular e perdeu o ímpeto do princípio da partida. A Sérvia aproveitou para começar a ser mais presente no ataque. O alto time de Mladen Krstajic, porém, não era muito criativo com a bola nos pés. Intimidava mais quando tinha a oportunidade de fazer levantamentos na área do Brasil, que só passou a errar menos passes quando esbarrou na bem postada defesa adversária. Aí, restavam os fáceis e inofensivos toques laterais aos zagueiros brasileiros. A Seleção Brasileira se reencontrou por meio de alguns lances isolados a partir da metade do primeiro tempo, como quando Neymar tabelou com Gabriel Jesus e concluiu cruzado, parando em boa intervenção de Stojkovic. Aos 28 minutos, o centroavante do Manchester City inverteu os papéis com o companheiro e foi lançado com liberdade, mas bateu em cima da defesa após cortar a marcação. Aos 35, a Sérvia não conseguiu evitar o gol brasileiro. Melhor jogador do time de Tite nas duas primeiras partidas do Mundial, Philippe Coutinho acionou aquele que vinha sendo um dos mais criticados. Paulinho recebeu lançamento longo à frente da zaga sérvia e justificou a confiança do seu treinador dos tempos de Corinthians. Encobriu Stojkovic, que deixava o gol, para abrir o placar. Thiago Silva tranquiliza o Brasil Com a Sérvia em desvantagem, a expectativa da Seleção Brasileira era de ter mais espaços para atacar – afinal, a rival estaria eliminada da Copa do Mundo da Rússia se aceitasse o resultado. Foi o que ocorreu, mas o novo panorama da partida não significou mais comodidade aos comandados de Tite. É verdade que o Brasil ganhou liberdade para contra-atacar. Aos 11 minutos, por exemplo, Coutinho fez bela jogada no campo de defesa e depois lançou Neymar. O astro correu em direção à área e colocou o grito de “gol” na garganta dos torcedores brasileiros no Estádio Spartak, porém concluiu em cima do goleiro sérvio. Do outro lado, o goleiro brasileiro dava sustos. Aos 15, Alisson cortou um cruzamento da direita na cabeça de Mitrovic. Por sorte, a bola rebateu em Thiago Silva e voltou para ele. A Sérvia se empolgou e apostou em uma série de levantamentos na área a partir de então. Pela Seleção Brasileira, Tite se precaveu e protegeu a sua defesa com a troca de Paulinho por Fernandinho. Foi um zagueiro quem deixou o treinador brasileiro mais tranquilo. Aos 22 minutos, Neymar cobrou escanteio na área, e Thiago Silva provou que a Sérvia também é vulnerável pelo alto. Ele cabeceou a bola na rede depois de Miranda se enroscar com a zaga e correu para abraçar o camisa 10 da Seleção Brasileira, com quem tinha se desentendido por um lance de fair play na rodada passada. O gol fez a Seleção Brasileira ditar novamente o ritmo da partida. Tite se permitiu até poupar Coutinho, mandando Renato Augusto a campo. Com a alteração, os líderes do grupo E da Copa do Mundo valorizaram bastante a posse de bola, sem serem ameaçados outra vez pelos sérvios, enquanto aguardavam o apito final do árbitro iraniano Alireza Faghani. FICHA TÉCNICA SÉRVIA 0 X 2 BRASIL Local: Estádio Spartak, em Moscou (Rússia) Data: 27 de junho de 2018, quarta-feira Horário: 14 horas (de Mato Grosso) Árbitro: Alireza Faghani (Irã) Assistentes: Reza Sokhandan e Mohammed Mansouri (ambos do Irã) Público: 44.190 pessoas Cartões amarelos: Ljajic, Matic e Mitrovic (Sérvia) Gols: BRASIL: Paulinho, aos 35 minutos do primeiro tempo, e Thiago Silva, aos 22 minutos do segundo tempo SÉRVIA: Stojkovic; Rukavina, Milenkovic, Veljkovic e Kolarov; Matic, Milinkovic-Savic, Tadic, Ljajic (Zivkovic) e Kostic (Radonjic); Mitrovic (Jovic) Técnico: Mladen Krstajic BRASIL: Alisson; Fagner, Thiago Silva, Miranda e Marcelo (Filipe Luís); Casemiro, Paulinho (Fernandinho), Willian, Philippe Coutinho (Renato Augusto) e Neymar; Gabriel Jesus Técnico: Tite

Pintura de Coutinho e gol polêmico da Suíça: Brasil apenas empata na estreia da Copa

access_time17/06/2018 18:27

Não foi com 0 a 0, mas Brasil e Suíça, duas das melhores defesas classificadas à Copa do Mundo, empataram na estreia, em Rostov: 1 a 1. Em um duelo de poucas chances, sobretudo no primeiro tempo, o placar só foi aberto neste domingo graças a um chutaço de fora da área de Coutinho. E voltou a mudar uma única vez, no começo da etapa final, em jogada de bola parada. Zuber aproveitou cobrança de escanteio – e um empurrão em Miranda – para saltar livre e cabecear à rede. A equipe de Tite pressionou nos minutos finais em busca da vitória, mas não conseguiu o segundo gol. PRIMEIRO TEMPO A primeira finalização com algum perigo ao gol foi da Suíça, aos três minutos. Mas a primeira e última do time europeu. Depois que Dzemaili recebeu de direita e chutou de primeira, por cima, Alisson trabalhou mais com os pés, na saída de bola, do que com as mãos. O Brasil, apesar de conseguir sair da marcação e fazer a transição ao ataque, também não teve muitas chances perto de Sommer – um chute de Paulinho no começo e um cabeceio de Thiago Silva para fora nos minutos finais. Foi de longe da área que a equipe de Tite abriu o placar: aos 19 minutos, Coutinho, ao seu melhor estilo, cortou para o meio e bateu no ângulo direito. Golaço. Gol de Phillipe Coutinho em Brasil x Suíça (Foto: Getty Images) SEGUNDO TEMPO A vantagem brasileira durou quatro minutos depois do intervalo. Numa cobrança de escanteio, Zuber saltou, depois de empurrar Miranda pelas costas, e cabeceou a bola para a rede. Ele já tinha dado trabalho a Danilo ao longo da primeira etapa. Tite não demorou muito a mexer. A primeira alteração foi a entrada de Fernandinho no lugar de Casemiro, que estava pendurado. Renato Augusto substituiu Paulinho, e Gabriel Jesus foi trocado por Firmino. O Brasil partiu em busca do segundo gol. Até assustou em cabeceio de Thiago Silva e chutes de Neymar, Fernandinho e Renato Augusto, mas não conseguiu nada além de oferecer espaços à Suíça, que também não soube aproveitá-los. Zuber sobe para marcar o gol da Suíça contra o Brasil (Foto: Jason Cairnduff/Reuters) SEM VAR Assim que o árbitro confirmou o gol suíço, Miranda foi até ele, levou a mão a boca e timidamente reclamou de um empurrão. Mas a timidez desapareceu assim que o telão do estádio mostrou o replay do lance. Os outros jogadores reforçaram o coro, mas o mexicano César Ramos não deu ouvidos. Assim foi também quando Gabriel Jesus se queixou de um suposto pênalti não marcado. COUTINHO Escalado da forma que Tite mais gosta – por dentro, e não aberto pela ponta esquerda, faixa do campo em que chegou a atuar na ausência de Neymar –, o meia fez seu 11º gol em 37 jogos com a camisa verde-amarela. COMO PARAR NEYMAR? Em entrevista na véspera da partida, Lichtsteiner admitiu que é praticamente impossível neutralizar o camisa 10 totalmente em 90 minutos. O capitão suíço tinha razão, tanto que ele e dois colegas seus (Schaer e Behrami) receberam cartão por terem que pará-lo com faltas. Mas o brasileiro, que adotou visual chamativo, também foi bem marcado, sim, e não teve vida fácil. Foram 10 faltas nele ao longo dos 90 minutos. Jogador da Suíça recebe cartão amarelo após falta em Neymar (Foto: AFP) CLASSIFICAÇÃO E PRÓXIMO JOGO Como a Sérvia venceu a Costa Rica mais cedo, o empate entre Brasil e Suíça faz com que as duas equipes dividam a segunda colocação, com um ponto cada. Na sexta-feira, às 8 horas (de Mato Grosso), os adversários da Seleção na segunda rodada serão os costarriquenhos, em São Petersburgo.