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Notícias com a tag: Rio-de-Janeiro

Polícia não tem dúvida de que Dr. Jairinho é o autor da morte de Henry

access_time08/04/2021 16:51

O delegado titular da 16ª Delegacia de Polícia Henrique Damasceno disse hoje (8) que o vereador Dr. Jairinho (RJ), expulso nesta quinta-feira do partido Solidariedade, assassinou Henry Borel, de 4 anos, filho da namorada do vereador. Segundo o delegado, a investigação continua, mas já existem provas suficientes para assegurar que a morte do garoto, no dia 8 de março, não foi um acidente, e sim um crime duplamente qualificado com emprego de tortura e sem possibilidade de defesa da vítima. De acordo com o delegado, até o momento, não há possibilidade de garantir que a mãe da criança participou das torturas, mas Damasceno acrescentou que Monique Medeiros da Costa e Silva foi omissa em não procurar a polícia para relatar uma agressão ocorrida no dia 12 de fevereiro, dentro do apartamento do casal. Conforme o delegado, a agressão ficou evidente em troca de mensagens entre Monique e a babá de Henry, Thayná, recuperadas pela polícia com a utilização do software israelense Cellebrite Premium. Monique Medeiros da Costa e Silva, mãe do menino Henry Borel, deixa à Delegacia de Polícia da Barra da Tijuca(16ªDP), após depoimento sobre a morte do menido de 4 anos. - Tânia Rêgo/Agência Brasil As mensagens foram fundamentais para determinar a prisão do casal nesta quinta-feira. A aquisição do software vinha sendo pedida pela polícia há dois anos e foi autorizada pelo governador em exercício Cláudio Castro durante as investigações. Nas mensagens, que tinham sido apagadas do celular de Monique, a babá informou que o menino foi trancado no quarto por Dr. Jairinho e naquele momento sofria agressões. A mãe então pediu para que ela entrasse no quarto, o tirasse de lá e desse um banho para ele ficar mais calmo. A babá contou ainda que o menino relatou que levou “uma banda” do padrasto e que pediu para que a sua cabeça não fosse lavada, porque sentia dor. Henry falou ainda que tinha dores no joelho. Ameaças O delegado descartou a possibilidade de a mãe ter sofrido ameaças para não relatar as agressões e ressaltou que não faltaram oportunidades para falar das agressões sofridas pelo menino. “Com relação à ameaça, com bastante sinceridade, não é isso que percebi. Ela teve inúmeros momentos em que poderia ter falado conosco. O depoimento foi bastante longo e ela se mostrou à vontade em vários pontos dele [depoimento]”, afirmou. O comportamento de Monique após a morte do filho chamou atenção de Damasceno. “Ela conseguiu prestar um depoimento por mais de quatro horas e apresentou uma versão fantasiosa protegendo o assassino do próprio filho”, ressaltou, destacando, que com base na legislação brasileira, a denúncia seria uma obrigação legal da mãe. “A mãe não procurou a polícia, não afastou a vítima do agressor, do convívio de uma criança de 4 anos, filho dela. É bom que se diga que ela tem obrigação legal. Além disso, quando verificamos depois de uma rotina, esteve em sede policial por mais de quatro horas protegendo o assassino do próprio filho. Não só se omitiu, como também concordou”. O delegado informou ainda que após o enterro do filho, Monique foi a um salão de beleza para tratar do cabelo e das unhas. A imagem que o casal tentava passar da convivência com o menino era de uma família harmoniosa, inclusive induzindo a polícia para esta versão. IML Durante as investigações foi ouvido um alto executivo da Saúde, com nome não revelado pelo delegado, que no seu depoimento na 16ª DP revelou ter recebido quatro ligações de Dr. Jairinho pedindo que o corpo fosse liberado pelo Hospital Barra D'Or, onde a criança já chegou morta, e não fosse encaminhado para o Instituto Médico Legal (IML). O executivo, segundo o delegado, negou o pedido, porque constatou que o menino tinha sido vítima de agressões e, por isso, o corpo precisava ser levado ao IML. Descarte de celulares O casal foi preso na casa de uma tia do vereador, em Bangu, na zona oeste do Rio de Janeiro. O endereço não tinha sido informado às autoridades policiais, que conheciam apenas a localização da casa da mãe de Monique e dos pais de Dr. Jairinho, onde estavam morando separados nos últimos dias. Esse foi um dos motivos pelos quais a prisão foi feita nesta quinta-feira. O delegado relatou que não houve resistência no momento que foram presos, mas o vereador tentou se livrar de dois celulares que o casal estava usando depois que tiveram anteriormente a apreensão dos seus aparelhos. Jarinho jogou os celulares pela janela, mas a polícia recolheu e os encaminhou para perícia. O promotor do Ministério Público do Estado do Rio de Janeiro (MPRJ), titular da 1ª Promotoria da Zona Sul e Barra, Marcos Kac, disse que as provas continuam sendo produzidas porque as investigações ainda não terminaram, uma vez que ainda tem uma série de atos de polícia judiciária e pericial para serem praticados para que todo o acervo probatório seja encaminhado ao Ministério Público. “Aí sim, vai valorar a conduta de cada um e imputar o tipo penal violado por cada um dos atores dessa tragédia”, contou Marcos Kac, esclarecendo o processo para determinar a punição de cada um no crime. Para o diretor do Departamento Geral de Polícia da Capital (DGPC), delegado Antenor Lopes, para as investigações este foi um caso extremamente sensível e delicado, que começou com a possibilidade de ser um acidente doméstico, mas que avançou nas apurações. “Caso difícil porque ocorreu dentro de um apartamento sem maiores testemunhas e sem câmeras. Era um caso com dificuldade muito grande, mas a equipe do Dr Henrique evoluiu na investigação e eles começaram a perceber que algo estava errado. Fomos auxiliados pela perícia técnica, bem como toda a investigação foi acompanhada pelo Ministério Público do Rio de Janeiro, com o Dr Marcos Kac”, completou. Expulsão O partido Solidariedade, que ontem tinha anunciado o afastamento de Dr. Jairinho, em nota nesta quinta-feira, informou a expulsão do vereador. “Diante dos novos fatos revelados, a Executiva Nacional do Solidariedade, em conjunto com a Estadual do partido, resolve expulsar, de forma sumária, o vereador Dr. Jairinho”. A Câmara Municipal do Rio de Janeiro confirmou que se reunirá hoje para definir a situação do vereador, com a responsabilidade que o caso exige e atenta à gravidade da prisão de Dr. Jairinho. Está prevista para esta tarde uma reunião do Conselho de Ética. “Embora inexista até o momento representação formulada no Conselho de Ética, será dada toda celeridade que o caso exige. Em razão da prisão, o vereador tem sua remuneração imediatamente suspensa e fica formalmente afastado do mandato a partir do trigésimo primeiro dia, na forma do art. 14 do Regimento Interno”, informou. Depois de passar por exames de corpo de delito no IML, o casal foi levado para o presídio de Benfica, na zona norte, para entrada no sistema prisional do estado do Rio. A reportagem da Agência Brasil tentou contato com a defesa do casal, mas não obteve resposta.   Assista na TV Brasil:

Governador Wilson Witzel é afastado do cargo por determinação do STJ

access_time28/08/2020 08:30

O ministro Benedito Gonçalves, do STJ, determinou o afastamento de Wilson Witzel do cargo de governador do Rio de Janeiro por 180 dias. A decisão ainda proíbe o acesso de Witzel às dependências do governo do estado e a sua comunicação com funcionários e utilização dos serviços. Não há ordem de prisão contra o governador. O STJ também expediu mandados de prisão contra: Pastor Everaldo, presidente do PSC; Lucas Tristão, ex-secretário de Desenvolvimento Econômico; Sebastião Gothardo Netto, médico e ex-prefeito de Volta Redonda. Há ainda mandados de busca e apreensão: contra a primeira-dama, Helena Witzel; contra o presidente da Alerj, André Ceciliano (PT); no Palácio Guanabara -- sede do governo desembargador Marcos Pinto da Cruz. O afastamento de Witzel é decorrente das investigações da Operação Favorito e da Operação Placebo, ambas em maio, e da delação premiada de Edmar Santos, ex-secretário de Saúde. Segundo a PGR, o governo do RJ estabeleceu esquema de proprina para a contratação emergencial e para liberação de pagamentos a organizações sociais que prestam serviço ao governo, especialmente nas áreas de saúde e educação. "Os fatos não só são contemporâneos como estão ocorrendo e, revelando especial gravidade e reprovabilidade, a abalar severamente a ordem pública, o grupo criminoso agiu e continua agindo, desviando e lavando recursos em pleno pandemia da covid-19, sacrificando a saúde e mesmo a vida de milhares de pessoas, em total desprezo com o senso mínimo de humanidade e dignidade, tornando inafastável a prisão preventiva como único remédio suficiente para fazer cessar a sangria dos cofres públicos, arrefecendo a orquestrada atuação da ORCRIM", destacou o ministro do STJ na decisão. Operação Placebo Em maio, a Polícia Federal deflagrou a Operação Placebo, cuja finalidade é a apuração de desvios de recursos públicos destinados ao atendimento do estado de emergência de saúde pública decorrente da covid-19, no Estado do Rio de Janeiro. Segundo informação da PF, elementos de prova, obtidos durante investigações iniciadas no Rio de Janeiro pela Polícia Civil, pelo Ministério Público estadual e pelo MPF foram compartilhados com a PGR no bojo de investigação em curso no STJ e apontam para a existência de um esquema de corrupção envolvendo uma organização social contratada para a instalação de hospitais de campanha e servidores da cúpula da gestão do sistema de saúde do Estado do Rio de Janeiro. Materialidade e indícios O ministro Benedito Gonçalves concluiu que a partir de diligências empreendidas por ordem do STJ, bem como na primeira instâncias no âmbito das chamadas operação Favorito e Mercadores do Caos, foram colhidos até o momento elementos que comprovam a materialidade e indícios suficientes de autoria em relação a Witzel e aos seis investigados quanto aos crimes de corrupção ativa e passiva, organização criminosa e lavagem de capitais. Segundo o MPF, a partir dos elementos de informação e de prova colhido até o momento demonstram que trata-se de uma sofisticada organização criminosa no estado do Rio composta por pelo menos três grupos de poder, encabeçada pelo governador Witzel, a qual repetiria o esquema criminoso praticado pelos dois últimos governadores – Sérgio Cabral e Luiz Fernando Pezão. Para o ministro Benedito Gonçalves, o cenário encontrado pela investigação demonstra que os crimes foram cometidos por meio de contratos ilicitamente direcionados, firmados com entidades variadas, inclusive as ligadas ao sistema de saúde – inclusive para além do campo de ações de combate à pandemia da covid-19, tendo sido a estrutura gestada e financiada antes mesmo da eleição de Wilson Witzel para o cargo de governador do Rio, em 2018. O ministro Benedito manteve o sigilo do inquérito, bem como do acordo de colaboração premiada e dos depoimentos do colaborador Edmar Santos, conforme estabelece a lei 12.850/13. Prisão desnecessária O pedido de prisão do governador Witzel, feito pelo MPF, não foi acolhido pelo ministro Benedito, que entendeu ser suficiente o seu afastamento do cargo para fazer cessar as supostas atividades de corrupção e lavagem de dinheiro. O governador deixa de ter poder para liberação de recursos e contratações em tese fraudulentas. Witzel poderá permanecer na residência oficial e ter contato com o pessoal e serviços imediatamente a ela correspondentes.

Justiça nega pedido para suspender impeachment contra Witzel

access_time16/07/2020 07:56

O Tribunal de Justiça negou o pedido do governador do Rio de Janeiro, Wilson Witzel, para que o processo de impeachment que tramita na Assembleia Legislativa (Alerj) seja suspenso. A defesa do governador alegou que a Alerj praticou “ato ilegal e violador de garantias fundamentais” no processo. O processo de impeachment foi aprovado por unanimidade, recebendo votos favoráveis de 69 dos deputados estaduais presentes à sessão, pelo crime de responsabilidade, no dia 10 de junho deste ano. Witzel é suspeito de envolvimento em fraudes na contratação de equipamentos e insumos para o setor de saúde do estado. O governador nega as acusações. Em seu perfil na rede social Twitter, ele divulgou ontem (15) um vídeo em que chama de levianas as acusações.  “Não sou ladrão e não deixarei que corruptos e ladrões estejam no meu governo”, disse no vídeo. O advogado de Witzel, Manoel Messias Peixinho, informou que a defesa estudará as medidas que serão tomadas. “Respeitamos e acatamos a decisão judicial, mas continuarmos com a tese de que a Alerj não observou por integral o direito de defesa do Governador”, disse.

Governo do RJ confirma a primeira morte por coronavírus

access_time19/03/2020 10:19

A Secretaria de Estado de Saúde do Rio de Janeiro e a prefeitura de Miguel Pereira confirmaram, na manhã desta quinta-feira (19), a primeira morte por coronavírus. A vítima é uma mulher de 63 anos que estava no grupo de risco para a Covid–19. Segundo a Secretaria de Saúde, o caso de um idoso de Niterói, cujo primeiro exame deu positivo, também foi encaminhado para o Laboratório Central Noel Nutels e será submetido a uma contraprova. "Estamos todos consternados e tristes. Meus sentimentos a familiares e amigos. Esse vírus nos atinge a todos. É momento de reflexão e de pensarmos nos que mais amamos. É por isso que reforço para que as pessoas não saiam de casa, que orem e que acompanhem todas as orientações do Ministério da Saúde e da nossa Secretaria de Saúde, para que sigamos juntos unidos contra esse mal que assola o mundo”, lamenta o governador Wilson Witzel. A mulher, diabética e hipertensa, apresentou sintomas no domingo (15). Deu entrada em uma unidade de saúde do município na segunda (16), apresentou piora no quadro e morreu na terça (17), mesmo dia que o material chegou para a análise do laboratório do estado. Ela teve contato com paciente confirmado que viajou ao exterior. “Quero também expressar a minha solidariedade a essa família. Faço um apelo à população que acredite na gravidade da situação e siga as orientações das autoridades de evitar sair de casa e ir a unidades de saúde sem necessidade. Reforço que nós não vamos descansar na luta para que casos como esses ocorram em menor número possível”, diz o secretário de Saúde, Edmar Santos. Caso em Niterói teve 1° exame positivo Um primeiro exame acusou a presença do novo coronavírus no idoso de 69 anos morto na terça-feira (17) em Niterói, na Região Metropolitana do Rio. A informação foi dada pelo prefeito Rodrigo Neves no Bom Dia Rio desta quinta. O homem morreu no Hospital Icaraí, uma unidade particular, por choque séptico e pneumonia. Segundo o hospital, um enteado dele, que não foi atendido no local, veio de Nova York (EUA), com teste positivo, com quadro iniciado no dia 11 de março. "O paciente, além da idade, possuía comorbidades que o colocaram no grupo de risco", diz a unidade. Ainda segundo o hospital, "o quadro do paciente evoluiu com insuficiência respiratória aguda, sendo imediatamente submetido à entubação orotraqueal e colocado em ventilação mecânica. Ele veio a óbito às 19h08 desta terça-feira". Casos confirmados Até quinta-feira (19), o estado do Rio tinha registrado 64 casos da doença, distribuídos nas seguintes cidades: Rio de Janeiro (55), Niterói (6), Barra Mansa (1), Miguel Pereira (1) e Guapimirim (1). Medidas Desde a última semana, o Governo do Estado colocou em prática medidas duras para conter o avanço da epidemia. Na manhã da última terça (17), o governador Wilson Witzel decretou, com o objetivo de evitar a propagação do vírus, a situação de emergência pelo Covid-19, com recomendação para limitar o atendimento ao público em bares e restaurantes, redução de horário em shoppings centers, além da suspensão de aulas em escolas públicas e privadas, entre outras medidas.

Forças de segurança cercam comunidades do Leme, na Zona Sul do Rio

access_time21/06/2018 07:50

As forças de segurança do Gabinete de Intervenção na Segurança Pública do Rio de Janeiro realizam, na manhã desta quinta (21), operação em duas comunidades da Zona Sul do Rio. Os militares estão nas favelas da Babilônia e Chapéu Mangueira. Quase dois mil homens participam da operação, sendo 1,8 mil militares das Forças Armadas, 50 policiais militares e duas equipes do Corpo de Bombeiros com cães. A ação também conta com o apoio de equipamento de engenharia para a retirada de barricadas, veículos blindados e aeronaves. De acordo com o Comando Conjunto, as ações envolvem cerco e estabilização da área. Serão feitas ainda revistas de pessoas e de veículos, além de checagem de antecedentes criminais. Policiais revistam moradores na saída de comunidade na Zona Sul (Foto: Andressa Gonçalves/ G1) A Marinha faz bloqueios no mar, e a Aeronáutica coordena a segurança de voos que passam pela região. A Aeronáutica coordena e atua com as aeronaves, além de intensificar a segurança dos voos cujas rotas estão na área de operações. Militares na entrada de comunidade do Chapéu Mangueira na manhã desta quinta-feira (21) (Foto: Andressa Gonçalves/ G1) Semanas tensas na região O mês de junho tem sido de confrontos na região. No dia 5, uma sexta-feira, operação policial teve intensa troca de tiros que chegou a fechar o bondinho do Pão de Açúcar. No fim de semana da investida, sete corpos surgiram na Praia Vermelha, vizinha aos morros do Leme. No dia 12, três homens foram presos tentando recuperar fuzis deixados para trás na guerra. Eles saíram da Maré, de lancha, e percorreram 15 km pela Baía de Guanabara até a Praia Vermelha, de onde pegaram trilha para a região de mata vizinha às comunidades. Soldado na entrada de comunidade no Leme, na Zona Sul do Rio (Foto: Andressa Gonçalves/ G1)