Kurupí
Notícias recentes
Número do eleitorado de MT reduz 4,1% em um ano, aponta balanço do TRE

Número do eleitorado de MT reduz 4,1% em um ano, aponta balanço do TRE

access_time22/01/2019 09:30

O eleitorado de Mato Grosso teve redução de 4,1% nos últimos 12 meses, segundo dados estatísticos do

Caixa paga hoje até R$ 500 do FGTS para parte dos correntistas

Caixa paga hoje até R$ 500 do FGTS para parte dos correntistas

access_time09/10/2019 08:42

Os correntistas da Caixa Econômica Federal nascidos em setembro, outubro, novembro e dezembro recebe

Renegociação da dívida ativa renderá R$ 6,4 bilhões ao governo em 2020

Renegociação da dívida ativa renderá R$ 6,4 bilhões ao governo em 2020

access_time30/11/2019 07:15

A partir de sexta-feira (29), devedores com mais de R$ 15 milhões inscritos na dívida ativa da União

Notícias com a tag: ONU

Madri sedia Conferência da ONU sobre mudanças climáticas

access_time02/12/2019 10:50

O secretário-geral da Organização das Nações Unidas (ONU), António Guterres, pediu que governos de todo o mundo ampliem seus esforços para combater o aquecimento global. Guterres concedeu entrevista em Madri nesse domingo (1º), dia anterior à abertura da Conferência da ONU sobre Mudanças Climáticas, conhecida como COP25. Representantes de mais de 190 países e regiões devem participar do evento, que será realizado na capital espanhola. Guterres disse que desastres naturais relacionados ao clima se tornaram mais frequentes, demandando mais custos financeiros e humanos. Ele afirmou que as mudanças climáticas não são mais um problema de longo prazo, e que as pessoas enfrentam agora uma crise climática global. Segundo o secretário-geral da ONU, esforços globais para interromper as mudanças climáticas têm sido absolutamente inadequados, e o que ainda falta é vontade política. A conferência deste ano visa a chegar a um consenso sobre algumas das regras de implementação do Acordo de Paris que ainda estão sendo debatidas. O acordo, que visa a combater o aquecimento global, deve ser implementado no ano que vem. A COP25 continua até o dia 13 de dezembro. O ministro do Meio-Ambiente do Japão, Shinjiro Koizumi, representa o país. A jovem ativista sueca Greta Thunberg também deve participar.

Concentração de gases do efeito estufa bate recorde em 2018, diz agência da ONU

access_time25/11/2019 12:26

A concentração dos principais gases do efeito estufa na atmosfera alcançou um recorde em 2018, anunciou nesta segunda-feira (25) a Organização Meteorológica Mundial (OMM), ligada à Organização das Nações Unidas (ONU). De acordo com os cientistas, o dióxido de carbono (CO2), que está associado às atividades humanas e é o principal gás causador do efeito estufa que permanece na atmosfera, bateu um novo recorde de concentração em 2018, de 407,8 partes por milhão (ppm). Ou seja, nível 147% maior que o pré-industrial de 1750. "Cabe recordar que a última vez que a Terra registrou uma concentração de CO2 comparável foi entre 3 e 5 milhões de anos atrás. Na época, a temperatura era de 2 a 3 °C mais quente e o nível do mar era entre 10 e 20 metros superior ao atual", afirmou o secretário-geral OMM, Petteri Taalas, em comunicado, por ocasião da publicação do boletim anual sobre concentrações de gases do efeito estufa. A agência também afirmou que "não há indícios de desaceleração visíveis" nas emissões dos gases que são os principais causadores das mudanças climáticas. Alerta antes da cúpula do clima O documento não leva em consideração as quantidades de gases do efeito estufa emitidas na atmosfera, mas sim as que permanecem nela, já que os oceanos absorvem quase 25% das emissões totais – assim como a biosfera, à qual pertencem as florestas. O alerta foi divulgado poucos dias antes do início da reunião anual da ONU sobre a luta contra a mudança climática, a COP25, que ocorre de 2 a 13 de dezembro, em Madri. "Não há indícios de que vá acontecer uma desaceleração, e muito menos uma redução, da concentração dos gases do efeito estufa na atmosfera, apesar de todos os compromissos assumidos no Acordo de Paris sobre a mudança climática", disse Taalas. Crescimento mais rápido Além disso, a OMM destacou que o aumento anual da concentração de CO2, que persiste durante séculos na atmosfera e ainda mais tempo nos oceanos, foi superior à taxa de crescimento média dos últimos 10 anos. De acordo com as observações dos cientistas, as concentrações de metano (CH4), que aparece em segundo lugar entre os gases do efeito estufa com maior persistência, e de óxido nitroso (N2O) também aumentaram mais que a média anual da última década. O metano, cujas emissões são provocadas em 60% pela atividade humana (gado, cultivo de arroz, exploração de combustíveis fósseis, aterros, etc), e o óxido nitroso, com 40% das emissões de origem humano (fertilizantes, processos industriais...), também alcançaram níveis máximos de concentração. O óxido nitroso, além disso, tem um forte impacto na destruição da camada de ozônio, que filtra os raios ultravioleta. Diante da emergência climática, os países se comprometeram, em 2015 em Paris, a adotar planos de redução das emissões de gases do efeito estufa, mas as emissões mundiais não param de crescer. Petteri Taalas pediu aos países para "cumprir os compromissos em ação e aumentar o nível de ambição em nome do bem-estar futuro da humanidade". No início de novembro, no entanto, o governo do presidente Donald Trump oficializou a saída dos Estados Unidos do Acordo de Paris. Os quatro maiores emissores de gases do efeito estufa – China, Estados Unidos, União Europeia e Índia – representam 56% das emissões globais. Apenas a UE (9% do total) está a caminho de cumprir, ou até superar, seus objetivos, de acordo com um estudo recente da ONG americana Fundação Ecológica Universal (FEU-US).

EUA anunciam saída do Conselho de Direitos Humanos da ONU

access_time19/06/2018 18:44

Os Estados Unidos se retiraram do Conselho de Direitos Humanos da ONU nesta terça-feira, depois que nenhum outro país "teve coragem de se juntar à nossa luta" para reformar o órgão "hipócrita", disse a embaixadora norte-americana na Organização das Nações Unidas, Nikki Haley. "Ao fazê-lo, quero deixar bem claro que este passo não é um recuo em relação aos nossos compromissos com os direitos humanos", afirmou Haley. Os EUA estavam na metade de um mandato de três anos no principal organismo de direitos humanos da entidade e há tempos vinham ameaçado se desfiliar se este não fosse reformado, acusando o conselho de 47 membros sediado em Genebra de ser anti-Israel. Nikki Haley, embaixadora dos EUA na ONU, fala em reunião do Conselho de Segurança (Foto: Seth Wenig/ AP Photo) Na semana passada a Reuters noticiou que ativistas e diplomatas disseram que as conversas com os EUA sobre uma reforma do órgão não atenderam às exigências de Washington, dando a entender que o governo Trump abandonaria o fórum. A saída de Washington marca a rejeição norte-americana mais recente em engajamento multilateral desde que o país se desligou do acordo climático de Paris e do pacto nuclear com o Irã. Imigrantes que atravessaram a fronteira do México com os EUA aguardam para serem encaminhados a centros de detenção em Rio Grande Valley, no Texas (Foto: Loren Elliott/File Photo/Reuters) Crise com a ONU Os EUA estão enfrentando fortes críticas por deterem crianças separadas de seus pais imigrantes na fronteira EUA-México. Na segunda-feira Zeid Ra'ad al-Hussein, o alto comissário da ONU para os Direitos Humanos, pediu que Washington suspenda sua política "impiedosa". Um ano atrás Haley disse que Washington estava analisando sua filiação ao conselho e pediu uma reforma e a eliminação de um "viés anti-Israel crônico". O conselho criado em 2006 tem como item permanente de sua agenda as supostas violações cometidas por Israel nos territórios palestinos ocupados, item que Washington quer ver removido.