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Notícias com a tag: Trump

EUA e China redefinem relação comercial com "Fase 1" de acordo

access_time15/01/2020 21:37

Os Estados Unidos e a China anunciaram nesta quarta-feira um acordo comercial inicial que irá reduzir algumas tarifas e aumentar as compras chinesas de bens e serviços dos EUA, aliviando um conflito de 18 meses entre as duas maiores economias do mundo. Pequim e Washington classificaram a “Fase 1” do acordo como um passo importante depois de meses de negociações pontuadas por retaliações em tarifas que atingiram as cadeias de suprimentos e alimentaram temores de uma desaceleração maior na economia global. “Juntos, estamos corrigindo os erros do passado e entregando um futuro de justiça e segurança econômicas para trabalhadores, agricultores e famílias norte-americanos”, disse o presidente dos EUA, Donald Trump, ao anunciar o acordo na Casa Branca ao lado do vice-premiê chinês, Liu He, e outras autoridades. A peça central do acordo é uma promessa da China de comprar pelo menos mais 200 bilhões de dólares em produtos agrícolas e outros bens e serviços dos EUA ao longo de dois anos, sobre uma base de 186 bilhões de dólares de compras em 2017. O acordo incluirá 50 bilhões de dólares em pedidos adicionais de produtos agrícolas dos EUA, afirmou Trump, acrescentando estar confiante de que os agricultores norte-americanos seriam capazes de atender à demanda maior. Ele também disse que a China comprará de 40 bilhões a 50 bilhões de dólares em serviços adicionais dos EUA, 75 bilhões de dólares a mais em produtos manufaturados e 50 bilhões de dólares a mais em suprimentos de energia. Autoridades de ambos os países anunciaram o acordo como uma nova era para as relações sino-americanas, mas ele não aborda muitas das diferenças estruturais que levaram o governo Trump a iniciar a guerra comercial. Entre as diferenças está a prática de longa data de Pequim de apoiar empresas estatais e inundar os mercados internacionais com produtos de baixo preço. Trump, que adotou uma política “Estados Unidos Primeiro” visando reequilibrar o comércio global em favor de empresas e trabalhadores dos EUA, disse que a China prometeu ações para enfrentar o problema de produtos pirateados ou falsificados e que o acordo incluía forte proteção aos direitos de propriedade intelectual. Mais cedo, o principal assessor econômico da Casa Branca, Larry Kudlow, disse à Fox News que o acordo adicionaria 0,5 ponto percentual ao crescimento do Produto Interno Bruto (PIB) dos EUA em 2020 e 2021. Mas alguns analistas expressaram ceticismo de que o acordo colocará o comércio entre EUA e China numa nova trajetória. “Acho improvável uma mudança radical nos gastos chineses. Tenho baixas expectativas sobre o cumprimento das metas estabelecidas”, disse Jim Paulsen, estrategista-chefe de investimentos do Leuthold Group em Mineápolis. “Mas acredito que toda a negociação foi um avanço tanto para os EUA quanto para a China.” A “Fase 1” do acordo, alcançada em dezembro, cancelou as tarifas planejadas dos EUA sobre celulares, brinquedos e laptops fabricados na China e reduziu pela metade, para 7,5%, a tarifa sobre cerca de 120 bilhões de dólares em outros produtos chineses, incluindo televisores, fones de ouvido bluetooth e calçados. Mas manterá tarifas de 25% em uma gama de 250 bilhões de dólares em bens e componentes industriais chineses usados pelos fabricantes dos EUA. Trump, que tem tratado a “Fase 1” do acordo como um pilar de sua campanha de reeleição em 2020, disse que concordaria em remover as tarifas remanescentes assim que os dois lados negociarem uma “Fase 2”. Ele acrescentou que essas negociações começarão em breve. Ele também disse que visitará a China em um futuro não muito distante.

Trump acusa o Brasil de desvalorizar o real e anuncia retaliação

access_time02/12/2019 10:19

Sobretaxa sobre produtos foi adotada no ano passado em meio à guerra comercial com a China, mas Brasil e Argentina tiveram 'alívio' da cobrança em agosto O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, acusou nesta segunda-feira (2), em uma rede social, Brasil e Argentina de desvalorizarem "maciçamente" suas moedas, e afirmou que vai reinstalar as tarifas de importação sobre o aço e o alumínio dos dois países. "Brasil e Argentina têm presidido uma desvalorização maciça de suas moedas. O que não é bom para nossos agricultores", escreveu Trump em uma rede social. Portanto, com efeito imediato, restaurarei as tarifas de todo o aço e o alumínio enviados para os EUA a partir desses países". Trump ainda usou a oportunidade para criticar o Federal Reserve (Fed), o banco central norte-americano. "O Federal Reserve deveria agir da mesma forma, para que países, que são muitos, não se aproveitem mais nosso dólar forte, desvalorizando ainda mais suas moedas. Isso torna muito difícil para nossos fabricantes e agricultores exportarem seus produtos de maneira justa", disse ele, que frequentemente tem defendido juros mais baixos nos Estados Unidos. Nesta manhã, o presidente Jair Bolsonaro afirmou que falará com Trump sobre o anúncio referente às tarifas. Na Argentina, um porta-voz do Ministério das Relações Exteriores afirmou que iniciará as negociações com o Departamento de Estado dos Estados Unidos após a decisão do presidente Donald Trump. O dólar opera com pequenas variações nesta segunda-feira. Desvalorização do real Do início do ano até a última sexta-feira (29), o dólar já subiu 9,43% frente ao real, barateando as exportações brasileiras e aumentando a competitividade dos produtos do país lá fora. Somente em novembro, a alta foi de 5,73%. O real foi a quarta moeda que mais perdeu valor em relação ao dólar no mês de novembro, segundo levantamento da Austin Rating, com uma desvalorização de 5,2%. A moeda brasileira ficou atrás somente do bolívar soberano, da Venezuela (-36,1%), do kwacha, da Zâmbia (-9,3%), e do peso do Chile (-8,1%). O ranking considera as variações de 121 moedas no mundo. No acumulado no ano, o Brasil ocupa a 13ª posição. A liderança é da Venezuela (-98,3%), seguida pela Argentina (-37,2%). Brazil and Argentina have been presiding over a massive devaluation of their currencies. which is not good for our farmers. Therefore, effective immediately, I will restore the Tariffs on all Steel & Aluminum that is shipped into the U.S. from those countries. The Federal.... — Donald J. Trump (@realDonaldTrump) 2 de dezembro de 2019 Em agosto de 2018, Trump anunciou um alívio nas cotas de importação de aço e alumínio que excedam as cotas livres do pagamento das sobretaxas impostas pelo governo dos Estados Unidos em março do mesmo ano. A decisão de flexibilizar a tarifa atingiu as cotas de aço da Coreia do Sul, Brasil e Argentina, além do alumínio da Argentina. Desde então, as empresas americanas que compram aço do Brasil não precisam pagar 25% a mais sobre o preço original, caso comprovem falta de matéria-prima no mercado interno. Histórico A sobretaxa do aço foi um dos primeiros capítulos da guerra comercial de Trump. Visando a atingir sobretudo a China, o governo americano impôs uma regra geral e, aos poucos, renegocia com cada país. Em março do ano passado, o presidente americano impôs tarifa de 25% às importações de aço e de 10% às de alumínio alegando questões de segurança nacional. A decisão desencadeou uma série de retaliações pelo mundo e adoção de salvaguardas por outros países e blocos. Na ocasião, a indústria brasileira classificou a sobretaxa à importação de aço e alumínio como medida 'injustificada e ilegal', com potencial de provocar "dano significativo" para as siderúrgicas instaladas no Brasil, uma vez que o Brasil é o segundo maior fornecedor de ferro e aço dos Estados Unidos.

Kim Jong-un se compromete com desnuclearização completa após encontro com Trump em Singapura

access_time12/06/2018 07:07

A Coreia do Norte se comprometeu com a desnuclearização completa da península coreana nesta terça-feira (12), durante o encontro de seu líder, Kim Jong-un, e o presidente dos EUA, Donald Trump. Os dois países "decidiram deixar o passado para trás" e "o mundo verá uma grande mudança", segundo Kim, que assinou uma declaração de quatro itens ao lado de Trump. Em um dos quatro itens do documento, o líder norte-coreano se compromete a trabalhar pela desnuclearização completa da península coreana, reafirmando o que foi determinado pela Declaração de Panmunjon, assinada em 27 de abril de 2018 pelas duas Coreias. O conteúdo do documento foi considerado "bastante completo" por Trump, que diz que os países estabeleceram uma ligação especial após a assinatura. O presidente americano afirmou que Kim aceitou o seu convite para visitar a Casa Branca e que ele pretende visitar Pyongyang "em um certo momento". "Aprendi que ele é um homem muito talentoso que ama muito seu país. É um negociador de valor, que negocia em benefício de seu povo", elogiou. O documento assinado por Trump e Kim possui quatro pontos: EUA e Coreia do Norte se comprometem a estabelecer relações de acordo com o desejo de seus povos pela paz e prosperidade; Os dois países irão unir seus esforços para construir um regime de paz estável e duradouro na península coreana; Reafirmando a Declaração de Panmunjon, de 27 de abril de 2018, a Coreia do Norte se compromete a trabalhar em direção à completa desnuclearização da península coreana; Os EUA e a Coreia do Norte se comprometem a recuperar os restos mortais de prisioneiros de guerra, incluindo a imediata repatriação daqueles já identificados. Trump e Kim apertam as mãos em encontro histórico em Singapura (Foto: Reprodução) Encontro inédito Pela primeira vez na história, líderes dos Estados Unidos e da Coreia do Norte se encontraram pessoalmente para tentar chegar a um consenso sobre o desmonte do programa nuclear e balístico da fechada ditadura comunista, em troca de alívio econômico para o país hoje afetado por duras sanções. O esperado e histórico encontro de Donald Trump e Kim Jong-un aconteceu na manhã de terça-feira (12, horário local), em Singapura. Os dois tiveram um primeiro encontro privado e depois promoveram uma reunião ao lado de seus assessores. Em seguida, participaram de um almoço ao lado de suas respectivas comitivas. Após este evento, os dois líderes caminharam juntos e Trump, em uma breve declaração a jornalistas, disse que o encontro estava sendo "melhor do que qualquer um poderia esperar". Em seguida, ele mostrou sua limusine ao norte-coreano e manteve o que pareceu ser uma conversa bastante amistosa durante alguns minutos, antes de os dois se separarem e seguirem em direções opostas. Eles se reencontraram depois na sala onde assinaram a declaração. Kim Jong-un e Donald Trump sorriem ao se cumprimentar durante reunião em Singapura (Foto: Kevin Lim/The Straits Times via AP) O local do encontro foi o luxuoso hotel Capella, na ilha de Sentosa, famosa por suas praias turísticas e seus campos de golfe espetaculares. Singapura designou partes de sua região central como uma "zona especial", onde os procedimentos de segurança estão mais rigorosos. O espaço aéreo sobre a rica cidade-Estado está temporariamente restrito durante partes dos dias 11, 12 e 13 de junho. Quando se sentou ao lado de Kim pela primeira vez, Trump disse ter esperança de que a cúpula seria "tremendamente bem-sucedida". "Teremos um ótimo relacionamento pela frente", acrescentou. O ditador norte-coreano disse em seguida que havia enfrentado uma série de "obstáculos" para o encontro. "Nós superamos todos eles e estamos aqui hoje", disse a repórteres, por meio de um tradutor. A reunião teve como tema o fim do programa de armas nucleares e balísticas da Coreia do Norte, cujas ambições têm sido uma fonte de tensão há décadas. Além do encontro de Trump e Kim, estavam previstas diversas reuniões entre representantes dos dois países ao longo de cinco dias. Os EUA, temendo o desenvolvimento de mísseis nucleares que poderiam atingir o país, pedem a desnuclearização "completa, verificável e irreversível" da Coreia do Norte. Como resultado, a Coreia do Norte pode comprometer-se a apresentar um relatório sobre o atual arsenal e permitir uma verificação internacional completa. De sua parte, Kim Jong-un parece tentar salvar a economia norte-coreana que vem sofrendo o impacto das sanções impostas pelos EUA e pela ONU. Ele disse que deseja "avançar para uma desnuclearização da península coreana", mas por meio de um processo "passo a passo", com garantias de segurança e incentivos diplomáticos e econômicos. Donald Trump exibe o documento assinado por ele e Kim Jong-Un em Singapura, na terça-feira (12) (Foto: Saul Loeb/AFP) Antes do diálogo, provocações O inédito encontro entre os líderes dos Estados Unidos e da Coreia do Norte ocorre, paradoxalmente, poucos meses depois do acirramento das tensões entre os dois países. Somente em 2017, primeiro ano de Trump na Casa Branca, os norte-coreanos lançaram 23 mísseis. Em um deles, em novembro, a Coreia do Norte anunciou ter testado um projétil capaz de alcançar "todo o território dos Estados Unidos", segundo a emissora de TV estatal KCTV. Em resposta, Trump anunciou sanções contra 56 empresas da Coreia do Norte, que, segundo ele, significavam "as mais importantes" já impostas a Pyongyang. Trump também usou o Twitter para rebater as ações e os discursos de Kim Jong-un. Após o ditador da Coreia do Norte dizer que tem sempre à mesa um botão nuclear, o presidente dos Estados Unidos rebateu: "Eu também tenho um botão nuclear, mas é um muito maior e mais poderoso que o dele. E o meu botão funciona!" Tensões se dissiparam A tentativa de aproximação entre as coreias do Sul e do Norte — aquecida, inclusive, pela união dos dois países na abertura da Olimpíada de Inverno — levou, em abril, os líderes das nações separadas a um encontro histórico em que ambos os lados discutiram a desnuclearização da península. Enquanto ocorriam as negociações para o encontro coreano. Trump surpreendeu ao dizer que Kim Jong-un o havia convidado para reunião — e que ele havia aceitado o convite. Trump, que não participou do anúncio, comentou no Twitter. "Kim Jong Un falou sobre a desnuclearização com os representantes sul-coreanos, não apenas um congelamento. Além disso, nenhum teste de mísseis pela Coreia do Norte durante esse período. Grandes progressos estão sendo feitos, mas as sanções permanecerão até que um acordo seja alcançado. Reunião sendo planejada!", escreveu. Pouco tempo depois, o então diretor da CIA e atual secretário de Estado americano, Mike Pompeo, viajou para a Coreia do Norte, onde teve um encontro secreto com Kim Jong-un, mostrando um avanço nas relações entre os dois países. Ele voltou de lá com três americanos que tinham sido detidos por Pyongyang por suspeita de atividades anti-estatais. Na carta divulgada nesta quinta, Trump agradece pela libertação dos americanos: "Quero agradecê-lo pela libertação dos detidos que agora estão em casa com suas famílias. Aquele foi um bonito gesto e foi muito apreciado", afirma o presidente na carta. Encontro quase não ocorreu Porém, em maio, a Coreia do Norte suspendeu as conversações de alto nível com a Coreia do Sul, citando como motivo exercícios militares conjuntos de Seul com os EUA. O governo norte-coreano vê os exercícios como um treino de invasão do seu terrritório e uma provocação em meio à melhora de relações entre as duas Coreias. O regime de Kim Jong-un já tinha colocado em dúvida realização da cúpula prevista com Trump. E, em 21 de maio, Trump disse que o encontro histórico poderia atrasar ou não acontecer caso certas condições não sejam cumpridas - embora não tenha explicados que condições seriam estas. Trump, então, chegou a cancelar a reunião. "Estava muito ansioso para me encontrar com você", disse o presidente dos Estados Unidos em uma carta dirigida ao líder norte-coreano, que foi divulgada pela Casa Branca. "Infelizmente, com base na enorme raiva e hostilidade aberta exibida em sua declaração mais recente, sinto que é inadequado, neste momento, ter essa reunião planejada há muito tempo", afirmou. A pressão dos Estados Unidos surtiu efeito. Menos de duas semanas depois de cancelar o encontro, Trump voltou a confirmar a reunião para 12 de junho, em Singapura. O anúncio ocorreu após uma reunião entre o republicano e o braço-direito de Kim Jong-un, Kim Yong-chol, na residência oficial americana. "Acho que provavelmente será um processo muito bem-sucedido", afirmou Trump após remarcar a reunião. Mapa da reunião Trump-Kim (Foto: G1 )

Trump chega a Singapura às vésperas de encontro com Kim Jong-un

access_time10/06/2018 19:02

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou neste domingo (10) a Singapura para realizar um encontro histório com o líder norte-coreano, Kim Jong-un. Kim Jong-un já chegou também à cidade-estado do sudeste asiático. A cúpula vai acontecer na terça-feira (12), na ilha de Sentosa. No sábado (9), Trump disse que qualquer acordo com o líder norte-coreano será "no impulso do momento", ressaltando o resultado incerto do que chamou de uma "missão de paz". "Eu tenho um objetivo claro, mas tenho que dizer - será algo que será sempre no impulso do momento", disse Trump a jornalistas em uma entrevista coletiva na Cúpula do G7, em Quebec, no Canadá. "Você não sabe. Isso nunca foi feito nesse nível antes". Tensão com o G7 Trump deixou o encontro de líderes do G7 mais cedo, antes de discutir a mudança climática e a saúde dos oceanos, exacerbando as fraturas do grupo em relação às tarifas comerciais impostas pelos EUA. O americano manteve um tom conciliador, embora tenha ameaçado deixar de fazer comércio com aqueles países que mantenham tarifas às exportações americanas. Mais tarde, em mais uma série de tuítes imprevisíveis, Trump retirou sua assinatura do acordo final que havia aprovado poucas horas antes de deixar o Canadá com os outros líderes do G7 - que é formado por Canadá, Japão, França, Alemanha, Reino Unido, Itália, além dos EUA. Trump chamou Justin Trudeau, o líder canadense que presidiu a reunião, de fraco e desonesto. Kim em Singapura O líder norte-coreano deve se reunir neste domingo (10) com o primeiro-ministro singapuriano, Lee Hsien Loong, que segunda-feira (11) receberá também Trump. Kim viajou em um avião Boeing 747 de Air China, companhia aérea estatal chinesa, que decolou esta madrugada de Pequim e pegou o líder norte-coreano em Pyongyang, segundo imagens captadas pela imprensa. O líder da Coreia do Norte Kim Jong-un e o ministro de relações Exteriores de Singapura, Vivian Balakrishnan (Foto: Reuters) Programa nuclear A principal questão a ser discutida na reunião do dia 12 de junho em Singapura é a exigência dos EUA para que a Coreia do Norte abandone o programa de armas nucleares. Pyongyang já rejeitou a desistência de seu arsenal unilateralmente e defende seus programas nuclear e de mísseis preventivos para o que vê como agressões dos norte-americanos. Trump disse que provavelmente levaria tempo para chegar a um acordo com Kim sobre a desnuclearização, mas ele disse que acredita que, no mínimo, o encontro poderia produzir uma "relação" entre os EUA e a Coreia do Norte, que não possuem laços diplomáticos. Na quinta-feira (7), em uma entrevista coletiva com o premiê japonês, Shinzo Abe, Trump disse que pode convidar Kim para uma visita a Washington. Atualmente, os Estados Unidos possuem 28,5 mil soldados na Coreia do Sul, um legado da Guerra da Coreia. Trump resiste à possibilidade de fechar um acordo para encerrar formalmente a Guerra da Coreia, que durou entre 1950 e 1953, e foi concluída com uma trégua, e não um tratado de paz.

Qualquer acordo com a Coreia do Norte será 'no impulso do momento', diz Trump

access_time09/06/2018 18:01

O presidente norte-americano Donald Trump disse neste sábado (9) que qualquer acordo com o líder norte-coreano Kim Jong-un na reunião marcada para a semana que vem será "no impulso do momento", sublinhando o resultado incerto do que chamou de uma "missão de paz". O encontro histórico está agendado para terça-feira (12) na ilha de Sentosa, frente à costa da ilha principal de Singapura. "Eu tenho um objetivo claro, mas tenho que dizer - será algo que será sempre no impulso do momento", disse Trump a jornalistas em uma entrevista coletiva na Cúpula do G7 em Quebec. "Você não sabe. Isso nunca foi feito nesse nível antes". Trump deixou o encontro de líderes do G7 mais cedo, antes de discutir a mudança climática e a saúde dos oceanos, exacerbando as fraturas do grupo em relação às tarifas comerciais impostas pelos EUA. A principal questão a ser discutida na reunião do dia 12 de junho em Singapura é a exigência dos EUA para que a Coreia do Norte abandone o programa de armas nucleares que agora ameaça os Estados Unidos. Trump disse que provavelmente levaria tempo para chegar a um acordo com Kim sobre a desnuclearização, mas ele disse que acredita que, no mínimo, o encontro poderia produzir uma "relação" entre os Estados Unidos e a Coreia do Norte, que não possuem laços diplomáticos. Em uma entrevista coletiva com o primeiro ministro japonês Shinzo Abe na quinta-feira, Trump disse que pode convidar Kim para uma visita a Washington. Pyongyang já rejeitou a desistência de seu arsenal unilateralmente e defende seus programas nuclear e de mísseis preventivos para o que vê como agressões dos norte-americanos. Os Estados Unidos possuem 28,5 mil soldados na Coreia do Sul, um legado da Guerra da Coreia. Trump resiste à possibilidade de fechar um acordo para encerrar formalmente a Guerra da Coreia, que durou entre 1950 e 1953, e foi concluída com uma trégua, e não um tratado de paz. Presidente dos EUA, Donald Trump, em entrevista durante a reunião de líderes do G7 (Foto: Yves Herman/Reuters) Trump diz que saberá 'no 1º minuto' se reunião será bem sucedida Trump disse que saberia em um minuto se algo bom sairia do encontro com Kim. "Eu acho que no primeiro minuto eu vou saber. É minha intuição, como me sinto. Isso é o que eu faço", disse Trump. "E se eu achar que não vai acontecer - eu não vou desperdiçar meu tempo. Eu não quero desperdiçar o tempo dele". Trump frequentemente se gaba de suas proezas de negociação como um desenvolvedor de empreendimentos imobiliários, e de sua habilidade para ler as pessoas, muito embora seus negócios tenham declarado falências múltiplas vezes. O líder norte-americano estava, de maneira geral, otimista sobre o encontro com Kim. Um raro voo direto de Pyongyang aterrissou em Cingapura no sábado antes da esperada chegada de Kim. O Airbus 330 da Air China no aeroporto de Changi levou a especulações de que uma equipe avançada de autoridades norte-coreanas lideradas por um assessor próximo de Kim, Kim Chang Son, estava em Cingapura para preparar a reunião. Kim é esperado no aeroporto de Changi no domingo, segundo informou à Reuters uma fonte envolvida no planejamento da viagem na última sexta-feira. Reunião histórica entre Kim e Trump (Foto: Arte G1)

Trump cancela reunião com líder norte-coreano Kim Jong Un

access_time24/05/2018 10:34

O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, cancelou nesta quinta-feira a reunião que teria com o líder norte-coreano, Kim Jong Un in, no dia 12 de junho, em Cingapura. “Eu estava muito ansioso para estar lá com você”, disse Trump em carta a Kim divulgada pela Casa Branca. “Infelizmente, com base na raiva tremenda e na aberta hostilidade exibida em sua declaração mais recente, sinto que é inapropriado, neste momento, realizar esta reunião há muito planejada”.