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Notícias com a tag: UTI

Governo de MT e município de Guarantã do Norte disponibilizam 10 leitos de UTI Covid-19

access_time05/08/2021 06:29

O Governo de Mato Grosso, em parceria com o município de Guarantã do Norte, disponibilizou 10 novos leitos de UTI Covid-19 no Hospital Municipal Nossa Senhora do Rosário, localizado na cidade. As 10 novas vagas se somam aos mais de 600 leitos de Terapia Intensiva do Sistema Único de Saúde (SUS), que estão em funcionamento em Mato Grosso e registram 77% de ocupação. Além desses 10 leitos, o Governo de Mato Grosso anunciou, em março deste ano, a ampliação de outros 160 leitos de Terapia Intensiva em 14 municípios do estado. A ação custa cerca de R$ 9 milhões por mês à gestão estadual e contempla hospitais estaduais e municipais.  Somente entre os meses de março e maio, foram abertas cerca de 104 novas vagas de UTI. A gestão da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) informa que as ampliações consideram as propostas encaminhadas oficialmente pelas Prefeituras ao Governo do Estado.

Nove hospitais públicos não têm mais vagas em leitos de UTI para pacientes com Covid-19 em MT

access_time26/05/2021 10:58

Nove hospitais públicos de Mato Grosso que atendem pacientes com Covid-19 estão com a taxa de ocupação de Unidades de Terapia Intensiva (UTI) em 100%. Os dados são da Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) e foram publicados nessa terça-feira (25). As unidades que não têm mais vagas de UTI são: Hospital e Maternidade São Lucas; Pronto Socorro Municipal de Várzea Grande; Hospital Municipal Arlette Daisy Cichetti de Brito, em Tangará da Serra; Hospitais Regionais de Água Boa, Sorriso, Cáceres e Nova Mutum; Hospital São Lucas, em Lucas do Rio Verde; Hospital Julio Muller, em Cuiabá. Outros seis hospitais estão com a taxa de ocupação em 90% ou acima desse número e estão quase lotados. São eles: Hospital Santa Casa de Cuiabá, com 93% Hospital Municipal de Juína, com 90%; Hospital Municipal de Querência, com 90%; Hospital Regional de Peixoto de Azevedo, com 90%; Hospital Metropolitano de Várzea Grande, com 91%; Santa Casa de Rondonópolis, com 95%. Ao todo, 26 hospitais no estado possuem UTIs exclusivas e atendem pacientes que se infectaram com o novo coronavírus. Com a taxa de ocupação voltando a subir, o total está em 87, 93%. No final de abril, o número de internações em UTIs teve uma queda e no começo de maio, a taxa chegou a ficar em 78%. Com novas infecções esse número voltou a subir em poucas semanas. Mato Grosso possui 593 UTIs pactuadas no estado para o tratamento de pacientes com Covid-19 e desse número apenas 63 estão disponíveis. Além disso, a ocupação das enfermarias públicas no estado estão em 41%. Até essa segunda-feira (24), esse número estava em 36%. Já nos hospitais particulares também houve um aumento na taxa de ocupação. De 57% subiu para 80% em quatro dias e a taxa de enfermarias que estava em 46%, subiu para 77,6. Diante disso, o estado tem 18 municípios que estão com classificação de risco considerado muito alto e outras 123 cidades estão com a classificação alta. Esse aumento de infecções podem gerar lotações nos hospitais públicos e filas de espera por UTI. Em Mato Grosso foram registrados 397.614 casos de Covid-19 e 10.654 mortes pela doença. Atualmente estão internados 1.604 pessoas em UTIs e enfermarias públicas do estado.

UTIs são bloqueadas por falta de medicamentos e irregularidades na prestação de serviços

access_time19/04/2021 09:47

Pelo menos cinco vagas de Unidade de Terapia Intensiva (UTIs) exclusivas para pacientes covid-19 no Hospital Regional de Peixoto de Azevedo estão bloqueadas para uso por falta de medicamentos. As UTIs são administradas pela Cure Tratamentos em Saúde Ltda, contratada para prestar os serviços através do Consórcio Intermunicipal de Saúde Vale do Peixoto. A terceirizada não estaria mantendo o estoque de remédios, além de ter apresentado diversas irregularidades quanto aos protocolos de internações. A notificação recomendatória com pedido de urgência para suspensão do uso das UTIs é do promotor de Justiça Marcelo Monovanni Beato, com base em vistorias realizadas pelo Escritório Regional de Saúde. Ele instaurou um inquérito civil após identificar a ineficiência da gestão da Cure Tratamentos em Saúde em relação aos equipamentos necessários na unidade, fornecimento de medicamentos e ausência de controle e cuidado quanto ao uso de equipamentos de proteção individual dos profissionais que trabalham no local. O promotor de Justiça notificou o prefeito de Terra Nova do Norte Pascoal Alberton, presidente do Consórcio Intermunicipal de Saúde Vale do Peixoto, que administra o Hospital para que suspenda os pagamentos a empresa e instaure processos administrativos. Ele ainda recomenda que seja feita a imediata suspensão do uso dos dez leitos de UTI no hospital, não permitindo que novos pacientes sejam regulados para a unidade, além do remanejamento dos pacientes a outros leitos devidamente habilitados. Segundo o promotor os problemas nas UTIs começaram há pouco tempo. “Recentes. Não havia UTI aqui antes, foram instaladas há, no máximo, 8 meses, e não vinham tendo muita demanda. Mas em razão do aumento dos últimos 2 meses, os problemas se acentuaram e a empresa não demonstra capacidade para resolver”. Vistorias Na primeira quinzena deste mês, entre os dias 1 e 13 de abril, foram realizadas diversas vistorias na UTI do hospital, conforme relatório técnico do Escritório Regional de Saúde. A unidade hospitalar é administrada pelo Consórcio Intermunicipal de Saúde Vale do Peixoto e os recursos que garantem o funcionamento são repassados pela Secretaria de Estado de Saúde, por meio do programa de cofinanciamento estadual de custeio mensal de leitos de UTI exclusivos covid-19. Nas primeiras vistorias, entre 1 e 5 de abril, as equipes técnicas do Estado confirmaram a superlotação das UTIs, sendo que no local são 10 leitos disponíveis, mas haviam 15 pacientes covid intubados. “Informado que estão com dificuldade para aquisição de medicamento para sedação dos pacientes, antibióticos entre outros, porém não nos foi apresentado relação de medicamento disponível, mesmo sendo solicitado por algumas vezes, nem protocolo de uso racional de medicamentos ou padronização dos mesmos”.  Segundo o relatório, por diversas vezes a empresa solicita medicações emprestadas de outros municípios e também não estavam sendo realizados exames de rotina para pacientes em UTI, como raio-x. Além de ser identificada a presença de profissionais sem uso da paramentação adequada. “Desta forma fica inviável manter os leitos disponíveis para regulação sem a garantia do tratamento e cuidado adequado ao paciente”, relataram as equipes técnicas.  No dia 7 de abril o Ministério Público realizou uma reunião com a empresa e representantes do Consórcio do Escritório Regional, onde ficou definido que a Cure Tratamentos em Saúde solucionaria os problemas. “Acontece que, vencido o referido prazo, em vez de caminhar a resolução, ocorreu um significativo agravamento do quadro, com o risco concreto à vida dos pacientes internados em razão da falta de medicamentos e insumos. Beira-se, em essência, um colapso pela manifesta falta de gestão e planejamento da contratada no que toca aos seus estoques”, destacou o promotor. Lista de espera por UTI Conforme dados da Secretaria de Estado de Saúde, divulgados no sábado (17.04), pelo menos 52 pessoas com covid-19 esperam por uma vaga na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) em Mato Grosso. A taxa de ocupação é de 96,61%. Já a UTI pediatrica é de 60%. O documento aponta ainda que foram registradas 34 mortes por covid em 24 horas, e o total de mortes chega a 9.031 desde o início da pandemia.

Mato Grosso tem queda de 18% no número de internações de pacientes com Covid em 20 dias

access_time16/04/2021 17:05

A secretaria estadual de Saúde informou, há pouco, que nos últimos 20 dias Mato Grosso teve redução de 18,1% nas internações hospitalar de paciente para tratamento da Covid. No dia 27 do mês passado, 2.430 estavam internados por conta da doença, já o boletim epidemiológico da secretaria de Estado de Saúde de ontem, aponta 1.989 hospitalizados. Os dados são acompanhados pelos técnicos do governo e demonstram tendência de queda, desde março, no número de hospitalizados em todo o Estado. Outro dado estatístico é relacionado à taxa de ocupação, específica para leitos de enfermaria pactuadas pelo Sistema Único de Saúde. Em março, a taxa estava em 63%, e ontem registrou 57%, com 459 pessoas internadas. Nos principais hospitais públicos de Cuiabá e Várzea Grande, há vagas nos leitos de enfermaria. No Hospital Metropolitano de Várzea Grande, que é gerido pelo Estado, a taxa de ocupação está em 66% e no Hospital Estadual Santa Casa, a porcentagem é de 59%. Em Várzea Grande, o Pronto-Socorro, gerido pelo município não tem nenhum paciente internado em leito de enfermaria contaminado com Covid. No Hospital Regional de Sinop são 29 pactuadas e 9 estão disponíveis (69% de ocupação). Na unidade de Sorriso, foram pactuadas 20 leitos de enfermarias e 8 estão livres para receber pacientes (60%). Em Nova Mutum, 17 estão internados e são 58 leitos pactuados (29%). No São Lucas, em Lucas do Rio Verde das 15 pactuadas, cinco estão com pacientes.

Taxa de ocupação de UTIs para pacientes com Covid-19 é a mais alta desde agosto em MT

access_time03/02/2021 11:21

Em Mato Grosso, a taxa de ocupação de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs) para pacientes com a Covid-19 é a maior desde agosto do ano passado. A preocupação é com um possível colapso do sistema de saúde ainda neste mês. Essa previsão é feita pela Secretaria de Saúde que disse que com a aceleração do contágio e internações, não vai ter como expandir em tempo hábil o número de leitos para casos graves. Esse seria um segundo colapso no sistema de saúde de Mato Grosso por causa da Covid-19. A primeira vez foi entre julho e agosto do ano passado. A taxa de ocupação de UTIs está em 75%. Isso não acontecia justamente desde agosto de 2020. A Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT) notificou, até a tarde desta terça-feira (2), 219.717 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, sendo registrados 5.180 mortes em decorrência do coronavírus no estado. Foram notificadas 1.694 novas confirmações de Covid-19 e 26 mortes nas últimas 24 horas. Dos 219.717 casos confirmados da Covid-19 em Mato Grosso, 7.822 estão em isolamento domiciliar e 205.691 estão recuperados.

Pessoas estão morrendo e equipamentos para instalação de UTIs em Peixoto de Azevedo estão em depósito

access_time29/07/2020 06:52

Em companhia dos deputados Nininho (PSD) e Neri Geller (PP) o prefeito Mauricio Ferreira (PSD) estiveram em audiência com o governador Mauro Mendes (DEM) quando foi anunciado o envio para Peixoto de Azevedo de equipamentos para instalação de 10 UTI’s para serem utilizados no combate ao Coronavirus – COVID-19. Um vídeo foi postado na rede social com o Prefeito ladeado pelos deputados onde o Governador dava a notícia do envio dos equipamentos para o município. Do anuncio até hoje já se passaram aproximadamente dois meses. Os equipamentos segundo vídeo postado pela assessoria da prefeitura mostravam o momento em que os equipamentos estavam sendo descarregados no Hospital Regional de Peixoto de Azevedo. Em outro vídeo gravado no celular pelo próprio prefeito, ele narra o recebimento do material e posta em rede social na data em que chegaram ao município, 04 de julho. Enquanto o Prefeito faz anúncios postados em sua rede social e divulgados em vários grupos de whatsapp, a instalação dos equipamentos caminha a passo de lesma ou tartaruga. A verdade é que famílias e amigos estão vendo pessoas morrerem por falta dessas UTI’s e nada e feito para agilizar o processo de instalação. No hospital pelo que foi mostrado em vídeo por um Vereador já tem uma ala preparada para isto e que a dias se encontra a disposição para que técnicos possam instalar os aparelhos. Os servidores do setor de saúde têm dado tudo de si para amenizar o sofrimento de quem chega ao hospital a procura de tratamento. O Secretario de Saúde e a equipe médica tem se empenhado para tentar diminuir os casos da COVID-19, mas falta o empenho do Prefeito no sentido de instalar os equipamentos já entregues pelo Governo do Estado. Muitos podem falar: “há, mas Peixoto de Azevedo não conta com médico intensivista para trabalhar em Unidades de Terapia Intensiva – UTI” -, mas os médicos que atendem em unidades de terapia intensiva têm sido historicamente os mesmos médicos que cuidarão dos pacientes antes da transferência para a UTI. Em muitos casos, são os serviços de Anestesiologia e Reanimação os responsáveis pelo cuidado de pacientes graves, geralmente após as cirurgias. Em alguns hospitais há um grupo especial de médicos atendendo em UTI, conhecido como intensivistas. Os intensivistas são médicos de diferentes áreas que fazem uma especialização de dois a três anos de duração, que os capacita a tal área, que é bem complexa e específica. O manejo de pacientes em terapia intensiva se difere significativamente entre os países. Na Austrália, onde a medicina intensiva é uma especialidade bem estabelecida, UTIs são descritos como "fechados". Em uma unidade fechada, o especialista em cuidados intensivos assume um papel principal como médico responsável, já o médico primário do paciente servirá como médico consultor. Em países como a Espanha, os anestesiologistas são os responsáveis pelo tratamento de pacientes críticos pós-operatório. Outros países têm Unidades de Terapia Intensiva "aberta", onde o médico primário faz a admissão e toma as decisões relacionadas ao paciente crítico. A pergunta que fica é: “quando esses equipamentos vão ser instalados, para que mortes pelo Coronavirus possam ser evitadas?”. Com a palavra o senhor Prefeito.

Recém-nascida com espinha bífida está sem UTI mesmo com decisão judicial que determina vaga

access_time08/06/2018 10:47

Nascida há duas semanas, a bebê Maria Helena Rodrigues Coutinho aguarda há quatro dias por uma cirurgia e uma vaga em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal. A reportagem entrou em contato com a Secretaria Estadual de Saúde (SES-MT), que ainda deve se posicionar sobre o caso. Diagnosticada com espinha bífida e apresentando crises convulsivas, ela está sendo mantida em uma incubadora no Hospital Municipal de Juína, a 737 km de Cuiabá. Os pais de Maria Helena ingressaram com uma ação na Justiça após serem informados de que o estado não tinha UTI neonatal disponível para a transferência da filha, nem vaga para transporte via UTI aérea. Na quinta-feira (7), o juiz Fábio Petengill, da Primeira Vara Cível de Juína, determinou que o governo providencie um leito e o tratamento necessário para a paciente, sob pena de aplicação de multa diária no valor de R$ 1 mil. "É notório que se a paciente não for imediatamente internada em UTI neonatal e ser submetida à cirurgia neurológica, poderá sofrer dano irreparável à própria vida, conforme evidenciam os documentos atrelados ao pedido", afirmou o juiz, na liminar. Trabalhador autônomo, o pai da bebê, Claudemir Alves Coutinho, afirmou ao G1 que procurou todos os meios que estavam ao seu alcance para conseguir a transferência da filha antes de recorrer à Justiça, sendo sempre informado de que não havia vaga disponível em nenhum hospital do estado com neurocirurgião. "Ficamos indignados, porque minha filha está lutando pela vida dela e não conseguimos uma resposta do estado. É um sentimento de impotência muito grande ver ela acordar, ficar toda rígida e agitada e precisar ser sedada para dormir de novo", afirmou. Maria Helena nasceu de cesárea no dia 26 de maio, em um hospital particular de Juína. Assim que nasceu, foi diagnosticada com espinha bífida, mas encaminhada para casa. No domingo (3), ela começou a passar mal e os pais a levaram para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA). "Ela teve vômito, febre e na UPA deram uma injeção e mandaram ela para casa novamente", disse o pai. Os pais voltaram a procurar ajuda médica no mesmo dia ao perceber que a filha não melhorava, sendo encaminhados ao Hospital Municipal de Juína, onde a bebê segue internada. Recém-nascida foi internada no Hospital Municipal de Juína no último domingo (3) (Foto: Arquivo pessoal) Na madrugada desta sexta-feira (8), Maria Helena foi transferida para uma incubadora, por apresentar dificuldades para respirar. "É uma situação muito difícil, mas esperamos que a Justiça seja feita", afirmou o pai.