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Notícias com a tag: Palmeiras

Irretocável campanha do Palmeiras, decacampeão brasileiro

access_time26/11/2018 07:54

Não basta ter dinheiro - tem de saber usar. Com seu terceiro título nacional em quatro anos, o Palmeiras provou, mais uma vez, a importância de ter um elenco forte e uma estrutura impecável. A cereja do bolo foi a chegada de Felipão. Com ele, o time arrancou para ser campeão com uma rodada de antecipação. O Campeonato Brasileiro de 2018 foi o décimo na história do Palmeiras. Somando ainda três Copas do Brasil, o Verdão é, disparado, o maior campeão nacional do futebol brasileiro. Só nos últimos quatro anos foram três conquistas - que vieram após um longo hiato, é verdade. Mas como e por que o Palmeiras se reafirmou como grande potência no Brasil? Listamos abaixo os seis motivos que levaram o clube a essa condição FELIPÃO A terceira passagem de Luiz Felipe Scolari pelo Palmeiras começou em agosto. Contratado uma semana e meia antes para substituir o demitido Roger Machado, ele estreou com um empate diante do América-MG no Campeonato Brasileiro escalando uma equipe reserva. Foi aquele o primeiro indício de como o treinador aproveitaria o elenco até o fim do ano, priorizando Libertadores e Copa do Brasil. Surpreendentemente, porém, conseguiu levar o time não somente às semifinais dos dois torneios mata-mata, mas a uma arrancada histórica rumo à liderança do Brasileirão. Quando Felipão assumiu, em agosto, o Palmeiras ocupava a sexta posição, com 26 pontos, oito atrás do Flamengo, seis atrás do São Paulo e três atrás do Internacional. Ao final do mês seguinte, tomou a liderança. Foram 22 jogos consecutivos sem derrota para ganhar um título que lhe faltava na coleção pelo clube. ELENCO Dos oito reforços que chegaram no decorrer do ano, só dois zagueiros não tiveram espaço: Emerson, que foi emprestado ao Internacional, e o argentino Nico Freire, que chegou durante a Copa do Mundo e não atuou em jogos oficiais. Os demais não só tiveram chances como, em alguns casos, viraram titulares. O paraguaio Gustavo Gómez estreou com uma semana de clube. Weverton ganhou a posição dos ídolos Prass e Jailson. Os laterais Marcos Rocha e Diogo Barbosa, como se esperava, disputaram jogo a jogo posição com Mayke e Victor Luis. Lucas Lima, embora tenha alternado de rendimento e sido reserva nos torneios mata-mata, foi importante no Brasileirão. O ponto fora da curva acabou sendo o também meia Gustavo Scarpa, que perdeu grande parte da temporada pela questão jurídica com o Fluminense, mas voltou a ajudar na reta final. Na campanha, foram 29 jogadores utilizados. Entre eles, nomes que não fazem mais parte do elenco (Tchê Tchê, Keno e Thiago Martins), garotos (Papagaio e Artur) e os três goleiros. PATROCÍNIO Iniciada em janeiro de 2015, a parceria com a Crefisa e a Faculdade das Américas, empresas geridas pelo casal de hoje conselheiros José Roberto Lamacchia e Leila Pereira, pagou ao clube apenas neste ano R$ 78 milhões (R$ 6,5 milhões mensais). A quantia aumentou de um ano para o outro. No primeiro contrato, foram R$ 23 milhões. Em 2016, R$ 58 milhões, com o acréscimo de propriedades de patrocínio e exclusividade no uniforme. Na temporada seguinte, R$ 72 milhões. Além disso, as patrocinadoras também emprestaram ao Palmeiras um montante de R$ 120 milhões (a serem devolvidos, com correção) para contratação de reforços e ainda ajudam no pagamento de salários de alguns jogadores. PLANEJAMENTO A exemplo de anos anteriores, o Palmeiras foi ao mercado para se reforçar. O que mudou foi que, desta vez, a diretoria aceitou negociar alguns nomes fundamentais de seu elenco. Como Yerry Mina. A promessa era de que ele iria para o Barcelona somente depois da Copa do Mundo, mas o zagueiro colombiano acabou saindo em janeiro. Sua saída acabou não sendo tão sentida porque o grupo já tinha muitas opções no setor. Ainda assim, no segundo semestre, a diretoria buscou Gustavo Gómez no Milan, e o zagueiro paraguaio rapidamente se encaixou, tornando-se um dos xodós da torcida e um dos principais nomes do título brasileiro. Com a venda de sete atletas ao longo da temporada – além de Mina, também o volante Tchê Tchê, os atacantes Keno e Róger Guedes e três garotos formados na base (o goleiro Daniel Fuzato, o lateral-direito João Pedro e o atacante Fernando) –, entraram R$ 148 milhões em caixa. ESTRUTURA Não é raro ver um reforço recém-chegado comparar a estrutura do Palmeiras à de grandes clubes europeus. Felipão, cuja segunda passagem terminou em 2012, também notou enorme diferença na Academia de Futebol, que passou por grande reforma e ganhou o que a diretoria chama de “Centro de Excelência”. A área, antigamente um ginásio, conta agora com sauna, três piscinas, auditório para palestras e preleções, minicinema e salão de jogos. Os departamentos médico e de fisioterapia, também ali alocados, foram modernizados com aparelhos de última geração para a recuperação física. Para jogos em SP, o time também não precisa mais se concentrar em hotéis. Após a reforma, custeada inicialmente com patrocínio e finalizada pelo ex-presidente Paulo Nobre, o centro de treinamento agora dispõe de 34 quartos individuais e dez quartos duplos para atletas e comissão técnica. PROGRAMA DE SÓCIOS E BILHETERIA De acordo com o "Movimento por um Futebol Melhor", que calcula o número de sócios-torcedores, o Palmeiras tem atualmente cerca de 130 mil inscritos no programa Avanti, cujos planos mensais variam de R$ 15 a R$ 650. Somadas as receitas do programa (que em alguns planos dá desconto integral no valor do ingresso) e as de bilheteria, foram R$ 302 milhões arrecadados de 2015 (primeiro ano cheio de exploração da arena, que foi reinaugurada no fim de 2014) a 2017, segundo levantamento do Itaú BBA. Nesta temporada, com um ticket médio a R$ 66, o Palmeiras acumulou até o momento pouco mais de R$ 76 milhões em renda bruta com 36 jogos em seu estádio (contando todas as competições), a maior do Brasil, graças a uma média de público de 31.750 pessoas, a segunda maior do futebol brasileiro.   Reportagem de Felipe Zito e Tossiro Neto Edição: Juliano Costa Arte e Design: Claudio Assis, Enderson Silva e Debora de Deus Desenvolvimento: Carlos Lemos 26/11/2018 7h00

Palmeiras mantém 95% de chance de ser campeão brasileiro, diz matemático

access_time19/11/2018 08:05

O Palmeiras manteve em 95% a chance de ser campeão brasileiro de 2018, nas contas do matemático Tristão Garcia, do site Infobola. Flamengo (4% e Inter (1%) são os outros times que ainda lutam pelo título. A vantagem do Palmeiras é muito confortável. Faltando três rodadas, o Verdão tem cinco pontos de vantagem para o Flamengo e seis para o Inter. Após o empate em 1 a 1 com o lanterna Paraná, o Palmeiras perdeu a condição de ser campeão brasileiro na quarta-feira sem depender de ninguém. Se quiser ficar com o título já nesta próxima rodada, o Verdão terá de vencer o América-MG em casa e torcer para que Flamengo e Inter tropecem (ambos como mandantes) contra Grêmio e Atlético-MG, respectivamente. Veja abaixo os jogos restantes para Palmeiras, Flamengo e Inter: Jogos restantes para os três primeiros do Brasileirão Data Palmeiras Flamengo Inter 21/11 América-MG (casa) Grêmio (casa) Atlético-MG (casa) 25/11 Vasco (fora) Cruzeiro (fora) Fluminense (casa) 2/12 Vitória (casa) Atlético-PR (casa) Paraná (fora)

É possível! Cinco motivos para acreditar na classificação do Palmeiras contra o Boca

access_time31/10/2018 08:12

O estádio lotado nesta quarta-feira é um sinal de que o torcedor do Palmeiras acredita na vitória sobre o Boca Juniors, da Argentina, e na classificação para a final da Taça Libertadores. Mais de 38 mil ingressos foram vendidos antecipadamente para o confronto, que terá início às 21h45 (horário de Brasília). Líder do Campeonato Brasileiro, o Palmeiras de Felipão tenta voltar a disputar uma final de Libertadores depois de 18 anos. Para isso, precisa vencer o Boca por três gols de diferença. Se a vitória for por 2 a 0, a decisão será nas cobranças de pênaltis. Veja motivos que fazem o palmeirense confiar na classificação: Felipão no banco e viradas Luiz Felipe Scolari foi o comandante do título de 1999 e do vice de 2000 na Libertadores. Em ambas as temporadas, o Palmeiras construiu a campanha com viradas importantes nos mata-matas. Em 1999, o Verdão duelou com o River Plate, da Argentina, na semifinal. No jogo de ida, derrota por 1 a 0 em Buenos Aires. Na volta, vitória palmeirense por 3 a 0. Na decisão, novamente derrota por 1 a 0 na Colômbia contra o Deportivo Cali e vitória no Palestra Italia por 2 a 1. Felipão ergue a taça de campeão da Libertadores em 1999 — Foto: Arquivo / Agência Estado Em 2000, o Palmeiras passou pelo Peñarol nas oitavas de final nas cobranças de pênaltis. Em Montevidéu, derrota por 2 a 0, mas vitória por 3 a 1 na volta – ainda não havia o critério dos gols como visitante como desempate. O jogo contra os uruguaios, aliás, foi a única vez que o Verdão conseguiu inverter a desvantagem de dois gols do primeiro jogo. Na semifinal de 2000, o Verdão perdeu o jogo de ida para o Corinthians por 4 a 3, mas venceu o segundo por 3 a 2. A classificação para a decisão veio nos pênaltis, com direito a mais uma atuação história de Marcos.   Artilharia pesada Deyverson será o escolhido por Felipão para comandar o ataque palmeirense nesta quarta-feira. E a escolha pelo centroavante se justifica pelo desempenho recente: ele virou um dos grandes destaques na boa campanha da equipe no Brasileirão. Pouco utilizado com Roger Machado, Deyverson evoluiu com Felipão e já soma sete gols na competição nacional. Mas ele ainda não marcou no torneio sul-americano. Miguel Borja é o artilheiro da Libertadores de 2018, com nove gols marcados. A média é de quase um gol por jogo do colombiano, já que o camisa 9 entrou em campo nas 11 partidas do Verdão no torneio sul-americano. Campeão da Libertadores em 2016, Borja tem um histórico de decisão no torneio. Ele estreou pelo Atlético Nacional apenas na semifinal daquela edição, mas marcou cinco gols contra São Paulo e Independiente de Valle. Borja e Deyverson na Academia de Futebol — Foto: César Greco/Ag. Palmeiras   Apoio da torcida A torcida do Palmeiras não desanimou depois da derrota por 2 a 0 no jogo de ida. O sentimento entre os alviverdes é de confiança na recuperação da equipe e na classificação para final da Libertadores. A expectativa é de casa cheia. Se em Buenos Aires foram cerca de 1.900 palmeirenses na Bombonera, o time de Felipão deve contar com apoio de aproximadamente 40 mil pessoas nesta quarta-feira. Desde a reinauguração do estádio, em 2014, o Verdão já conquistou a Copa do Brasil de 2015 e o Brasileirão de 2016 no local. Torcida do Palmeirasna arena — Foto: Marcos Ribolli   Força do elenco O discurso do Palmeiras sobre a Libertadores é de disputar o torneio todos os anos. Até para diminuir a expectativa criada, o Verdão tem se cobrado menos em relação ao torneio sul-americano. Mas é fato que o grupo de 2018 está o mais preparado para sonhar com a conquista do campeonato. Com a vantagem de poder dividir o grupo em dois times competitivos, Felipão viu o Palmeiras chegar à liderança do Brasileirão e avançar até a semifinal da Libertadores. Para se recuperar contra o Boca, o treinador tem a possibilidade de mexer no time. Deyverson e Lucas Lima, por exemplo, são dois jogadores que vêm tendo mais sequência no Brasileirão, mas ambos serão utilizados contra os argentinos. A dupla pode melhorar a produção ofensiva do Verdão, que precisa de pelo menos dois gols. Lucas Lima no treino do Palmeiras — Foto: Cesar Greco/Agência Palmeiras Experiência de sobra Um goleiro campeão olímpico, um zagueiro campeão da Libertadores, um volante que disputou Copa do Mundo e um atacante que ganhou quase tudo no Palmeiras. É com a base de Weverton, Edu Dracena, Felipe Melo e Dudu que o Verdão pode se apoiar na decisão contra o Boca Juniors. Além do quarteto, o Palmeiras tem no banco de reservas um treinador campeão do mundo com a seleção brasileira e campeão por diversas vezes em suas outras duas passagens pelo clube alviverde. Felipe Melona arena do Palmeiras — Foto: Marcos Ribolli

Benedetto sai do banco, faz dois gols, e Boca Juniors abre vantagem em semi contra o Palmeiras

access_time25/10/2018 07:21

MAS SERÁ O BENEDETTO? O Palmeiras se segurou bem na Bombonera, mas não contava com a estrela de Darío Benedetto no Boca Juniors. O atacante entrou aos 31 minutos do segundo tempo, fez dois gols e decretou a vitória do Boca por 2 a 0, no jogo de ida da semifinal da Taça Libertadores. A postura alviverde na maior parte do tempo foi de controle, criando pouco, é verdade, mas sem deixar o Boca se impor dentro de casa. A entrada do atacante, porém, acabou com o jogo na Bombonera. Apesar do bom desempenho na Argentina, o Verdão terá de vencer (e bem) em sua arena se quiser continuar sonhando com o título. COMO FICA? O jogo de volta da semifinal é na próxima quarta-feira, dia 31, às 21h45 (de Brasília). O Palmeiras terá de vencer por três gols de diferença para se classificar (um 2 a 0 a favor leva a decisão para os pênaltis). Empate ou vitória alviverde por um gol classificam o Boca Juniors – para enfrentar Grêmio ou River Plate na finalíssima (o Grêmio venceu o jogo de ida, em Buenos Aires, por 1 a 0). CLIQUE AQUI e veja a tabela da Taça Libertadores. ELE MUDOU O JOGO! Titular do Boca Juniors num passado recente, Benedetto não enfrentou o Palmeiras na fase de grupos (uma vitória do Verdão e um empate) por causa de uma grave lesão que o tirou de combate no fim de 2017. Desta vez, porém, saiu do banco aos 31, e marcou aos 38, de cabeça, e aos 42, num chutaço de fora da área após giro em Luan, para empolgar de vez a Bombonera lotada. Benedetto não marcava há quase um ano, mas desencantou na hora certa.

Contra o Boca, Palmeiras testa retrospecto de 100% fora na Libertadores

access_time24/10/2018 08:33

Às 20h45 (de Mato Grosso) desta quarta-feira, na Bombonera, o Palmeiras entra em campo para enfrentar o Boca Juniors, pela semifinal da Copa Libertadores. No temido estádio de Buenos Aires, o clube alviverde defende um aproveitamento de 100% como visitante no torneio continental. Sob o comando de Roger Machado, ainda na fase de grupos da Copa Libertadores, o Palmeiras ganhou de Junior Barranquilla (3 x 0), Boca Juniors (2 x 0) e Alianza Lima (3 x 1). Já com Felipão, bateu o Cerro Porteño (2 x 0) nas oitavas e o Colo-Colo (2 x 0) nas quartas. A série de cinco vitórias consecutivas é a melhor do Palmeiras como visitante na história da Copa Libertadores. Na edição de 1971, sob o comando de Rubens Minelli, o time alviverde ganhou quatro seguidas, contra Deportivo Galícia-VEN (3 x 2), Deportivo Italia-VEN (3 x 2), Fluminense (3 x 1) e Universitário-PER (2 a 1). Embalado, o Palmeiras detém a melhor campanha da Copa Libertadores, com oito vitórias, um empate e apenas uma derrota. Foram 20 gols marcados e quatro sofridos. Autor de nove gols, Borja divide a artilharia com Morelo, do Santa Fe, já eliminado. O Palmeiras foi o único time capaz de vazar o Boca Juniors na Bombonera nesta edição da Copa Libertadores. Como mandante, além da derrota por 2 a 0 contra o time alviverde, a equipe argentina ganhou de Junior Barranquilla (1 x 0), Alianza Lima (5 x 0), Libertad (2 x 0) e Cruzeiro (2 x 0). O Palmeiras deve ter novidades no miolo de zaga diante do Boca Juniors, com Antônio Carlos e Edu Dracena entre os reservas. A tendência é que o time entre em campo com Weverton; Mayke, Luan, Gustavo Gomez e Diogo Barbosa; Felpe Melo, Bruno Henrique e Moisés; Dudu, Willian e Borja. Confira as cinco vitórias do Palmeiras fora: Junior Barranquilla 0 x 3 Palmeiras Boca Juniors 0 x 2 Palmeiras Alianza Lima 1 x 3 Palmeiras Cerro Porteño 0 x 2 Palmeiras Colo-Colo 0 x 2 Palmeiras

Análise: embalado, Palmeiras mostra força para enfrentar semanas de decisões

access_time22/10/2018 07:04

O torcedor do Palmeiras pode se preparar para viver muito mais emoção além da vivida na partida contra o Ceará, no último domingo, no Pacaembu. Depois de ir a 62 pontos no Campeonato Brasileiro e manter vantagem na liderança, o time de Felipão terá pelo menos mais quatro decisões nas próximas duas semanas. Na quarta-feira, o Palmeiras terá pela frente o Boca Juniors, na Argentina, pelo primeiro jogo da semifinal da Libertadores. Depois de apenas dois dias de recuperação – e pelo menos quatro desfalques importantes –, o rival será o Flamengo no Maracanã, pelo Brasileirão. Sem semana cheia para trabalhar, Felipão terá de continuar provando a força de seu plantel. A volta da partida contra o Boca que decide uma vaga na final da Libertadores será no dia 31 de outubro, três dias antes do clássico contra o Santos, na arena, pela 32ª rodada do Brasileirão. Na liderança do torneio, o Verdão está invicto há 15 rodadas. Se mantiver sequência contra Flamengo e Santos, vai dar passo importante rumo ao título do Brasileirão. Tudo isso entre decisões da Libertadores e desgaste físico de uma equipe que entrou em campo 67 vezes na temporada. Felipão tem elenco vasto e consegue manter nível do Palmeiras em duas competições O que pode prejudicar a segurança defensiva palmeirense, algo que tem sobrado na era Felipão, é um problema que já deu dor de cabeça: o cartão vermelho. Depois de Felipe Melo e Deyverson contra o Cerro Porteño, o atacante voltou a ser expulso, desta vez contra o Ceará. Com um a menos, o Verdão teve mais trabalho do que o esperado para confirmar a importante vitória e também viu seu planejamento mais prejudicado para a reta final. É verdade que Felipão terá o retorno de Gustavo Scarpa e Guerra para as últimas partidas do ano – os dois ficaram no banco de reservas no domingo –, mas se imaginar uma suspensão maior além da automática para Deyverson, que carrega no currículo a expulsão contra o Bahia, o treinador terá apenas Borja e Willian (improvisado) para atuar centralizado no ataque. O que também tem sobrado, principalmente nesses momentos, é a personalidade da equipe. Antes questionada por ser uma equipe de pouco poder decisivo, o Palmeiras de Felipão cresceu com a individualidade de Dudu, Moisés, Willian, Bruno Henrique e do "quarteto titular" de zaga. É com base na personalidade e no desempenho destes jogadores que o Verdão se prepara e se fortalece para sua sequência mais importante de 2018. Fora de campo, vão sobrar ansiedade e emoção para os torcedores palmeirenses. Deyverson expulso: única preocupação do Palmeiras em meio à boa sequência — Foto: Felipe Zito

Análise: Palmeiras de Felipão sobra em segurança e faz torcedor confiar no título do Brasileirão

access_time15/10/2018 07:02

Felipão precisou de pouco mais de dois meses para promover uma transformação no Palmeiras. E a vitória por 2 a 0 sobre o Grêmio, no domingo, no Pacaembu, foi mais uma importante prova de como a reta final da temporada será importante para o elenco alviverde. Se a falta de evolução e regularidade da equipe no Campeonato Brasileiro motivaram a diretoria a demitir Roger Machado no fim de julho, o Palmeiras de hoje, 14 partidas depois daquela derrota contra o Fluminense no Maracanã, em 25 de julho, caminha a passos firmes na disputa do título nacional – são três pontos de vantagem na liderança a nove jogos do fim. A atual campanha até se assemelha um pouco à de 2016, quando o Palmeiras de Cuca conquistou o Brasileirão. Naquela vez, o Verdão conseguiu uma sequência de 15 jogos de invencibilidade, com um segundo turno quase perfeito – foi apenas uma derrota em 19 partidas. Os números atuais são bastante expressivos: 14 jogos de invencibilidade: dez vitórias e quatro empates; Melhor defesa do Brasileirão, com três gols sofridos nas últimas 14 partidas (18 gols no total); Melhor ataque do Brasileirão (45 gols marcados); Lider do Brasileirão com 67,8% de aproveitamento geral; Melhor campanha do returno: 86,6% de aproveitamento em 10 jogos. O duelo contra o Grêmio foi mais um confronto direto vencido pelos palmeirenses, que já haviam passado pelo São Paulo no Morumbi na rodada passada. Além dos três pontos, o Verdão abriu oito de vantagem do quinto colocado e praticamente tirou os gaúchos da briga. Deyverson e Bruno Henrique sobem mais que os adversários — Foto: Marcos Ribolli O desempenho seguro chamou a atenção, com apenas uma chance de perigo cedida ao Grêmio e nenhuma defesa importante de Fernando Prass nos 90 minutos. O time soube fechar espaços e controlar bem a sempre eficiente troca de passes gremista, quase sempre pelo meio de campo. Faltam nove partidas para o término do Brasileirão. O próximo rival será o Ceará, no mesmo Pacaembu, no domingo que vem. Depois, o Verdão terá pela frente Flamengo (fora), Santos (casa), Atlético-MG (fora), Fluminense (casa), Paraná (fora), América-MG (casa), Vasco (fora) e Vitória (casa). Com Felipão no comando e um elenco altamente motivado, que também está nas semifinais da Libertadores, o torcedor do Palmeiras tem motivos para voltar a sonhar com mais um título nacional.

Palmeiras tenta se aproximar do líder Flamengo antes da Copa

access_time13/06/2018 13:18

Palmeiras e Flamengo se enfrentam nesta quarta-feira, às 20h (de Mato Grosso), no Allianz Parque em partida que valerá muito mais do que os três pontos. Na última partida antes da pausa para a Copa do Mundo, o Verdão tenta deixar a distância para o líder em cinco pontos e poder manter a paz no clube antes do retorno do Brasileirão. Já o Rubro-Negro quer se distanciar de seu concorrente direto na provável despedida de Vinicius Júnior. “Todo jogo tem caráter decisivo. Se não tem o caráter, com certeza vocês (da imprensa) arranjam um. Contra o Flamengo é jogo para acabar na frente, queremos acabar o pré-Copa nas primeiras posições, porque vamos ter jogado 30% do campeonato e é importante estar ali na frente”, disse o técnico Roger Machado. O Verdão terá mudanças certas para o duelo. Os volantes Bruno Henrique e Felipe Melo, retornam após cumprirem suspensão diante do Ceará na última rodada. Além da dupla, o meia Moisés, que começou no banco contra o Vovô por conta do desgaste muscular, deve retornar ao time titular na vaga de Lucas Lima. O Maior Campeão do Brasil ainda tenta quebrar uma marca. Desde que o Brasileirão passou a ser disputado por pontos corridos, em 2003, aconteceram três Mundiais (2006, 2010 e 2014), que obrigaram a pausa do torneio nacional. E nas três ocasiões antes desse hiato, o Alviverde não conseguiu vencer. Pelo lado do Flamengo, uma ausência de peso: o meia Diego, que sentiu a panturrilha da perna esquerda na partida de domingo diante do Paraná, teve lesão constatada e não foi relacionado para a partida. Jean Lucas ou William Arão devem ganhar a vaga do camisa 10. Se não terá Diego, o técnico Maurício Barbieri contará com o retorno de Lucas Paquetá, que cumpriu suspensão diante do Paraná e volta à equipe. Livre de algumas lesões que o incomodaram nas últimas semanas, Juan deve ser relacionado, mas começando no banco. Léo Duarte e Thuler seguem no setor. “Fizemos uma certa gordura e isso é muito importante. Mas ainda não ganhamos nada. Temos de manter os pés no chão e continuar o trabalho. Temos bons números, mas eles não nos garantem o título e queremos ser campeões. É importante manter o empenho”, afirmou o técnico Maurício Barbieri. FICHA TÉCNICA PALMEIRAS x FLAMENGO Data: 13 de junho de 2018, sábado Horário: 21h (de Brasília) Local: Allianz Parque, em São Paulo Árbitro: Braulio da Silva Machado (SC) Assistentes: Kleber Lucio Gil e Neuza Ines Back (ambos de SC) PALMEIRAS: Jailson; Marcos Rocha, Edu Dracena, Luan (Thiago Martins) e Victor Luis; Felipe Melo, Bruno Henrique e Moisés; Hyoran, Dudu e Willian Técnico: Roger Machado FLAMENGO: Diego Alves, Rodinei, Thuler, Léo Duarte e Renê; Gustavo Cuéllar, Jean Lucas (William Arão), Lucas Paquetá e Everton Ribeiro; Vinícius Júnior e Henrique Dourado Técnico: Maurício Barbieri

1ª taça de Felipão e vaga na Liberta: Copa do Brasil 1998 faz 20 anos

access_time30/05/2018 10:01

Adversários pela oitava rodada do Campeonato Brasileiro, Palmeiras e Cruzeiro coincidentemente decidiram a edição de 1998 da Copa do Brasil há exatos 20 anos. No dia 30 de maio, com uma vitória por 2 a 0, Luiz Felipe Scolari iniciou sua galeria de títulos pelo clube alviverde e garantiu presença na Libertadores 1999. No primeiro jogo, disputado no Mineirão, o Cruzeiro venceu com gol de Fabio Júnior. Na partida decisiva, realizada no Morumbi, Paulo Nunes abriu o placar para o Palmeiras e, aos 44 minutos do segundo tempo, mesmo sem ângulo, Oseás praticamente garantiu o título ao aproveitar rebote do goleiro Paulo César após falta de Zinho. “Palmeiras realiza seu sonho”, manchetou o tradicional jornal A Gazeta Esportiva na edição do dia 31 de maio de 1998. O periódico noticiou que que o time alviverde se “vingou” do Cruzeiro, já que perdeu a decisão da Copa do Brasil 1996 diante dos mineiros. “Na hora em que vi a bola sobrando, fechei os olhos e enchi o pé”, contou o herói Oséas em declaração reproduzida pelo jornal. “Nem vi se vinha chegando algum jogador pelo meio da área. O gol foi importante para apagar aquela imagem que ficou quando fiz o gol contra no jogo com o Corinthians”, disse, em alusão ao lance pelo Campeonato Paulista 1998. O goleiro Velloso, que falhou na final da Copa do Brasil 1996, também se sentiu redimido na época. “Daquela vez, escapou e, ultimamente, estávamos chegando, mas não tínhamos sorte na hora de decidir. Desta vez, não teve jeito. Somos os campeões”, festejou. Já Felipão citou o técnico de vôlei José Roberto Guimarães, o médico Osmar de Oliveira e a psicóloga Regina Brandão, que fizeram palestras motivacionais ao elenco. “Eles foram capazes de mostrar a importância de uma decisão. Estou muito satisfeito. Realmente, muito contente”, disse o gaúcho, campeão da Copa do Brasil pela terceira vez. A contratação do copeiro Felipão, realizada em 1997, foi uma aposta da co-gestão entre Palmeiras e Parmalat para conquistar a Copa Libertadores e disputar o Mundial Interclubes. Classificado ao torneio continental de 1999 graças ao título da Copa do Brasil 1998, o clube terminou como campeão. Escalados por Felipão no triunfo por 2 a 0 sobre o Cruzeiro, o zagueiro Roque Júnior, o lateral esquerdo Júnior, o volante Rogério, os meias Alex e Zinho e os atacantes Paulo Nunes e Oséas participaram da vitória nos pênaltis sobre o Deportivo Cali na final da Copa Libetadores 1999.

Palmeiras chega embalado ao Dérbi outra vez e agora busca final feliz

access_time12/05/2018 14:37

O Palmeiras chegou embalado aos dois clássicos que perdeu para o Corinthians em 2018, na primeira fase e na final do Paulistão. De novo em bom momento, o time de Roger Machado visitará o rival às 16h deste domingo, em Itaquera, pela quinta rodada do Brasileirão, buscando mudar o desfecho da história desta vez. O Verdão ostenta oito jogos de invencibilidade, com três empates e cinco vitórias. O dado que mais empolga o torcedor é que quatro dessas vitórias foram longe do Allianz Parque, incluindo uma contra o Boca Juniors em La Bombonera. Também eram oito jogos sem perder antes do primeiro Dérbi do ano (seis vitórias e dois empates), mas o time não conseguiu manter a boa toada em Itaquera e perdeu por 2 a 0, em jogo que teve Jailson expulso. Essa foi a única derrota como visitante nesta temporada - são 12 vitórias e mais dois empates, com aproveitamento de impressionantes 84,4%, de longe o melhor do país. - Daquele clássico a gente pode falar de 45 minutos. No segundo tempo, perdemos um jogador, e o contexto todo muda. O fato é que foi o primeiro momento em que o Carille usou dois jogadores mais móveis à frente (sem centroavante fixo), o que gera desequilíbrio em função da flutuação desses dois jogadores. Isso nos gerou muito desequilíbrio naquele jogo - disse Roger Machado. Aquela derrota gerou o primeiro momento de instabilidade da equipe na temporada, embora o resultado seguinte tenha sido uma vitória por 3 a 0 sobre o Junior Barranquilla, na Colômbia, pela Libertadores. A derrota por 1 a 0 para o São Caetano, mesmo com formação reserva, fez as cornetas soarem e deixou Roger bastante irritado, com direito a bronca em Keno no vestiário do Allianz Parque. Mas o time logo se recuperou: venceu cinco jogos seguidos até perder para o Santos no jogo de volta da semifinal estadual e classificar-se nos pênaltis. A vitória por 1 a 0 sobre o Corinthians, em Itaquera, no jogo de ida da decisão, parecia comprovar que o time estava no caminho certo, sensação confirmada pelos 2 a 0 aplicados sobre o Alianza Lima (PER) na semana que antecedeu a partida final. Novamente embalado, o time voltou a tropeçar no Corinthians e perdeu o jogo que valia o título paulista no tempo normal (1 a 0) e nos pênaltis. O Dérbi ficou marcado pela anulação de um pênalti de Ralf sobre Dudu, no segundo tempo, lance que faz o Palmeiras brigar até hoje pela impugnação da partida alegando interferência externa. Apesar do tropeço, Roger faz avaliação positiva deste duelo: - Não só no primeiro jogo da final, mas mesmo no jogo que decidiu o título nós martelamos e buscamos a vitória o tempo inteiro. Claro que a vitória no primeiro clássico acaba sendo mais lembrada. Se leva muita coisa dos jogos, a estratégia, olhar novamente e ter a confirmação de que algumas coisas se mantêm na equipe do Carille. Temos que saber marcar muito bem o Corinthians - opinou o treinador. Sem derrotas desde aquele dia, o Palmeiras tenta aproveitar as lições deixadas pelos tropeços para não voltar a patinar diante de seu maior rival e voltar aos momentos de turbulência. - Hoje a gente vive bom momento, mas sabemos que bons momentos oscilam. O ideal é o momento que a gente vive hoje, o casamento de boas atuações e resultados. Eu gostaria que a gente tivesse bastante margem para evoluir. Peça de reposição e talento a gente tem, para formatar a equipe de várias forças, mas evolução não tem como precisar. Hoje me sinto bem satisfeito com o que temos feito na maioria dos jogos. Claro que todo jogo tem uma dificuldade diferente. Contra o América a gente atacou muito, mas nosso sistema defensivo foi bastante exigido. Vamos equilibrando - concluiu Roger.

Palmeiras vence América-MG em BH e tem vantagem nas oitavas da Copa do Brasil

access_time09/05/2018 22:11

VISITANTE INDIGESTO O Palmeiras venceu o América-MG por 2 a 1, na noite desta quarta-feira, e saiu na frente da disputa das oitavas de final da Copa do Brasil. No Independência, o time paulista conseguiu aumentar o desempenho como melhor visitante do futebol brasileiro nesta temporada: em 15 jogos fora de casa, o Verdão tem 84,4% de aproveitamento, com 12 vitórias, dois empates e apenas uma derrota. E AGORA? O jogo de volta está marcado para o dia 23, na arena do Palmeiras. O Verdão joga pelo empate para passar às quartas de final. O Coelho precisa vencer ao menos por um gol de diferença, o que leva a decisão para os pênaltis. Vale lembrar que, na Copa do Brasil deste ano, o gol fora de casa não vale como critério de desempate. DO INFERNO AO CÉU Depois de perder dois gols no primeiro tempo, Borja abriu o placar aos 37 minutos. Foi o 11º gol do atacante em 20 jogos em 2018, superando os 10 feitos nos 43 jogos do ano passado. No segundo tempo, o colombiano ainda deu o passe para Keno fazer o segundo gol palmeirense em Belo Horizonte. HÁ ESPERANÇA Aos 27 minutos do segundo tempo, Serginho diminuiu a desvantagem mineira. Ele recebeu passe de Aylon, que ganhou a disputa com Antônio Carlos na lateral, e fez o quarto gol na temporada. Tudo invertido: Aylon, que é o artilheiro americano no ano, deu o passe para Serginho, o maior garçom. Depois do jogo, Serginho mostrou otimismo: "Dá para reverter!" POR QUE O PALMEIRAS VENCEU O Palmeiras dominou o primeiro tempo no Independência. Só não abriu mais vantagem porque Borja, de volta ao time titular, perdeu duas chances claras de gol. Se bem que o atacante colombiano se recuperou depois, com um gol no fim da etapa inicial e uma assistência para Keno no início do segundo tempo. O problema é que, a partir daí, o Verdão diminuiu o ímpeto ofensivo. O América-MG passou a atacar mais e chegou ao gol, com Serginho. Nos últimos 15 minutos, o Verdão segurou a vantagem, no oitavo jogo sem perder, mais se defendendo do que atacando. COMO O AMÉRICA-MG FICOU VIVO O América demorou alguns minutos para entrar no jogo. No início, o domínio do Palmeiras foi evidente. A presença do lateral Aderlan no ataque deu pouco resultado, a não ser numa invasão de área em que ele caiu na disputa de bola com Diogo Barbosa. Quando mais parecia que a classificação estava perdida, com 2 a 0 contra no placar, o Coelho reagiu. Aylon entrou na frente, Aderlan foi recuado, e o time mineiro passou a atacar mais. Além do gol de Serginho, houve outras chances desperdiçadas. PRÓXIMOS JOGOS Pela quinta rodada do Campeonato Brasileiro, o Palmeiras enfrenta o Corinthians na arena do rival, no domingo, às 15h (de Mato Grosso). Na segunda-feira, às 19h, o América-MG visita o Ceará no Castelão.