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Notícias com a tag: Russia

Ucrânia relata 12 civis mortos em ataques russos em Luhansk

access_time20/05/2022 09:17

Ataques russos deixaram ao menos 12 civis mortos e outros 40 feridos nesta quinta-feira, 19, na cidade de Severodonetsk, na região leste de Luhansk, na Ucrânia. A informação foi divulgada por Serhiy Haidai, governador militar da província parcialmente controlada pelas forças pró-Rússia. Segundo ele, os ataques com armas pesadas começaram pela manhã e atingiram principalmente edifícios residenciais. “Temos agora 12 mortos e mais de 40 moradores de Severodonetsk feridos, que estão recebendo tratamento médico”, informou o governador, mencionando dados preliminares. Severodonetsk é o segundo maior centro urbano da província de Luhansk, uma das regiões separatistas de Donbass, onde agora se concentra a ofensiva russa. *Com EFE

Militares ucranianos carregam corpos de soldados russos em vagões refrigerados

access_time14/05/2022 09:52

Autoridades militares ucranianas carregaram corpos de soldados russos em vagões refrigerados nesta sexta-feira, 13, após combates nas regiões de Kiev e Chernihiv. Volodymr Lyamzin, chefe da cooperação civil-militar da Ucrânia, disse que o país está agindo de acordo com a lei internacional. “De acordo com as normas do direito internacional humanitário, e a Ucrânia as está seguindo rigorosamente, após o término da fase ativa do conflito, os lados têm de devolver os corpos dos militares de outro país”, declarou. “A Ucrânia está pronta para devolver os corpos ao agressor”, acrescentou. Lyamzin disse que havia diversos trens refrigerados estacionados em diferentes regiões da Ucrânia, onde os corpos de soldados russos estavam sendo mantidos. “Neste trem refrigerado são mantidas várias centenas de corpos de ocupantes russos. A maioria deles foi trazida da região de Kiev, há alguns da região de Chernihiv e de algumas outras regiões também”, disse Lyamzin. Moscou chama sua invasão da Ucrânia de “operação militar especial” para desmilitarizar um vizinho que ameaça sua segurança. A Ucrânia nega representar uma ameaça e diz que a Rússia está travando uma guerra de agressão que já matou milhares de civis, deslocou milhões e destruiu cidades e vilas desde o início do conflito no final de fevereiro. *Com informações da Reuters

Crise de refugiados ucranianos é grave e pode travar políticas públicas de países vizinhos, alertam especialistas

access_time27/03/2022 11:29

Passado mais de um mês desde o início da invasão russa à Ucrânia, as consequências do início da guerra no Leste Europeu não se estendem às fronteiras do conflito. Em decorrência de bombardeios da Rússia, das destruições estruturais e do desalento econômico, um número elevado de cidadãos ucranianos tem deixado seu país. Segundo a plataforma do Alto-Comissariado das Nações Unidas para os Refugiados, desde o início da guerra, em 24 de fevereiro, mais de 3,6 milhões de refugiados já ultrapassaram as divisas ucranianas. Estes dados são repassados à ONU por autoridades europeias situadas em pontos oficiais de passagens nas imigrações. Portanto, o número tende a ser maior. “Temos mais de 3 milhões e meio de pessoas que saíram do país, os refugiados, e já se estima em mais de 10 milhões dentro da Ucrânia, que são os deslocados. Se compararmos com a população total do país, de quase 45 milhões de pessoas, temos quase 30% da população ucraniana fora de suas casas”, pontua Alexandre Uehara, doutor em ciência política pela Universidade de São Paulo (USP). Os efeitos desta onda de pessoas que se desloca sem uma política de acolhimento é um total desequilíbrio econômico e estrutural que deve ser sentido apenas a “médio e longo prazo”, segundo o especialista. “Se a guerra se estender, como será a acomodação desse povo em termos de emprego, de renda? As crianças não terão escola.” Já Heni Ozi Cukier, deputado estadual de São Paulo e com trabalhos realizados no Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), destaca que “história, cultura, proximidade geográfica e senso de empatia” beneficiam os ucranianos na hora de serem acolhidos por países vizinhos na Europa. “Mas quando o volume de gente for absurdo, você terá de discutir políticas de educação, saúde, transporte e habitação para tantas pessoas e o impacto da sociedade em absorver tudo isso”, avalia. “O problema será muito sério, longo e difícil de não ocorrer.” Imigração de refugiados sírios Em comparação, a Guerra da Síria, que teve início em março de 2011 e ainda não acabou, causou, em um curto espaço de tempo, a locomoção de quase 2 milhões de moradores locais que precisaram procurar abrigo fora de seu país de origem. As consequências desse fluxo migratório no Velho Continente são sentidas até hoje, diz Cukier. Segundo o especialista, a ascensão de partidos políticos ultranacionalistas, neonazistas ou com discurso anti-Europa são impactos causados pela fuga dos árabes do Oriente Médio à Europa. Outro problema derivado do deslocamento em massa foi ter colocado em cheque a essência do projeto europeu de ser uma zona de livre comercio e livre trânsito entre os países. “A crise de refugiados da Síria conseguiu acabar com isso temporariamente e levou um dos países membros a sair da aliança, o Reino Unido. O Brexit foi causado por isso. As consequências são sentidas ainda hoje, foram anos para o Brexit ser materializado”, salienta o deputado. Em dezembro de 2019, dias antes das eleições para primeiro-ministro no Reino Unido, o então candidato Boris Johnson declarou ao canal de televisão Sky News que, caso assumisse o controle do governo britânico, restringiria o número de imigrantes no bloco para que estes não tratem a Grã-Bretanha “como seu próprio país”. Há, porém, uma diferença crucial na tratativa entre os refugiados ucranianos e os sírios. “A retórica, no caso da Síria, era vincular Oriente Médio com terrorismo. Havia uma preocupação desse fluxo de pessoas que, entre elas, estivessem alguém que pudesse cometer atos terroristas”, explicou Uehara, após ressaltar que a prática xenofóbica não parece ocorrer com o fluxo migratório da população da Ucrânia. “Isso pode gerar situações onde os governos locais levantam recursos para acomodar os ucranianos, que geralmente são mulheres e seus filhos, já que os maridos ficaram para lutar em defesa do país. Então, será necessário destinar renda para essas famílias. O prolongamento da guerra pode prejudicar as políticas públicas dos outros países.” Políticas para refugiados ucranianos No Brasil, o governo federal autorizou a emissão de vistos temporários para ucranianos e apátridas que foram impactados pela invasão do Kremlin ao país vizinho. Segundo portaria interministerial publicada em conjunto com as pastas das Relações Exteriores e da Justiça e Segurança Pública, os refugiados oriundos da crise no Leste Europeu poderão permanecer em território brasileiro, inicialmente, por 180 dias. Após esse período, o imigrante poderá solicitar o direito à residência temporária de dois anos. Em solo norte-americano, o presidente Joe Biden anunciou recentemente que o país está disposto a receber até 100 mil refugiados provenientes da Ucrânia. Segundo o líder da Casa Branca, a prioridade será dada a quem tem parentes nos Estados Unidos. Não há prazo para a mudança destes imigrantes e a quantia anunciada pela Casa Branca engloba cidadãos que obterem novos vistos neste período. Com o programa “Casas para Ucrânia”, o Reino Unido pagará 350 libras (o equivalente a R$ 2.315,96) para famílias que ofereceram uma moradia a refugiados em um período mínimo de seis meses. Segundo o governo britânico, não será necessário provar que os refugiados ou os anfitriões têm parentesco ou relações familiares. Michael Gove, ministro da Habitação, afirmou em um comunicado que o momento é “sombrio” e que o “público britânico entende a necessidade de colocar o maior número de pessoas em segurança o mais rápido possível”. As políticas oferecidas pelas nações, porém, podem não ser o suficiente para lidar com a quantidade de famílias que passaram a procurar abrigo. “Neste momento, a Ucrânia gera uma comoção principalmente aos europeus que estão próximos. Não falam alemão, não falam francês, mas são europeus. E quando estes custos começarem a ser muito alto para a população dos países? Infelizmente, observamos que as ajudas, de maneira geral, são impactantes, mas, com o passar do tempo, perdem força”, opina Uehara. HOC, como é conhecido o parlamentar do Podemos, faz o mesmo questionamento e destaca que a perspectiva de refugiados ucranianos deve chegar a 8 milhões de imigrantes, mas acredita que as discussões sobre este grupo não serão prioridade enquanto a Rússia manter os bombardeios. “Talvez, daqui a um tempo, com o conflito mudando de estágio, haverá espaço para outras discussões. Uma delas, com certeza, será a dos refugiados. Não consigo ver isso não sendo um problema grave em breve”, lamenta Heni.

Zelenskiy: Ucrânia merece ser membro pleno da União Europeia

access_time24/03/2022 08:01

A Ucrânia está lutando pela segurança de toda a Europa e deveria ser membro pleno da União Europeia (UE), disse o presidente ucraniano, Volodymyr Zelenskiy. Ele falou a parlamentares suecos nesta quinta-feira (24), em discurso por videoconferência. "Não estamos lutando apenas pelo povo da Ucrânia, mas pela segurança da Europa . Temos demonstrado que merecemos ser membro de pleno direito da UE", afirmou Zelenskiy ao Parlamento da Suécia. ONU Proposta apresentada pela Rússia pedindo acesso a auxílio e proteção a civis na Ucrânia, mas que não menciona o papel de Moscou na crise, foi rejeitado pelo Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU) nessa quarta-feira (23). Apenas Rússia e China votaram a favor. Os outros 13 membros se abstiveram. “Se a Rússia se importasse com a situação humanitária, pararia de bombardear crianças e com as suas táticas de sítio. Mas eles não fizeram isso”, disse a embaixadora do Reino Unido na ONU, Barbara Woodward, ao conselho, após a votação. A Rússia nega estar atacando civis. Resolução do Conselho de Segurança precisa de pelo menos nove votos a favor e nenhum veto de Rússia, China, Reino Unido, França ou Estados Unidos. A Rússia havia retirado uma proposta apresentada anteriormente ao conselho, após acusar países ocidentais de campanha “de pressão sem precedentes” contra a medida. Os EUA rejeitaram a acusação. *É proibida a reprodução deste conteúdo.

Rússia afirma que pode usar armas nucleares contra Ucrânia

access_time22/03/2022 19:32

Dmitry Peskov, porta-voz do Kremlin, alegou nesta sexta-feira, 22, que a Rússia considera utilizar armas nucleares na guerra contra a Ucrânia caso a existência de seu país fosse ameaçada. A afirmação foi dada a uma agência de notícias local e o representante do governo de Vladimir Putin não deu detalhes de como seria uma provável ação militar nuclear em território ucraniano. O conflito no leste europeu chegou ao seu 27º dia consecutivo e a possibilidade de um confronto nuclear preocupa líderes ocidentais. Vladimir Putin pediu, no início da invasão, que seu armamento nuclear fosse posicionado. Joe Biden, presidente dos Estados Unidos, porém, afirmou no dia 28 de fevereiro que a população norte-americana não deveria ficar preocupada com a possibilidade de uma guerra nuclear.

Ucrânia diz a civis que se preparem para bombardeios russos indiscriminados

access_time22/03/2022 08:00

Os militares da Ucrânia disseram nesta terça-feira, 22, que os civis do país devem se preparar para mais bombardeios russos indiscriminados contra a infraestrutura crítica. O comunicado ainda apontou que as forças da Rússia devem continuar usando “armas de alta precisão e munições indiscriminadas”. O porto de Mariupol, no sul, tornou-se um ponto focal do ataque da Rússia e está em grande parte em ruínas com corpos caídos nas ruas, mas os ataques também foram intensificados na última segunda, 21, na cidade de Kharkiv. Até o momento, o exército de Vladimir Putin não conseguiu capturar nenhuma grande cidade ucraniana em quase um mês desde o início da invasão e está recorrendo, cada vez mais, à destruição maciça de áreas residenciais com ataques aéreos, mísseis de longo alcance e artilharia.

Biden e Putin se encontram pela primeira vez em Genebra e posam para fotos

access_time16/06/2021 10:41

O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e Vladimir Putin, presidente da Rússia, se encontraram pela primeira vez nesta quarta-feira (16) em Genebra, na Suíça.  No primeiro encontro cara a cara desde que Biden assumiu a presidência, os líderes devem debater temas espinhosos, como cibersegurança, direitos humanos, Ucrânia, sanções e interferência eleitoral. A reunião, no entanto, acontece durante o "ponto mais baixo da relação entre os dois países". A sede dessa cúpula é o prédio histórico Villa La Grange, situado em umextenso parque às margens do Lago Léman. Ao chegarem ao local, os dois líderes posaram para fotos oficiais com o presidente da Confederação Suíça, Guy Parmelin, e apertaram as mãos. Uma coletiva de imprensa conjunta foi descartada e os líderes devem falar separadamente após a reunião. Ao adentrarem na biblioteca do local, onde a reunião ocorre, o presidente dos EUA e o presidente russo se juntaram aos seus principais diplomatas, o secretário de Estado dos EUA, Antony Blinken, e o ministro das Relações Exteriores da Rússia, Sergey Lavrov – ainda com a presença da imprensa. Putin agradeceu a Biden pela "iniciativa de se encontrar", enquanto a dupla se sentava. "Sei que você fez uma longa jornada e deu muito trabalho ", disse. "Mesmo assim, os EUA e a Rússia e as relações com os EUA têm muitos problemas acumulados que exigem uma reunião do mais alto nível e espero que nossa reunião seja produtiva", acrescentou. Biden sorriu uma vez enquanto Putin falava, mas os líderes pareciam em grande parte impassíveis. Os dois trocaram um raro contato visual, mas Putin olhou para baixo. Putin disse, por meio de tradutor, que espera que a reunião seja "produtiva". Biden sugeriu que trabalhariam em áreas de "interesse mútuo". Vladimir Putin (Rússia), Guy Parmelin (Suíça) e Joe Biden (EUA) se encontram em Genebra

Arquitetos planejam construir a segunda torre mais alta do mundo na Rússia

access_time28/05/2021 10:44

O escritório de arquitetura escocês tem planos para o segundo arranha-céu mais alto do mundo a ser construído em São Petersburgo, na Rússia. O Lakhta Center II terá 703 metros (2.306 pés), enquanto o edifício mais alto do mundo, o Burj Khalifa, em Dubai, tem 828 metros (2.717 pés), de acordo com um comunicado de imprensa dos arquitetos Kettle Collective. No entanto, o arranha-céu planejado abrigará o andar mais alto ocupado e a maior galeria de visualização do mundo, com 590 metros (1.936 pés). A título de comparação, o segundo edifício mais alto atual é a Torre de Xangai, com 632 metros (2.073 pés). O edfiício Shard em Londres mede 310 metros (1.017 pés). O Lakhta Center II ficará nos arredores de São Petersburgo, próximo ao Lakhta Center original, que é o edifício mais alto da Europa com 462 metros (1.516 pés) de altura e abriga a sede da empresa de energia Gazprom. Tony Kettle é o líder de design do projeto e também projetou o Lakhta Center durante seu tempo no escritório de arquitetura RMJM. "O novo Lakhta Center será um modelo de design sustentável para projetos globais de arranha-céus", disse Kettle no comunicado à imprensa. "Terá o melhor design de baixo consumo de energia da classe e uma combinação de usos que criará um espaço de átrio vertical com um centro vibrante como o coração deste novo distrito comercial." O Lakhta Center II contará com escritórios, acomodações e espaços de relaxamento distribuídos em 150 andares. “O design é estético e funcional, pois reduzirá as forças consideráveis ??do vento que impactarão a estrutura, reduzindo por sua vez o tamanho dos elementos estruturais exigidos dentro do edifício”, acrescentou Kettle. "Esta é uma parceria extremamente significativa para o nosso estúdio e veio em um momento de desafios globais consideráveis, não apenas para o Kettle Collective, mas para a nossa indústria enquanto navegamos pelo impacto da pandemia", disse o diretor administrativo do Kettle, Colin Bone. O Lakhta Center original foi o primeiro edifício "supertall" de São Petersburgo (medindo 300 metros ou mais). A estrutura é agora o arranha-céu mais ao norte do mundo, de acordo com seus desenvolvedores. A torre de 87 andares gira 90 graus desde sua fundação até o topo, como uma agulha em espiral. Isso faz com o prédio se torne um dos exemplos mais altos do mundo de um projeto de arranha-céu "retorcido".

Países latinos encomendam da Rússia novo remédio contra covid-19

access_time01/06/2020 10:47

O presidente do Fundo de Investimentos Diretos da Rússia, Kirill Dmitriev, admitiu nesta segunda-feira (1º) que já há pedidos internacionais, inclusive da América Latina, pelo antiviral Afivavir, que foi registrado no país como eficaz contra a covid-19, a doença provocada pelo novo coronavírus. "Na medida em que formos cobrindo a demanda interna, acreditamos ser possível exportar para o exterior. Já recebemos vários pedidos de países do Oriente Médio e América Latina", explicou o dirigente máximo do fundo soberano de apoio à economia russa. Segundo Dmitriev, em 11 de junho, o Afivavir, produzido a partir da base de um antiviral japonês, começará a ser enviado para hospitais da Rússia, para atender pacientes com Covid-19. De acordo com os desenvolvedores, o medicamento demonstrou 90% de eficácia nos casos tratados durante a pesquisa e fase de testes, mas está proibido para mulheres grávidas. As autoridades russas já indicaram que o Afivavir não estará a venda em farmácias, sendo utilizado apenas para administração em hospitais. De acordo com balanço divulgado nesta segunda-feira, a Rússia registrou novos 9.035 casos de infecção pelo novo coronavírus e 162 mortes.

Foguete russo falha durante voo para o espaço; tripulação pousa em segurança

access_time11/10/2018 08:57

Um foguete propulsor carregando uma nave espacial Soyuz que levava um russo e um norte-americano parou de funcionar no meio do ar durante voo para a Estação Espacial Internacional nesta quinta-feira, forçando a tripulação a fazer um pouso de emergência. O foguete estava levando o astronauta norte-americano Nick Hague e o cosmonauta russo Alexei Ovchinin. Imagens de dentro da nave mostram os dois homens sendo sacudidos no momento em que a falha ocorreu, com seus braços e pernas balançando. O foguete foi lançado do cosmódromo de Baikonur, que data da era soviética, no Cazaquistão. Os dois tripulantes já deixaram a cápsula da nave e estão em bom estado, reportou a TV da Nasa. A nave fez o pouso de emergência perto da cidade de Zhezkazgan, no centro do Cazaquistão.

Com direito a golaço, Rússia vence mais uma, fica perto das oitavas e praticamente elimina o Egito

access_time19/06/2018 18:49

O QUE TIVEMOS EM SÃO PETERSBURGO Golaço de Dzyuba, assistência de Mário Fernandes e gol de pênalti de Salah. Com tudo isso, a Rússia praticamente garantiu a classificação para as oitavas de final da Copa do Mundo. A vitória por 3 a 1 também quase selou a eliminação do Egito ainda na primeira fase. Os dois times dependem do resultado do jogo entre Uruguai e Arábia Saudita nesta quarta-feira. PRIMEIRO TEMPO A etapa inicial até que começou um pouco movimentada. O Egito deu um calor para os russos no início do jogo, mas a Rússia conseguia responder. A maioria das chances dos donos da casa, inclusive, era com bola jogada na área. Porém, quase nenhuma assustou o goleiro El Shenawy. Bem marcado, Salah não apareceu tanto nos primeiros 45 minutos de jogo, mas chegou a dar um chute perigoso para o gol de Afinfeev. SEGUNDO TEMPO Finalmente a emoção entrou em campo na segunda etapa. Logo no primeiro tempo, a Rússia abriu o placar com um gol contra de Fathi, depois de chute de Zobnin. Aos 13, Mário Fernandes chegou na área egípcia, ganhou da marcação e cruzou rasteiro para encontrar Cheryshev sozinho. Três minutos depois, um golaço. Dzyuba recebeu um lançamento de Mário Fernandes, matou bonito no peito, tirou o marcador com apenas um toque e bateu para o gol do Egito. Por fim, Salah sofreu pênalti aos 26. Ele mesmo bateu e converteu para fechar o placar. MOHAMED SALAH Sumido no primeiro tempo, Salah esteve ausente na maioria das ações do Egito no primeiro tempo. A melhor aparição que teve até então foi um chute de fora da área que passou perto do gol de Akinfeev. Na etapa final, o Rei do Egito foi mais acionado. Além de chutar mais para o gol e criar mais chances, foi ele quem sofreu o pênalti - com o auxílio do árbitro de vídeo - e converteu, marcando o primeiro gol do Egito em uma Copa do Mundo desde 1990. Salah comemora o gol diante da Rússia, mas não foi o suficiente para a vitória (Foto: REUTERS/Dylan Martinez) COMO FICA O GRUPO A? Tudo depende do jogo entre Uruguai e Arábia Saudita, quarta-feira, 11h. - Se os uruguaios vencerem, eles e Rússia estão classificados para as oitavas de final. - Em caso de empate, a Rússia garante a classificação, o Egito é eliminado e a Arábia precisaria vencer a última rodada e torcer para uma derrota uruguaia. - Se der zebra e a Arábia Saudita vencer, nada está definido e até o Egito poderá se classificar. Por enquanto está assim: 1 - Rússia - 6 pontos: 7 gols de saldo 2 - Uruguai - 3 pontos: 1 gol de saldo 3 - Egito - 0 pontos: - 3 gols de saldo 4 - Arábia Saudita - 0 pontos: - 5 gols de saldo 19 DE JUNHO DE 2018 ENTRA PARA A HISTÓRIA - É a primeira vez desde 1970 (quando ainda era União Soviética) que a Rússia vence dois jogos seguidos de uma Copa do Mundo; - Foi o primeiro gol do Egito em uma Copa do Mundo desde 1990;

Rússia encerra jejum e abre Copa com goleada sobre a Arábia Saudita

access_time15/06/2018 07:42

A Rússia encerrou um longo jejum na tarde desta quinta-feira. No Estádio Luzhniki, a seleção anfitriã abriu a Copa do Mundo de 2018 com uma vitória por 5 a 0 sobre a Arábia Saudita e, diante de sua torcida, voltou a ganhar após uma série de sete partidas consecutivas. Com o primeiro triunfo desde outubro do ano passado, a Rússia marca três pontos e lidera provisoriamente o Grupo A da Copa do Mundo. No outro jogo da chave, previsto para as 9 horas (de Brasília) de sexta-feira, o Uruguai encara o Egito, em Ecaterimburgo. Pela segunda rodada da Copa do Mundo, às 14 horas de terça-feira, a Rússia volta a campo para enfrentar o Egito, em São Petersburgo. A Arábia Saudita, por sua vez, busca a reabilitação no campeonato a partir das 12 horas de quarta, contra o Uruguai, em Rostov. O Jogo – Apoiada pelo público, a Rússia marcou o primeiro gol da Copa do Mundo logo aos 11 minutos da etapa inicial. Após cobrança de escanteio, a bola voltou para o lado esquerdo e sobrou para Golovin levantar na área. De cabeça, Gazinskiy completou para o gol. Embora tivesse menos posse de bola, a Rússia era muito mais objetiva do que a Arábia Saudita. Em uma jogada pelo lado direito, Mario Fernandes, em posição de impedimento, recebeu nas costas da marcação e cruzou para finalização perigosa de Dzagoev. Colocado no lugar do lesionado Dzagoev, Cheryshev aumentou a vantagem da Rússia aos 43 minutos do segundo tempo. Zobnin recebeu de Smolov e acionou Cheryshev pela esquerda. Com categoria, o ex-jogador do Real Madrid limpou a marcação e fuzilou o goleiro Abdullah. Na tentativa de diminuir a vantagem russa, a Arábia Saudita levou algum perigo no começo da etapa complementar. Alburayk desceu pela direita e cruzou. Alsahlawi conseguiu apenas um leve desvio e a bola passou em frente ao gol, fora do alcance de Taiseer. O ritmo do jogo caiu no segundo tempo, e o técnico Stanislav Cherchesov apostou na troca de Smolov por Dzyuba. Instantes depois de entrar em campo, aos 25 minutos, o gigante de 1,96m recebeu cruzamento vindo da direita de Golovin e cabeceou com competência para marcar o terceiro. Em um dos camarotes do Estádio Luzhniki, o príncipe árabe Mohammad bin Salman foi consolado por Vladimir Putin e Gianni Infantino, presidentes da Rússia e da Fifa, respectivamente. Aos 46 minutos, Cheryshev entrou na área pela esquerda e marcou um golaço. Três minutos depois, em cobrança de falta, Golovin fechou o placar. FICHA TÉCNICA RÚSSIA 5 x 0 ARÁBIA SAUDITA Local: Estádio Luzhniki, em Moscou (Rússia) Data: 14 de junho de 2018 (Quinta-feira) Horário: 12 horas (de Brasília) Árbitro: Nestor Pitana (Argentina) Assistentes: Hernan Maidana (Argentina) e Juan Pablo Belatti (Argentina) Cartões amarelos: Golovin (RUS); Taiseer (ARA) Público: 78.011 pessoas Gols: RÚSSIA: Gazinskiy, aos 11 minutos do 1º Tempo, Cheryshev, aos 43 minutos do 1º Tempo e aos 46 minutos do 2º Tempo, Dzyuba, aos 25 minutos do 2º Tempo, e Golovin, aos 49 minutos do 2º Tempo RÚSSIA: Akinfeev; Fernandes, Kutepov, Ignashevich e Zhirkov; Samedov (Kuzyaev), Gazinskiy, Dzagoev (Cheryshev), Zobnin e Golovin; Smolov (Dzyuba) Técnico: Stanislav Cherchesov ARÁBIA SAUDITA: Abdullah; Alburayk, Osama, Omar e Yasser; Salem, Otayf (Fahad), Salman, Taiseer e Yahia (Hatan); Alsahlawi (Muhannad) Técnico: Juan Antonio Pizzi