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access_time22/03/2022 20:42

As guias para pagamento do Imposto Predial e Territorial Urbano já estão disponíveis no site da pref

Prazo para regularização das CNHs vencidas desde março de 2020 continua suspenso

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access_time20/09/2021 09:15

O Departamento Estadual de Trânsito (Detran-MT) informa que permanece suspenso, por tempo indetermin

Está preso o vereador que apontou arma para outro durante sessão de câmara em Mato Grosso

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access_time24/03/2022 18:03

O vereador de Querência, Neiriberto Erthal (PSC) foi preso hoje, por policiais do Grupo de Combate a

Notícias com a tag: PT

MPF defende rejeição do pedido da defesa de Lula para encerrar última ação penal contra ele

access_time21/09/2021 09:32

O ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva é réu por suposto crime de tráfico de influência, lavagem de dinheiro e organização criminosa pela compra de 36 caças suecos durante o governo de Dilma Roussef por 4,5 bilhões de dólares. O Ministério Público Federal (MPF) acusa Lula de ter participado da negociação para aquisição das aeronaves. A ação penal é a única que envolve o petista e ainda não foi impactada pela decisão do Supremo Tribunal Federal (STF) que reconheceu o ex-juiz da Lava Jato como incompetente no caso do triplex do Guarujá, em São Paulo. No parecer, o procurador da República no Distrito Federal (DF) Frederico Paiva defendeu que ainda não há uma decisão definitiva do Supremo sobre a extensão da parcialidade de Moro. Ele sinalizou a manutenção da ação penal e o interrogatório dos acusados. Lula é réu no processo junto de um de seus filhos. O ex-presidente seria ouvido em maio pelo justiça sobre o caso, mas teve o depoimento adiado após a defesa pedir a suspensão dos procuradores Frederico Paiva e Hebert Mesquita, por suposto envolvimento com integrantes da Lava Jato. A alegação é de que a ação deve ser encerrada, por se apoiar em provas que já foram consideradas nulas pelo Tribunal Regional Federal da 3ª região. Os advogados de Lula também argumentam que a ação dos caças suecos têm conexão com outro processo arquivado pela Vara Federal de São Paulo, na qual o ex-presidente era acusado por suposto tráfico de influência para favorecer a empreiteira OAS. Os outros processos envolvendo o petista foram suspensos ou encerrados após o entendimento do STF.

Atos pró-impeachment têm baixa adesão e viram piada entre aliados do governo

access_time13/09/2021 08:46

As manifestações em defesa do impeachment do presidente Jair Bolsonaro foram marcadas pela baixa adesão do público. Os atos foram organizados pelos grupos de centro-direita Movimento Brasil Livre (MBL), Vem pra Rua e Livres, e os protestos foram realizados em seis capitais brasileiras. A baixa adesão às manifestações repercutiu nas redes sociais e virou motivo de piada entre políticos. O ministro das Comunicações, Fábio Faria, usou as redes sociais para ironizar a falta de pessoas nos protestos, apoiados pelo ex-ministro da saúde, Luiz Henrique Mandetta. “Pode ir para a manifestação que o distanciamento social está sendo totalmente respeitado”, disse. O ministro do Turismo, Gilson Machado Neto, publicou um vídeo rindo das manifestações, enquanto o ex-ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, escreveu: “Resumo da manifestação pré-réveillon ‘todos de branco’ hoje na Paulista: meia dúzia de gatos pingados”. A deputada federal Bia Kicis disse que a praia de Copacabana, onde ocorreu o ato no Rio de Janeiro, estava “mais vazia do que em um domingo qualquer de Sol”. O deputado Major Vitor Hugo satirizou dizendo que os eventos “eram em home office” e agradeceu à oposição por deixar o “domingo mais engraçado”. Já o deputado federal Coronel Tadeu gravou um vídeo em que aparece dizendo sobre a falta de representatividade da esquerda. “Os partidos de oposição não possuem mais representatividade. Por conta corrupção, por tanta coisa errada que fizeram no passado, quando estiveram no poder, as ruas estão completamente vazias de apoiadores. Por outro lado, a tão sonhada terceira via também não anda, isso é falta de credibilidade.” Por sua vez, o deputado federal Eduardo Bolsonaro, filho do presidente da República, postou fotos dos protestos com poucas pessoas e satirizou com a frase: “Cuidado! Cenas fortes”. O senador Fernando Collor de Mello escreveu que “tinham mais vendedores ambulantes do que manifestantes”. A intenção dos grupos organizadores era demonstrar a força da oposição e da defesa do impeachment de Bolsonaro, mas a expectativa não foi alcançada. O presidente do Senado, Rodrigo Pacheco, falou sobre as manifestações e afirmou que os protestos fazem parte de uma “democracia livre”. “Manifestações de 7 de setembro, de 12 de setembro, qualquer outra que seja feita pela sociedade civil, pelas pessoas que querem reivindicar temas e causas são bem-vindas e precisam ser respeitadas. Manifestações fazem parte de uma democracia viva”, afirmou. A adesão baixa do público foi registrada em várias capitais brasileiras e os protestos terminaram sem incidentes.

Deputado de MT é citado em esquema de propina da JBS e PT

access_time02/12/2019 10:55

O nome do ex-ministro da Agricultura e atual deputado federal por Mato Grosso, Neri Geller (PP), foi citado em conversa que trata de esquema de propina entre a empresa JBS e o Partido dos Trabalhadores, em 2014. Segundo reportagem do Jornal da Record, que foi ao ar no dia 20 de novembro deste ano, interceptações telefônicas feitas com autorização da Justiça indicam pagamento de R$ 6,5 milhões da empresa de Joesley Batista para Dilma Rousseff, então recém-eleita presidente da República, e o PT - veja o vídeo no final da matéria. As supostas transações financeiras são investigadas pela Polícia Federal. As interceptações datam de 21 de novembro de 2014, quase um mês depois do segundo turno da eleição. A conversa que cita Neri Geller acontece entre Edinho da Silva, na época coordenador financeiro da campanha de Dilma e hoje prefeito de Araraquara (SP), e Ricardo Saudi, executivo da J&F, controladora da JBS. Na ligação, Edinho orienta o executivo a ligar para Manoel Sobrinho, que seria o seu braço direito, segundo a PF. Veja a transcrição: Edinho - “O Manoel vai te passar as orientações certinho”, diz Edinho. Saudi - “Ah, eu já sei então, ele falou que tá tudo certo?”. Edinho - “Não, mas aquele que o Manoel passou, é, tem uma mudança...”. Saudi -  “Ah, eu sei da mudança. Então tá bom, eu vou ligar para ele agora”. Edinho - “Ó, é uma mudança e o negócio lá de Mato Grosso você conversa com o Neri, tá?”. Saudi - “Do Mato Grosso, ah é, liga pra ele?”. Em seguida, Saudi liga para Sobrinho, que pede a ele para entrar em contato com Walfrido dos Mares Guia, na época responsável por coordenar a campanha pela reeleição de Dilma em Minas Gerais. Ele também foi ministro das Relações Institucionais e do Turismo no governo do ex-presidente Luís Inácio Lula da Silva. Veja: Sobrinho - “Liga para Mares Guia, você tem o telefone dele, não tem”. Saudi - Quem? O Walfrido?”. Sobrinho - “Isso, o Walfrido”. Saudi - “Deixa só eu reconferir aqui, um e meio para Minas Gerais...”. É quando aparece a referência, novamente, a Neri Geller, segundo a reportagem. Veja: Sobrinho - “Na verdade eu tinha te falado que era um de Minas e não é. É um e meio” Saudi - “Ah tá, e o meio do Mato Grosso continua?” Sobrinho - “Isso”. Dilma Roussef e o PT mineiro deveriam receber juntos R$ 6,5 milhões. Saudi - “Cinco da Dilma também?” Sobrinho - “Isso”. A PF quer saber a origem do dinheiro, se este foi declarado como doação de campanha e como esses dinheiros foram utilizados. O que chama a atenção é o fato de os telefonemas acontecerem um mês depois das eleições. A polícia suspeita que os valores tratados nas ligações eram fruto de propina da J&F em troco de favores do governo. Um ano depois dos telefonemas, em 2015, o STF proibiu as empresas de fazer doações para campanhas políticas. As interceptações telefônicas são desdobramentos da Operação Capitu, que investiga suposto esquema de corrupção de 2014 a 2015, no Ministério da Agricultura. No ano passado, 16 pessoas foram presas, entre elas, Neri Geller.